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Forte onda de calor volta com máximas de 40ºC pelo RS

O calor intenso voltou. A temperatura máxima ontem (23) à tarde chegou a 34ºC na Grande Porto Alegre, marca registrada em Canoas. Em Marau, a máxima chegou aos 30ºC.

Depois de um período muito chuvoso e o ingresso de ar mais frio durante o fim de semana, ar tropical novamente toma conta do território gaúcho. Um período de forte calor cobrirá o restante do mês de janeiro e avançará fevereiro adentro no Rio Grande do Sul. Haverá uma escalada da temperatura nos próximos dias com a temperatura subindo dia a dia.

O fim de semana será muito quente com marcas ao redor de 40ºC em algumas cidades do Estado. Todos os dados de modelos numéricos analisados pela MetSul Meteorologia coincidem em projetar temperatura extremamente alta na próxima semana no Estado.

 

Fonte:  MetSul

Gasolina atinge menor preço em 33 semanas no RS

André Ávila / Agencia RBS

O preço do litro da gasolina engatou marcha a ré e atingiu o menor nível em 33 semanas no Rio Grande do Sul. Entre 30 de dezembro e 5 de janeiro, o valor médio cobrado nas bombas foi de R$ 4,482. Com o resultado, retornou ao patamar anterior à greve dos caminhoneiros. De 13 a 19 de maio, às vésperas da paralisação dos motoristas, o combustível era vendido por R$ 4,439 no Estado, apontam dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Mesmo com o recuo nos postos, o preço gaúcho ainda é o mais elevado da Região Sul e segue em nível superior à média nacional. Segundo a ANP, o valor registrado no país, entre 30 de dezembro e 5 de janeiro, caiu para R$ 4,330. Assim como no Rio Grande do Sul, a marca brasileira também é a menor em 33 semanas.

Para analistas, a redução nas bombas espelha a recente baixa no mercado internacional do preço do petróleo, calculado em dólar, que também passou a cair após as eleições presidenciais. Conforme política adotada pela Petrobras em 2017, a cotação da commodity serve de referência para a estatal fixar os valores dos combustíveis.

– Nos últimos meses, a gasolina, de alguma forma, vem acompanhando a flutuação do petróleo – afirma o diretor da consultoria ES Petro, Edson Silva.

No Rio Grande do Sul, a redução também teve influência de uma questão tributária. No início deste mês, o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) caiu R$ 0,27, para R$ 4,55 por litro. É sobre esse valor médio, determinado após pesquisa feita pela Receita Estadual junto aos postos, que incide a cobrança do ICMS da gasolina. Ou seja, quanto menor for o preço de pauta, menor o impacto do tributo sobre o combustível.

– O corte no preço de pauta traz movimento positivo para o setor. Além disso, o mecanismo de hedge (proteção financeira), que a Petrobras adotou em setembro para conter a oscilação da gasolina, ajudou os postos. Trouxe maior previsão sobre os preços – afirma João Carlos Dal’Aqua, presidente do Sulpetro, que representa os postos gaúchos.

Segundo analistas, o preço mais salgado da gasolina no Rio Grande do Sul frente a outros Estados guarda relação, em parte, com o ICMS mais elevado. A alíquota gaúcha sobre o combustível é de 30%. Em Santa Catarina, por exemplo, de 25%. Além disso, a gasolina que chega às bombas tem o acréscimo de 27% de etanol anidro, não produzido no Rio Grande do Sul. A necessidade de trazê-lo de Estados como o Paraná também encarece o preço final cobrado dos gaúchos.

Possibilidade de novos cortes nos próximos dias

Apesar desses obstáculos, a tendência para o Rio Grande do Sul, nas próximas semanas, é de que o valor nos postos tenha novos cortes, diz Dal’Aqua. O dirigente evita projetar a qual nível as eventuais reduções poderiam chegar.

– A tendência é de baixa, mas com o preço ainda em patamar elevado – observa Dal’Aqua.

