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Redução de horas-aula faz CNH ficar 14% mais barata no RS

A redução entra em vigor a partir do dia 16 de setembro

Divulgação

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) reduziu de 25 para 20 horas a quantidade de aulas práticas obrigatórias para fazer a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Na mesma resolução, publicada na segunda (17) no Diário Oficial da União (DOU), o órgão determinou que o uso do simulador nas aulas de direção é facultativo. Com isso, o valor pago pelo documento cairá de R$ 2.270,76 para R$ 1.954,91 – uma redução de quase 14%. O cálculo é do Departamento Estadual de Trânsito gaúcho (Detran-RS).

A redução entra em vigor a partir do dia 16 de setembro. Isso porque a resolução do Contran concede prazo de 90 dias para os Centros de Formação de Condutores (CFCs) aplicarem as alterações.

Mesmo para o aspirante a motorista que decidir fazer cinco aulas no simulador, o preço da CNH continuará menor: sairá por R$ 1.965,76. O Detran esclarece, porém, que o valor leva em conta a aprovação do candidato na prova prática. Há situações em que o próprio aluno decide fazer mais aulas antes do teste para chegar mais seguro ao exame.

Em relação ao simulador, o Detran-RS explica que a sua eficácia ainda não foi comprovada.

Fonte: ZH

Rádio Metrópole

Meteoro com cerca de 3 toneladas deixa fragmentos no solo do RS, dizem especialistas

Pesquisadores acreditam que meteoritos caíram no solo entre os municípios de Jari e Santa Maria

Foto: Bramon/Reprodução

Os fenômenos vistos no céu em várias cidades do Rio Grande do Sul, na noite do dia 6 de junho, foram causados por um meteoro de aproximadamente 3 toneladas, conforme estudos de pesquisadores da Brazilian Meteor Observation Network (Bramon). A instituição ainda relatou que cerca de 10% dessa massa resistiu à passagem atmosférica e atingiu o solo entre os municípios de Jari e Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul.

No mapa acima é possível ver a área de dispersão dos meteoritos, conforme os estudos dos especialistas. A área mais avermelhada indica onde podem ser localizados os maiores fragmentos. Na área amarelada, podem ser localizados os menores fragmentos, mas estes devem ser mais numerosos.

“O bólido foi muito mais longo e duradouro, iniciando sua visibilidade a 104 km de altitude, ainda sobre o Paraguai. Durante 27,5 segundos, ele cruzou 393 km de atmosfera passando pela Argentina e cruzando o Noroeste Gaúcho a cerca de 14,3 km/s (51,6 mil Km/h) até desaparecer a 27,4 km de altitude sobre a zona rural do município de Jari, no Rio Grande do Sul”, relata o diretor técnico da Bramon, Marcelo Zurita, no site da instituição.

Segundo o pós-doutor em Engenharia e diretor científico da Bramon, professor Carlos Fernando Jung, quando o objeto está em órbita é um meteoroide, quando ele entra na atmosfera e inicia a queima é chamado de meteoro, e quando chega ao solo e pode ser tocado se denomina meteorito.

Como fragmentos da rocha espacial resistiu à passagem atmosférica e chegaram ao solo, os especialistas acreditam que meteoritos caíram desde a zona rural de Jari até as imediações de Santa Maria.

“Os meteoritos têm grande valor para a ciência, pois podem trazer consigo informações importantes para explicar o processo de formação do sistema solar ou até mesmo do surgimento da vida na Terra”, informa Zurita.

Conforme a Bramon, devido à sua altíssima velocidade, o meteoroide enfrenta uma enorme resistência atmosférica, e com isso, geralmente se parte em inúmeros fragmentos de vários tamanhos.

“Os fragmentos menores perdem rapidamente a velocidade e estão mais sujeitos aos ventos das várias camadas atmosféricas. Já os fragmentos maiores têm mais inércia e, com isso, sofrem menos desvios pelos ventos e tendem a seguir uma trajetória aproximadamente parabólica até o solo”, acrescenta Zurita.

Segundo os especialistas, além de grande valor para a ciência, os meteoritos têm também valor comercial. Museus, colecionadores e cientistas do mundo todo pagam bons valores para ter um pedacinho de rocha espacial para seus estudos científicos ou apenas para enriquecer sua coleção.

