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Semestre registra menor número de mortes no trânsito do RS em 14 anos

Foto: Ascom DetranRS

Com menor circulação de pessoas e veículos nas ruas em função da pandemia, o Rio Grande do Sul registrou, no primeiro semestre, o menor número de mortes no trânsito desde 2007, quando o DetranRS adotou a metodologia atual de acompanhamento dos feridos em até 30 dias depois do acidente. Foram 696 mortes em acidentes de trânsito de janeiro a junho de 2020, número 14% menor do que o verificado nos primeiros seis meses do ano passado. A redução semestral é a maior desde 2016, quando as mortes haviam caído 15% em relação ao mesmo semestre do ano anterior. O balanço da acidentalidade 2020 foi divulgado ontem (13).

Comparando-se ao primeiro semestre de 2019, verificou-se a redução da acidentalidade em todos os tipos de usuários (motoristas, pedestres, ciclistas etc.), exceto entre os motociclistas. Apesar da pandemia, o número de condutores de duas rodas mortos no semestre foi exatamente o mesmo do ano passado: 200 vidas perdidas.

Segundo o diretor-geral do DetranRS, Enio Bacci, há uma preocupação com esses condutores, muitos deles profissionais que seguiram trabalhando durante o período de isolamento social com o aumento da demanda por entregas. “Eles merecem uma atenção especial do Estado, assim como os profissionais da saúde, já que estão mais expostos, não somente ao vírus, mas também às ocorrências de trânsito, como nos mostram as estatísticas”, avaliou.

Alguns municípios destacam-se na redução da acidentalidade. Analisando-se os que registraram mais de 20 mortes na soma dos primeiros semestres de 2019 e 2020, Caxias do Sul, Pelotas e Gravataí tiveram as maiores reduções: 68%, 61% e 50%, respectivamente, representando 58 vidas preservadas no semestre somente nessas três cidades.

O registro de acidentes com morte também teve uma queda histórica. Foram 638 acidentes que resultaram em uma ou mais mortes no semestre. O número é o mais baixo da série histórica e 14% menor que no mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 740 acidentes com mortes nas ruas e rodovias gaúchas.

Texto: Ascom DetranRS
Edição: Secom

Quase 80% das mortes por Covid-19 no RS são de pessoas com mais de 60 anos

Na faixa entre 70 a 79 anos, RS registrou mais mortes de homens idosos. Já acima de 80, o cenário se inverte, com mais mulheres vindo a óbito.

Foto: Reprodução/RBS TV

Dos mais de 2 mil mortos por coronavírus do Rio Grande do Sul, 1.599, ou 79,31% tinham mais de 60 anos até segunda-feira (3), como apontam os dados divulgados diariamente pela Secretaria Estadual do RS.

Os números mostram também que, entre 60 e 79 anos, os homens são a maioria nos índices de falecimento no estado. A partir dos 80, a situação se inverte: quanto mais avançada a idade, maior é a mortalidade entre mulheres. Confira os dados nos gráficos abaixo.

Conforme o professor e médico Angelo Bos, da Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica da PUCRS, a população de idosos no RS é a maior do país, o que reflete na alta probabilidade de casos e óbitos pela doença.

Ele identifica dois “grupos” em relação à forma com que o coronavírus chega até uma pessoa da terceira cidade: há os idosos mais jovens, que ainda saem de casa e, por estarem mais vulneráveis imunologicamente do que os jovens, acabam falecendo mais, e os longevos, com a idade já avançada, que acabam se contaminando na própria residência.

Há uma tendência, já evidenciada em pesquisas, de que, entre os idosos de faixa etária mais baixa, os homens saem mais de casa do que as mulheres com a mesma idade, explica Bos.

“A partir dos 80 anos, na faixa etária dos longevos, algumas características se tornam mais evidentes: o número proporcional de homens é bem menor, em torno dos 40%, e, principalmente as mulheres apresentam um grau de dependência muito maior, necessitando mais frequentemente de cuidado”, afirma.

Na terceira idade, é comum a contratação de cuidadores. “Entre as mulheres isso é exercido por pessoas contratadas. Já entre os homens, o cuidado é mais frequentemente exercido por familiar, principalmente esposas”, afirma.

