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Número de mortes em rodovias federais do RS cai quase 20% em 2018

Com 313 óbitos, Rio Grande do Sul tem o menor índice em 12 anos, mas figura como o quinto Estado com mais vítimas no ano passado, segundo levantamento da CNT

O Rio Grande do Sul é o quinto Estado com maior número de mortes em rodovias federais em 2018. Com 313 óbitos, o RS fica atrás apenas de Minas Gerais (693), Paraná (494), Bahia (456) e Santa Catarina (386), segundo dados do Painel CNT de Acidentes Rodoviários, divulgados pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) na manhã desta quinta-feira (19). Mesmo com o número elevado, o RS apresentou queda de 19,94% no total de mortes nas vias federais em comparação ao mesmo período de 2017 (391).

A série histórica da pesquisa aponta 2018 como o ano com menos mortes nas rodovias federais gaúchas desde 2007. A colisão figura no topo dos tipos de acidente causadores de morte, com 199 ocorrências (63,5%). No ano passado, o Estado registrou 3.297 acidentes com vítimas (mortos ou feridos).

O professor da Escola de Engenharia da UFRGS Luiz Afonso Senna, PhD em transportes, avalia que a melhor atuação da fiscalização pode explicar a redução, mas cita fatores externos que também ajudam a entender o fenômeno:

— Essa diminuição talvez possa ser explicada por questões externas, como a diminuição da atividade econômica, que a gente vem experimentando nos últimos anos. Isso pode ter algum impacto. Não necessariamente associado ao motorista, à via ou ao veículo. Muito embora as questões da via são muito importantes.

Chefe da comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio Grande do Sul, Cássio Garcez cita o investimento em tecnologia, a análise de estatísticas de acidentalidade e o direcionamento de ações de fiscalização como fatores que influenciam nessa queda no número de mortes em rodovias federais:

— Basicamente, a gente monitora os trechos que são críticos para acidentes, especialmente os graves. Nesses locais e em datas específicas, como feriados ou festas locais, a Polícia Rodoviária Federal direciona um efetivo maior para esses pontos.

Garcez reforça cuidados básicos — como evitar dirigir com sinais de sonolência e o respeito à sinalização e às demais regras da pista — para evitar acidentes, principalmente em feriados, que registram maior número de veículos nas estradas.

Maioria dos mortos tem idade superior a 45 anos

Pessoas acima dos 45 anos correspondem a 38,6% do total de mortes em rodovias federais no Rio Grande do Sul em 2018. Dos 313 mortos nas estradas da União em solo gaúcho, 121 estavam nessa faixa etária. Pessoas com idade entre 26 e 35 anos aparecem na segunda colocação do ranking por faixa etária no Estado, com 65 óbitos.

Rodovias mais mortais no RS

No levantamento da CNT, a BR-386 — que cruza boa parte do Estado — foi a rodovia mais mortal em 2018, com 57 óbitos. Na sequência, figuram as BRs 290 (55) e 116 (49). Em relação ao número de acidentes com vítimas, a BR-116 aparece na frente, com 866 casos. A BR-290 (516) e a BR-386 (364) aparecem logo abaixo.

Região Sul lidera no número de acidentes a cada 100 km

Levando em conta a extensão das rodovias federais, o Brasil registra 82 acidentes com vítimas a cada 100 km. O Sul lidera esse ranking com 135,6 ocorrências a cada 100 km.

Fonte: Gaúcha ZH

Duas pessoas morrem em acidente na Serra gaúcha

Colisão envolveu três veículos na ERS 446

Foto: CRBM

Um grave acidente entre dois carros de passeio e um caminhão resultou na morte de duas pessoas em Carlos Barbosa, Norte do Estado. De acordo com Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), uma colisão frontal ocorreu no início da manhã desta segunda-feira, no km 12 da ERS 446.

As circunstâncias da batida ainda estão sendo apuradas. Conforme a polícia, um homem, uma mulher e um cão, que estavam no Fiat Punto morreram no local. Já condutor do caminhão foi socorrido pelo pelos Bombeiros Voluntários de Carlos Barbosa para hospital do município. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dos passageiros do outro veículo de passeio.

A rodovia, de pista simples, teve o trânsito parcialmente bloqueado.