Silva também avalia que o preço tende a apresentar novas reduções. O analista lembra que, após cair em 2018, o valor do petróleo no mercado internacional tem subido nas últimas semanas, mas pondera que o dólar segue “estabilizado”, com a simpatia inicial do mercado financeiro ao governo Jair Bolsonaro.

– Se esse cenário for confirmado, é possível esperar aumento no consumo de combustíveis e na rentabilidade dos postos. Durante a greve dos caminhoneiros, houve queda nas margens do setor, que já estão se recuperando – menciona Silva.

Em 2018, alta nas bombas, queda nas refinarias

Mesmo com a redução nas últimas semanas, o preço da gasolina no Rio Grande do Sul fechou 2018 com alta de 2,9% em relação a 2017. Ao final de dezembro, o valor médio nos postos gaúchos chegou a R$ 4,500, indicam dados da ANP.

No país, também houve avanço na mesma comparação. A média nacional encerrou a última semana do ano passado em R$ 4,344, aumento de 5,9% frente a 2017.

Nas refinarias, o comportamento da gasolina foi inverso. Entre janeiro – o primeiro dado mensal disponível – e dezembro de 2018, o preço do combustível na Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, passou de R$ 1,6294 para R$ 1,5598, redução de 4,3%. Divulgados pela Petrobras, os valores não incluem o peso de tributos. Além disso, a gasolina vendida nas refinarias para as distribuidoras não contempla o acréscimo de etanol anidro, que também tende a encarecer os preços finais.

Presidente do Sulpetro, João Carlos Dal’Aqua afirma que o descompasso em relação às refinarias pode ser atribuído, em parte, à retomada nas margens de lucro:

– A queda nas refinarias reflete a baixa global no valor do petróleo. No mercado interno, houve retomada nas margens, que estavam dilaceradas em todo o segmento. Historicamente, permaneciam em torno de 12% nos postos. Com os reajustes quase diários da Petrobras, haviam ficado abaixo de 10%. Mas os grandes ganhos foram os das distribuidoras.

Dal’Aqua diz “não ser contra” a política de preços da Petrobras, desde que existam mecanismos de proteção – como o hedge em vigor desde setembro – para conter as oscilações. Segundo o dirigente, cerca de cem postos fecharam as portas no Estado desde julho de 2017, quando a estatal mudou sua política de reajustes.

Fonte: ZH

Em média, 16 casos de estupro são registrados por dia no Rio Grande do Sul

Dados da Polícia Civil são de 2017 e de janeiro a agosto de 2018. Do total, 58% das ocorrências são estupro de vulnerável, ou seja, de crianças e adolescentes de até 14 anos de idade.

RBS Reprodução

Em média, 16 ocorrências de estupro são registradas por dia no Rio Grande do Sul, conforme dados da Polícia Civil de 2017 e de janeiro a agosto de 2018. Desde o início deste ano até a última quarta-feira (8) foram 3.680 casos.

A polícia orienta que as pessoas que forem atacadas procurem a delegacia logo após o fato, para que possam fazer o registro do boletim de ocorrência, agilizando a coleta de provas importantes para o indiciamento e a prisão do suspeito. Além do sexo à força, lei também passou a considerar estupro outros atos.

“Tempos atrás havia necessidade da conjunção carnal com violência, ameaça, para configurar o estupro. E nós tínhamos a figura do estupro e do atentado violento ao pudor. Hoje, não tem mais o atentado violento ao pudor. Então, não só a conjunção carnal, mas outros atos libidinosos são considerados como estupro”, explica a delegada Adriana Regina da Costa, coordenadora das Delegacias da Mulher.

A polícia alerta que já ocorreram casos em que as mulheres que sofreram o estupro conheceram os abusadores em aplicativos de relacionamento.

“Chegando no encontro, aconteceram coisas que não estavam combinadas ou situações de estupro. Então, é importante que adolescentes e mulheres estejam atentas no conhecimento de pessoas pela internet”, afirma a delegada.

