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Petrobras anuncia aumento de 5% na gasolina válido a partir do dia 8

É o segundo aumento do combustível este mês

Agência Brasil/ Arquivo

A Petrobras informou às distribuidoras que a partir da quarta-feira, 8, a gasolina estará 5% mais caras nas refinarias, o segundo aumento do mês de julho, acompanhando a recuperação do preço do petróleo no mercado internacional. No dia 1º de julho, o combustível havia sido reajustado em 3%. Já o preço do diesel desta vez não foi alterado, depois de subir 6% no primeiro dia do mês.

Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o aumento médio da gasolina será de R$ 0,0797 o litro.
O petróleo tem se mantido em patamar acima de US$ 40 o barril nas últimas semanas, impulsionado por uma percepção de aumento de demanda pela commodity.

Nesta terça, o petróleo do tipo Brent, usado como parâmetro pela Petrobras, subia 0,42% para os contratos de setembro, cotado a US$ 43,29 o barril.

Fonte: AE/ Correio do Povo

Preço da gasolina e do diesel vendido nas refinarias aumenta

Gasolina foi reajustada, em média, em 5%; diesel, em 8%

Foto: REUTERS

O preço da gasolina vendida nas refinarias da Petrobras foi reajustado em 5% na média a partir desta sexta (19). O anúncio foi feito pela companhia que também divulgou aumento médio de 8% para o diesel vendido às distribuidoras a partir dessas refinarias.

Essa é a terceira vez que a gasolina tem o preço reajustado em junho. O primeiro foi no dia 1º e o segundo no dia 9. De acordo com a Petrobras, o produto abastece, atualmente, cerca de 60% dos veículos de passeio no Brasil.

Já o diesel tem a primeira alta do mês. O anterior tinha sido no dia 27 de maio. Segundo a Petrobras, o consumo de diesel automotivo se restringe basicamente ao setor agrícola e de transporte rodoviário, setores de extrema importância para a economia do país.

Acumulado

Com o aumento de 8%, que representa R$ 0,12 por litro, o preço médio do diesel da Petrobras para as distribuidoras passou a ser de R$ 1,63 por litro. No acumulado do ano, a redução do preço é de 30,2%.

Na gasolina, o preço médio da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passou a ser de R$ 1,53 por litro, considerando a alta de 5%, ou R$ 0,07 por litro desta sexta-feira. No acumulado do ano, o produto tem queda de 20,2% no preço.

Pelos dados da Petrobras, em 2020, a gasolina teve 19 reajustes sendo 7 aumentos e 12 reduções de preços, enquanto para o diesel foram 14, entre eles, 3 elevações e 11 quedas de preços.

“Os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo. Por isso, a variação dos preços nas refinarias e terminais é importante para que possamos competir de forma eficiente no mercado brasileiro”, informa a petroleira.

Fonte: Agência Brasil

Aneel aprova reajuste médio de 6,09% nas tarifas da RGE Sul

Para consumidores conectados à alta tensão, o aumento será de 6,24%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um reajuste médio de 6,09% nas tarifas da RGE Sul. Para consumidores conectados à alta tensão, o aumento será de 6,24%, e para a baixa tensão, a alta será de 6,01%.

A data de aniversário do reajuste da concessionária é 19 de junho, mas as novas tarifas serão aplicadas apenas a partir de 1º de julho.

A companhia atende a 2,9 milhões de unidades consumidoras no Rio Grande do Sul.

 

Fonte: AE/CP

Petrobras reajusta em 5% preço do gás de cozinha

Preço médio da estatal será equivalente a R$ 24 por botijão de 13 kg

REUTERS/ Caitano Barreira

A Petrobras informou que vai reajustar em 5% o preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) vendido pela companhia às distribuidoras a partir desta quinta-feira (4). Com isso, o preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 24,08 por botijão de 13 quilos (kg). No acumulado do ano, a redução é de 13,4%, ou R$ 3,72 por botijão de gás de cozinha de 13 kg.

