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Previsão do tempo no RS: Estado tem alerta de temporal e vento de até 100 km/h

Foto: Arquivo/Emerson G.

 A terça-feira (12) tem aumento de nebulosidade e chuva em grande parte do Rio Grande do Sul. Os maiores acumulados se concentram na metade norte do Estado, e não se descarta o potencial para temporais, especialmente no noroeste gaúcho. Cerca de 176 mil clientes seguem sem energia elétrica por causa da chuva que atingiu o RS na segunda-feira (11).

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de volume de chuva entre 50 e 100 mm/dia, vento intenso (60-100 Km/h), e queda de granizo.

De acordo com a Somar Meteorologia, os termômetros devem registrar acentuado declínio das temperaturas ao longo do dia. Na Fronteira Oeste, a nebulosidade predomina, mas não há chances para pancadas de chuva. No litoral gaúcho, as rajadas de ventos devem ultrapassar os 70 km/h.

A chuva perde intensidade sobre o Estado na quarta-feira (13). Há chances de pancadas rápidas de chuva em todo o Litoral, Região Metropolitana, Serra e Norte. Em grande parte da metade oeste e fronteira sul do RS, a nebulosidade diminui, o tempo fica firme e o sol volta a predominar entre poucas nuvens devido a uma massa de ar mais seca. As temperaturas seguem amenas.

 

Fonte: ZH

Município de Nova Candelária ocupa a terceira colocação no ranking de abate de suínos no RS

Dados referente o ano de 2018


A Acsurs (Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul) divulgou na última semana, o ranking de abates de suínos referente ao ano de 2018. Os dados são fornecidos pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, baseados na seção de Epidemiologia e Estatística (SEE) por meio das Guias de Trânsito Animal (GTA).

O Município de Nova Candelária destaca-se por manter-se entre os primeiros colocados, ocupando a terceira colocação em 2018, com o abate de 192.499 suínos. Na liderança permanece o Município de Rodeio Bonito, com 266.311 suínos abatidos, apresentando uma queda de 3,98% em relação ao ano de 2017. Em segundo lugar, Palmitinho, com 2019.633 suínos abatidos. Na soma geral, foram abatidos 9.246.224 suínos no estado em 2018. Em 2017, esse número foi de 8.949.366, ou seja, obteve aumento de 3,1% em relação ao ano anterior.

A Administração Municipal e a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente parabenizam a todos os suinocultores do município pelo empenho e o trabalho exemplar desenvolvido nos últimos anos, potencializando a suinocultura e contribuindo para o crescimento de Nova Candelária.

 

Por: Assessoria de Imprensa/Prefeitura Nova Candelária

Região Noroeste registra segundo caso de dengue contraída no RS em 2019

Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde

O Rio Grande do Sul tem dois casos de dengue contraída dentro do estado em 2019. O segundo registro é de Cândido Godói, cidade que fica na Região Noroeste. Em janeiro, a Secretaria Estadual de Saúde informou sobre o primeiro caso autóctone, em Panambi, na mesma região.

A SES aponta que os dois casos confirmados neste ano representam a volta da circulação da dengue no Rio Grande do Sul, que não tinha casos autóctones confirmados desde dezembro de 2017. O ano passado foi o primeiro da série histórica da vigilância da doença em que não houve registro de casos com circulação dentro do estado.

A SES lembra que a época de forte calor aliado à temporada de chuva aumenta a circulação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, o Aedes aegypti.

Nesta semana, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, anunciou a ampliação dos recursos para o controle e combate ao inseto nos municípios, distribuindo um total de R$ 4,5 milhões para 320 cidades que registraram a presença de focos do mosquito nos últimos 12 meses.

Além dos casos autóctones, foram ainda confirmados quatro casos de dengue considerados importados (residentes do estado que contraíram a doença fora do RS), chegando agora a um total de sete casos desde o início do ano. Eles aconteceram em moradores de Montenegro, Não-Me-Toque (dois casos), Lajeado, Santo Antônio das Missões e Sete de Setembro (dois casos).