Fonte: CP

Seis pessoas morrem após colisão entre carro da saúde e carreta em SC

 

Foto: Equipe do IGP de Joinville

Um grave acidente de trânsito foi registrado no fim da tarde da quinta-feira (12), na SC-418, em Campo Alegre (SC). Uma colisão envolveu um carro da saúde e uma carreta. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PMRv), cinco pessoas que estavam no carro morreram no local do acidente. Uma pessoa foi resgatada e morreu no hospital – a informação foi repassada pelo Instituto Geral de Perícia de Joinville.

O veículo Chevrolet Spin era da Secretaria de Saúde de Santa Cecília. Segundo informações da equipe do Instituto Geral de Perícia (IGP de Joinville), as seis vítimas estavam no carro.

De acordo com a NSC, a Secretária de Saúde informou que as vítimas que estavam no carro seriam pacientes que estavam em tratamento em Joinville e retornavam para Santa Cecília no momento do acidente. Informações apontam que as vítimas são cinco mulheres e um homem- que era o motorista do carro. O condutor do carreta teve ferimentos leves.

O Corpo de Bombeiros e a polícia foram acionados para atender a ocorrência. O IGP também esteve no local.

CLICRDC

Com mais 10 casos em uma semana, RS registra 50 mortes por gripe em 2019

Oito pessoas morreram devido ao subtipo H1N1 e outras duas faleceram em decorrência do H3N2

Foto: Agência Brasil

Mais 10 pessoas morreram na última semana em decorrência da gripe. Segundo o boletim do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado na quarta-feira (11), 50 pessoas foram vítimas do vírus Influenza no estado em 2019.

Oito pessoas morreram nos últimos sete dias devido ao vírus da influenza A H1N1 e outras duas faleceram em decorrência do subtipo H3N2. Porto Alegre, com 11 mortes, e Canoas, com sete, foram as cidades com mais vítimas da doença. Passo Fundo e Três Coroas tiveram duas vítimas, e outras 28 cidades registraram um caso.

Número de casos e óbitos em 2019

Classificação Casos Mortes
Influenza A (H1N1) 244 37
Influenza A (H3N2) 76 10
Influenza A não subtipado 11 1
Influenza B 12 2
Total 343 50

A maioria das pessoas que morreram em decorrência da gripe A tinha mais de 50 anos. As 10 vítimas desta última semana, sete homens e três mulheres, estavam nesta faixa etária, e apenas três estavam com a vacinação em dia. Confira abaixo o número de mortes em relação à faixa etária:

Mais duas pessoas morrem por gripe no RS e total chega a 40 em 2019, aponta a Secretaria de Saúde

Dois mortos tinham mais de 50 anos e foram diagnosticados com o vírus da Influenza A

O número de mortos por gripe no Rio Grande do Sul chegou a 40 neste ano. Conforme o último boletim do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado nesta quarta-feira (28), mais duas pessoas morreram em relação ao informe anterior.

Os dois casos envolveram pessoas com mais de 50 anos, que contraíram o vírus Influenza A — um deles do subtipo H1N1 e o outro, H3N2. Confira abaixo o número de mortes em relação à faixa etária:

  • Menos de 6 meses: 2
  • 6 a 11 meses: 1
  • 1 a 4 anos: 1
  • 5 a 9 anos: 0
  • 10 a 14 anos: 0
  • 15 a 19 anos: 0
  • 20 a 29 anos: 0
  • 30 a 39 anos: 1
  • 40 a 49 anos: 3
  • 50 a 59 anos: 11
  • mais de 60 anos: 21

Número de óbitos relacionados por tipo e subtipo do vírus:

  • Influenza A (H1N1): 29
  • Influenza A (H3N2): 8
  • Influenza A não-subtipado: 1
  • Influenza B: 2

Apesar disso, se comparado com o mesmo período do ano passado, é verificada uma redução de 58,3% no número de mortes. O número total de caso confirmados, 319 até aqui, caiu 47% em relação a 2018.

Fonte: G1 RS

Seis pessoas da mesma família morrem em acidente entre dois veículos na BR-386, em Soledade

Segundo Polícia Rodoviária Federal, entre os mortos está uma criança de 6 anos. Um ocupante do outro veículo foi levado para o hospital em estado grave.

Seis pessoas de uma mesma família morreram em um acidente envolvendo dois veículos, na BR-386, em Soledade, no Norte do Rio Grande do Sul, na madrugada desta sexta-feira (30). De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o motorista do outro veículo estava sem cinto de segurança e foi arremessado para fora do carro. Ele está em estado grave.