A Bramon informou que, geralmente, meteoritos oriundos de uma queda recente têm valor entre US$ 5 e US$ 10 por grama. Mas o valor pode aumentar ou diminuir dependendo do tipo de meteorito e da quantidade encontrada.

“Isto vai ocasionar a vinda de pessoas de vários países para efetuar a busca. Tanto virão cientistas, quanto comerciantes de meteoritos para tentar recuperar os fragmentos”, afirma Jung.

Como encontrar meteoritos

A Bramon informou que pessoas que moram nessas regiões do mapa podem achar fragmentos do meteorito. Segundo os pesquisadores, é importante saber como identificá-los e também o que fazer caso encontre um.

Uma dica dos pesquisadores é prender um imã forte na ponta de um cabo de vassoura, e envolver o imã com um saco plástico, para facilitar a retirada dos fragmentos que aderirem.

Características de um meteorito:

  • Meteoritos são normalmente mais densos que rochas terrestres. Meteoritos rochosos devem parecer um pouco mais pesado que uma rocha comum, e os metálicos, muito mais pesados
  • A parte externa de um meteorito é escura e tem aspecto fosco devido ao intenso calor que ele esteve exposto durante sua passagem atmosférica
  • Quase todos os meteoritos são atraídos por imãs, pois geralmente possuem ferro e níquel em sua composição
  • Maioria dos meteoritos apresentam interior claro com cor semelhante ao cimento, sem bolhas e aparentando ser composto de pequenas esferas em diferentes tons de cinza. Nos meteoritos metálicos, o interior tem aspecto semelhante ao aço inox
  • Meteoritos metálicos podem possuir remaglitos, que são depressões semelhantes a marcas de dedo. A crosta de fusão é mais brilhante que os meteoritos rochosos.

O que fazer se encontrar um meteorito

  • Filme, fotografe e grave um relato informando data, hora e local onde foi encontrado o meteorito. Se possível, faça isso antes mesmo de retirar ele do solo.
  • Registre no GPS ou no aplicativo de GPS do celular as coordenadas de onde ele foi encontrado. Além de valorizar a peça, pode ajudar a refinar a área de busca de novos fragmentos. Se não tiver como fazer isso na hora, marque bem o local onde encontrou para poder fazer isso mais tarde.
  • Não lave – mantenha a peça longe de água. Limpe apenas com um pincel e guarde em um recipiente livre de umidade.
  • Caso tenha encontrado o meteorito em uma propriedade privada, informe o proprietário. Legalmente ele é o dono do meteorito, então os especialistas sugerem que seja acordado com o proprietário um pagamento justo pelos objetos.

A Bramon divulga o e-mail bramonmeteor@gmail.com, para onde as pessoas podem enviar fotos, vídeos e dados registrados. Os especialistas irão analisar e confirmar se é ou não um meteorito.

Caso seja confirmado que a peça se trata de um meteorito, um pedaço pode ser enviado ao Museu Nacional do Rio de Janeiro, para que ela seja analisada e, se for o caso, certificada pela professora Elizabeth Zucolotto, maior autoridade brasileira em meteoritos.

Fonte: G1 RS

Rádio Metrópole

Impacto da safra no PIB do agronegócio do RS é o menor em cinco anos

Valor de R$ 108,83 bilhões do ciclo 2018/2019 representa recuo de 3,2% sobre o período anterior e reflete cenário de preços menores das commodities e alta nos custos das lavouras

O efeito da atual produção de grãos no Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio do Rio Grande do Sul será o menor dos últimos cinco anos, apesar de esta ser a segunda maior colheita da história, de acordo com a base usada, do IBGE. Os R$ 108,83 bilhões de impacto da safra 2018/2019 também representam redução de 3,2% na comparação com o ciclo anterior, aponta levantamento feito pela Federação da Agricultura do Estado (Farsul).

A explicação para esse recuo vem de vários fatores, como redução nos preços das commodities, aumento nos custos e efeitos climáticos na produção. Na comparação de abril deste ano com igual mês de 2018, houve queda de 2% nos preços recebidos pelo produtor. Ou seja: a lavoura foi formada com gastos maiores e a venda da produção foi feita a preços menores. Então, nem mesmo o volume maior conseguiu compensar essa diferença.

