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Júri do caso Bernardo Boldrini será transmitido ao vivo pela internet

Montagem sobre fotos / Ricardo Duarte/Agência RBS

O julgamento dos acusados da morte de Bernardo Boldrini será realizado em 11/03/19, no Salão do Júri da Comarca de Três Passos. A sessão terá início às 9h30min e deve durar uma semana, pela sua complexidade.

Serão reunidos 28 testemunhas arroladas e quatro réus para serem interrogados. O júri, presidido pela Juíza de Direito Sucilene Engler Werle, será transmitido ao vivo pela internet e com cobertura no Twitter em tempo real.

Segundo o Ministério Público, aos 11 anos, o menino foi morto pela madrasta, a ex-enfermeira Graciele Ugulini, com a participação do pai, o médico Leandro Boldrini, e dos irmãos Edelvânia e Evandro Wirganovicz, em quatro de abril de 2014.

Graciele obrigou a criança a ingerir alta dose de medicamentos, o que teria provocado sua morte. O corpo de Bernardo foi encontrado 10 dias depois, numa cova, no interior de Frederico Westphalen. Os réus estão presos desde 2014.

Boldrini, que exerceu atividades profissionais em Passo Fundo está na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas.

Graciele e Edelvânia estão no Presídio Estadual Feminino Madre Pelletier, em Porto Alegre. Evandro, que está preso no Presídio Estadual de Três Passos.

 

 

 

 

Fonte: RDPlanalto

Polícia Civil Gaúcha alerta população sobre golpes em compras pela internet

A Polícia Civil Gaúcha, notadamente à 22ª DPRI, regional de Três Passos, solicitou na tarde desta terça-feira (08/01), a veiculação do texto abaixo para conhecimento e alerta da sociedade, a fim de orientar a população sobre os riscos decorrentes de compras efetuadas pela internet.

  • ATENÇÃO AO COMPRAR NA INTERNET: EVITE GOLPES

O consumidor que faz compras pela internet para fugir do movimento nas ruas e conseguir preços mais baixos deve tomar cuidado com os golpes virtuais. Muitos sites que parecem legítimos podem ser verdadeiras armadilhas. Abrir uma loja virtual é fácil e barato. Pessoas de má-fé podem copiar fotos, textos e criar uma boa estrutura de navegação para compra e emissão do boleto bancário. Depois, como numa loja séria, ainda enviam para o consumidor um e-mail dando os “parabéns” pela compra. Hoje em dia, se você ligar para o telefone da loja fraudulenta ele existe. Se você mandar o e-mail, ele é respondido. Mas, na verdade tudo está sendo preparado para o golpe. Depois que o dinheiro das pessoas é coletado, tudo desaparece. Recentemente o PROCON/SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) atualizou a lista de sites que devem ser evitados pelos brasileiros. Com isso, a sua “lista negra” passa a contar com 421 endereços que apresentam perigo aos consumidores. A lista está disponível em:

 http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php

 A falta de entrega do produto é a principal reclamação contra as lojas virtuais fraudulentas. Antes de comprar, portanto, recomenda-se que o consumidor busque informações a respeito do fornecedor para não cair em armadilhas.

Confira adiante 11 dicas para evitar golpes:

