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MP-RS apresenta razões para pedir aumento das penas de condenados no Caso Bernardo

Para Promotoria de Três Passos, sentença foi ‘branda’

Foto: Joyce Heurich/G1

A Promotoria de Justiça de Três Passos, no Noroeste do Rio Grande do Sul, apresentou as razões de apelação para o pedido de aumento de penas dos quatro condenados pela morte do menino Bernardo Boldrini, em abril de 2014.

O recurso já foi protocolado na Justiça, em 19 de março, quatro dias após a condenação. Conforme o MP, as razões, ou seja, os motivos apontados pelo órgão para pedir o aumento das penas, são apresentadas após a gravação do julgamento ser transcrita e anexada ao processo. Os réus também recorreram.

Como ficaram as condenações:

  • Graciele Ugulini: 34 anos e sete meses de reclusão em regime inicialmente fechado, por homicídio quadruplamente qualificado e ocultação de cadáver. Ela não poderá recorrer em liberdade.
  • Leandro Boldrini: 33 anos e oito meses de prisão por homicídio doloso quadruplamente qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.
  • Edelvânia Wirganovicz: 22 anos e 10 meses por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.
  • Evandro Wirganovicz: nove anos e seis meses em regime semiaberto por homicídio simples e ocultação de cadáver.

Para o Ministério Público, as penas foram “brandas”. Conforme o recurso, “a reprimenda deve sempre ter por norte a censura da conduta ilícita, na exata medida da sua singular gravidade, desvinculando-se da operação matemática defendida por parcela da doutrina, para, aproximando-se das particularidades do caso apreciado, ensejar a efetiva individualização da pena, como previsto no inciso XLVI, do art. 5º, da Constituição Federal”.

Depois da manifestação das defesas dos réus, o recurso deve ser encaminhado ao Tribunal de Justiça do RS, para que seja apreciado por uma Câmara Criminal.

Fonte: G1 RS

Caso Bernardo: onze dias após julgamento, Evandro Wirganovicz deixa a cadeia

Condenado por homicídio e ocultação de cadáver a nove anos e meio de prisão, ele já atingiu condições para receber liberdade condicional

Jefferson Botega / Agencia RBS

Após quase cinco anos preso, um dos quatro condenados por assassinar o menino Bernardo Boldrini, 11 anos, em 2014, em Três Passos, deixou o presídio na noite de segunda-feira (25). Evandro Wirganovicz, 36 anos, recebeu o direito de liberdade condicional por volta das 19h. Ele foi considerado culpado pelos crimes de homicídio simples e ocultação de cadáver durante o histórico julgamento, que teve a sentença proferida em 15 de março.

Segundo o advogado de Evandro, Luiz Geraldo Gomes dos Santos, a saída de seu cliente da cadeia atende a pedido feito pela banca à juíza Sucilene Engler, responsável pelo processo. Irmão de Edelvânia Wirganovicz, que era amiga da madrasta de Bernardo, ele teve pena imposta de nove anos e seis meses e estava preso desde 2014.

— O Evandro já havia atingido o tempo de cumprimento de pena, que é requisito objetivo, e bom comportamento carcerário, que é requisito subjetivo. Era um direito que ele já havia adquirido — declarou o advogado.

Evandro foi acusado pelo Ministério Público por ser o responsável por abrir previamente a cova onde o menino seria enterrado. Ele era o único dos quatro condenados que cumpriu pena em Três Passos. Agora, de acordo com o advogado, ele tentará retomar a vida na região. Antes de ser preso, ele morava em Frederico Westphalen – cidade onde o menino foi encontrado morto.

— Ele vai retomar a vida dele, trabalhar, voltar com os laços de amizade. Esquecer o que aconteceu e seguir em frente — diz o advogado.

O condenado tem agora a obrigação legal de se apresentar de três em três meses ao judiciário para dizer onde mora e suas atividades. Mesmo com sua  liberdade, a defesa vai entrar com recurso pedindo a sua absolvição, porque o considera  inocente.