O papel das ILPIs

As mortes ligadas a surtos em instituições de longa permanência de idosos (ILPIs) também causam preocupação: foram 74 mortes, de um total de 87 óbitos ligados a surtos em empresas e instituições de atendimento. A última atualização do boletim de surtos no RS é da semana passada.

“As instituições contam com muitos colaboradores e a probabilidade de um deles trazer para a instituição o vírus é grande. Na Espanha por exemplo todos os residentes e funcionários de ILPI são testados quinzenalmente”, aponta Bos.

No Brasil, o médico avalia que falta uma política de apoio às ILPIs. “Entendi que existem algumas iniciativas por parte do Ministério da Saúde em dar mais atenção [às instituições]. Em diversos países existe um apoio financeiro muito maior dando melhores condições para que os residentes sejam realmente melhor cuidados”, avalia.

O professor e médico coordena uma pesquisa que acompanha nonagenários e centenários em Porto Alegre, o projeto Ampal (Atenção Multiprofissional ao Longevo).

“Infelizmente o que mais está afetando esse grupo é a falta de atividade física porque eles estavam acostumados a praticar em praças ou nas calçadas”, afirma. O grupo irá trabalhar com os participantes na adesão de um protocolo de atividade físicas adaptado às condições dos idosos, desenvolvido na Espanha. Bos ainda comenta que a pesquisa está começando a acompanhar aspectos de saúde emocional dos idosos durante a pandemia, focando na dificuldade de sono e depressão.

Menos imunidade

A idade é um dos principais fatores de risco para o coronavírus devido ao comprometimento do sistema imunológico, que é característico do avanço da idade, como explica o infectologista e chefe do Serviço de Infectologia do Hospital de Clínicas, Eduardo Sprinz.

“Geralmente tem outras doenças em associação, mas só o fato de ser idosos deixa o sistema imunológico mais suscetível à complicação desse vírus”, aponta.

“Não existe uma receita, algo que irá reforçar o sistema imunológico”, ressalta. Segundo o infectologista, são os idosos que mais evoluem para quadros de insuficiência respiratória após o contágio com a Covid-19.

Por isso, Sprinz reforça que, na falta de uma vacina, a única forma de evitar o contágio de idosos pela doença é o cuidado com o distanciamento físico. “Os idosos podem nem estar saindo de casa, mas as pessoas mais jovens levam a doença até eles”, lembra.

Fonte: G1 RS

Acidente deixa 8 mortos e mais de 20 feridos na BR-277, em São José dos Pinhais

Engavetamento com mais de 22 veículos provocou a tragédia, no fim da noite de domingo segundo a PRF. Testemunhas relatam queimada perto da rodovia e baixa visibilidade.

Foto: Cícero Bittencourt/RPC

Oito pessoas morreram e pelo menos 23 ficaram feridas em um engavetamento entre 22 veículos por volta das 22h30 de domingo (2), na BR-277, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, no sentido litoral do Paraná.

A informação foi confirmada pelos bombeiros e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Sete vítimas morreram no local e uma delas morreu posteriormente, no Hospital Cajuru. A informação da morte da oitava vítima foi confirmada pelo IML. O órgão confirmou ainda que ao todo são 5 mulheres e três homens que morreram. Até a última atualização da reportagem, três deles tinham sido identificados pelos bombeiros. São eles:

  • Guilherme Henrique Ribeiro
  • Jurema Elvira Ferreira dos Santos
  • Emanuelle de Fátima

Como aconteceu o acidente

De acordo com a Ecovia, empresa concessionária que administra o trecho, o engavetamento aconteceu no km 77, perto da Avenida Rui Barbosa, em São José dos Pinhais.

De acordo com o Coronel Prestes, que participou do atendimento às vítimas, o acidente envolveu cinco motocicletas, 16 carros, sendo um da Polícia Militar, e um caminhão. Todos os feridos foram encaminhados para hospitais da região.

Ainda conforme os bombeiros, tudo começou com um primeiro acidente envolvendo alguns carros, sem gravidade.

O caminhão, conforme os socorristas, vinha atrás e tentou desviar dos veículos, mas acabou atropelando quatro ocupantes dos carros que estavam aguardando na lateral da pista. Depois disso, os outros veículos envolvidos também colidiram atrás, ainda conforme os bombeiros.