Segundo a polícia, quase 95% dos casos são resolvidos. Só neste ano, foram quase 2 mil indiciamentos.

Para ajudar as mulheres que sofreram violência, a ONG Mapa do Acolhimento oferece uma rede de apoio que conta com terapeutas e advogados. É só acessar o site na internet, registrar o pedido de ajuda e deixar algum contato.

“As pessoas que sofreram algum tipo de violência, pode ter sido violência obstétrica, sexual ou doméstica, entra no nosso site, e aperta no botão de ‘quero ser acolhida’. Assim, vai conectar a uma rede de voluntárias, psicólogos, psiquiatras ou advogadas dispostas a atender essas mulheres gratuitamente”, explica a diretora da entidade, Carolina Coelho Soares.

Aumento de casos de estupro de vulnerável

Do total dos casos, 58% são estupro de vulnerável, ou seja, afetam crianças e adolescentes de até 14 anos de idade.

Fonte: G1

Caminhoneiros realizam protestos em rodovias do RS após aumento do valor de combustíveis

(Foto: Reprodução/RBS TV)

Caminhoneiros protestaram na noite de domingo (20) e na madrugada desta segunda-feira (21) contra o aumento do óleo diesel, em atos realizados em diferentes rodovias federais e estaduais. Pneus foram queimados às margens das estradas.

Durante a manhã desta segunda, conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), são registradas concentração de caminhoneiros, mas sem pontos de retenção. Motoristas são abordados, mas veículos de passeio têm a passagem liberada.

Por volta das 6h em São Sebastião do Caí, caminhoneiros bloquearam a ERS-122, na altura do km 16. Com a chegada da Brigada Militar a via foi liberada, e um novo bloqueio ocorreu a partir das 7h30, com retenção total da rodovia.

Em Taquara, manifestantes bloquearam o tráfego na ERS-020, queimando pneus às margens da rodovia. De acordo com o Comando Rodoviário da Brigada Militar, apenas veículos de passeio conseguiram seguir viagem.

Na BR-290, a freeway, foi registrada queima de pneus embaixo do viaduto que dá acesso à fábrica da General Motors, em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Por volta das 4h, o fogo havia sido controlado.

Um dos pontos onde aconteceu o protesto foi em um trecho da BR-101, em Três Cachoeiras, próximo da divisa com Santa Catarina. Os manifestantes abordam caminhoneiros pedindo para aderirem à paralisação. Foi relatado que se recusaram a parar foram apedrejados, mas ninguém ficou ferido.

Durante a manha, aumentou a concentração de caminhoneiros, e pneus foram queimados fora da pista, perto da rodovia. Alguns manifestantes chegaram a invadir a pista para abordar caminhoneiros.

Durante a madrugada um grupo de ao menos 60 caminhoneiros ficaram concentrados em um posto de combustíveis, às margens da BR-101, em Três Cachoeiras. A mesma situação foi verificada em Camaquã, no Sul do estado, na BR-116.

Pneus queimados e apedrejamento de caminhões também foram relatados à PRF, mas sem bloqueio de rodovias. Foram reportados ainda fogos semelhantes de fogo em Pelotas, na BR-116, Em São Sepé, na BR-392, em Júlio de Castilhos, na BR-158. No entanto, em nenhum dos casos houve impacto no tráfego.

Fonte: G1

Nova fase da Leite Compen$ado é deflagrada em cinco cidades do Rio Grande do Sul

São cumpridos cinco mandados de prisão e quatro de busca e apreensão

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São cumpridos cinco mandados de prisão e quatro de busca e apreensão | Foto: MPRS / Divulgação / CP

* Com informações do Ministério Público

Foi deflagrada na manhã desta terça-feira pelo Ministério Público (MP) a 12ª etapa da operação Leite Compen$ado nas cidades de Casca, Estrela, Marau, Nova Araçá e Travesseiro. São cumpridos cinco mandados de prisão e quatro de busca e apreensão. As buscas estão sendo realizadas na Indústria de Laticínios Rancho Belo Ltda (em Travesseiro, que fabrica leite UHT integral envazado pela marca dos supermercados Dia%, além de leite, queijo e creme de leite da marca Rancho Belo), Laticínios Modena (em Nova Araçá, de nome fantasia Bonilé Alimentos e que fabrica creme de leite industrial e queijo) e Laticínios C&P (em Casca, de nome fantasia Princesul, que fabrica queijo), bem como na Transportadora AC Tressoldi (em Estrela). Outro mandado de busca e apreensão é cumprido na sede da empresa M&M Assessoria, em Marau.