A Petrobras esclarece que igualou desde novembro de 2019, os preços do gás liquefeito de petróleo para os segmentos residencial e industrial/comercial e que o GLP é vendido pela Petrobras a granel. As distribuidoras são as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijão e, junto com as revendas, são responsáveis pelos preços ao consumidor final.

*Agência Brasil

Governo autoriza aumento de 5,21% nos preços de medicamentos

Reajuste havia sido adiado por 60 dias por conta da Covid-19

Depois de suspender por dois meses, o governo federal autorizou ontem(1°), reajuste de até 5,21% nos preços de medicamentos para 2020. O aval para o aumento foi publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU) em decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e as empresas já podem aplicá-lo.

O reajuste dos preços dos remédios é definido pela CMED em março de cada ano, e passou a valer em 1º de abril. Neste ano, no entanto, governo e indústria farmacêutica fizeram um acordo para adiar a correção por 60 dias dentro do conjunto de ações para atenuar os efeitos econômicos do novo coronavírus no País. A suspensão do reajuste foi formalizada pela Medida Provisória 933/2020, editada no fim de março e que aguarda votação no Congresso. A Câmara deve votar a MP ainda esta semana.

Pela resolução da CMED publicada no Diário Oficial, o reajuste máximo permitido para este ano será aplicado em três faixas, de 5,21%, 4,22% e 3,23%, a depender do tipo de medicamento.

O teto do aumento autorizado para 2020 é superior ao do ano passado, que foi de 4,33%, e ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 11 de março de 2020, que acumulou 4,01% no período entre março de 2019 e fevereiro de 2020.

Fonte: AE

Câmara aprova MP que aumenta salário mínimo para R$ 1.045

Texto segue para análise do Senado

A Câmara aprovou na noite desta terça (26) a  Medida Provisória 919/20, que aumenta o salário mínimo para R$ 1.045 em 2020. O texto segue para análise para o Senado.

Os deputados aprovaram o projeto de lei de conversão do deputado Coronel Armando (PSL-SC) e incorpora ao salário mínimo o aumento que passou a vigorar em janeiro deste ano, quando a MP 916/19 foi publicada.

A MP 916/19, editada no final do ano passado, acrescentou ao salário mínimo um reajuste de 4,1%, que correspondeu à estimativa do Índice Nacioanl do Preços ao Consumidor (INPC) para 2019. Com isso, o salário mínimo passou de R$$ 998 para R$ 1.039.

Como a inflação de dezembro de 2019 foi divulgada em janeiro deste ano, o índice anual do INPC do ano passado foi de 4,48%. Com isso, o salário mínimo teve uma alta nominal de 4,7%, chegando ao valor final de R$ 1.045.

O governo federal estima que, para cada R$1 de aumento no salário mínimo, os gastos públicos elevam-se em aproximadamente em R$ 355,5 milhões. As despesas impactadas pelo mínimo são: abono salarial e seguro desemprego, benefícios previdenciários (como aposentadorias e pensões) e benefícios assistenciais (como o Benefício da Prestação Continuada – BPC).

Fonte: Agência Brasil com informações da Agência Câmara

ATUALIZAÇÃO 27/05 às 20h05min, Senado aprova MP:

https://www.google.com/amp/s/agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-05/senado-aprova-mp-do-aumento-salario-minimo-para-r-1045%3famp

Aumenta para 55 o número de casos confirmados de covid-19 em Três Passos

Criança de três anos está entre os novos casos

Conforme divulgado pela Administração Municipal de Três Passos nesta quinta-feira, dia 21 de maio, o número de casos positivos de coronavírus no município passou de 48 para 55.

Trata-se de uma criança (sexo masculino) de três anos; um homem de 43 anos; uma adolescente de 15 anos; homem de 38 anos, homem de 37 anos , mulher de 37 anos e homem de 25 anos.