Testemunhas disseram que havia uma queimada perto do local atrapalhando a visão de quem dirigia pela estrada. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiro e também pela PRF.

Ainda de acordo com a PRF, a pista no sentido litoral chegou a ficar totalmente interditada por várias horas, mas, na manhã desta segunda (3), o trecho já tinha sido liberado.

Fonte: G1 PR

Covid-19: Ministério da Saúde anuncia nova plataforma com dados totais

Plataforma divulgará informações completas diariamente às 18h30

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, apresentou a nova plataforma de consolidação dos dados sobre a covid-19 no país. Uma nova plataforma será criada e disponibilizada e a forma de contabilização das mortes será alterada. As secretarias estaduais enviarão as informações até as 16h e os dados totais nacionais serão divulgados até as 18h30.

“Num primeiro momento a gente vinha trabalhando com data de notificação. Ela prejudica uma análise. Nossa intenção é trabalhar com a data de ocorrência e ao momento em que apareceram os sintomas de cada paciente”, afirmou Franco.

O diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis, Eduardo Macário, acrescentou que o objetivo é parar de reunir as planilhas dos estados e que eles possam alimentar os registros diretamente.

“A partir do momento em que tivermos sistema de informação implantado nos municípios que atendam aos requisitos mínimos, vamos deixar de receber planilhas em que pode haver erros de atualização para adotar plenamente o sistema de informação que têm importância, como sintomas, sexo, cor, profissão, fatores de risco”.

Na apresentação da nova plataforma pelos representantes do Ministério da Saúde, a principal dúvida girou em torno do que acontecerá com os óbitos de dias anteriores cuja confirmação da infecção com o novo coronavírus seja descoberta posteriormente e se estas seriam contabilizadas no total. Perguntado sobre isso na entrevista coletiva, Élcio Franco respondeu que “o total continua o total”. Eduardo Macário completou que o total de registros do dia (as mortes notificadas, independentemente de quando ocorreram) continuará sendo divulgado, mas o dia de ocorrência será considerado e isso impactará a curva epidemiológica de evolução da pandemia.

Até então, os dados estavam disponibilizados no site Painel Covid. Além disso, há dados de hospitalizações e mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), dentre as quais as por covid-19, no sistema de vigilância da gripe. Outra base de dados utilizada é a geral do Sistema Único de Saúde, o OpenDataSus. O intuito é consolidar essas bases de dados na nova plataforma.

O novo sistema será disponibilizado até esta terça (09) como parte do processo de mudança da forma de consolidação das informações pelo ministério anunciada no último domingo (7). Desde a semana passada, a pasta vinha divulgando os dados mais tarde, por volta das 22h.

A alteração sofreu questionamentos do Ministério Público Federal (MPF) e da Câmara dos Deputados. A Organização Mundial da Saúde, em entrevista coletiva hoje, também defendeu que o Brasil seja mais transparente.

Sobre a divulgação números diferentes ontem pelo Ministério da Saúde, o secretário Élcio Franco não explicou a origem e motivação da diferença entre os dados e a redução do número de mortes.

Elcio Franco também ressaltou que não há intenção de recontagem de vítimas da covid-19.

“Não há essa intenção. Esses dados são divulgados pelos estados e municípios, eles estão sendo baseados em análise clínica, o diagnóstico de um médico, que é um profissional de saúde. Eles são confirmados por testagem, feita em laboratórios particulares oficiais, então, da mesma forma que nós acreditamos nesses dados que nós estamos apresentando agora, nós acreditamos nos dados que foram carregados por estados e municípios”, disse o secretário executivo do Ministério da Saúde.

Para o governo, a divulgação do acúmulo de casos, como vinha sendo feito até o momento, dificulta a verificação das mudanças dos cenários regionais, estaduais e municipais. “O dado acumulado pode indicar uma grande quantidade de casos em localidades que já estão em outra fase da curva epidemiológica”, informou.

Nos últimos dias, o governo já havia deixado de apresentar alguns dados consolidados e mudado a dinâmica de divulgação. Antes, a pasta divulgava boletins atualizados diariamente entre 17h e 18h, durante coletivas de imprensa. Desde a última quinta-feira (4), os dados têm sido divulgados próximo às 22h.

