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Crissiumal realiza ações dos Programas de Saúde na Escola e Programa Crescer Saudável

Cronograma criado fará com que toda semana um profissional de saúde visite e realize ações

A Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a Secretaria de Educação e Cultura está realizando ações com a proposta de promover a atenção em saúde e prevenção de diversas doenças e agravos com relação a saúde pública, junto às escolas de todo o município de Crissiumal. As ações estão sendo desenvolvidas, através do Programa Saúde na Escola (PSE) e do Programa Crescer Saudável.

De acordo com a Secretária de Saúde, Suelen Cocco, as atividades destes dois Programas, que estão sendo realizadas em cooperação entre as duas Secretarias, são desenvolvidas por todos os profissionais de saúde, em todas as escolas da rede municipal e estadual do município. As ações envolvem temas, como: higiene corporal, saúde bucal, alimentação saudável, avaliação visual, sexualidade, bullying, combate ao mosquito aedes aegypti, dentre outros temas, dos quais as escolas solicitam que sejam abordados e a Secretaria de Educação avalia como assuntos relevantes a ser trabalhados.

O cronograma criado pela Secretaria de Saúde fará com que toda semana um profissional de saúde visite e realize ações a um educandário. Ainda, segundo Suelen é importante que os pais e familiares tenham conhecimento de que profissionais da Secretaria de Saúde estão frequentando as escolas para trabalhar algumas temáticas, destacando o cuidado e a preocupação da Administração Municipal, com a saúde de todos os crissiumalenses. “É muito gratificante poder realizar o trabalho de prevenção, principalmente, com crianças e adolescentes; os quais podemos mudar alguns hábitos de vida e evitar doenças futuras. Esse envolvimento entre escola e saúde, vem para firmar o objetivo das Estratégias de Saúde da Família e promover mais qualidade de vida a população”, destaca Suelen.

PSE visa à integração e articulação permanente da educação e da saúde, proporcionando melhoria da qualidade de vida da população brasileira, com o objetivo de contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens da rede pública de ensino.

O Programa Crescer Saudável consiste em um conjunto de ações articuladas, a serem implementadas na Rede de Atenção à Saúde do SUS, para garantir o adequado acompanhamento do crescimento e desenvolvimento na infância, com o objetivo de contribuir com a prevenção, controle e tratamento da obesidade infantil. Essas ações abrangem os cuidados relativos à alimentação e nutrição voltados à promoção e proteção da saúde, diagnóstico e tratamento da obesidade, incentivo à prática corporal e de atividade física e por ações voltadas à mudança de comportamento.

 A Escola é a área institucional privilegiada deste encontro da educação e da saúde: espaço para a convivência social e para o estabelecimento de relações favoráveis à promoção da saúde pelo viés de uma Educação Integral.

Por: Andréia Cristina Queiroz – Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Crissiumal

Prefeitura de Crissiumal abre inscrições para contratação temporária de Agente Comunitário de Saúde

Candidatos deverão efetuar as inscrições no Departamento de Pessoal  junto à Prefeitura

A Prefeitura Municipal de Crissiumal, de acordo com o Edital nº 042/2019, abrirá na próxima semana as inscrições para Contratação Emergencial de um Agente Comunitário de Saúde.

O salário mensal do Agente Comunitário de Saúde abrangido pela presente Lei, será de R$ 1.250,00 (um mil e duzentos e cinquenta reais). O Contrato Emergencial terá vigência de até 06 (seis) meses, a contar da assinatura do mesmo, podendo ser renovado por igual período.

Os candidatos deverão efetuar as inscrições no Departamento de Pessoal, junto à Prefeitura, nos dias 15, 16 e 17 de abril, no horário das 7h30min às 11h30min e das 13h3omin às 17h30min. No ato da inscrição o candidato deverá apresentar os seguintes documentos: Carteira de Identidade; CPF; Diploma e/ou Certificado de conclusão do Ensino Fundamental; Comprovante de residência na área de atuação, com recibos de água, luz ou telefone em nome do candidato, ou ainda, declaração devidamente reconhecida em cartório; possuir idade mínima de 18 anos.