Entre os mortos estão o condutor do Peugeot 207, de 36 anos, a esposa dele, de 39 anos, o filho do casal, de 6 anos, o pai e a mãe do motorista, de 61 e 55 anos, respectivamente, e ainda o tio do condutor, de 47 anos. Eles eram moradores de Canoas. A PRF informou que a criança não estava na cadeirinha.

A colisão aconteceu no quilômetro 236 da rodovia, por volta das 4h. O carro da família, um Peugeot 207, com placas de Porto Alegre, trafegava no sentido Capital-Interior quando teria invadido a pista contrária. O veículo bateu de frente com um Volvo, com placas de Bento Gonçalves, na Serra.

O motorista, de 34 anos, do Volvo, foi levado para o Hospital de Soledade, e depois transferido para o Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo. A instituição informou ao G1 que homem está em estado grave, e passa por exames. Segundo a PRF, ele é de Soledade

A pista ficou bloqueada por cerca de cinco horas, e foi liberada por volta das 9h30.

Fonte/Fotos: G1 RS

Mortes por gripe no Rio Grande do Sul este ano chega a 38, segundo Secretaria de Saúde

No último boletim, eram 33 vítimas da doença. Maioria dos óbitos foram causados por vírus influenza A (H1N1).

O número de mortos por gripe no Rio Grande do Sul este ano chegou a 38 casos, conforme boletim divulgado na quarta-feira (28) pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), da Secretaria Estadual de Saúde. No informe anterior, no dia 14 de agosto, eram 33 óbitos notificados.

A maior parte dos casos de falecimento em decorrência da doença está entre a população com mais de 60 anos. Confira abaixo.

  • menos de 6 meses: 2
  • 6 a 11 meses: 1
  • 1 a 4 anos: 1
  • 5 a 9 anos: 0
  • 10 a 14 anos: 0
  • 15 a 19 anos: 0
  • 20 a 29 anos: 0
  • 30 a 39 anos: 1
  • 40 a 49 anos: 3
  • 50 a 59 anos: 10
  • mais de 60 anos: 20

E, de acordo com o tipo de vírus, a maioria das vítimas teve o vírus da Influenza A (H1N1). Veja abaixo:

  • Influenza A (H1N1): 28
  • Influenza A (H3N2): 7
  • Influenza A não-subtipado: 1
  • Influenza B: 2

Quatro dos casos de óbito são de pacientes que não tinham se vacinado. Trinta e três eram dos grupos de risco – maiores de 60 anos, crianças de menos de 6 anos e pacientes com comorbidades (ocorrência de duas doenças simultâneas).

E entre as comorbidades, as mais frequentes são doença cardiovascular crônica, diabetes, imunodeficiência e obesidade.

Fonte: G1 RS

Número de mortes por gripe em 2019 sobe para 21 no RS, aponta Secretaria da Saúde

Casos mais recentes foram registrados em Panambi, Canoas e Porto Alegre.

Vinte e uma pessoas morreram por gripe no Rio Grande do Sul em 2019, segundo boletim divulgado na quinta-feira (25) pela Secretaria da Estadual da Saúde. O levantamento, que leva em conta os registros do ano até o último sábado (20), aponta três vítimas a mais que o da semana anterior.

Os casos mais recentes foram registrados em Panambi, Canoas e Porto Alegre. Os pacientes não eram vacinados. A Capital já registrou outras duas mortes por gripe. Veja abaixo o detalhamento.

No estado, assim como no Brasil, a predominância, atualmente, é do vírus influenza A H1N1. Do total de mortes por gripe, 15 foram provocadas variação. Outros cinco casos foram por Influenza A H3N2, e um único caso, por Influenza B. Apenas dois tinham sido vacinados.

A maior parte das vítimas tinha mais de 50 anos, mas um bebê de seis meses também morreu por gripe.

Conforme o mesmo boletim divulgado pela SES, em 2018, foram registrados 67 óbitos por gripe no Rio Grande do Sul. A redução neste ano, comparados os períodos, é de 68,6%.

