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83 milhões de brasileiros possuem ao menos uma compra parcelada, mostra levantamento

61% dos consumidores admitem ter aproveitado oferta de crédito para fazer compras por impulso; para entrevistados, internet e lojas de departamento são as que mais incentivam compras não planejadas. Comprar à vista garantiu desconto para 59% dos consumidores

Dividir o valor de uma compra em várias prestações é um hábito comum do consumidor brasileiro, mas é preciso ter cuidado para que o uso do crédito não se transforme em uma armadilha para o bolso. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais revela que mais da metade dos brasileiros adultos (53%) possuía alguma compra parcelada no último mês de março. Isso significa que, aproximadamente, 82,7 milhões de brasileiros estão com ao menos parte do orçamento comprometido para pagar compras feitas no cartão de crédito, cartão de loja, crediário ou cheque pré-datado.

Quase um terço (31%) das pessoas ouvidas disse estar livre de compras parceladas, mas outros 16% não souberam responder quantas prestações tiveram para pagar no último mês. Em média, os consumidores que possuem alguma compra parcelada demorarão cinco meses para que as prestações sejam totalmente quitadas. Esse tempo mais do que dobra quando se trata de empréstimos (11 meses) e dos financiamentos (12 meses).

Um dado preocupante constatado pelo levantamento é que 13% dos entrevistados não acham necessário fazer qualquer tipo de análise ou avaliação antes de contratar uma modalidade de crédito. Entre os que tomam algum cuidado, os mais comuns são ter conhecimento a respeito do próprio orçamento para ter certeza de que será possível pagar as prestações mensais (35%), informa-se a respeito dos juros (35%) e ter ciência dos valores de todas as tarifas cobradas (28%).

A pesquisa revela que na hora de decidir em quantas vezes a compra será parcelada, os consumidores mostram-se divididos: 39% escolhem o menor número de prestação possível, ao passo que 34% optam sempre pelo maior número de parcelas, caso não haja cobrança de juros.

Na avaliação do educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, os instrumentos de crédito podem ser um aliado do consumidor, desde que utilizados de forma planejada. “O crédito permite às pessoas ampliarem seu poder de compra adquirindo produtos que levariam anos para serem comprados à vista. O problema é que se ele for utilizado sem responsabilidade e planejamento, essa dívida pode ser nociva para a vida financeira do consumidor. Antes de comprometer parte de sua renda por vários meses, o consumidor deve ponderar se realmente precisa do item desejado ou se trata de uma compra por impulso. É preciso avaliar ainda se ele terá condições de pagar as parcelas sem prejudicar seu orçamento mensal, não se descuidando de analisar tarifas e taxas de juros”, orienta Vignoli.

Eletrônicos e vestuário são os produtos mais parcelados pelos consumidores; 69% preferem parcelar no cartão de crédito

De acordo com a pesquisa, os produtos que os consumidores mais adquirem a prazo são os eletrônicos (65%), roupas, calçados e acessórios (44%), remédios (32%), alimentação fora de casa e delivery (26%) e compras de supermercado (26%) – em todos esses casos, o cartão de crédito é a modalidade de parcelamento mais mencionada.

O cartão de crédito desponta como a modalidade de pagamento a prazo favorita dos consumidores, citado por 69% dos entrevistados. O crediário e o cartão de loja ficaram empatados na segunda colocação com 9% cada. Já o cheque pré-datado foi citado por apenas 1% das pessoas ouvidas.

Embora a maioria dos brasileiros esteja pagando alguma compra parcelada atualmente, 60% dos consumidores disseram ter evitado nos últimos meses realizar mais compras via crédito. Os principais motivos são o receio de extrapolar os limites do orçamento (54%), o fato de já estarem com o orçamento comprometido com outros compromissos financeiros (36%) ou possuírem contas em atraso (15%).

“O acúmulo de várias parcelas no mesmo mês costuma ser um fator de peso no desequilibro orçamentário. É importante manter o orçamento pessoal sempre atualizado para saber, na prática, quanto dinheiro a pessoa ainda tem e quais são as despesas que ainda precisam ser pagas no mês antes de contrair novas dívidas”, afirma Vignoli.

