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Bandeira tarifária aplicada na conta de luz ficará mais cara


Proposta aprovada altera o valor das bandeiras tarifárias a partir de 1º de junho

Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 21, uma resolução que estabelece as faixas de acionamento e os adicionais das bandeiras tarifárias com vigência em 2019. Segundo a agência, foi incorporado um avanço metodológico para a regra de acionamento que atualiza o perfil do risco hidrológico (GSF), o qual passa a refletir exclusivamente a distribuição uniforme da energia contratada nos meses do ano (“sazonalização flat”). “O efeito do GSF a ser percebido pelos consumidores retratará com maior precisão a produção da energia hidrelétrica e a conjuntura energética do sistema”, informa.

A proposta aprovada altera o valor das bandeiras tarifárias a partir de 1º de junho. A bandeira amarela passa a R$ 1,50 (antes era R$ 1,00) a cada 100 (KWh), já a bandeira vermelha no patamar 1 custará R$ 4,00 (antes era R$ 3,00) a cada 100 (KWh), e no patamar 2, custará R$ 6,00 (antes era R$ 5,00) a cada 100 (KWh).

A alteração foi especialmente motivada pelo déficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras. O tema passou por audiência pública que recebeu 56 contribuições das quais 36% foram acatadas integralmente e 2% parcialmente.

A Aneel explica que o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Esse custo, segundo a agência, é pago de imediato nas faturas de energia, o que desonera o consumidor do pagamento de juros da taxa Selic sobre o custo da energia nos processos tarifários de reajuste e revisão tarifária.

Na metodologia das bandeiras tarifárias as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração. A definição da cor da bandeira continua a ser dada pela combinação entre risco hidrológico e preço de liquidação de diferenças (PLD).

Fonte: Correio do Povo/AE

Preço para cálculo do ICMS da gasolina sobe mais 10 centavos no RS

Reajuste entra em vigor em 16 de maio

Patrick Rodrigues / Agencia RBS

O preço para cálculo do ICMS da gasolina comum terá mais uma alta no Rio Grande do Sul. A elevação será de 10 centavos e entra em vigor no dia 16 de maio. No início do mês, já tinha subido oito centavos.

O chamado valor de pauta sobe agora para R$ 4,78. É sobre ele que incide a alíquota de 30% do tributo sobre a gasolina para recolhimento pelas empresas.

Já esperada, o alerta sobre a nova elevação é do Sulpetro, sindicato que representa os postos do Rio Grande do Sul.  A Receita Estadual considera a média das notas fiscais eletrônicas emitidas em um determinado período anterior pelos postos de combustível do Rio Grande do Sul. Se sobe na bomba, tende a aumentar o valor de pauta do ICMS depois. Costuma haver, portanto, um efeito em cascata posterior nos preços aos consumidores.

A última pesquisa da Agência Nacional do Petróleo identificou preço médio da gasolina em R$ 4,77 no Rio Grande do Sul. Só nas últimas quatro semanas, a alta é de R$ 0,14. Há municípios, com postos cobrando R$ 5,29 pelo litro do combustível.

A média ainda não atingiu, no entanto, o pico mais alto de preço, que foi registrado em outubro do ano passado. Na época, a pesquisa da ANP apontou média de preço de R$ 4,953 na gasolina em postos do Rio Grande do Sul.

 

Fonte: ZH

Bolsonaro confirma aumento de validade da carteira de motorista

 

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro disse que, em breve, vai encaminhar ao Congresso Nacional uma medida provisória para aumentar o tempo de validade da Carteira Nacional de Habilitação, de cinco anos para dez anos.

Em entrevista ao Programa Silvio Santos, no último domingo (5), ele também defendeu o aumento no limite tolerado de pontos na carteira de motorista e a retirada de radares das rodovias federais.

“Vinte pontos se perde com muita facilidade. [O motorista] é emboscado em todo lugar”, disse. “Você não tem mais prazer em dirigir, a qualquer lugar que você vá está cheio de radar. O radar extrapolou a ideia de proteger a vida, é caça-níquel para aumentar a arrecadação. É dinheiro que tira do povo”, argumentou o presidente.

Bolsonaro disse que, ao assumir o governo havia cerca de 8 mil pedidos para instalação de novos radares, que foram engavetados. Segundo ele, os radares instalados nas rodovias federais também serão removidos, na medida em que os contratos com as empresas forem expirando.