Fonte: ZH

Caso Bernardo: MP deve recorrer para aumentar penas de réus condenados

Promotoria analisará parâmetros usados pela juíza Sucilene Engler para calcular a pena de cada réu na sentença proferida na última sexta-feira

Jefferson Botega / Agencia RBS

O Ministério Público (MP) de Três Passos deverá recorrer das condenações do quatro réus condenados pela morte de Bernardo Uglione Boldrini. A sentença foi anunciada na sexta-feira (15), depois de cinco dias de julgamento.

Conforme o promotor Bruno Bonamente, será feita uma análise dos parâmetros usados pela juíza Sucilene Engler para calcular a pena de cada réu.

— A juíza avalia vetoriais do art 59 do Código de Processo Penal e faz o cálculo a partir do entendimento que teve. Nós acreditamos que em alguns casos pode haver aumento. Por exemplo: a conduta social do Leandro (Boldrini, pai de Bernardo). O fato ocorrido e a forma como ele praticou não permitem que tenha conduta abonada — explicou o promotor.

Mas o MP vai analisar a situação dos quatro réus. Boldrini foi condenado a 33 anos e oito meses, Graciele Ugulini, a madrasta, a 34 anos e sete meses, Edelvânia Wirganovicz, amiga da madrasta, a 22 anos e 10 meses, e Evandro Wirganovicz, irmão de Edelvânia, a nove anos e seis meses. Graciele, segundo o promotor, já teve pena maior que a de Boldrini pelo fato de ser, além de mentora, também executora do assassinato de Bernardo.

Assim que receber a intimação da decisão que foi lida na sexta-feira, o MP terá prazo de dois dias para informar à juíza de que vai recorrer. Depois disso, prazo de mais cinco dias para apresentar seus argumentos. Mas todo esse trâmite ainda depende de a juíza receber do Tribunal de Justiça a transcrição completa do julgamento.

O júri do caso durou cinco dias em Três Passos. Na sexta-feira, depois de a sentença ser anunciada, a população fez uma caminhada até a casa do menino e retirou todos os cartazes que se acumulavam há quase cinco anos. As grades da mansão ficaram limpas. O objetivo é de encerrar o caso e dar “descanso” a Bernardo.

— Ficamos satisfeitos com o resultado, não com a pena, mas com o reconhecimento da responsabilidade dos réus. Isso mostra que fomos bem interpretados pelos jurados — afirmou Bonamente.

 

Fonte: ZH

AO VIVO : 4º dia de Júri do caso Bernardo

Foto do 4º dia : Eduardo Matos / Gaúcha ZH

Nesta quinta-feira (14) acontece o quarto dia de julgamento dos acusados de assassinar o menino Bernardo Boldrini, em Três Passos. O pai, Leandro Boldrini, e a madrasta, Graciele Ugulini, foram presos pelo crime, assim como Edelvânia e Evandro Wirganovicz — eles respondem por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. De acordo com o Tribunal de Justiça, o julgamento deve durar pelo menos cinco dias.

JÚRI CASO BERNARDO (4 Dia – Manhã)

ATENÇÃO: Depoimento da madrasta Graciele Ugulini abre o quarto dia de depoimentos do caso Bernardo.Acompanhe ao vivo!

Posted by Atmosfera Online on Thursday, March 14, 2019

 

AO VIVO TAMBÉM NO LINK ABAIXO:

http://www.tjrs.jus.br/transmissao/externo.php

 

Em depoimento, madrasta deve inocentar o pai de Bernardo e alegar morte acidental

 

Jefferson Botega / Agencia RBS

Ao depor na manhã desta quinta-feira, no julgamento em Três Passos, a madrasta de Bernardo Uglione Boldrini, Graciele Ugulini, deverá manter a versão que inocenta Leandro Boldrini de qualquer participação na morte do menino. Ontem (13), Boldrini depôs e afirmou que quem planejou e executou o crime foram Graciele e a amiga Edelvânia Wirganovicz. Os três são réus no processo pela morte do garoto, assim como Evandro Wirganovicz.