  • Desconfie de preços muito baixos. Não existe milagre: desconfie de ofertas vantajosas demais.
  • O site tem que oferecer uma compra segura (garantir que ninguém mais tenha acesso a seus dados pessoais). Para isso, na hora da compra, deve aparecer um “cadeado” na barra inferior do navegador. Mas cuidado: muitos sites falsos copiam essa imagem e inserem dentro página. Clique duas vezes sobre esse ícone e uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer. Em alguns sites falsos, o cadeado pode até aparecer, mas será apenas uma imagem e ao clicar duas vezes sobre ele nada irá acontecer.
  • Atenção ao endereço que aparece na hora de fazer a compra: Depois do “http” deve aparecer a letra “s” que significa “security” (segurança). Se a página for segura, tem de começar com “https”. Se for só http, cuidado.
  • No ato da compra, minimize a página: se o teclado virtual for minimizado também, está correto. No entanto, se ele permanecer na tela sem minimizar junto com esta, está errado.
  • Sempre que fornecer seus dados sigilosos, como por exemplo do cartão de crédito, digite sua senha “errada” na primeira vez. Se aparecer uma mensagem de erro, significa que o site é realmente do banco, pois o sistema tem como checar a senha digitada. Mas, se digitar a senha errada e não acusar erro é um mau sinal. Alguns golpistas querem apenas capturar senhas.
  • Atenção para a forma de pagamento. Evite comprar em sites que recebem apenas por boleto bancário ou depósito em conta. Ainda, veja quem é o titular da conta bancária. se for uma pessoa física e não uma empresa, não compre!
  • Procure no site a identificação da loja em que pretende realizar a compra (razão social, CNPJ, telefone e outras formas de contato além do e-mail).
  • Prefira fornecedores recomendados por amigos ou familiares.
  • Imprima ou salve todos os documentos que demonstrem a compra e a confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios etc.).
  • Instale programas de antivírus e o firewall (sistema que impede a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados) e os mantenha atualizados em seu computador.
  • Nunca realize transações online em lan houses, cybercafés ou computadores públicos, pois podem não estar adequadamente protegidos.

 

Fonte: William Garcez – Delegado de Polícia / Polícia Civil Gaúcha/ 22a DPRI

Limitar dados na internet fixa pode excluir usuários, dizem especialistas

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A oferta de pacotes de internet fixa com franquia de dados poderá encarecer o serviço e limitar o acesso dos usuários no país. Segundo o especialista em propriedade intelectual e direito digital Maurício Brum Esteves, as operadoras querem impor limites de navegação porque precisam reduzir o uso da internet no Brasil.

“Elas constataram que as pessoas têm utilizado mais a internet, que está ficando sobrecarregada. Ao impor o limite de dados, elas querem literalmente tirar algumas pessoas da internet, que são aquelas pessoas que não vão conseguir pagar.”

Para Esteves, a necessidade de estabelecer limites de navegação para os usuários é resultado da falta de investimentos no setor. “Na medida em que não se investe e as pessoas demandam mais, é natural que a banda fique sobrecarregada e é natural que se precise impor um controle”.

Na última semana, o debate sobre a possibilidade de as operadoras de telecomunicações passarem a oferecer internet fixa com limite de dados para navegação ganhou força entre os consumidores, especialmente nas redes sociais. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) entende que as empresas não são proibidas de estabelecer limites para a navegação, mas proibiu ontem (22) as operadoras de oferecer planos com franquia, por tempo indeterminado, até que a questão seja analisada “com base nas manifestações recebidas pelo órgão”.

Esteves avalia que a limitação de dados não seria problema se o consumidor tivesse a opção de contratar uma quantidade grande de dados por um valor razoável. Mas, na opinião do especialista, a franquia oferecida pelas operadoras será “irrisória e caríssima”.

“O problema é que a limitação de dados vai acabar sendo cara e vai ser uma forma de limitar os consumidores”, acrescentou.

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A regulamentação da Anatel não proíbe o estabelecimento de franquias de dados para internet fixa, mas o grande número de reclamações de consumidores levou a agência a proibir a limitação por tempo indeterminado Arquivo/Agência Brasil

O professor Marco Aurélio Campos Paiva, que dá aulas de telecomunicações e redes no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, considera que a adoção de franquias para a internet fixa é um retrocesso, principalmente porque vai estabelecer uma limitação digital para os usuários. “Caso seja adotado pelas empresas, será um grande prejuízo não só pela questão financeira para o usuário, como na própria tecnologia, porque vamos ficar limitados digitalmente”, avaliou.

Outra consequência, segundo Paiva, será a limitação de acesso de estudantes a cursos de ensino a distância, que dependem da internet. “Para o aluno pode ser um fator limitante, ele precisa fazer as aulas online, precisa fazer download de arquivos, exercícios. Vai aumentar o seu consumo, e dependendo da banda que ele tenha, o pacote será gasto muito rapidamente”, destacou.

Para o professor, as empresas pretendem adotar a franquia de dados por causa da falta de infraestrutura de telecomunicações adequada no Brasil. “Nossa estrutura de telecomunicações ainda é muito limitada, as operadoras investiram pouco. Se tivéssemos toda uma infraestrutura de telecomunicações melhor, ou seja, fibra óptica cortando o país de Norte a Sul, Leste a Oeste, não teríamos essa limitação”, analisou.