Municípios infestados

Atualmente, segundo a SES, o Rio Grande do Sul registra o maior número de municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti em sua série histórica, iniciada em 2010. São 320 cidades que atendem a essa classificação, entre elas Panambi e Cândido Godói.

Essas cidades demandam maior atenção, pois a transmissão da doença é mais suscetível. Por isso, todas elas receberam recursos do governo para incrementar as ações de vigilância, especialmente as de prevenção e cuidado.

Para ser considerado infestado, o município deve inicialmente ter identificado um foco de larvas do mosquito nas atividades de vigilância em armadilhas ou pontos estratégicos, como borracharias, depósitos de veículos, depósitos de resíduos, cemitérios, praças, entre outros.

Ao identificar nesses pontos uma larva do inseto, o protocolo orienta uma ação de vigilância em todos os imóveis num raio de 300 metros (ou nove quarteirões). Quando nessa delimitação é encontrado ao menos mais um único foco, o município passa a ter a condição de infestado.

Após ser declarado como infestado, um município só sai dessa classificação ao permanecer 12 meses consecutivos sem identificar novos focos e se atender a outros critérios, como a comprovação de efetiva vigilância e o registro das atividades nos sistemas de informação.

Medidas de prevenção contra o mosquito

A transmissão da dengue, zika e chikungunya ocorre pela picada do Aedes aegypti. O inseto tem, em média, menos de 1 centímetro de tamanho, é escuro e com riscos brancos nas patas, cabeça e corpo. Para se reproduzir, ele precisa de locais com água parada, que é onde ele deposita os ovos. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação busca eliminar esses possíveis criadouros, impedindo o nascimento do inseto.

Entre as medidas, recomenda-se:

  • Tampar caixas d’água, tonéis e latões;
  • Guardar garrafas vazias viradas para baixo;
  • Guardar pneus sob abrigos;
  • Não acumular água nos pratos de vasos de plantas e enchê-los com areia;
  • Manter desentupidos ralos, canos, calhas, toldos e marquises;
  • Manter lixeiras fechadas;
  • Manter piscinas tratadas o ano inteiro.

 

Fonte: G1

Taxas do Detran são reajustadas; veja novos valores para tirar ou renovar a CNH no RS

Aumento segue a correção da Unidade de Padrão Fiscal, que ficou em 3,86%

Foram publicados no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (28) os novos valores para emissão de primeira habilitação, renovação, expedição de documentos de condutores e veículos, entre outras taxas sob responsabilidade do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). O reajuste segue a correção na Unidade de Padrão Fiscal (UPF), que ficou em 3,86% e tem como base a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E).

O aumento entra em vigor na próxima sexta-feira, 1º de fevereiro. Para quem se inscrever em Centros de Formação de Condutores (CFC) e fizer os pagamentos das taxas até o último dia de janeiro, permanece válida a tabela antiga.

A lista completa dos novos valores será publicada no site do Detran. O preço final inclui o custos das aulas, pagos ao CFC, e as taxas cobradas pelo Detran.

O valor para tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria B, por exemplo, tem reajuste de R$ 84,10, passando de R$ 2.186,66 para R$ 2.270,76. Já a renovação da CNH tem aumento de R$ 8,32 — R$ 215,59 para R$ 223,91.

Confira, abaixo, alguns valores:

 

Fonte: ZH

Santa Rosa tem a gasolina mais barata do RS

Diorgenes Pandini / Diario Catarinense

O preço da gasolina teve nova queda no Rio Grande do Sul. Na última semana, a redução chegou a R$ 0,10 no valor médio encontrado pela Agência Nacional do Petróleo, que pesquisou 360 postos de combustíveis no Estado.

A gasolina comum está custando em média R$ 4,35 contra R$ 4,45 da semana anterior. O preço mais baixo encontrado foi novamente em Santa Rosa, onde três postos cobravam R$ 3,77. Todos ficam no centro da cidade, com a razão social Auto Posto Expedicionário Ltda, Flavia P. Schneider e Posto de Combustíveis Vaccari Ltda.

