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7º BPM recupera motocicleta furtada em 2018 no interior de Crissiumal

Motocicleta estava em Miraguaí

Nesta sexta-feira (31/07) por volta das 10h00min na Rua Machado de Assis, na cidade de Miraguaí, Guarnições da Brigada Militar efetivaram a recuperação de uma motocicleta furtada/ e também a apreensão de outras três motocicletas por adulteração de sinal identificador.

Outrossim ao verificar o número do motor e chassi, uma das motocicletas se encontrava em situação de furto/roubo na cidade de Crissiumal, esta uma Honda Bros de cor preta, com registro de furto em maio de 2018 na localidade de Linha Concórdia interior de Crissiumal.

Havia também mais três motocicleta irregulares no passeio da rua, que a motocicleta CG Today de cor preta estava com o chassi raspado, a motocicleta de cor azul XLR-125, estava com o motor raspado e sem placa de identificação, já a motocicleta de cor preta Honda CG 150, estava sem placa, chassi recortado, sem etiqueta de identificação e número do motor raspado.

Foram apreendida as motocicletas e encaminhado para a Delegacia de Policia Civil e como testemunha do fato um homem que seria o proprietário da oficina, o qual informou que não tem informações e não sabe quem foram os clientes que deixaram as motocicletas no local.

Comunicação Social- 7°BPM

Setrem- Programa Jovens Talentos em TI atinge mais de 600 estudantes da região

Iniciativa do curso de Sistemas de Informação da Setrem esteve presente em sete escolas de nove municípios

Em 2018, mais de 600 estudantes da região foram beneficiados com o Programa Jovens Talentos em TI. A iniciativa do curso de Sistemas de Informação da Setrem buscou compartilhar conhecimentos em Tecnologia da Informação com estudantes de escolas públicas e privadas de Ensino Médio e Técnico, bem como divulgar os trabalhos realizados por acadêmicos e docentes.

Nesta edição, o programa contou com a parceria das empresas Abase Sistemas e Soluções e Migrate Company, ambas de Três de Maio. Colaboradores destas empresas, que são egressos de cursos da área de TI da Setrem, compartilharam com os estudantes das escolas suas experiências e as atividades que desenvolvem no dia a dia, além de uma prospecção do cenário da Tecnologia da Informação.

“O foco do Programa é a Tecnologia da Informação (TI) relacionada à colaboração e mobilidade, tendências que cada vez mais impulsionam o crescimento e a inovação das organizações”, explica Vera Lúcia Lorenset Benedetti, coordenadora dos cursos de Sistemas de Informação e Engenharia de Computação da Setrem.

Ao todo foram visitadas sete escolas da região, em nove municípios: Instituto Estadual de Educação Cardeal Pacelli de Três de Maio, Escola Estadual de Educação Básica Santos Dumont – Polivalente de Santa Rosa, Escola Albino Fantin de Horizontina,  Escola Estadual de Educação Básica Dr. Maurício Cardoso de Dr. Maurício Cardoso, Escola Estadual de Ensino Médio Nossa Senhora da Purificação de Nova Candelária, Escola Estadual Rocha Pombo de Crissiumal e Escola Estadual Barão do Rio Branco de Boa Vista do Buricá.

Em nome do curso superior em Sistemas de Informação da Setrem, Vera Lúcia agradece aos professores e estudantes das escolas pela receptividade e às empresas parcerias, Abase e Migrate, através de seus gestores e colaboradores, por todo o apoio neste projeto.

Fonte/Foto: Divulgação Setrem

Denúncias de violência contra a mulher chegam a 73 mil, em 2018

José Cruz/Agência Brasil/Agência Brasil

A Lei Maria da Penha completa 12 anos nesta terça-feira (7) em meio a várias notícias de crimes cometidos contra mulheres, principalmente homicídios. Sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei 11.340 representa um marco para a proteção dos direitos femininos ao endurecer a punição por qualquer tipo de agressão cometida contra a mulher no ambiente doméstico e familiar.

Em pouco mais de uma década de vigência, a Lei motivou o aumento das denúncias de casos de violação de direitos. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos (MDH), que administra a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, o Ligue 180, foram registradas no primeiro semestre deste ano quase 73 mil denúncias. O resultado é bem maior do que o registrado (12 mil) em 2006, primeiro ano de funcionamento da Central.

As principais agressões denunciadas são cárcere privado, violência física, psicológica, obstétrica, sexual, moral, patrimonial, tráfico de pessoas, homicídio e assédio no esporte. As denúncias também podem ser registradas pessoalmente nas delegacias especializadas em crime contra a mulher.