Apesar da acusação, o advogado de Graciele, Vanderlei Pompeo de Mattos, não fez questionamentos ao réu.

— Só tornaria mais polêmica a manifestação dele. É a versão apresentada por ele. Eu me sustento na versão apresentada pela minha cliente e hoje vai ser o momento dela apresentar a versão dela — explicou Pompeo de Mattos.

É a primeira vez que Graciele falará publicamente sobre o crime. O único depoimento que deu foi à polícia, em 30 de abril de 2014.

— Ela ocultou (de Boldrini) o acidente ocorrido (a madrasta alega que a morte foi acidental). Tanto que a ida à festa (o casal foi em uma festa no sábado, dia 5 de abril de 2014) foi uma forma de dissimular mais ainda. Não contou nada para ele — disse o advogado.

Pompeo de Mattos afirmou que Graciele não pretende silenciar, mas que vai depender da postura do Ministério Público.

— Vejo uma postura odiosa por parte da acusação. Venho lutando há cinco anos, estou com espingarda de pressão e máquina estatal do Judiciário está com um míssil contra nós. É todo um aparato estatal contra um defensor com cliente presa. E essa história de comoção que pregaram? Tchê, sobrou banco no plenário. Não vi uma pessoa se manifestando. Cadê o clamor público? Venderam essa imagem para polemizar o que não existe.

Ele já havia se manifestado pouco antes do início do julgamento, na segunda-feira, afirmando que sustentará a tese de que o crime foi culposo (sem intenção de matar), já que, segundo ele, Graciele teria permitido que o enteado tomasse os medicamentos, que acabaram resultado na sua morte. Essa versão, de que houve um acidente e não um crime, deve ser defendida pelo advogado ao longo dos debates.

A juíza Sucilene Engler avisou os jurados, no final da sessão desta quarta-feira (13), que nesta quinta-feira os trabalhos devem ultrapassar as 19h. A intenção é dar início aos debates entre Ministério Público e defesas, para garantir que o julgamento seja encerrado na sexta-feira.

Fonte: Gaúcha ZH

AO VIVO: 3º Dia de julgamento do Caso Bernardo

Foto: Gabriel Garcia / G1 RS

Chega ao terceiro dia o julgamento dos quatro acusados de assassinar o menino Bernardo Boldrini, em Três Passos.

Nesta quarta-feira (13), a expectativa é de que sejam ouvidas as seis testemunhas restantes. De acordo com o Tribunal de Justiça, o julgamento deve durar cinco dias.

ACOMPANHE AO VIVO NO LINK ABAIXO:

http://www.tjrs.jus.br/transmissao/externo.php

 

Caso Bernardo: Encerrada oitiva de testemunhas de acusação

O Ministério Público concluiu há pouco a oitiva das cinco testemunhas arroladas pela acusação. Pela manhã,  falou a empresária Juçara Petry. À tarde, foi a vez da Psicóloga Ariane Schmitt e da ex-secretária de Leandro Boldrini, Andressa Wagner. Ontem, foi a vez das Delegadas Caroline Machado e Cristiane Moura.

Em seguida, as testemunhas de Leandro Boldrini serão ouvidas.

Vídeos

Os Promotores de Justiça  exibiram vídeos que Leandro Boldrini gravou do próprio celular onde Bernardo está agitado e mostra uma faca para o pai. O menino grita, chora e pede que o pai pare de filmá-lo. As imagens foram mostradas durante o depoimento da Psicóloga Ariane Schmitt. “Esse não é o Bernardo que todos conhecemos. Jamais se quer perpetuar um comportamento agressivo”, afirmou a testemunha. “Menino dócil,  sensível,  pedia abraços”, definiu. “Bernardo não morreu no dia 4 de abril. Bernardo teve uma morte lenta, gradual e contínua.”

Medicação

Por questão de ética profissional, a Psicóloga não revelou o teor de suas conversas com Bernardo. Ela disse que tratou Bernardo por um tempo, mas a família optou por interromper o tratamento. Quando retornou, o menino disse contou que estava tomando medicação. “Ritalina, Risperidona e Rivotril”.