Mortes por gripe em 2019

  • Em Panambi, um homem de 57 anos morreu em 19 de julho após ser infectado pelo vírus H1N1. Ele não era vacinado.
  • Em Canoas, uma mulher de 78 anos foi vitimada pelo vírus H3N2 no dia 2 de julho. Ela não era vacinada.
  • Em Porto Alegre, uma mulher de 68 anos, após ser infectada por H1N1, morreu no dia 10 de julho. Ela não era vacinada.
  • Em São Lourenço do Sul, uma mulher de 50 anos foi vitimada pelo vírus A H1N1, no dia 12 de julho. Ela não tinha histórico de doença grave, mas não havia sido vacinada.
  • Em São Luiz Gonzaga, uma mulher de 63 anos morreu em 2 de julho, por infecção pelo A H1N1. Não havia sido vacinada.
  • Em Gramado, uma mulher de 63 anos morreu em 19 de junho, após ser infectada pelo vírus A H3N2. Ela não foi vacinada e tinha histórico de doença cardiovascular crônica.
  • Em São Francisco de Paula, uma mulher de 50 anos morreu após ser infectada pelo Influenza A H1N1 no dia 8 de julho. Ela tinha asma e não foi vacinada.
  • Em Porto Alegre, em 28 de junho morreu uma idosa de 82 anos, infectada pelo vírus da gripe A H1N1. Ela não foi vacinada, e tinha histórico de doença cardiovascular, diabetes e imunodeficiência.
  • Em Passo Fundo, um homem de 37 anos morreu em razão de infecção pelo Influenza A H1N1, no dia 2 de julho. Ele não tinha histórico de doenças crônicas.
  • Em Três Coroas, morreu um idoso de 74 anos pelo Influenza A H1N1. Ele tinha histórico de doença cardiovascular crônica e diabetes, e não foi vacinado neste ano.
  • Em Capão do Leão, um menino de cinco meses morreu vítima do vírus A H1N1. O bebê tinha doença cardiovascular crônica, e a mãe não havia sido vacinada.
  • Em Pinhal da Serra, um homem de 62 anos morreu após sofrer o contágio de um vírus Influenza A não subtipado. Ele não tinha histórico de doenças graves, e não estava imunizado.
  • Em Porto Alegre, um idoso de 76 anos morreu vítima do vírus H3N2. Ele tinha outras doenças crônicas, como diabetes e cardiopatia, e estava vacinado.
  • Um homem de 55 anos, de Santo Ângelo, Região Noroeste, morreu por gripe A (H1N1), no dia 16 de junho. Ele não havia sido vacinado.
  • Uma mulher, de 54 anos, moradora de Alegrete, na Fronteira Oeste, morreu no dia 27 de maio vítima de H1N1. Ela não havia sido vacinada na última campanha.
  • Um homem, de 54 anos, morador de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, morreu por gripe A (H1N1) no dia 30 de maio, em Tramandaí. Ainda não se sabe se ele era vacinado.
  • Em Sapiranga, uma menina de 11 meses foi vítima da doença, no dia 19 de maio. O laudo confirmou que ela teve H3N2, além de bronquiolite aguda.
  • No dia 11 de maio, em São Gabriel, um idoso morreu depois de contrair o tipo de vírus influenza A H1N1.
  • Em 2 de maio, uma paciente, de 79 anos, que morava em Barra do Ribeiro, morreu após ter sido internada em Porto Alegre com infecção pela variação H3N2.
  • Também foi registrada outra morte por gripe A H1N1 em Três Coroas, no Vale do Paranhana, além de um caso em Santa Rosa, no Noroeste do estado, onde uma pessoa morreu por influenza B.

 

Fonte: G1 RS

Chuva deixa 11 mortos e causa deslizamentos no Grande Recife

Mortes foram registradas no Recife, em Olinda e em Abreu e Lima pelo Corpo de Bombeiros

Foto: Reprodução/TV Globo

As chuvas que atingem a Região Metropolitana do Recife (RMR) desde a madrugada desta quarta-feira (24) levaram à morte de 11 pessoas, segundo o Corpo de Bombeiros. O temporal também derrubou barreiras e árvores e causa diversos pontos de alagamento, que dificultam a circulação dos ônibus. Em algumas cidades da RMR, aulas da rede municipal foram canceladas.

(Atualização: às 14h04 desta quarta (24), havia uma divergência entre a assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros e as equipes que estão em Abreu e Lima. Enquanto a assessoria confirmava a morte de uma gestante de 21 anos, os bombeiros do local informaram que as equipes utilizavam cães farejadores para localizar a jovem. A Defesa Civil de Olinda e os Bombeiros também contabilizaram uma única vítima em dois endereços diferentes.)

Quatro mortes registradas pelos Bombeiros ocorreram em Olinda, sendo duas no bairro de Águas Compridas e duas no Passarinho. Outras quatro mortes ocorreram em um deslizamento em Caetés, em Abreu e Lima. Três pessoas morreram no Recife, nos bairros de Dois Unidos e Passarinho.