— Temos uma safra que vai gerar um PIB menor. E o Estado poderá ter crescimento inferior ao brasileiro por conta disso —  observa Antônio da Luz, economista-chefe do Sistema Farsul.

É que o peso do setor agropeucário na geração de riquezas no Rio Grande do Sul é maior do que no país. Os dados mapeados pela entidade mostram ainda que o valor bruto da produção gaúcha — ou seja, o faturamento — no ciclo 2018/2019 chegará a R$ 32,96 bilhões, recuo de 3% sobre a safra anterior (veja quadro abaixo).

Também revelam que os custos operacionais cresceram 12% — a safra colhida neste ano é apontada como a mais cara da história. Luz explica ainda que o objetivo do estudo também é mostrar que o impacto da produção de grãos vai bem além das lavouras propriamente ditas:

— As pessoas costumam enxergar a agricultura como fornecedora, mas não se dão conta de é uma megacompradora. Para cada R$ 1 faturado na agricultura, são gerados outros R$ 3,02 na economia. O efeito multiplicador é muito maior do que o direto.

Fonte/Foto: ZH

Rádio Metrópole

Governo do RS paga primeira parcela da dívida com municípios na Saúde

O Governo do Estado depositou na terça-feira (11) na conta dos municípios gaúchos o valor da primeira parcela da dívida com as prefeituras referente aos exercícios de 2014 a 2018. O anúncio foi feito pela secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, em encontro com mais de uma dezena de prefeitos que integram a Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (Amvarc). Esse primeiro pagamento, no valor de R$ 14,5 milhões, quitará toda a dívida empenhada com 385 municípios entre os anos de 2014 e 2017. As 15 parcelas restantes quitarão a dívida do exercício de 2018.

Herdado das gestões anteriores, o passivo chega a R$ 216 milhões e será quitado em 16 parcelas consecutivas, conforme anunciado em 20 de maio pelo governador Eduardo Leite em evento na Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).

Paralelamente, o Estado vem mantendo a regularidade dos repasses a municípios e hospitais referente ao exercício de 2019. “Esperamos poder manter essa regularidade, de pagar o passado e o presente, qualificando assim o que é mais nobre na gestão pública em saúde: a organização da atenção primária”, afirmou a secretária. “Esperamos que, com essa medida, os municípios possam dar resposta a, pelo menos, 80% dos problemas na área da saúde. Que invistam na promoção e na prevenção a fim de proteger nossa comunidade.”

O passivo na área da saúde é formado por valores não quitados desde 2014. Para as prefeituras, o Estado deve cerca de R$ 162 milhões (R$ 7,3 milhões de 2014; R$ 986 mil de 2015; R$ 2,3 milhões de 2016; R$ 4,3 milhões de 2017; e R$ 147 milhões de 2018). Com os hospitais municipais e de pequeno porte, a dívida é de R$ 54 milhões.
Os valores são, entre outros fins, relativos a repasses para a execução de programas como Equipes de Saúde da Família (ESF), Política de Incentivo da Assistência Básica, Redes de Urgência e Emergência (Samu), Assistência Farmacêutica Básica e Primeira Infância Melhor (PIM).

Com relação aos pagamentos de 2019, o Estado já quitou os valores de janeiro, fevereiro e março com os municípios. Com os hospitais, está em dia nos repasses. A atual gestão assumiu o Estado com um passivo de R$ 1,1 bilhão na área da Saúde, referente ao período de 2014 a 2018. Deste total, R$ 488 milhões estão empenhados.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social – SES/RS

Rádio Metrópole

Noroeste do Rio Grande do Sul terá passeio de Maria Fumaça em setembro

Locomotiva com dez vagões terá quatro opções de roteiro

 

Foto: Cleiton José Moretti Paiva / Divulgação

O Noroeste do Rio Grande do Sul deve receber, em setembro, uma atração experimental que deve fortalecer o desenvolvimento do turismo regional. O Trem das Missões: um Reponte pelas Etnias é um projeto do Ministério Público Federal (MPF), da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) e das prefeituras de Santo Ângelo, Catuípe e Ijuí.