Segundo o ministério, a adequação dos horários de divulgação dos dados é parte da estratégia da obtenção de informações mais precisas, pois o momento de divulgação está atrelado ao fechamento dos boletins epidemiológicos estaduais.

Fonte: Agência Brasil

Acidente com vítimas fatais na ERS-155 em Santo Augusto

Quatro pessoas morreram, entre elas uma criança

Foto: WhatsApp

Quatro pessoas perderam a vida após um gravíssimo acidente de trânsito ocorrido no início da noite deste domingo (07) na ERS 155 km 62, proximidades da Fazenda Mariotti em Santo Augusto.

Estiveram envolvidos 3 veículos, uma Saveiro emplacada em Ajuricaba, porém o condutor seria de Nova Ramada, um veículo Prisma com placas de Palmeira das Missões, mas com ocupantes residentes em Augusto Pestana e um veículo Citroen com placas a confirmar.

De acordo com informações houve colisão frontal entre a Saveiro e o Prisma, já o Citroem que vinha logo atrás conseguiu desviar do impacto e foi parar fora da pista.

Dos quatro ocupantes do veículo Prisma, três morreram, sendo dois adultos e uma criança de 1 ano, uma pessoa que estava no banco traseiro foi socorrida com vida até o Hospital Bom Pastor de Santo Augusto e passa bem. O motorista da Saveiro morreu na hora. Já os ocupantes do Citroen saíram ilesos.

O corpo de Bombeiros de Ijuí foi acionado, pois as vítimas ficaram presas as ferragens, a Polícia Rodoviária Estadual controlou o trânsito que ficou em meia pista, a Perícia de Santo Ângelo foi chamada, bem como os agentes da Funerária São Vicente.

Em grupos de whatsapp algumas pessoas comentaram que o motorista da Saveiro estava em Santo Augusto durante o dia andando com o veículo em alta velocidade pelas ruas da cidade.

As causas do acidente ainda serão apuradas, porém existe a suspeita de que a Saveiro invadiu a pista contrária ocasionando a forte colisão.

As vítimas:

Orlando Grübeler (motorista do Prisma)

Idiane Rocha (carona do Prisma)

Adely Vitória da Rocha Lorenz (neta de Idiane)

A mãe da criança, que também estava no veículo Prisma, foi conduzida ao hospital.

Dirceu Didoné (vítima fatal motorista do veículo Saveiro).

Fotos: Santo Augusto Urgente – Fernando Almeida

*Santo Augusto Urgente

Pai e filha morrem em acidente na BR-285, em Caibaté

Divulgação

Os bombeiros de São Luiz Gonzaga foram acionados por volta das 20h de domingo(31), para atender um acidente próximo ao trevo de acesso ao município de  Caibaté, na BR-285.

Segundo informações dos bombeiros, o acidente foi uma colisão frontal entre um caminhão(cavalinho) e uma camioneta S-10 que seguia no sentido São Luiz Gonzaga/ Santo Ângelo.

Morreram no local, o empresário de São Luiz Gonzaga, Luciano Torres dos Santos,de 49 anos, condutor da camioneta, e a sua filha, Melissa Martins Torres dos Santos, de 11 anos.

O acidente foi atendido pelos Bombeiros Militares, Brigada Militar e Polícia Rodoviária Federal.

*Rádio Missioneira

Número de casos do novo coronavírus no Brasil ultrapassa 510 mil

Recuperados de covid-19 chegam a 206 mil

O Brasil chegou a 514.849 casos do novo coronavírus, mais de meio milhão de pessoas infectadas com a doença, com a inclusão nas estatísticas de 16.409 novos casos. Com 480 mortes registradas nas últimas 24 horas, o número de óbitos pela covid-19 chega a 29.314. Os números foram atualizados, na noite deste domingo (31), pelo Ministério da Saúde.

Do total de casos confirmados, 278.980 (54,2%) estão em acompanhamento e 206.555 (40,1%) pacientes se recuperaram. Há ainda 4.208 óbitos em investigação.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes: 7.615. O estado é seguido, em número de óbitos, pelo Rio de Janeiro (5.344), Ceará (3.010), Pará (2.923) e Pernambuco (2.807).