Pela pesquisa, os postos repassaram praticamente toda a redução feita pela distribuidora. A ANP também divulga as médias cobradas pelas empresas que vendem o combustível e caiu de R$ 3,93 para R$ 3,82 o preço por litro, ou seja, R$ 0,11.

O preço de pauta da gasolina cairá novamente a partir de 1º de fevereiro. A redução será de 3,4%, passando de R$ 4,5561 para R$ 4,4016. Ficará, então, R$ 0,15 menor. Em janeiro, a redução já tinha sido de R$ 0,27. O valor de pauta é sobre o qual incide o ICMS para recolhimento na distribuidora. A Receita Estadual considera os preços cobrados pelos postos de combustível na primeira quinzena do mês.

Valor de pauta para o ICMS

O preço de pauta da gasolina cairá novamente a partir de 1º de fevereiro. A redução será de 3,4%, passando de R$ 4,5561 para R$ 4,4016. Ficará, então, R$ 0,15 menor. Em janeiro, a redução já tinha sido de R$ 0,27. O valor de pauta é sobre o qual incide o ICMS para recolhimento na distribuidora. A Receita Estadual considera os preços cobrados pelos postos de combustível na primeira quinzena do mês.

Refinaria

Já na refinaria, o preço da gasolina engatou uma sequência de três altas após meses de reduções. A Petrobras elevou neste sábado (19) o valor em 2,1%, a R$ 1,5308 o litro. Acompanha o aumento de preços do petróleo no cenário internacional.

 

 

Fonte: ZH

Alerta do INMET para todo o Rio Grande do Sul

Foto: Reprodução

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu à 1h da madrugada desta quinta-feira, 10 de janeiro, um alerta com grau de severidade classificado como Perigo para todo o estado do Rio Grande do Sul.

De acordo com a alerta as chuvas podem atingir os 100 mm/dia, ter ventos intensos  de até os 100 Km/h e ocorrer queda de granizo nas áreas em destaque no mapa. Existe o risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

O alerta do INMET se estende até à 1h de sexta-feira (11).

 

Fonte: Inmet

Casamentos caíram pela metade no RS de 2015 para 2018

Crise econômica e mudança cultural sustentam queda em registros de cartórios

Em acordo com tendência nacional, os gaúchos estão casando, morrendo e nascendo menos nos últimos quatro anos – e a maior queda é nos matrimônios. Em 2018, a taxa de uniões registradas em cartório a cada 1 mil habitantes no Rio Grande do Sul foi de 2,2, quase metade do índice registrado em 2015, de 4.

A análise de GaúchaZH é um cruzamento dos registros de 2015 a 2018 de todos os cartórios gaúchos, fornecidos pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), e da população estimada do país e de cada um dos 497 municípios gaúchos ano a ano, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Algumas cidades não constam na análise porque não têm cartório – nesses casos, a população se dirige a uma localidade vizinha.

Em 2015, cartórios espalhados pelo Rio Grande do Sul registraram 45,7 mil casamentos homo e heteroafetivos para uma população de 11,2 milhões (quatro a cada 1 mil habitantes). Ano após ano, as celebrações de amor perante o Estado diminuíram, apesar de a população aumentar. Em 2018, para 11,3 milhões habitantes, foram 25,1 mil uniões em cartório (2,2).

No Brasil, apesar do crescimento da população, os matrimônios também ficaram mais escassos a cada ano, ainda que de forma mais lenta. Em 2015, houve 1,1 milhão de casamentos para 205,4 milhões de habitantes (5,5 cada 1 mil habitantes). Em 2018, foram 781,4 mil celebrações para 208,4 milhões de pessoas (3,7).