Já o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, diz que a oferta de pacotes de internet com franquia vai possibilitar que o consumidor faça uma adequação da quantidade de dados contratada com o seu consumo. “Há quem consome muito, outros que consomem pouco. Então, está na hora de ter essa tarifação por pacotes, como vemos em vários países.”

Tude avalia que o crescimento do consumo de internet no Brasil é um dos fatores para que as operadoras adotem um novo modelo de vendas. “A banda larga fixa está virando o serviço principal das empresas e o consumo de dados está crescendo muito, com um aumento de quase 50% por ano. Então, não dá para manter o preço com esse aumento”, disse. O consultor lembra que quando o governo lançou o Plano Nacional de Banda Larga, em 2010, foi possível oferecer pacotes a preços populares porque havia uma cota de dados associada ao plano.

Em nota, a operadora Vivo, que pretende começar a oferecer pacotes com franquia, explicou que o volume de tráfego da rede cresce exponencialmente no Brasil e no mundo. “Cada byte que circula na rede consome capacidade e tem custo que compõe o valor das mensalidades dos planos praticados ao cliente, hoje aplicados de forma igual para todos, seja qual for o volume de dados consumido por mês”. A empresa nega que pretenda implantar o modelo de franquia para restringir o acesso a serviços de streaming ou de qualquer outro tipo.

Consumidores

Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), as operadoras não apresentaram justificativas técnicas para inclusões ou reduções de franquias de dados nos novos planos. “Ao adotarem essas medidas, as operadoras elevam seus preços sem justa causa, detém vantagem excessiva nos contratos, limitam a competição e geram aumento arbitrário de lucro”, disse o pesquisador em telecomunicações do instituto, Rafael Zanatta.

A entidade ingressou com uma ação civil pública contra as operadoras Claro, Net, Oi e Telefônica. O objetivo é impedir a suspensão do serviço de internet, que, segundo o Idec, é uma importante ferramenta de acesso à informação, reconhecido como direito fundamental e essencial para o exercício da democracia e da cidadania, “não devendo, portanto, prevalecer as alterações desejadas pelas operadoras”.

Para a Proteste Associação de Consumidores, mesmo que as empresas ofereçam aos consumidores ferramentas para medir o consumo e saber quando a franquia está acabando, como determinou a Anatel, isso não é suficiente. “A questão não é o direito de ser avisado sobre a proximidade do esgotamento da franquia, o problema é adotar a franquia, que a Proteste julga indevida porque viola leis existentes”, disse a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci.

A Proteste também entrou com uma ação judicial para impedir as operadoras de limitarem o acesso à internet por meio de franquia, tanto em celular, tablets e outros dispositivos móveis quanto em conexões fixas e lançou uma petição online contra o limite de uso de dados de internet dos serviços de banda larga fixa, que já tem mais de 150 mil assinaturas.

Uma petição online no site da Avaaz contra o limite na franquia de dados da banda larga fixa já alcançou 1,6 milhão de assinaturas e a página do Movimento Internet Sem Limites já tem mais de 460 mil seguidores em sua página do Facebook.

Fonte: Agência Brasil

Ministério pede que Anatel enquadre empresas que restringirem banda larga fixa

BIE - Banco de Imagens Externas da Agência Senado. Cabo de rede. Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado

BIE – Banco de Imagens Externas da Agência Senado.
Cabo de rede.
Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Após intensa campanha nas redes sociais contra a decisão das operadoras de começar a limitar a navegação dos usuários na banda larga fixa após o uso de dados chegar a um limite mensal, o Ministério das Comunicações enviou nesta quinta-feira, 14, um ofício à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) solicitando que o órgão adote medidas para que as empresas respeitem os direitos dos consumidores e cumpram os contratos vigentes.

No documento divulgado pela pasta, o ministro André Figueiredo diz acompanhar com preocupação as notícias de que as teles pretendem acabar com os planos ilimitados na banda larga fixa e estabelecer limites de uso mensal, como ocorre no serviço de internet móvel 3G e 4G. Ao exceder a franquia, a operadora poderá reduzir a velocidade ou até mesmo bloquear a conexão.