Previdência

Bolsonaro também voltou a defender a reforma da Previdência como forma de regularizar a situação financeira dos governos, que gastam mais com aposentadorias do que recebe de contribuições, e retomar investimentos em obras públicas. “A Previdência não é só para o governo federal, a maioria dos estados está em situação critica, a maior parte dos municípios está na mesma situação”, ressaltou.

O projeto foi encaminhado ao Congresso Nacional em fevereiro pelo Executivo e, para o presidente, a maioria dos parlamentares está convencida da necessidade de aprovar a reforma, “apesar dos desgastes políticos”. “Essa reforma é para ajudar os pobres. Nós queremos garantir a aposentadoria para as futuras gerações”, disse.

 

Fonte: AG. Brasil

Governo propõe subir limite para cassar CNH de 20 para 40 pontos

Ministério da Infraestrutura informou que texto com mudanças no Código de Trânsito será enviado para análise do Congresso até o fim desta semana

Texto terá que ser votado na Câmara e no Senado / Foto: Divulgação

O Ministério da Infraestrutura informou nesta terça-feira (9) que o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) enviará ao Congresso um projeto de lei que prevê o aumento da quantidade de pontos para a perda da habilitação dos motoristas.

O objetivo é que a CNH seja suspensa apenas quando o motorista atingir 40 pontos — atualmente são 20 no período de 12 meses ou por infração gravíssima, como dirigir sob influência de álcool ou drogas.

Segundo o ministério, o projeto de lei “prevê maior celeridade aos processos administrativos referentes às infrações graves e gravíssimas que tramitam hoje nos Detrans dos estados”. O texto prevê reduzir de seis para três instâncias até que a carteira seja cassada.

Renovação a cada dez anos

O governo quer ainda aumentar de cinco para dez anos, para quem tiver até 50 anos de idade, o tempo para renovação da CNH.

A exceção serão casos em que houver indícios de deficiência física, mental ou de doença que possa diminuir a capacidade para condução de veículo.

 

Fonte: R7

Preços dos remédios devem subir até 4,3%

Imagem Ilustrativa

Os preços dos medicamentos poderão ser reajustados em até 4,33% a partir de 31 de março, segundo estimativa do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos). O aumento está acima da inflação oficial de 2018, que fechou o ano em 3,75%, conforme apurado pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

O valor antecipado pela indústria é apurado com base em critérios de reajustes divulgados pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). O índice ainda não está confirmado, informou o Ministério da Saúde. Dificilmente, porém, a estimativa da indústria apresentará discordância em relação ao valor oficial.

A diferença entre o aumento geral do custo de vida e o reajuste autorizado está relacionado a questões específicas do mercado de medicamentos, de acordo com o representante da indústria.

O sindicato ainda argumenta que a inflação dos medicamentos fechou o ano passado em 1,63%, abaixo, portanto, do índice de reajuste autorizado pelo governo para 2018, que foi de 2,43%, na média.

O índice de reajuste de 2019 deverá valer para todos os grupos de medicamentos, prevê o sindicato. Na maioria dos anos anteriores, o governo estabeleceu três diferentes percentuais, sendo o maior aplicado aos produtos mais ofertados no mercado.

A adoção de três faixas para ajustar os preços depende do índice de produtividade do setor, conforme o padrão estabelecido pela Cmed. Como a produtividade apurada foi zero, o índice de reajuste deve ser linear. O Ministério da Saúde não confirma a adoção do índice único.

O aumento de 4,33% foi calculado com base na inflação, da qual foi descontada a produtividade da indústria farmacêutica e à qual foram somados os custos de produção não captados pelo IPCA, como a variação cambial e os insumos.

Fonte: Gaúcha ZH com informações da Folhapress

Crissiumal – Malu Calçados aumenta a produção

Em alinhamento com o que o Executivo Municipal havia divulgado semanas atrás, a Malu Calçados iniciou nesta segunda-feira, 11, uma nova linha de modelagem. Para isso, preencheu trinta vagas no setor industrial da empresa, na planta de Crissiumal.