A partir da sanção da Lei Maria da Penha, o Código Penal passou a prever estes tipos de agressão como crimes, que geralmente antecedem agressões fatais. O código também estabelece que os agressores sejam presos em flagrante ou tenham prisão preventiva decretada se ameaçarem a integridade física da mulher.

Pela primeira vez, a Lei também permitiu que a justiça adote medidas de proteção para mulheres que são ameaçadas e correm risco de morte. Entre as medidas protetivas está o afastamento do agressor da casa da vítima ou a proibição de se aproximar da mulher agredida e de seus filhos.

Além de crime, a Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda considera a violência contra a mulher um grave problema de saúde pública, que atinge mulheres de todas as classes sociais.

A lei leva o nome de Maria da Penha Maia, que ficou paraplégica depois de levar um tiro de seu marido. Até o atentado, Maria da Penha foi agredida pelo cônjuge por seis anos. Ela ainda sobreviveu a tentativas de homicídio pelo agressor por afogamento e eletrocussão.

Feminicídio

Fruto da Lei Maria da Penha, o crime do feminicídio foi definido legalmente em 2015 como assassinato de mulheres por motivos de desigualdade de gênero e tipificado como crime hediondo. Segundo o Mapa da Violência, quase 5 mil mulheres foram assassinadas no país, em 2016. O resultado representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. Em dez anos, houve um aumento de 6,4% nos casos de assassinatos de mulheres.

Nos últimos dias, alguns casos de agressão e morte contra mulheres repercutiram em todo o país e reacendeu o debate em torno da violência de gênero. No interior do Paraná, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) apresentou denúncia por feminicídio contra o biólogo Luís Felipe Manvailer pelo assassinato de sua esposa, a advogada Tatiane Spitzner. Ela foi encontrada morta, no dia 22 de julho, depois de, supostamente, ter sido empurrada do 4º andar do prédio onde o casal morava, em Guarapuava (PR).

Fonte: Agência Brasil

Acúmulo de neve é registrado em SC pela pela primeira vez em 2018

Durante a madrugada a placa ficou coberta pela neve na Serra catarinense (Reprodução/ NSC TV)

Na madrugada e o amanhecer desta terça-feira (10) foram marcados pelo registro de neve nos pontos mais altos da Serra catarinense. Os primeiros flocos foram vistos em pelo menos cinco cidades. Esta é a primeira vez que neve com acumulado em Santa Catarina em 2018.

As condições de umidade e de temperatura favoreceram o aparecimento dos flocos de neve. O primeiro registro foi feito às 2h na Serra do Rio do Rastro, em Lauro Müller, e depois às 5h15 no Morro das Torres, em Urupema.

Outros relatos de neve foram em São Joaquim, no caminho para o Morro da Igreja, em Bom Jardim da Serra, e na região de Vacas Gordas, em Urubici. Segundo a Central NSC de Meteorologia, a tendência do clima para novas ocorrências do fenômeno segue até a metade do período da manhã.

Durante a madrugada a placa ficou coberta pela neve na Serra catarinense (Reprodução/ NSC TV)

Fonte: G1

Indicadores de mercado de trabalho apresentam piora em junho

Os dois indicadores de mercado de trabalho da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentaram piora em junho. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que busca antecipar tendências do mercado de trabalho com base em entrevistas com consumidores e com empresários da indústria e dos serviços, caiu 5,6 pontos.

Com a queda, o indicador atingiu 95,5 pontos em uma escala de zero a 200, próximo ao patamar de janeiro de 2017, quando o indicador atingiu 95,6 pontos. Essa é a quarta queda consecutiva do Iaemp, que acumulou perda de 11,5 pontos no primeiro semestre.

De acordo com a FGV, a queda do indicador mostra a perda de confiança em uma maior geração de emprego ao longo dos próximos meses. “ A atividade econômica mais fraca, observada pelos indicadores do primeiro semestre, reflete uma situação atual e futura dos negócios mais difícil. O crescimento está abaixo do previamente esperado e, com isso, a consequência deverá ser menor contratação”, afirma o economista da FGV Fernando de Holanda Barbosa Filho.

Já o Indicador Coincidente de Desemprego, calculado com base na opinião dos consumidores sobre o mercado de trabalho atual, piorou 0,6 ponto. Foi a segunda piora consecutiva. O indicador atingiu atingiu 97,1 pontos em uma escala de zero a 200, em que quanto maior a pontuação, pior é o desempenho do indicador.

 

Fonte: Agência Brasil