— Em 2002, quando entrou o novo Código Civil, viu-se que a união estável vale tanto quanto o casamento. Elas então começaram a aumentar e os casamentos, a diminuir. Outra questão é cultural: há novos modelos de família e, para muitos, a união estável é o suficiente para montar uma família — analisa Arieste Schnorr, presidente da Arpen no Rio Grande do Sul.

Marcos Winck, ex-economista da Fundação de Economia e Estatística (FEE) e hoje professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), sugere que a queda nos matrimônios também ocorre como consequência da crise econômica:

— Em anos de crise, por mais que os casais se juntem, no fim não fazem festa de casamento, nem se inscrevem no cartório. Não é que haja um número menor de uniões, mas a crise econômica desincentivou as pessoas a formalizá-las.

As cidades mais casamenteiras do RS

  • Ibiaçá: 10,38 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • Jari: 8,81 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • São Valentim: 6,88 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • Cerro Branco: 6,63 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • Rodeio Bonito: 6,48 pessoas a cada 1 mil habitantes
As cidades menos casamenteiras do RS
  • Carazinho: 0,08 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • Cacequi: 0,16 pessoa a cada 1 mil habitantes
  • Piratini: 0,24 pessoa a cada 1 mil habitantes
  • Uruguaiana: 0,29 pessoa a cada 1 mil habitantes
  • Chuí: 0,30 pessoa a cada 1 mil habitantes
A cidade com maior aumento de casamentos de 2017 para 2018: 
  • Cachoeira do Sul: +1.522%, passando de três registros para 47
  • Crissiumal :

1,92 casamentos para cada 1 mil habitantes.

Total de casamentos em 2018: 26

 

Fonte: Gaúcha Zh

Pistolas e submetralhadoras são apreendidas dentro de carro após perseguição na BR-285 no Noroeste do RS

Três homens estavam no veículo e fugiram a pé. Um deles já foi preso. Brigada Militar acredita que ação frustrou ataque a banco.

Foto: Brigada Militar/Divulgação

Policiais militares apreenderam três pistolas nove milímetros e duas submetralhadoras dentro de um carro após perseguição pela BR-285, em Santo Antônio das Missões, Noroeste do Rio Grande do Sul. Havia três ocupantes no veículo, que fugiram a pé com a aproximação dos PMs. Mais tarde, um deles foi preso.

Dentro do carro, que tinha placas clonadas, os policiais também encontraram um revólver calibre 38, sete coletes à prova de balas e miguelitos (ferros retorcidos, usados para furar pneus nas estradas).

A Brigada Militar acredita que, com a ação, frustrou um ataque a banco que o grupo planejava cometer.

Os outros dois suspeitos que conseguiram fugir são procurados. O homem detido tinha antecedentes criminais, entre eles subtração e roubo de carga, de acordo com a BM. A polícia pede que informações sejam repassadas para os telefones 190 ou 55 3352-4114.

Fotos: Brigada Militar/Divulgação

Fonte: G1 RS

Temporal afetou 26 cidades gaúchas, diz Defesa Civil

Subiu para 26 o número de municípios do Rio Grande do Sul atingidos pelo forte temporal que causou destruição e mortes no estado desde o último domingo (10). Apesar da trégua das chuvas, o número de residências afetadas também aumentou, passando de 2.630 para 2.780. Os dados foram atualizados hoje (13) pela Defesa Civil estadual que continua atendendo e contabilizando os prejuízos.

O subchefe do órgão, coronel Jarbas Ávila, explicou que os ventos e as chuvas de granizo, comuns nos invernos gaúchos, superaram em intensidade as previsões meteorológicas e, pela primeira vez, causaram duas mortes, registradas nos municípios de Sarandi e Ciríaco.

“Lançamos alertas e avisamos as pessoas. Não podemos dizer que não seguiram o recomendado. Nesses casos, a orientação básica é para que todos fiquem em casa ou em locais protegidos e as mortes foram por desabamento. A velocidade do vento foi superior às previsões”, disse, destacando que as casas destruídas, total ou parcialmente, eram de alvenaria.