E, com muita satisfação que a Municipalidade anuncia essa feliz notícia, processo este que vem acompanhado pelos setores competentes, desde o final último ano, do qual agora se concretizou. Segundo informações da chefia da empresa, existe a possibilidade de mais algumas vagas serem abertas nos próximos dias.

O Grupo Minuano se aproxima, assim, novamente da casa dos 300 empregos.

A Administração Municipal, em parceria com a referida indústria, que já vem fazendo melhorias, no quesito infraestrutura em logística; agora, o próximo passo, vem a ser a pintura externa dos prédios e piso interno da planta de calçados.

Por fim, o Executivo Municipal sempre está à disposição das demais empresas do município, aberta para uma possível expansão, melhoria e o recebimento de novas ideias, que visam a ampliação ou manutenção de empregos, inicialmente.

Por: SMPP – Prefeitura de Crissiumal

 

Taxas do Detran são reajustadas; veja novos valores para tirar ou renovar a CNH no RS

Aumento segue a correção da Unidade de Padrão Fiscal, que ficou em 3,86%

Foram publicados no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (28) os novos valores para emissão de primeira habilitação, renovação, expedição de documentos de condutores e veículos, entre outras taxas sob responsabilidade do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). O reajuste segue a correção na Unidade de Padrão Fiscal (UPF), que ficou em 3,86% e tem como base a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E).

O aumento entra em vigor na próxima sexta-feira, 1º de fevereiro. Para quem se inscrever em Centros de Formação de Condutores (CFC) e fizer os pagamentos das taxas até o último dia de janeiro, permanece válida a tabela antiga.

A lista completa dos novos valores será publicada no site do Detran. O preço final inclui o custos das aulas, pagos ao CFC, e as taxas cobradas pelo Detran.

O valor para tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria B, por exemplo, tem reajuste de R$ 84,10, passando de R$ 2.186,66 para R$ 2.270,76. Já a renovação da CNH tem aumento de R$ 8,32 — R$ 215,59 para R$ 223,91.

Confira, abaixo, alguns valores:

 

Fonte: ZH

Com fim de subsídio, Petrobras sobe preço do diesel em 2,5%

Valor do combustível passará a ser de R$ 1,8545 por litro, um aumento de R$ 0,0457

Isadora Neumann / Agencia RBS

A Petrobras informou que, por causa do fim do subsídio do diesel, programado para acabar nesta segunda-feira (31), a estatal decidiu elevar o preço do combustível em 2,5% a partir desta terça (1º). O preço médio nacional de comercialização deste combustível em suas refinarias e terminais passará a ser de R$ 1,8545 por litro, um aumento de R$ 0,0457.

“O novo preço, que entra em vigor a partir da zero hora de 1/1/2019, é inferior em 11,75% ao de 31/5/2018, de R$ 2,1016, o último antes do início do programa governamental. Esta alteração é consequência da variação do câmbio e do preço internacional do diesel no período”, explicou a Petrobras em nota.

Segundo a Petrobras, o preço médio que será praticado a partir desta terça também é R$ 0,1771 menor do que o primeiro valor estabelecido no âmbito da subvenção, que foi de R$ 2,0316, praticado em 1º de junho de  2018. “Com o ajuste, há uma queda de 2,1% em 12 meses no preço médio do diesel comercializado pela Petrobras”, afirmou a empresa.

De acordo ainda com a estatal, o novo preço representa cerca de metade do valor do diesel vendido nos postos, já que, no preço final ao consumidor, são adicionados os tributos, o custo do biodiesel e as margens de distribuidoras e revendedores.

Fonte: Gaúcha Zh

Alta do dólar vai aumentar preço dos alimentos e gerar desemprego, dizem especialistas

Nesta quinta-feira, a moeda americana atingiu o valor de 4,21, o maior índice desde 2016

Foto: Marcelo Casal / Agência Brasil

O dólar comercial atingiu o valor de R$ 4,21 nesta quinta-feira. Fechou o dia valendo R$ 4,14 – a 2ª maior cotação desde a criação do Plano Real, em janeiro de 2016. A alta da moeda norte-americana reflete na vida dos brasileiros e, se continuar aumentando o valor, pode fazer com que a alimentação fique mais cara e até mesmo gerar desemprego em alguns setores da indústria.