Para este mês de maio, 69% dos consumidores tinham a intenção de adquirir produtos e serviços de forma parcelada, sendo a compra de eletrônicos (24%), roupas, calçados e acessórios (21%), eletrodomésticos (17%), móveis (13%) e supermercado (13%) os mais comuns. Apenas 27% não devem realizar compras por meio do crédito neste mês.

61% cederam às compras por impulso em março; 59% conseguiram algum desconto do lojista para pagamento à vista

Quando se fala em compras parceladas, a impulsividade é um tema que surge com frequência. Por mais que pareça imperceptível, fatores psicológicos, subjetivos e emocionais exercem influência nas decisões de compra. Em cada dez brasileiros, seis (61%) admitiram ter feito alguma compra por impulso no último mês de março ao cederem às tentações do crédito fácil. As aquisições mais feitas de forma impulsiva foram as roupas, calçados e acessórios (22%), itens em supermercados (18%), idas a bares e restaurantes (15%) e compras de perfumes e cosméticos (13%).

Na opinião dos entrevistados, as lojas online são as que mais estimulam as compras não planejadas, com 39% de citações. Em seguida aparecem as lojas de departamento (36%), acompanhadas dos shopping centers (23%) e dos supermercados (22%).

Para o educador financeiro José Vignoli, a reflexão sobre a necessidade de uma compra é fundamental para evitar a impulsividade. “Os apelos do marketing e o estado emocional do consumidor podem ser fatores de estímulo decisivos. Muitas vezes, o consumidor não dispõe de todo o valor e vê o crédito como a única possibilidade de levar o produto de maneira imediata para casa, deixando a reflexão em segundo plano”, explica Vignoli.

A pesquisa ainda mostra que, em muitos casos, pode ser vantajoso optar pelo pagamento a vista. Em cada dez consumidores, seis (59%) conseguiram algum desconto ao pagar por uma compra em dinheiro ou no débito no último mês de março, sendo que 34% pechincharam pelo desconto para pagamento no dinheiro e 15% recebeu uma oferta do próprio lojista, caso pagasse também em dinheiro. Dentre os que receberam desconto, o percentual médio de abatimento foi de 11%. Os que não receberam qualquer desconto formam 29% da amostra.

“Pagar à vista é uma forma eficaz de economizar, pois evita o pagamento de juros, que geralmente estão embutidos nas parcelas. É comum comerciantes oferecerem descontos em compras realizadas no dinheiro, já que nesses casos eles podem abater as taxas da máquina de cartão. Então, o consumidor deve deixar a timidez de lado e pechinchar sempre”, afirma Vignoli.

Com informações da da CNDL/SPC Brasil

Rádio Metrópole

Polícia Civil Gaúcha alerta população sobre golpes em compras pela internet

A Polícia Civil Gaúcha, notadamente à 22ª DPRI, regional de Três Passos, solicitou na tarde desta terça-feira (08/01), a veiculação do texto abaixo para conhecimento e alerta da sociedade, a fim de orientar a população sobre os riscos decorrentes de compras efetuadas pela internet.

  • ATENÇÃO AO COMPRAR NA INTERNET: EVITE GOLPES

O consumidor que faz compras pela internet para fugir do movimento nas ruas e conseguir preços mais baixos deve tomar cuidado com os golpes virtuais. Muitos sites que parecem legítimos podem ser verdadeiras armadilhas. Abrir uma loja virtual é fácil e barato. Pessoas de má-fé podem copiar fotos, textos e criar uma boa estrutura de navegação para compra e emissão do boleto bancário. Depois, como numa loja séria, ainda enviam para o consumidor um e-mail dando os “parabéns” pela compra. Hoje em dia, se você ligar para o telefone da loja fraudulenta ele existe. Se você mandar o e-mail, ele é respondido. Mas, na verdade tudo está sendo preparado para o golpe. Depois que o dinheiro das pessoas é coletado, tudo desaparece. Recentemente o PROCON/SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) atualizou a lista de sites que devem ser evitados pelos brasileiros. Com isso, a sua “lista negra” passa a contar com 421 endereços que apresentam perigo aos consumidores. A lista está disponível em:

 http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php

 A falta de entrega do produto é a principal reclamação contra as lojas virtuais fraudulentas. Antes de comprar, portanto, recomenda-se que o consumidor busque informações a respeito do fornecedor para não cair em armadilhas.