Uma locomotiva com dez vagões, chamada de Maria Fumaça, terá quatro opções de roteiro: de Santo Ângelo a Catuípe, Catuípe a Ijuí, Ijuí a Catuípe e deste último a Santo Ângelo. O retorno ao município de origem será de ônibus. Cada parada terá estrutura com praça de alimentação e apresentações artísticas. O bilhete do passeio vai custar cerca de R$ 70 e poderá ser adquirido em pontos de venda ou via Internet. Os vagões, da ABPF, comportam 469 passageiros, mas passam por reforma a fim de ampliar a capacidade para 515 lugares.

O procurador Osmar Veronese, do MPF de Santo Ângelo, reforça que é uma ação experimental. Os passeios ocorrerão nos dias 20, 21, 22, 28 e 29 de setembro e podem se tornar permanentes, aos finais de semana, por exemplo. “O objetivo da ação é resgatar a memória e preservar o patrimônio. Além, é claro, de desenvolver uma atração turística para a região.”

Cada prefeitura é responsável por organizar atrações culturais, com Centros de Tradições Gaúchas e grupos que resgatem a cultura das etnias e indígena na região para apresentações dentro do trem e nas paradas. Uma das paradas será na Estação Ferroviária de Catuípe, que teve a estrutura restaurada com recursos de ação judicial. A rede ferroviária era concessão da América Latina Logística e, agora, está a cargo da Rumo, que, segundo o MPF, já concordou com o projeto.

Fonte: CP

Rádio Metrópole

Mais um meteoro é visto no Rio Grande do Sul

O fenômeno foi visto em Taquara e outras cidades gaúchas. | Foto: Carlos Fernando Jung / Divulgação / CP

Depois que um meteoro foi visto em mais de 30 cidades gaúchas na última quinta-feira, mais um fenômeno do tipo foi registrado no Rio Grande do Sul na noite desta sexta-feira. Foi possível observar o objeto em alguns municípios, incluindo Taquara, onde o professor de Engenharia Carlos Fernando Jung fez o registro do evento astronômico.

Chamado de bólido, por ser um meteoro grande e luminoso, a “bola de fogo” foi extinta a 24,68 km do solo. Jung, que é docente da Faculdades Integradas de Taquara (FACCAT), é professor de Engenharia de Produção e tem a Astronomia como hobby. A câmera que captou o bólido está instalada em sua residência no centro do município.

O professor, que também é diretor científico da Brazilian Meteor Observation Network (Bramon), divulgou o momento em que o corpo celeste caiu na página Meteoros. Jung destaca que esse tipo de evento é recorrente. “Para termos uma ideia, em noites de tempo bom, de 15 a 20 meteoros são registrados. A maior parte deles, porém, tem massa pequena e ao ingressar em contato com a atmosfera, se desintegra a 90 km de altitude. Já os objetos maiores, como o de ontem é que apresentam o efeito luminoso”, sustenta.

Na última quinta-feira, uma “bola de fogo” semelhante foi visualizada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Argentina e Uruguai. Antes disso, o fenômenos parecidos ocorreram durante as madrugadas de 12 e 25 de abril no Estado.

O professor do Departamento de Astronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), José Eduardo Costa, ressalta que a Terra frequentemente é atingida por pequenos asteroides ou meteoroides. Não motivos para preocupação, segundo o pesquisador.

Fonte: CP

Entre janeiro e abril, RS aplicou em saúde o menor percentual de recursos desde 2015

Nos quatro primeiros meses do ano, as despesas na área representaram 8,83% da receita líquida de impostos e transferências

Carlos Macedo / Agencia RBS

Herdeiro de um passivo de R$ 1,1 bilhão na Saúde, o governo Eduardo Leite fechou o primeiro quadrimestre de 2019 com o menor índice de aplicação na área desde 2015, na comparação com o mesmo período dos anos anteriores (veja o quadro abaixo).

Entre janeiro e abril, as despesas próprias com ações e serviços públicos de saúde representaram 8,83% da receita líquida de impostos e transferências. Por lei, os Estados e o Distrito Federal são obrigados a destinar, no mínimo, 12% ao ano para o setor. Leite terá de superar as dificuldades de caixa para atingir a meta até o fim de 2019. De 2013 para cá, nenhum governo aplicou menos no ano.