A área de atuação do Agente Comunitário de Saúde a ser contratado será a MICROÁREA 14, que abrange as localidades de Vila Bender (Iraci Drewlo, Sergio Witzack, Rogério Witzack e Jorge Mattje); Esquina Cardoso (todas as famílias); Três Ilhas (todas as famílias); Canhada Funda (todas as famílias); Lajeado Jacaré (Iraci Macedo, seguindo até Arnildo Winck e volta até Paulo Magni (próximo a Igrejinha)); Estrada Lajeado Jacaré a Barra do Buricá (Peixoto (próximo a Igrejinha), seguindo até Mariano Pereira).

Para efeito de seleção e classificação dos candidatos, será observado o critério de apresentação de títulos, conforme determina o edital completo, disponível para consulta no site. O documento pode ser lido na íntegra, no link abaixo:

http://crissiumal-rs3.hospedagemdesites.ws/Site/editais-e-publicacoes-da-administracao

 

Por: Andréia Cristina Queiroz – Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Crissiumal

Prédio de UPA em Três Passos deverá ter nova destinação

Prefeitura aguarda a aprovação de projeto para implantar um Centro Integrado de Atendimento pelo SUS

Foto: Elenara Bosa de Oliveira / Divulgação

O prédio que abrigaria a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Três Passos deverá sediar as atividades do Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão (CIAC/SUS) a partir de junho. Segundo o prefeito José Carlos Amaral, o projeto para a utilização do imóvel foi protocolado no último dia 3 no Núcleo Estadual do Ministério da Saúde.

Conforme ele, como o plano foi montado de acordo com as orientações do ministério, deve ser aprovado, o que está previsto para ocorrer nas próximas semanas. O município fez as adequações necessárias e submeteu o projeto ao Conselho Municipal de Saúde, à Comissão Intergestora Regional e à Comissão Bipartite no Estado, sendo aprovado nessas instâncias. “Vamos implantar e estruturar serviços qualificados de saúde com capacidade de atender ao usuário do SUS do município de forma integral, resolutiva e contínua”, destaca.

O Centro vai funcionar das 7h30min às 19h, com previsão de atender 180 pessoas diariamente. O local integrará uma unidade de Estratégia Saúde da Família, o Núcleo de Apoio à Saúde da Família e os Serviços Centrais de Assistência Farmacêutica, de Imunização e de Transporte Sanitário. Amaral diz que as ações seguirão as normas específicas de cada política ou programa, utilizando os custeios já existentes.

A mobilização para que o município recebesse uma UPA de porte I iniciou-se em 2009. As obras físicas ocorreram entre 2012 e 2014. Os equipamentos e mobiliários foram adquiridos em 2017 e 2018. Em 2017, a Famurs e a Confederação Nacional dos Municípios mobilizaram as prefeituras que tinham UPAs fechadas a fim de pressionar o Ministério da Saúde a editar um portaria que flexibilizaria, posteriormente, a utilização das estruturas, tendo como justificativa a insuficiência de recursos para o financiamento dos serviços. Na oportunidade, o prefeito de Três Passos coordenou o movimento, sendo o município o pioneiro na construção de um projeto para utilização da estrutura.

 

Fonte: Correio do Povo

Hospital de Caridade de Crissiumal será beneficiado com emenda do senador Luis Carlos Henize no valor de cem mil reais

O Hospital de Caridade de Crissiumal recebeu nessa terça-feira (09/04) a confirmação de que será beneficiado com uma importante emenda.

A mesma é indicação do senador Luis Carlos Heinze (PP), sendo de custeio e será repassada ao Fundo Estadual de Saúde e posteriormente a instituição.

O senador destinou R$ 100.000,00 (cem mil reais) para custeio das atividades e o recurso é fruto da recente visita a Brasília da comitiva dos vereadores Renato Saling, Paulo M. Haas e Jeferson Carvalho (PP), além do Diretor da Câmara  Elson Stürmer e Rafael Brackmann do Hospital.

Fonte/Foto: HCC

Nova Candelária desenvolve o projeto “Saúde na Escola”

Ações são realizadas pela Secretaria de Saúde e Secretaria de Educação

A Escola deve ser compreendida como um espaço de pleno aprendizado e crescimento, que deve incentivar e cooperar o desenvolvimento intelectual e social de seus alunos. Tendo em vista o grande papel social que as escolas possuem, nelas, são desenvolvidos projetos que vão de encontro com seus objetivos, como por exemplo, o “Saúde na Escola (PSE) ”.