Organização criminosa

Conforme as investigações, foi descoberto crime organizado e de comercialização de produto lácteo impróprio para consumo humano (pela nocividade ou pela redução do valor nutricional) envolvendo as empresas investigadas. Dois dos alvos de prisão preventiva já haviam sido denunciados em outras operações do MP, daquela vez por sonegação fiscal milionária.

Segundo o MP,  os três laticínios receberiam e repassariam entre si leite cru, creme de leite e soro de creme fora dos padrões previstos pela legislação brasileira. Muitas das cargas chegariam a ser refugadas por outras empresas e acabariam sendo comercializadas para estas indústrias. Alguns elementos da investigação apontam que carregamentos de leite que só poderiam ter como destino a alimentação de animais teriam sido usados para a industrialização de produtos de consumo humano.

Fraudes nos produtos

Em mais de dez Certificados Técnicos de Análise emitidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizados em leite cru, leite UHT e nata, o Lanagro detectou índices fora dos padrões. Conforme as investigações, os sócios-proprietários das empresas teriam ordenado a adição desses produtos para corrigir a acidez e eliminar microorganismos, no intuito de “rejuvenescer” o produto já vencido, impróprio para o consumo. No caso da água, ela teria sido adicionada para que o creme de leite duro, já amanteigado, fosse novamente amolecido e misturado a outras cargas em condições melhores. Os laudos realizados pelas próprias empresas teriam sido mascarados, para que tanto a fiscalização quanto os compradores não visualizassem os problemas.

Assessoria

A busca e apreensão na M&M Assessoria, contratada pela Laticínios Modena, ocorre porque, de acordo com relatório do Mapa, em grande parte dos postos de resfriamento e laticínios onde a empresa atuou, foram constatadas adulterações no leite cru in natura e derivados.

A operação Leite Compen$ado é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Gaeco Segurança Alimentar, através dos promotores de Justiça Mauro Rockenbach e Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, com participação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Receita Estadual e Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).

Governo do Rio Grande do Sul prepara pacote para “refundar” o Estado

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Governo do Rio Grande do Sul prepara pacote para “refundar” o Estado | Foto: Leandro Osório / Especial Palácio Piratini / CP

Integrantes do núcleo do Executivo trabalham nos detalhes dos projetos que integram o pacote que será enviado à Assembleia Legislativa na próxima terça-feira. Uma das análises é sobre as mudanças que necessitam obrigatoriamente do aval do plenário do Legislativo e as que poderão ser implementadas por meio de decretos do governador José Ivo Sartori.

Cercado por sigilo, o pacote será o mais amplo e profundo já discutido na história do Rio Grande do Sul e internamente está sendo chamado de “refundação”, sendo batizado de “Um novo Estado, um novo futuro”. As propostas, se aprovadas, irão atingir todos os setores. O próprio Executivo, com a extinção e fusão de três a cinco secretarias e de órgãos da administração indireta. Secretarias como Planejamento, Obras, e Turismo estão na mira. Entre as extinções dadas como certas estão as da FDRH, Corag e TVE, consideradas desnecessárias à prestação de serviços à população.

Uma das dúvidas que ainda cerca as extinções é o destino dos servidores. Há entendimento de que, no caso de fechamento das empresas, até mesmo funcionários do quadro podem ser dispensados, não passando por realocações para outras áreas. Outras propostas que devem integrar o pacote são referentes a alterações na contribuição previdenciária do funcionalismo e à vinculação do índice dos duodécimos repassados aos demais poderes à receita corrente líquida, acabando com os atuais índices fixos.