Nesses primeiros quatro meses, o Palácio Piratini destinou R$ 1 bilhão à área, segundo relatório orçamentário publicado no dia 29 no site da Secretaria Estadual da Fazenda. Em valores corrigidos pela inflação, foi a menor soma por quadrimestre desde 2015.

As explicações para o problema são conhecidas. Em razão do agravamento da crise na gestão de José Ivo Sartori, que enfrentou a maior recessão da história recente, Leite assumiu o comando em situação dramática: com cofres raspados, receitas de janeiro antecipadas para dezembro e uma série de pendências à espera de recursos, entre elas o passivo bilionário na Saúde. A conta envolve débitos pendurados desde 2014, no governo Tarso Genro.

Apesar dos obstáculos, Leite vem conseguindo regularizar os repasses de 2019 para hospitais e prefeituras. No caso dos municípios, a parcela de janeiro foi paga em março e, desde então, as transferências prosseguem sem tropeços. No caso das Santas Casas e instituições filantrópicas, Leite liberou linha de crédito no Banrisul, em março e abril, somando R$ 260 milhões.

Quanto ao endividamento herdado dos antecessores, os primeiros passos foram dados, mas ainda há muitos nós a destrinchar. Neste mês, deve começar a quitação de valores empenhados (isto é, previstos no orçamento) e não pagos nos exercícios de 2014 a 2018, estimados em R$ 216 milhões. O resto da conta, que nem sequer foi alvo de emprenho, ainda aguarda solução.

Para superar a crise, Leite aposta na adesão ao regime de recuperação fiscal até o fim de 2019. Com isso, espera seguir sem pagar a dívida com a União e buscar financiamentos para quitar passivos e reequilibrar a contabilidade combalida.

Entre janeiro e abril, o Estado registrou déficit orçamentário (quando as despesas superam as receitas) de R$ 1,2 bilhão. O valor equivale a uma folha de pagamento dos servidores do Executivo.

Fonte: ZH

Possível meteoro é avistado nos céus do Rio Grande do Sul

Crissiumalenses também viram o possível meteoro

Faixo de luz cruzou os céus e se fragmentou após alguns segundos | Foto: Reprodução CP

Diversos municípios do Rio Grande do Sul registraram relatos, na noite desta quinta-feira (6), de um grande faixo luminoso que se extingui no céu após alguns segundos. Os avistamentos, provavelmente de um meteoro ou meteorito, começaram a ser divulgados nas redes sociais por volta das 22h30min.

Nos vídeos, é possível perceber o provável corpo celeste como um forte clarão. Em segundos a “bola de fogo” se fragmenta em partes menores e some no céu.

Entre os municípios que tiveram registros, segundo a MetSul, estão: Santo Ângelo, Cruz Alta, Estrela, Quarai, Soledade, Terra de Areia, Caxias do Sul, Erechim, Frederico Westphalen, Almirante Tamandaré do Sul, Alegrete, Guaíba, Tapera, Canoas, Ijuí, Manoel Viana, Tupanciretã, Passo Fundo, Venâncio Aires, Sapucaia do Sul, Pejuçara, Crissiumal e Marau.

Confira o vídeo:

Meteoro – Avistamentos em Santo Ângelo, Cruz Alta, Estrela, Quarai, Soledade, Terra de Areia, Caxias do Sul, Erechim, Almirante Tamandaré do Sul, Alegrete, Guaíba, Tapera, Canoas, Ijuí, Manoel Viana, Tupanciretã, Passo Fundo, Venâncio Aires, Sapucaia do Sul, Pejuçara, Marau, Itaqui, São Martinho da Serra, Santa Vitória do Palmar, Tramandaí, Chiapetta, Cachoeira do Sul, Santa Maria, Santa Bárbara do Sul, etc. Há relatos de avistamentos também da província argentina de Misiones e do Uruguai. Para informações do tempo metsul.com.

MetSul Meteorologia 发布于 2019年6月6日周四

Com informações do Correio do Povo

Rádio Metrópole

Sobe para 806 o número de casos de dengue contraída no RS em 2019

Total de casos confirmados chega a 903, incluindo os importados

Foto: Eduardo Beleske/PMPA

O Rio Grande do Sul chegou a 903 casos confirmados de dengue em 2019, conforme último boletim divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde, nesta quinta-feira (6), e que corresponde a dados coletados até 1º de junho. Desse total, 806 são autóctones, quando a doença é contraída dentro do estado. Ainda há 610 casos notificados, que estão em investigação.