O PSE é uma iniciativa do Governo Federal que visa a integração e a articulação permanente da educação e da saúde. Para o alcance dos objetivos e o sucesso do PSE, é de fundamental importância compreender a Educação Integral como um conceito que compreende à proteção, à atenção e ao pleno desenvolvimento da comunidade escolar. Na esfera da saúde, as práticas das equipes de Saúde da Família incluem prevenção, promoção, recuperação e manutenção da saúde dos indivíduos e coletivos humanos.

Pensando nisso, a Secretaria de Saúde e a Secretaria de Educação e Cultura de Nova Candelária promovem na terça-feira, 09, e na quarta-feira, 10, atividades relacionadas ao projeto.

Inicialmente, nesta terça-feira pelo período da tarde, os alunos da Escola Dirce Margarete Grösz participarão de oficinas que envolvem atividades físicas, nutrição, saúde bucal, dengue e brinquedos. Já na quarta-feira, os alunos das Escolas Papa Pio XII e Nossa Senhora da Purificação irão desenvolver atividades que envolvam ações de combate ao mosquito da Dengue, promoções de práticas corporais de atividades físicas e laser nas escolas e avaliação da saúde bucal e nutricional. Ainda, a partir desta segunda-feira, a equipe de enfermagem da Unidade Básica de Saúde irá realizar a atualização de vacinas e do cartão do SUS nas escolas.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Registro de tuberculose que resiste a remédios triplica

Levantamento do Ministério da Saúde aponta média de três casos por dia

Foto: Alexandre Mendez / CP Memória

A taxa de incidência de tuberculose preocupa o governo federal – foram 73,2 mil infecções em 2017, média de mais de 200 por dia. E o mais grave: voltou a crescer no País o número de infecções multirresistentes, ou seja, que não respondem aos dois principais medicamentos. Esse número triplicou em uma década, alcançando 1, 1 mil naquele ano – três por dia, segundo dados do Ministério da Saúde obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Doença diretamente relacionada às condições socioeconômicas da população, a tuberculose registrou aumento, segundo especialistas, principalmente por causa da crise econômica que atingiu o País nos últimos anos, o que teria diminuído os investimentos no sistema de saúde e piorado a vida da população em aspectos que contribuem para a infecção, como moradias inadequadas e sem circulação de ar.

O próprio Ministério da Saúde destaca a crise, ao lado de melhorias no diagnóstico. “O aumento do coeficiente de incidência da tuberculose nos dois últimos anos pode representar uma ampliação do acesso às ferramentas de diagnóstico. No entanto, também pode estar relacionado aos desafios no controle da doença por determinação social, ao lado de uma importante crise econômica pela qual o país tem passado nos últimos anos”, destacou a pasta em boletim epidemiológico publicado no último mês.

O documento mostra que o índice de casos por 100 mil habitantes, que era de 34,1 em 2015, foi para 34,3 em 2016 e alcançou 35,3 em 2017. No ano passado, a taxa teve uma leve queda (ficou em 34,8), mas continua superior ao coeficiente registrado em 2014 e 2015.

Somente em 2017, 73,2 mil pessoas foram infectadas pela doença no Brasil, das quais 1,1 mil apresentaram a forma multirresistente da tuberculose, o triplo do registrado em 2009, quando 339 tiveram infecção resistente. O índice de mortalidade por tuberculose permanece estável no País, mas a doença, embora curável e com tratamento gratuito na rede pública, ainda mata cerca de 4,5 mil brasileiros por ano.

Causas

Para médicos especialistas no tema e ativistas no combate à doença, o contingenciamento de recursos públicos é determinante para o cenário. “É uma resposta à deterioração dos serviços de saúde. Há muita rotatividade dos profissionais, eles não recebem o treinamento adequado, não há identificação com a comunidade e o diagnóstico é tardio”, afirma a pneumologista Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Exemplo de como a tuberculose tem forte ligação com as condições de vida da população é a incidência da doença em favelas cariocas. “Enquanto no Brasil a taxa é de cerca de 35 casos por 100 mil habitantes, na Favela da Rocinha, chega a 300”, comenta Margareth. Análise Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Denise Arakaki, ainda são necessárias análises mais aprofundadas para verificar as causas do aumento da incidência da tuberculose nos últimos anos.