Todos os sete novos pacientes que testaram positivo não apresentam gravidade. Eles estão cumprindo isolamento domiciliar.

Destes setes casos recentes registrados hoje, quatro foram diagnosticados na JBS/Seara entre funcionários do setor administrativo.

A testagem de pacientes com sintomas gripais será aumentado.

 

*TP News

 

 

Petrobras anuncia alta de 12% para a gasolina a partir desta quinta

Desemprego aumenta e atinge 12,9 milhões no primeiro trimestre do ano no País

Crescimento na taxa era esperado, devido às características do período; analista afirma que não há dados suficientes que mostrem o impacto da pandemia de coronavírus

O desemprego aumentou e atingiu 12,9 milhões de brasileiros no primeiro trimestre do ano, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  A taxa de desocupação ficou em 12,2%, frente a 11% ao ínterim de outubro a dezembro de 2019, quando havia 11,6 milhões de brasileiros desempregados.

Em contrapartida, a taxa foi menor do que a registrada no primeiro trimestre de 2019 (12,7%). Segundo a analista da pesquisa Adriana Beringuy, não há dados suficientes que mostrem o impacto da pandemia de coronavírus neste período. O isolamento social começou em março em diversas cidades brasileiras.

“Grande parte do trimestre ainda está fora desse cenário. Não posso ponderar se o impacto da pandemia foi grande ou pequeno, até porque falamos de um trimestre com movimentos sazonais, mas de fato para algumas atividades ele foi mais intenso”, disse.

Adriana diz que o crescimento na taxa era esperado, devido às características do período. “O primeiro trimestre de um ano não costuma sustentar as contratações feitas no último trimestre do ano anterior. Essa alta na taxa, porém, não foi a das mais elevadas. Em 2017, por exemplo, registramos 1,7 p.p.”, afirma. O rendimento médio real ficou em R$ 2.398 no primeiro trimestre do ano.

A pesquisa mostra ainda que a população ocupada ficou em 92,2 milhões de brasileiros, com 2,3 milhões a menos do que no trimestre anterior, e estável em comparação ao primeiro trimestre de 2019. Adriana afirma que este foi o maior recuo de toda a série histórica e refletiu nos serviços domésticos (-6,1%), que também apresentou a maior queda da série. O recuo de 7% no emprego sem carteira assinada do setor privado também foi recorde. Emprego com carteira e o conta própria sem o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica também caíram.

Além disso, a taxa de informalidade atingiu 39,9% da população ocupada, o que significa que 36,8 milhões de trabalhadores estão nesta situação. Segundo Adriana, das 2,3 milhões de pessoas que deixaram o contingente de ocupados, 1,9 milhão é de trabalhadores informais.

Metodologia da pesquisa

Normalmente, o IBGE faz a coleta de dados para a Pnad de forma presencial, mas, por causa da pandemia, desde o dia 17 de marços todos as informações usadas em pesquisas estão sendo obtidas pelo telefone.

O IBGE diz que a taxa de resposta da PNAD Contínua em março de 2020 foi de 61,3% (em janeiro foi de 88,4% e fevereiro 87,9%). “Frente a essa performance, foram feitas análises sobre os impactos na taxa de desocupação e rendimento médio habitual, em que não se observou aumento significativo nos coeficientes de variação, tornando viável a divulgação dos dados do primeiro trimestre de 2020”.

 

Fonte: R7

Cesta básica fica 13,89% mais cara em 12 meses

Segundo pesquisa do Dieese, conjunto de 13 produtos custava, em janeiro de 2020, R$ 502,98. Carne foi o item que mais subiu

Uma pesquisa recente comprovou o que os consumidores já perceberam faz tempo: ir à feira ou ao supermercado e voltar com o carrinho cheio está cada vez mais caro. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que mantém a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA), realizada mensalmente em 17 capitais do Brasil, divulgou que, em 12 meses, entre janeiro de 2019 e o mesmo mês de 2020, a elevação foi de 13,89% – bem mais do que a inflação do período, que foi de 4,3%, segundo o IBGE.