 Ao todo, são 35 municípios com registros (veja lista abaixo).

O relatório anterior mostrava 775 casos confirmados no estado, sendo 686 autóctones.

A secretaria reforça que as notificações ocorrem em todos os meses do ano, embora haja um aumento durante a sazonalidade da doença, de novembro a maio.

Na última década, os anos de 2017 e 2018 foram os únicos que não registraram casos autóctones no estado, segundo o levantamento.

Cidades gaúchas com casos autóctones em 2019

  • Alvorada
  • Bom Princípio
  • Cachoeirinha
  • Cândido Godói
  • Canoas
  • Cruz Alta
  • Erechim
  • Erval Seco
  • Esteio
  • Getúlio Vargas
  • Glorinha
  • Horizontina
  • Ijuí
  • Ivoti
  • Marau
  • Novo Hamburgo
  • Palmeira das Missões
  • Panambi
  • Pirapó
  • Porto Alegre
  • Ronda Alta
  • Santa Barbara do Sul
  • Santa Cruz do Sul
  • Santa Rosa
  • Santo Ângelo
  • Santo Antônio das Missões
  • São Borja
  • São Leopoldo
  • Sapucaia do Sul
  • Sarandi
  • Tenente Portela
  • Três de Maio
  • Três Passos
  • Tuparendi
  • Viamão

Febre chikungunya

O Rio Grande do Sul tem 192 casos de febre chikungunya notificados. Destes, seis foram confirmados importados, sendo quatro entre Porto Alegre e Região Metropolitana. Dos casos suspeitos, 144 foram descartados e 42 continuam em investigação.

Vírus da zika

O estado tem apenas um caso confirmado, em Gravataí, na Região Metropolitana. Foram notificados 75 casos suspeitos, sendo que 27 foram descartados laboratorialmente e 47 casos continuam em investigação.

Dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti.

Fonte: G1 RS

Rádio Metrópole

Novas tornozeleiras eletrônicas começam a ser instaladas no Rio Grande do Sul

Novo equipamento traz melhorias, como bateria de 12 horas, e não tem sinal bloqueado por papel alumínio

Foto: Susepe/Divulgação

O primeiro lote das novas tornozeleiras eletrônicas que serão usadas em presos monitorados no Rio Grande do Sul foi entregue nesta sexta-feira (31) em Santa Cruz do Sul, no Vale do Taquari. Os equipamentos começam a ser substituídos em 348 apenados na região. Conforme a Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), o modelo tem tecnologia suíça e é mais seguro e eficiente.

O novo equipamento é à prova d’água (até 50 metros), tem carregador móvel, bateria de 12 horas – a atual dura no máximo 8 horas -, sensor de posição e movimento e quatro chips – a atual tem dois -, e não tem o sinal bloqueado por papel alumínio.

A Região dos Vales é considerada a segunda com mais presos monitorados por tornozeleira no estado, depois de Porto Alegre e Região Metropolitana, que receberão o último lote.

A substituição nos presos, segundo a Susepe, deve durar de seis a oito meses. O estado tem 2,6 mil apenados com essa forma de monitoramento.

A expectativa da Susepe é desafogar parte do sistema carcerário, a partir da progressão de regime – o que depende do Poder Judiciário. Hoje, existem 112 casas prisionais e 42 mil presos no estado, 13 mil a mais do que a capacidade permitida.

Segundo o Secretário da Administração Penitenciária (Seapen), César Faccioli, o equipamento significa um avanço. “Essa é uma ação que agiliza o processo, que, além disso, passa por reformas e ampliações e construção de novos presídios, para a criação de novas vagas”, destacou.

O contrato firmado com a empresa vencedora da licitação, a suíça Geosat, tem a duração de 60 meses e permite a utilização de até 10 mil tornozeleiras. O investimento é de R$ 40 milhões.

Pelos cálculos da Susepe, a nova tornozeleira terá o custo de R$ 66 por preso ao mês, enquanto o apenado no regime fechado custa, atualmente, em torno de R$ 4 mil por mês aos cofres públicos.

Fonte: G1 RS

Rádio Metrópole