Ariane disse que conversou muito com pessoas que conheciam o menino. “Bernardo foi muito pouco feliz”. Ela contou que o quarto do menino era azul marinho e sem vida, ao passo que o resto da casa era decorada. “Se deve dar asas para voar  mas com raízes. Criatura e criador precisam estar ligados afetivamente. Do contrário,  criará na criança uma rebeldia”, disse a Psicóloga.
À defesa de Graciele,  ela relatou que Bernardo costumava tomar os remédios sozinho, inclusive, levava para a escola.

Psicóloga Ariane Schmitt: “Bernardo foi muito pouco feliz” (Foto: Márcio Daudt)

 

Relacionamento com o pai

Pai tangencial, sem empatia, sem vínculo algum com o filho. Assim a Psicóloga definiu a relação de Leandro Boldrini com o filho. “Como profissional, Leandro é excelente, nota 10. Mas como pai,  deixou a desejar. A autoridade era exercida com violência,  com um certo sadismo,  como vimos nos vídeos.”

Ela citou uma ocasião em que Bernardo estava com bronquite e foi sozinho ao consultório do médico,  que exigiu a presença do pai. O médico procurou Boldrini,  mas sequer foi recebido.

Menino dócil

Para  Ariane, Bernardo sofria de falta de afeto e de vínculo familiar.

À defesa de Leandro, ela disse que não conseguiu dar um fechamento clínico para o caso de Bernardo, o atendeu “meia dúzia” de vezes. A madrasta esteve junto “no máximo duas vezes”.

A defesa de Graciele perguntou à testemunha se Bernardo odiava alguém. “Sim, a madrasta. Havia animosidade.”

Ordem para expulsar

Andressa Wagner, ex-secretária da clínica de Leandro Boldrini foi a última testemunha arrolada pelo Ministério Público. Os dois trabalharam juntos por cinco anos. O depoimento dela girou em torno da autenticidade da assinatura do médico.

Ela não permitiu registro de imagens dela e chorou em plenário quando questionada sobre o motivo da restrição.

Andressa contou que a madrasta deu ordem para que a funcionária expulsasse Bernardo do consultório,  caso ele aparecesse por lá.  Houve uma vez em que ela estava muito irritada e comentou que teria que “dar fim” no menino e que “dinheiro era tinha para dar fim no guri”. Ela não sabe se Leandro Boldrini tinha conhecimento dessa ordem.

A ex-funcionária disse ainda que nem sempre o relacionamento dos dois foi assim. Que, no início, Graciele e Bernardo se davam bem e passeavam juntos. Bernardo contou para Andressa que ia ganhar um aquário. “Ele falou para o pai que ia comprar o aquário,  tiraram uma foto juntos e o Doutor mostrou a clínica para ele¿. Andressa contou ao MP que chegou a ajudar Bernardo em trabalhos de aula e que também o acompanhou em  consulta médica e ao dentista. “Não tinha ninguém para levar.”

Edelvânia esteve na clínica,  ocasião em que contou para a testemunha que seria madrinha de Maria Valentina,  a filha de Graciele e Leandro.  As duas conversaram por cerca de meia hora. O médico estava no hospital operando um paciente. Antes disso, ela nunca tinha falado com a acusada.

Assinatura

De acordo com Andressa, o médico era um excelente profissional. O Promotor de Justiça perguntou a ela sobre a assinatura do ex-chefe dela. Ele mostrou cópias de receitas com assinaturas que seriam de Boldrini. A testemunha, em princípio,  disse que a assinatura do médico não variava. Entretanto,  ela não reconheceu todas as formas apresentadas nos documentos apontados pelo MP e ficou confusa em relação a elas.

Medicina

A vida de Leandro Boldrini era voltada para o trabalho,  sendo a profissão  “sua paixão”. A ex-funcionária disse que foi fiel ao médico e que  nutre por ele um misto de sentimentos,  oscilando entre raiva e gratidão.  Nunca viu Leandro nervoso ou brigando com Bernardo.