Na sequência, aparecem Amazonas (2.052), Maranhão (955), Bahia (667), Espírito Santo (604), Alagoas (443), Paraíba (360), Rio Grande do Norte (305), Minas Gerais (271), Rio Grande do Sul (224), Amapá (222), Paraná (182), Distrito Federal (170), Piauí (161), Sergipe (158), Rondônia (156), Santa Catarina (136), Acre (148), Goiás (124), Roraima (116), Tocantins (73), Mato Grosso (61) e Mato Grosso do Sul (20).

Já em número de casos confirmados, aparecem nas primeiras posições do ranking São Paulo (109.698), Rio de Janeiro (53.388), Ceará (48.489), Amazonas (41.378) e Pará (37.961). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (34.639), Pernambuco (34.450), Bahia (18.392), Espírito Santo (13.690) e Paraíba (13.162).

Na comparação internacional, o Brasil figura em segundo lugar no número de pessoas infectadas (514 mil), atrás dos Estados Unidos (EUA), com mais de 1,7 milhão de casos, de acordo com balanço divulgado pela Universidade Johns Hopkins, que reúne os números oficiais dos países. Em número de óbitos, o Brasil ocupa a quarta colocação, atrás de Estados Unidos (104.319), Reino Unido (38.571) e Itália (33.415).

 

*Agência Brasil

 

Covid-19: Brasil passa dos 400 mil casos confirmados e 25 mil mortes

País teve 166 mil pessoas recuperadas do novo coronavírus

O Brasil passou dos 400 mil casos confirmados de covid-19, de acordo com o balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde. Foram incluídas nas estatísticas 20.559 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 411.821. O resultado marcou um acréscimo de 5,1% em relação a ontem (26), quando o número de pessoas nesta condição estava em 391.222.

A atualização do ministério registrou 1.086 novas mortes, chegando a 25.598. O resultado representou um aumento de 4,4% em relação a ontem, quando foram contabilizados 24.512 óbitos por covid-19.

Do total de casos confirmados, 219.576 estão em acompanhamento e 166.647 foram recuperados. Há ainda 4.108 óbitos sendo analisados.

A letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 6,2%. Já a mortalidade (a quantidade de óbitos pelo total da população) foi de 12,2.

Situação epidemiológica da covid-19 - 27-05-2020
Situação epidemiológica da covid-19 – 27-05-2020 – Ministério da Saúde

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.712). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.605), Ceará (2.671), Pará (2.545) e Pernambuco (2.468).

Também foram registradas mortes no Amazonas (1.891), Maranhão (853), Bahia (531), Espírito Santo (511), Alagoas (368), Paraíba (298), Rio Grande do Norte (242), Minas Gerais (240), Rio Grande do Sul (209), Amapá (183), Paraná (162), Rondônia (137), Piauí (134), Distrito Federal (133), Santa Catarina (126), Sergipe (127), Acre (113), Goiás (108), Roraima (102), Tocantins (65), Mato Grosso (46) e Mato Grosso do Sul (18).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (89.483), Rio de Janeiro (42.398), Ceará (37.275), Amazonas (33.508) e Pará (31.033). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pernambuco (29.919), Maranhão (26.145), Bahia (15.070), Espírito Santo (11.484) e Paraíba (10.2095).

De acordo com o mapa global da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o Brasil é o 2º colocado em número de casos, atrás apenas dos Estados Unidos (1,69 milhão). O país é o 6º no ranking de mortes em decorrência da covid-19, atrás de Espanha (27.117), França (28.599), Itália (33.072), Reino Unido (37.542) e Estados Unidos (100.047).

De acordo com o Ministério da Saúde, em dados de ontem o Brasil era o 51º em incidência, indicador que mede a quantidade de pessoas infectadas proporcionalmente à população. O país também era o 14º em mortalidade, quando os óbitos são comparados com o total da população.

Hoje não foi realizada a entrevista coletiva com representantes do Ministerio da Saúde, onde mais dados e análises são apresentados sobre o balanço diário. O evento era uma prática diária, mas a nova gestão mudou o hábito, ainda sem a definição de uma periodicidade definida.