Santa Bárbara e Giruá registraram a maior quantidade de casas afetadas, 600 em cada município. Santa Bárbara também concentra o maior número de desabrigados (9) e desalojados (11) do estado. No total, 29 famílias foram obrigadas a abandonar temporária ou definitivamente suas casas.

Frio

Com o fim das chuvas e a ausência de previsões de novos temporais, pelo menos, até a próxima semana, a Defesa Civil se prepara para outra situação de alerta: a queda abrupta da temperatura. Enquanto na última segunda-feira os termômetros marcavam 28ºC, hoje a marca atingiu os 5ºC.

“É uma queda muito severa de temperatura e estamos priorizando, neste momento, as doações de agasalhos para repassar para as famílias que perderam tudo ou quase tudo. São poucos os desalojados e os desabrigados, mas quem está nessa situação têm a necessidade dessa ajuda”, explicou o coronel.

Qualquer cidadão que queira contribuir pode procurar um centro da Defesa Civil no estado. Em Porto Alegre, as doações também estão sendo recebidas em mercados e quartéis da Polícia Militar e dos bombeiros. No interior do estado, as pessoas podem receber orientações pela central 199 (Defesa Civil), que funciona 24 horas.

Fonte: Agência Brasil

Temporal derruba postes, destelha casas e causa uma morte no RS

Em Coxilha, vendaval derrubou árvores e causou estragos Vanderlei Piva / Arquivo Pessoal

Um vendaval atingiu municípios do Interior do Rio Grande do Sul entre a noite de segunda-feira (11) e a madrugada desta terça-feira (12). Há relatos de casas destelhadas e postes caídos em cidades do Vale do Caí, da Serra, da Região Central e do Norte gaúcho — onde o temporalcausou uma morte no pequeno município de Ciríaco.

A morte do morador ocorreu na área rural de Ciríaco. De acordo com familiares, o vento forte derrubou a casa de madeira em que José de Arquiles morava. Ele foi levado por parentes até o Hospital São José, em David Canabarro, onde não resistiu aos ferimentos. De acordo com o laudo médico do hospital, a vítima sofreu politraumatismo no corpo e fratura no crânio. A idade dele não foi revelada.

Conforme o vice-prefeito de Ciríaco, Odacir Melo, o município está sem luz e teve postes e árvores derrubados.

— Nós mobilizamos nossas equipes agora no amanhecer para ter noção do ocorrido. A situação é horrível — resumiu.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil estadual no Norte do Estado, major Ricardo Mattei Santos, há também uma pessoa ferida no município de Água Santa — um dos mais atingidos da região. Também há informações sobre estragos pontuais em Coxilha, Mato Castelhano, Gentil, Vila Lângaro e Victor Graeff. Segundo a Defesa Civil, houve vento forte na tarde de segunda e novamente na madrugada desta terça.

Também há relatos de estragos em Sarandi, onde houve temporal com granizo na noite de segunda. Segundo a Defesa Civil, o fenômeno começou por volta das 20h e danificou o telhado de diversas casas. As vilas Santa Catarina, Santa Gema, Vicentina e Esperança estão entre as regiões mais afetadas pela chuva de pedra. Até o momento, o órgão não contabilizou o número de imóveis afetados.

Em Santa Rosa, no Noroeste gaúcho, o Corpo de Bombeiros contabiliza ao menos 50 casas destelhadas por causa do granizo. O fenômeno atingiu a região por volta das 4h. A região mais afetada na cidade fica na área rural, nas localidades conhecidas como Campo de Aviação, Lajeado Faxinal e Rincão Rolim. Cidades vizinhas, como Porto Lucena e Porto Xavier, também tiveram problemas com o granizo.

Em Tupanciretã, na Região Central, a Defesa Civil confirmou 40 casas destelhadas por causa do vento. Os outros municípios com relatos de estragos são Bom Princípio e São José do Hortêncio, no Vale do Caí, Tupandi, na Serra e Salvador do Sul, no Vale do Taquari.

Fonte: Gaucha ZH