“Um ou dois anos de crescimento na incidência é pouco tempo para dizermos se a doença, de fato, voltou a aumentar ou se cresceu a notificação por causa da melhoria no diagnóstico. De qualquer forma, para não sermos surpreendidos no futuro, vamos realizar uma reunião com especialistas no próximo mês para verificar se esse aumento é real e definir o que fazer”, disse ela. Denise citou ainda, como outro fator que explicaria o aumento, um trabalho mais ativo do ministério nos últimos anos na busca de casos entre a população carcerária, um dos grupos mais afetados.

Sobre as infecções multirresistentes, a coordenadora disse que o número de casos cresceu de forma expressiva por causa da inclusão no SUS, em 2014, de um teste rápido molecular que verifica a resistência da bactéria a um dos principais antibióticos, a rifampicina. “Os casos diagnosticados estão crescendo, mas a resistência no Brasil continua baixa, principalmente porque aqui os remédios só são oferecidos pelo governo, não são vendidos em farmácia, o que evita o uso indiscriminado”, destaca Denise.

Para Margareth, no entanto, embora a inclusão do teste rápido tenha, de fato, aumentado o número de diagnósticos de casos multirresistentes, esse não é o único fator que explica a alta. “Tem crescido a resistência a alguns medicamentos e, além disso, a ocorrência de casos multirresistentes é favorecida pelas situações dos doentes ditos crônicos, que ficam rodando na rede sem ter diagnóstico ou acompanhamento. Se a doença não é tratada adequadamente, ela pode voltar mais resistente”, diz.

Diagnósticos

Foram necessárias três passagens por especialistas e um mês de angústia para que a auxiliar administrativa Érica Barbosa Decaris, de 31 anos, tivesse o diagnóstico. Mesmo com tosse persistente e muita dor nas costas, nenhum dos dois médicos cogitou tuberculose. “Fui a um pronto-socorro do SUS (rede pública) e o médico disse que era pneumonia. Fiz o tratamento, mas logo depois voltaram os sintomas. Então decidi pagar um clínico particular e ele me disse que era inflamação nos brônquios, mas o tratamento também não adiantou. Só o terceiro médico disse que podia ser tuberculose e me orientou a fazer o exame”, conta ela. “Acho que os médicos não estão preparados.”

Para Margareth Dalcolmo, pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é “inadmissível” esse atraso na detecção. “É injustificável que, em um país com mais de 70 mil casos, nossos pacientes estejam sendo diagnosticados tardiamente.” A demora fez Érica iniciar o tratamento quando a doença estava mais avançada. “Eu já estava tossindo sangue e tinha afetado os dois pulmões.”

Depois da descoberta, a auxiliar administrativa passou a ir diariamente ao posto de saúde, durante seis meses, para tomar os medicamentos. “No começo foi muito difícil porque eu sentia dores no corpo e enjoos por causa dos remédios, mas me apeguei ao pensamento de que cada dia que eu ia ao posto era um dia a menos no meu tratamento.”

Preconceito

Ela se afastou do trabalho por quatro meses, usou máscara no início do tratamento e dormiu na sala por meses pois, enquanto não estivesse curada, a recomendação era não dividir o quarto. Mas o que mais chateou a paciente foi o preconceito de amigos. “Pessoas me viam na rua com a máscara e não chegavam perto. Sempre fui bem amparada no posto de saúde na parte médica, mas acho que faltou uma rede de apoio psicológico.”

 

Fonte: AE

Estado regulariza repasses na área da Saúde

“O governo do Estado retomou a regularidade dos repasses aos municípios gaúchos na área da Saúde.” A notícia foi dada aos prefeitos pela secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, na sede da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).
No último dia 29, a Secretaria Estadual da Saúde concluiu o pagamento de R$ 41 milhões às prefeituras, referente a programas desenvolvidos pelos municípios na área da saúde, incluindo a atenção básica, as redes de urgência e emergência, a assistência farmacêutica, cuidados com a infância, entre outros.
“Agora, em abril, faremos o pagamento de outros R$ 41 milhões aos municípios, referente a mais uma competência mensal. Desta maneira, o governo do Estado está garantindo a regularidade dos pagamentos dos programas municipais”, destacou Arita para uma plateia formada por representantes de 19 associações regionais de prefeitos.
O Governo Eduardo Leite assumiu o Estado em janeiro com uma dívida (empenhada e liquidada) com os municípios no montante de R$ 162,7 milhões relativo ao período de 2014 a 2018. Esse valor, informou a secretária, será quitado com as prefeituras em 36 parcelas. 
Outros R$ 480,5 milhões, relativos ao mesmo período mas que não foram empenhados,  serão submetidos a uma análise e dependem de uma série de fatores econômicos para serem quitados. Entre esses quesitos, explicou Arita, está o aquecimento da economia e a aprovação das reformas do Estado que estão para apreciação dos deputados estaduais. 
“Deve haver um aumento de receita para empenharmos os R$ 480,5 milhões aos municípios”, reforçou a secretária. “Temos de começarmos a negociar como empenhar esses valores.”
Sobre os repasses mensais que agora foram regularizados, a secretária alertou aos prefeitos que, para receber os recursos, as prefeituras não podem estar no Cadin (Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal).
 