Morte de Odilaine

Um laudo de um perito particular, contratado pela mãe de Odilaine, já depois da morte do neto, apontou que Andressa teria escrito uma carta se passando pela mãe de Bernardo, supostamente deixada por ela antes de se suicidar. O fato causou revolta popular e fez com que Andressa fosse embora de Três Passos. “Acabaram com a minha vida”, disse ela, chorando. O processo que investigou as circunstâncias da morte de Odilaine chegou a ser retomado,  mas foi rearquivado.

A testemunha disse que se sentiu pressionada durante a investigação policial. “A delegada Caroline chegou dizendo para eu falar onde estava Bernardo.”

Chaves

De acordo  com a testemunha, sempre que Bernardo foi à clínica estava com as chaves de casa e um controle preto na mão. Estava sempre bem vestido. Sempre foi magro, mas ela considera que o menino sempre foi assim.

 

Fonte:tjrs

AO VIVO – Segundo Dia do julgamento do Caso Bernardo

Acompanhe o segundo dia do juri

Foto: Adriana Irion / Gaúcha ZH

O júri do Fórum de Três Passos retoma nesta terça-feira (12) o julgamento dos quatro acusados de assassinar o menino Bernardo Boldrini, morto há quase cinco anos. O pai, Leandro Boldrini, e a madrasta, Graciele Ugulini, foram presos pelo crime, assim como Edelvânia e Evandro Wirganovicz. Eles respondem por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

De acordo com o Tribunal de Justiça, o julgamento deve durar cinco dias. A Brigada Militar (BM) preparou um esquema de segurança para evitar a aglomeração de pessoas nas proximidades do prédio.

ASSISTA AO VIVO :

http://www.tjrs.jus.br/transmissao/externo.php

 

 

AO VIVO: Começa o julgamento dos réus do Caso Bernardo

Acompanhe o primeiro dia de juri

Réus Leandro Boldrini (D, de camisa amarela), Graciele Ugulini (C, ao fundo), Evandro Wirganovicz (C, de camiseta azul) e Edelvânia Wirganovicz (E, de blusa clara) acompanham primeiro dia de júri no Fórum de Três Passos Foto:Jefferson Botega / Agência RBS

Começou nesta segunda-feira (11), em Três Passos, o julgamento dos quatro acusados de matar o menino Bernardo Boldrini, morto há quase cinco anos. O pai, Leandro Boldrini, e a madrasta, Graciele Ugulini, foram presos pelo crime, assim como Edelvânia e Evandro Wirganovicz. Eles respondem por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

O site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ)transmite imagens ao vivo do julgamento.

Para melhor visualização do vídeo utilize os navegadores Chrome ou Firefox .

ACESSE:

http://www.tjrs.jus.br/transmissao/externo.php

 

 

Brigada Militar comunica: Segurança pública ostensiva durante julgamento do Caso Bernardo

A Brigada Militar informa que realizará uma operação especial durante os dias do julgamento do caso Bernardo Boldrini. O 7° BPM receberá o apoio do efetivo do Batalhão de Polícia de Choque de Santa Maria (BPChq), realizando o controle de trânsito e saturação do policiamento ostensivo em torno do prédio do fórum de Três Passos.

A Brigada Militar informa que durante os dias do julgamento será isolada a calçada em frente e na lateral do fórum.

Também o trânsito sofrerá as seguintes alterações:

* A Rua General Osório será totalmente interditada, sendo permitido o estacionamento de funcionários do fórum e Ministério público (devidamente identificados por crachá) e de veículos de imprensa devidamente identificados;
* No primeiro dia, interdição total da pista da Av. Júlio de Castilhos, em frente ao fórum, sentido fórum/centro. O outro lado da via estará liberado, sentido centro/fórum;

A Brigada Militar informa que será proibida a aglomeração de pessoas em frente e na lateral do fórum. Também não será permitida a colocação de caixas e veículos de som, evitando a perturbação dos trabalhos, conforme pedido do Poder Judiciário.

 

 

Fonte: Brigada Militar/Fronteira Noroeste