Fonte: Agência Brasil

 

Brasil chega a mais de 20 mil mortes por covid-19

País tem 310.087 casos confirmados e 125.960 pacientes recuperados

Foto: Agência Petrobras

O Brasil superou mais uma vez o número de mortes registradas em um dia, atingiu 1.188. Com este acréscimo, o total chegou a 20.047. O resultado representou um aumento de 6,2% em relação a ontem(20), quando foram contabilizados 18.859 mil falecimentos por covid-19.

O país passou da casa dos 300 mil casos confirmados do novo coronavírus, de acordo com o balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (21). Foram registrados 18.508 novas pessoas infectadas por covid-19, totalizando 310.087. O resultado marcou um acréscimo de 6,3% em relação a ontem, quando o número de pessoas infectadas estava em 291.579.

Do total de casos confirmados, 164.080 (53%) estão em acompanhamento e 125.960 (40,6%) foram recuperados. Há ainda 3.534 óbitos em investigação.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (5.558). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (3.412), Ceará (2.161), Pernambuco (1.925) e Pará (1.852).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (1.620), Maranhão (663), Bahia (376), Espírito Santo (363), Alagoas (262), Paraíba (245), Minas Gerais (191), Rio Grande do Norte (178), Rio Grande do Sul (166), Amapá (151), Paraná (141), Rondônia (101), Santa Catarina (98), Piauí (91), Goiás (85), Acre (78), Distrito Federal (84), Sergipe (76), Roraima (72), Tocantins (47), Mato Grosso (34) e Mato Grosso do Sul (17).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (73.739), Rio de Janeiro (32.089), Ceará (31.413), Amazonas (25.367) e Pernambuco (23.911). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (19.756), Maranhão (16.058), Bahia (11.941), Espírito Santo (8.878) e Paraíba (6.238).

Fonte: Agência Brasil

Com mais quatro óbitos, mortes em decorrência de Covid-19 chegam a 42 no Rio Grande do Sul

Cidades mais afetadas pela pandemia, Passo Fundo e Porto Alegre registraram duas fatalidades cada

Foto: Philip Fong / AFP

O número de óbitos em decorrência do novo coronavírus SARS-Cov-2, que causa a Covid-19, aumentou para 42 no Rio Grande do Sul, conforme dados divulgados pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) na manhã desta segunda-feira. As quatro novas fatalidades em relação ao domingo foram confirmadas em Porto Alegre e Passo Fundo (duas em cada), as cidades mais afetadas pela pandemia em território gaúcho. O total de casos confirmados da doença respiratória é de 1.228, e a taxa de mortalidade é de 3,42%.

Conforme o Correio do Povo adiantou na noite de domingo, o novo boletim epidemiológico incluiu duas mortes de Passo Fundo, no Norte, que já haviam sido contabilizadas pela prefeitura. A primeira vítima é um homem de 65 anos, com histórico de doença cardiovascular e havia falecido na sexta-feira. A outra é uma mulher de 70 anos com hipertensão e diabetes. O óbito ocorreu ontem. Ambos estavam internados no Hospital de Clínicas da cidade.

Os casos de Porto Alegre são de dois homens. Ambos faleceram nesse domingo. Um tinha 75 anos e não tinha registro de comorbidades. Ele estava internado no Hospital Moinhos de Vento. A outra vítima do sexo masculino é um idoso, de 86 anos, que era cardiopata e estava internado no Hospital Porto Alegre.

20 novos casos

Além do quatro novos óbitos, o boletim da SES também aponta mais 20 infecções pelo coronavírus no Rio Grande do Sul. As novas ocorrências se deram em Gravataí (1); Três Cachoeiras (2) e Sapucaia do Sul (2); Venâncio Aires (5); São Lepoldo (7); e Porto Alegre (3). Atualmente, 457 pessoas estão em recuperação (37.21%) e 729 já tiveram cura clínica (59.36%).

Entre as macrorregiões do Estado, os Vales têm a maior taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensivo, com 89%. Na sequência, o Norte registra 76,7%, Serra 76% e a área Missioneira 70%. Na região metropolitana, o índice e de 58,5%, enquanto no Sul e no Centro-Oeste são de 49,7% e 39,1% respectivamente.

 

*CP