Texto e Foto: Marcelo Ermel (ACS/SES)

Grupo de Educação em Saúde já é sucesso entre os crissiumalenses

 

Foto: SMS

Os encontros do Grupo de Educação em Saúde, desenvolvido pela Secretaria Municipal da Saúde de Crissiumal, está sendo um sucesso entre os crissiumalenses, é o que afirma a Secretaria da pasta, Suelen Cocco.

Em seu segundo encontro o Grupo registrou, mais uma vez, a participação de um grande público, nas instalações do CESIC, onde são realizadas as reuniões.

E, não poderia ser diferente, o Grupo aborda temas extremamente importantes sobre saúde e tem o objetivo de promover os cuidados com a saúde e a prevenção de doenças.

O Grupo de Educação em Saúde é a evolução do antigo Grupo de Hipertensos e Diabéticos, porém, agora, a ação é aberta a toda a população crissiumalenses.

Os encontros com o Grupo são mensais, acontecem sempre na primeira segunda-feira de cada mês, com início às 14 horas, no CESIC. As atividades com o Grupo são desenvolvidas com a participação de diversos profissionais de saúde.

O próximo encontro acontecerá no dia 06 de maio. Participe. Cuide de sua saúde!

 

Por: Andréia Cristina Queiroz – Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Crissiumal

Crissiumal – Setores de traumatologia e ortopedia do HCC terão atendimentos suspensos

Dois médicos que atendem os setores de traumatologia e ortopedia no Hospital de Caridade de Crissiumal anunciaram nessa quarta-feira (30/01) que irão paralisar os atendimentos a partir de 01º de fevereiro (sexta-feira) até que recebam seus salários.

A nota assinada pelo médico Rogério Ribeiro Batista e que também tem o nome do médico André Afonso Schreiner, protocolada junto ao HCC diz:

Comunicamos que a partir de 01 de fevereiro de 2019, estarão suspensos todos os atendimentos ambulatoriais (eletivos, retornos, cirúrgicos e retornos de acompanhamentos de fraturas) no setor de ortopedia e traumatologia no Hospital de Caridade de Crissiumal. O motivo para a suspensão dos atendimentos é a falta de pagamento dos salários dos médicos desde o mês de agosto de 2018. Os atendimentos serão retomados normalmente após a regularização nos pagamentos.”

A informação citada a cima, foi publicada na página do médico Rogério Batista, através de sua rede social.

IPE-Saúde deve R$ 131 milhões para Hospitais Filantrópicos gaúchos

Além da dívida de R$ 140 milhões do Estado, os hospitais filantrópicos gaúchos enfrentam mais uma dificuldade neste final de ano. O Ipe Saúde não vem cumprindo com o calendário de pagamentos e alcançou o montante de R$ 131 milhões em dívidas com a rede de 269 santas casas e hospitais sem fins lucrativos do Rio Grande do Sul.

Depois do Sistema Único de Saúde, o IPE é a maior demanda destas instituições, pois conta com 1 milhão de beneficiários. A situação, que já é crítica, tende a piorar.

O calendário de pagamentos do IPE Saúde prevê três repasses mensais (dias 05, 15 e 25) e, em cada uma destas datas, são transferidos valores referentes a 10 dias de produção do mês anterior. Ocorre que em cada um destes vencimentos o Instituto vem repassando apenas 7 dos 10 dias previstos, ocasionando um acumulo que hoje alcança 29 dias e R$ 131 milhões.

Fonte: Federação das Santas Casas RS