“Nós sabemos que existe uma previsão regimental da possibilidade de limitar essa franquia, mas contratos não podem ter uma alteração unilateral. A Anatel precisa tomar ações que protejam o usuário”, afirmou o ministro.

Além das reclamações de usuários nas redes sociais que propõem até mesmo o boicote às teles, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) lançou na quarta-feira, 13, uma petição online contrária à decisão das empresas. A campanha, que é feita dentro do site da entidade, busca assinaturas de usuários do serviço para fortalecer uma ação judicial contra as operadoras movida em maio de 2015.

A polêmica começou em fevereiro, quando a Telefônica Vivo anunciou o limite para os novos clientes a partir de janeiro de 2017. A NET e a Oi já preveem a franquia nos contratos, mas ainda não restringem o serviço. A TIM é a única que não adota o limite de dados para banda larga fixa.

Fonte: Estadão

Falso terrorista assusta passageiros de ônibus em Pelotas

Jovem vestido com traje árabe retirou da mochila artefato parecido com bomba.

Jovem vestido com traje árabe retirou da mochila artefato parecido com bomba | Foto: Polícia Civil / Divulgação / CP

Jovem vestido com traje árabe retirou da mochila artefato parecido com bomba | Foto: Polícia Civil / Divulgação / CP

A Polícia Civil confirmou o indiciamento de um jovem de 24 anos por apologia ao crime. Ele fingiu ser um terrorista árabe e provocou pânico nos passageiros de um ônibus na tarde da terça-feira em Pelotas, no Sul do Estado. Segundo o titular da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), delegado Rafael Lopes, o rapaz também será indiciado por corrupção de menores, já que um adolescente o acompanhava. O jovem, que alegou manter um canal no YouTube para postagem de “pegadinhas”, prestou depoimento, pagou fiança de R$ 1,5 mil e foi liberado.

O delegado comentou que o jovem não teve noção do que poderia ocorrer caso alguém, policial ou não, estivesse armado dentro do coletivo e atirasse acreditando tratar-se de uma ameaça real. “Como as pessoas poderiam saber se era uma brincadeira ou um ataque de verdade?”, questionou. Lopes observou que o pânico causado nas pessoas poderia resultar em uma tragédia.

O incidente aconteceu no ônibus que fazia a linha Sanga Funda. Vestido com uma túnica branca semelhante ao traje usado pelos árabes, o jovem retirou de sua mochila um artefato parecido com bananas de dinamite e também um detonador digital. Em seguida, anunciou que explodiria o coletivo, matando a todos.

Imagens gravadas em um celular mostram os passageiros em pânico, desembarcando do ônibus desesperados. Alguns, inclusive crianças, ficaram feridos na correria. Ao explicar que se tratava de uma brincadeira, o falso terrorista foi cercado e rendido até a chegada da Brigada Militar. Os policiais o conduziram até a DPPA. O simulacro da bomba foi apreendido.

*Correio do Povo

Facebook Apresenta Instabilidade no início desta Tarde

A maior rede social da internet apresentou novamente uma instabilidade no início desta tarde dia 24 de Setembro de 2015.

Para alguns usuários a rede social estava apresentando um erro impossibilitando o acesso do mesmo, conforme imagem abaixo:

Facebook Off

A mensagem é a seguinte:

Desculpe, alguma coisa deu errado.

“Nós estamos trabalhando nisso e nós concertaremos isso tão sedo quando possível.”

Não é a primeira vez que este erro aparece e o aplicativo nos smart phone estão bastante pesado e recebendo atualizações constantes, seria uma crise da rede social? Ou apenas mais um bug da companhia?

Após o erro acima o serviço ficou indisponível por alguns minutos e tudo aparentemente voltou ao normal, não sabe-se ao certo quantos usuários tiveram o problema ou se foi uma pane geral no sistema que deixou a rede social fora do ar.

Acreditamos que possa ter sido algum estagiário (risos), que veio a “tropeçar” na tomada do servidor (novamente risos).

Alguns bugs ainda estão sendo apresentados na tela, como a inexistência do botão de curtir em algumas páginas e os comentários desabilitados, entre outros bugs a serem constatado.

Aguardamos a resolução do problema.