O conjunto de 13 produtos alimentícios considerados essenciais saía por R$ 502,98 em janeiro – valor que colocou Porto Alegre como a cidade que tem o terceiro cesto mais caro do Brasil. A capital dos gaúchos ficou atrás apenas de São Paulo (R$ 517,51) e do Rio de Janeiro (R$ 507,13) neste quesito. Neste período, todas as cidades analisadas acumularam alta.

Economista do Dieese no Rio Grande do Sul, Daniela Sandi explica que 11 dos 13 produtos analisados tiveram alta nos 12 meses. Porém, a maior pressão ficou por conta da carne bovina. O preço médio do quilo passou de R$ 26,39 em janeiro de 2019 para R$ 33,41 em janeiro de 2020.

– Este produto registrou alta de 26,61% em 12 meses. Essa alta ocorreu por conta do grande volume de exportações ao longo de 2019, principalmente para a China. Somou-se a isso, no segundo semestre, entressafra e maior custo de reposição dos bezerros – explica a profissional.

Quem sofre mais com isso, é claro, é quem ganha menos.

– Quem recebeu salário mínimo em janeiro gastou mais da metade (52,6%) do valor somente com os itens básicos, sobrando muito pouco para os demais itens do orçamento – diz Daniela.

Nas últimas semanas, a carne, vilã da cesta básica, está ficando mais barata. Mas ainda não retornou ao patamar de alguns meses atrás. Vendedor de uma das bancas especializadas em carne do Mercado Público, Marlon Streck afirma que, mesmo com a diminuição, os clientes não voltaram a comprar carne vermelha como antes.

– O coxão de dentro, por exemplo, estava custando R$ 39,90 o quilo há cerca de um mês. Agora, está R$ 37,90. Mas ainda é caro para muita gente – diz ele.

Mesma situação de outra banca próxima: carne levemente mais barata, mas ainda vendendo menos.

– Ultimamente, muita gente tenta substituir alguns cortes por outros que antes não eram tão populares, como língua e fígado. Às vezes, chega a faltar – explica a sócia-proprietária Claudia Novo.

Banana salgada

O segundo item que mais subiu em 12 meses foi a banana, que registrou aumento de 18,95%. O preço médio do quilo passou de R$ 6,01 em janeiro de 2019 para R$ 7,15 em janeiro de 2020. Só no primeiro mês deste ano, o aumento foi de 5,93%. Nas bancas que vendem frutas e verduras no Mercado Público da Capital, o aumento chegou, mas os lojistas buscam, sempre que possível, não repassar ao consumidor.

Pesquisa é o segredo dos consumidores

Para os consumidores, nem sempre as variações indicadas em pesquisas são perceptíveis em cada produto, mas o valor final da conta, sim. É o caso do autônomo Benedito Carvalho da Silva, morador do Rubem Berta. Durante uma visita ao Mercado Público da Capital, na semana passada, ele usou o tempo para pesquisar.

– Costumo ir à feira e a mais de um supermercado, para saber os preços de cada coisa. Só quem trabalha sabe o valor do dinheiro que entra. Então, tem que valorizar cada centavo – opina.

Diante de produtos que ficam mais caros, a alternativa é substituir, diz ele:

– Se está caro, não dá pra levar.

Escolha

Opinião semelhante tem a técnica em enfermagem Lia Maria Miranda Calvet, 59 anos. Moradora de Viamão, ela prefere fazer as compras por lá, onde diz encontrar os produtos por preços menores. Mas não deixa de frequentar supermercados e o Mercado Público também na Capital, onde trabalha, em busca de ofertas.

– Já sei os dias de promoção em vários mercados. Se eu puder, compro sempre aquilo que está mais barato. A banana, por exemplo, encontrei por menos de R$ 3 por quilo (em Viamão). É o jeito para a conta não ser tão alta – opina.

 

Fonte: ZH