Veja quem morreu devido às chuvas no Grande Recife

  • Natalicio Vicente da Silva, 69 anos, no Passarinho, no Recife
  • Ivonete Maria da Silva, 63 anos, no Passarinho, no Recife
  • Josafá Barbosa da Costa, 34 anos, em Dois Unidos, no Recife
  • Mariana Xavier, 18 anos, em Caetés, em Abreu e Lima
  • Luiz Henrique, 15 anos, em Caetés, em Abreu e Lima
  • Adalmir Ferreira dos Santos, 53 anos, em Caetés, em Abreu e Lima
  • Silvano Silva, 49 anos, em Caetés, em Abreu e Lima
  • Iraci Maria da Conceição, 78 anos, em Águas Compridas, em Olinda
  • Abraão Batista da Silva, 25 anos, em Águas Compridas, em Olinda
  • Diego, de idade não informada, no Passarinho, em Olinda
  • Elisângela, de idade não informada, no Passarinho, em Olinda

Outros deslizamentos 

Em Dois Unidos, no Recife, cinco vítimas foram soterradas após um deslizamento de barreira. Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), as vítimas foram retiradas do local com escoriações.

No Córrego do Joaquim, em Nova Descoberta, no Recife, uma barreira deslizou e duas casas foram atingidas. Ao todo oito pessoas estavam nas duas residências atingidas. Sete ficaram feridas e foram socorridas para UPA de Nova Descoberta. Em seguida, foram encaminhadas ao Hospital da Restauração.

Em Jaboatão dos Guararapes, sete barreiras deslizaram. Segundo a prefeitura, ninguém ficou ferido, mas as famílias precisaram deixar suas casas. A Defesa Civil pode ser acionada, no município, pelos telefones 0800 281 20 99 ou (81) 9 9195 6655.

Acionado para socorrer feridos, o Samu também registrou deslizamentos de barreiras no Córrego do Abacaxi, Estrada do Passarinho e no Alto Nova Olinda, em Olinda; na Rua do Bosque, em Paulista, e em Caetés, em Abreu e Lima.

No Recife, a Defesa Civil do município informou às 11h desta quarta (24) que o acumulado de chuvas de mais de 241 mm nos últimos cinco dias equivale a 20 dias da média histórica do período, o que corresponde a 357 mm, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), as chuvas no Grande Recife e Zona da Mata devem diminuir de intensidade, mas persistem durante todo o dia. Na terça (23), a Agência havia renovado o alerta para chuvas moderadas a fortes nas duas regiões.

Fonte: G1

Sobe para 15 o número de mortes por gripe no RS em 2019

Três novos casos foram registrados em Porto Alegre, São Francisco de Paula e Passo Fundo

O Rio Grande do Sul registrou mais três mortes por gripe, elevando o total de óbitos pela doença para 15 em 2019. Os novos casos de morte por H1N1 foram confirmados no boletim epidemiológico divulgado na quarta-feira (10) pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs).

s vítimas mais recentes são uma mulher de 50 anos de São Francisco de Paula, um idoso de 82 anos de Passo Fundo e um homem de 37 anos de Porto Alegre, cidade que agora registra duas mortes pela doença este ano. A mulher e o idoso não haviam se vacinado contra gripe e tinham doenças crônicas. O morador da Capital havia se vacinado e não tinha registro de problemas de saúde — por isso, o caso é investigado pela Secretaria Estadual de Saúde.

O número de pessoas que contraiu gripe em 2019 também subiu, de 90 para 118. Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, a doença está menos letal — até a 27ª semana epidemiológica de 2018, haviam sido registrados 312 casos e 46 mortes por gripe.

O levantamento do Cevs aponta que, das 15 pessoas que morreram em decorrência da gripe, 12 tinham 50 anos ou mais. Deste total, 12 tinham pelo menos um fator de risco e apenas duas se vacinaram na campanha de imunização.

Mortes por gripe em 2019 

– 10 por H1N1 (Influenza A);

– 3 por H3N2 (Influenza A);

– 1 por Influenza A não subtipado;

– 1 por Influenza B.

Cidades: Porto Alegre (2), Três Coroas (2), São Francisco de Paula, Sapiranga, Barra do Ribeiro, Capão do Leão, Pinhal da Serra, Passo Fundo, Alegrete, São Gabriel, Santo Ângelo, Santa Rosa e Tramandaí.

Fonte: ZH