A antecipação das datas de recolhimento de receitas tributárias também consta de projeto. A iniciativa evitaria modificação da data de pagamento da folha do funcionalismo.

Sem bode na sala

Também constará no pacote do governo, PEC que visa a extinguir a obrigatoriedade de plebiscito para mudanças em estatais como a CEEE e a CRM. Interlocutores do governo garantem que será feita articulação para aprovar todas as propostas e que nenhum dos projetos representa o chamado bode na sala.

Conceito e linhas gerais

Na tentativa de evitar vazamentos antes da coletiva sobre o pacote, que ocorrerá às 9h de terça-feira, no Piratini, a intenção do governo é apresentar aos deputados de partidos aliados, na véspera, somente o conceito e linhas gerais das propostas. A previsão é a de que o ato de anúncio do pacote, que terá forte manifestação política de Sartori, e a coletiva posterior de pelo menos três secretários, se estenda por três horas.

Fonte: CP

EGR libera trânsito em acostamento da ERS 040

Medida é em razão do aumento do fluxo de veículos na rodovia em viagem para o Litoral durante o verão.

Placas que indicam a proibição de tráfego no local precisam ser modificadas antes da liberação dos veículos | Foto: Samuel Maciel

O acostamento da ERS 040, em Viamão, no sentido Capital-Litoral, será liberado para trânsito até 10 de dezembro. A decisão da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), responsável pela manutenção da rodovia, se deu pelo aumento no fluxo de veículos em função do início do veraneio. A ERS 040 faz ligação, especialmente, com praias como Pinhal e Cidreira.

Assim, entre o km 11 (próximo ao entroncamento com a ERS 118) e o km 26 (em Águas Claras), no sentido Porto Alegre-Litoral, será permitido utilizar a faixa lateral. A autorização é para veículos leves e ônibus, em função das paradas que há no trecho, numa velocidade máxima de 70 km/h. A passagem de caminhões está proibida. Atualmente, já está liberada a faixa adicional (antigo acostamento) no sentido Litoral-Capital entre os km 17 e 11. O trânsito neste local está liberado para todos os veículos.

Segundo o diretor técnicoda EGR, Milton Cypel, a data da liberação poderá ter alteração porque antes de permitir o uso do acostamento é necessário modificar a sinalização. O acostamento foi liberado pela primeira vez em dezembro passado até os primeiros meses deste ano para aliviar o tráfego de veículos, que é crítico no verão. Durante a liberação, o investimento será apenas de conservação da rodovia. Em março de 2016, a manutenção da segunda faixa será avaliada.

Se por um lado os motoristas vão comemorar, a utilização das duas faixas preocupa moradores da região. “Uso diariamente esse trecho da rodovia para levar a minha filha ao colégio. O que vejo são muitas imprudências e várias vezes acabo tendo que caminhar dentro do mato para não ser atingida por um carro”, conta Daiane Carvalho, 27 anos.

Prefeito e secretários de Cruzeiro do Sul – RS cortam parte do próprio salário

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Em reunião realizada nesta quinta-feira, dia 10 de setembro, o prefeito Cesar Leandro Marmitt, o Dingola, e seus oito secretários, visando as dificuldades financeiras do município, diante da falta de repasses, resolveram abrir mão de 20% de seus salários.

Os agentes políticos formalizaram um termo entre si. A medida começa a valer já para os vencimentos do mês de setembro e se estende até dezembro.

O salário do prefeito é de R$ 14.1 mil, passando a receber R$ 2,8 mil a menos. Já os secretários que ganham R$ 5,3 mil, irão receber em torno de R$ 1 mil a menos. Isso representará uma economia de aproximadamente R$ 11,3 mil por mês e R$ 45,5 mil até o final do ano aos cofres públicos.

Fonte: Prefeitura de Cruzeiro do Sul – RS