Confira adiante 11 dicas para evitar golpes:

  • Desconfie de preços muito baixos. Não existe milagre: desconfie de ofertas vantajosas demais.
  • O site tem que oferecer uma compra segura (garantir que ninguém mais tenha acesso a seus dados pessoais). Para isso, na hora da compra, deve aparecer um “cadeado” na barra inferior do navegador. Mas cuidado: muitos sites falsos copiam essa imagem e inserem dentro página. Clique duas vezes sobre esse ícone e uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer. Em alguns sites falsos, o cadeado pode até aparecer, mas será apenas uma imagem e ao clicar duas vezes sobre ele nada irá acontecer.
  • Atenção ao endereço que aparece na hora de fazer a compra: Depois do “http” deve aparecer a letra “s” que significa “security” (segurança). Se a página for segura, tem de começar com “https”. Se for só http, cuidado.
  • No ato da compra, minimize a página: se o teclado virtual for minimizado também, está correto. No entanto, se ele permanecer na tela sem minimizar junto com esta, está errado.
  • Sempre que fornecer seus dados sigilosos, como por exemplo do cartão de crédito, digite sua senha “errada” na primeira vez. Se aparecer uma mensagem de erro, significa que o site é realmente do banco, pois o sistema tem como checar a senha digitada. Mas, se digitar a senha errada e não acusar erro é um mau sinal. Alguns golpistas querem apenas capturar senhas.
  • Atenção para a forma de pagamento. Evite comprar em sites que recebem apenas por boleto bancário ou depósito em conta. Ainda, veja quem é o titular da conta bancária. se for uma pessoa física e não uma empresa, não compre!
  • Procure no site a identificação da loja em que pretende realizar a compra (razão social, CNPJ, telefone e outras formas de contato além do e-mail).
  • Prefira fornecedores recomendados por amigos ou familiares.
  • Imprima ou salve todos os documentos que demonstrem a compra e a confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios etc.).
  • Instale programas de antivírus e o firewall (sistema que impede a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados) e os mantenha atualizados em seu computador.
  • Nunca realize transações online em lan houses, cybercafés ou computadores públicos, pois podem não estar adequadamente protegidos.

 

Fonte: William Garcez – Delegado de Polícia / Polícia Civil Gaúcha/ 22a DPRI

O Grande Sorteio da “A Nota é Minha”, foi realizado na manhã de hoje

Foram sorteados SEIS Vale Compras no valor de R$500,00

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Fotos: Andréia Queiroz

Aconteceu na manhã desta quinta-feira (24), o Grande Sorteio da “A Nota é Minha”, realizado pela Prefeitura Municipal de Crissiumal.

Este foi 11º Sorteio do Ano, finalizando a troca de notas fiscais para o ano de 2015.

Foram sorteados seis (6) Vale Compras, no Valor de R$500,00, dentre as 443.725 cartelas participantes do sorteio, contemplando seis (6) ganhadores.

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Os felizes ganhadores foram os seguintes:

1º- nº 155.479 – Jair Roberto SchabbachKrohn – Mato Queirmado

2º- nº 185.899 – 3º Ano Manhã Escola Municipal Madre Paulina – Av. Palmeira das Missões

3º- nº 005.034 – Jairo Adelar Bohmer – Rua Iraí

4º- nº 099.512 – Cecília Watte – Av. Palmeira das Missões

5º-nº 268.336 – Cassiano Hepp – Linha Concórdia

6º- nº 096.872 – Rubem Bickel – Linha Principal

A troca de Notas Fiscais, junto à Prefeitura Municipal de Crissiumal, poderá ser realizada a partir de fevereiro de 2016.

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Fonte: Andréia Queiroz – Assessora de Imprensa Prefeitura de Crissiumal