O professor de economia da FIA Labfin Alexandre Cabral explica como o dólar chegou nesse patamar nos últimos meses. “Há uns dois meses, o dólar subia e caía, estava patinando, mas começou a subir sem parar. Temos dois grandes motivos para isso: o cenário local e o externo”, diz. “O segundo turno da eleição ainda é um grande mistério. O resultado da eleição também é uma grande dúvida, porque existe a possibilidade de o presidente ser o terceiro candidato mais votado ser o eleito. Imagina um gringo lendo que o terceiro pode ser eleito e não os dois mais populares? Ele não tem confiança”, completa.

Ainda de acordo com Alexandre, o cenário externo também contribui para a alta do dólar. Estados Unidos e Turquia estão em meio a uma crise política e diplomática. Donald Trump anunciou o aumento das taxas sobre a importação de aço e alumínio turcos e isso fez com que a lira, a moeda turca, se desvalorizasse. Alexandre explica ainda que o Banco Central da Turquia está enfrentando problemas internos. “Está acontecendo tudo ao mesmo tempo. O Trump peitar a China, afeta o comércio. Mas a partir do momento em que ele enfrenta a Turquia, o mercado começa a comparar com o Brasil.”

Banco Central vende US$ 1,5 bilhão para conter alta do dólar

Nesta quinta, o banco central argentino anunciou que aumentou a taxa de juros para 60%, de 45%, e ainda aumentou em cinco pontos percentuais a taxa de compulsório para bancos privados.

Mas como isso afeta a vida do brasileiro?

O professor de economia da FGV Joelson Sampaio explica que o dólar está mais presente na vida do brasileiro do que muitos imaginam. “Pode pensar na vida das pessoas, na parte de consumo, em itens como a cesta básica, alimentos em geral, alimentos que levam farinha de trigo, como macarrão, pão, entre outros. Os preços são repassados para a população e acaba afetando o preço final”, explica.

Alexandre explica ainda que os alimentos ficam mais caros devido ao frete. “O combustível afeta o preço do que as pessoas consomem. E ele fica mais caro porque segue o preço internacional. Isso acaba refletindo no que as pessoas consomem, porque o frete fica mais caro o frete. É isso que encarece os produtos.”

Além disso, os alimentos ficam mais caros porque os produtos usados na plantação são importados. “Quando um cara vai comprar um fertilizante, vai repassar esse preço para o consumidor. O setor agro vai sentir bastante. Algumas coisas já estão começando a pingar nos preços finais.”

Desemprego

Se o dólar continuar em alta até o fim do ano, pode gerar desemprego para os brasileiros. “O setor industrial depende muito do petróleo. O nosso cotidiano tende a ficar mais caro. Algumas empresas não conseguem repassar o valor para a população, porque não são produtos essenciais. Repassa até um certo limite, porque senão não vende, aí demite”, diz Alexandre.

Para Joelson, o desemprego é uma possibilidade mais remota. “A alta do dólar provavelmente é passageira. Porém, se ficar nesse nível, pode ter demissões em alguns setores. Temos um pouco de estoque em alguns produtos também. Isso faz demorar um pouco pra chegar o aumento na população. O que gera o dólar alto é a economia não crescer.”

Inflação

Os dois economistas concordam quanto à inflação. De acordo com eles, a inflação vai aumentar por conta da alta do dólar. No entanto, como está em um patamar baixo, ainda não é motivo de preocupação. “Inflação de alimentos tem um pouco mais de repasse do que os outros setores. Mas podemos dizer que substitui um repasse por outro”, avalia Alexandre. “Afeta inflação, mas como estamos com um nível muito baixo, ainda acaba o ano com uma inflação dentro da meta”, explica Joelson.

Energia mais cara

O dólar também pode fazer com que a energia pese no bolso do consumidor. “Com o combustível mais caro, a energia elétrica pode ter um aumento de preço também”, avalia Joelson.

Fonte: Correio do Povo

Preço do gás de cozinha aumenta 4,4% a partir de amanhã

A Petrobras reajustou hoje (4) o preço do gás de cozinha (GLP) em 4,4%. O botijão de 13 quilos passa a valer R$ 23, 10 a partir de amanhã (5). No acumulado do ano, o GLP apresenta aumento de 5,2%, se comparado ao preço praticado em dezembro do ano passado.

A estatal informou que o reajuste ocorre devido à desvalorização do real frente ao dólar, que apenas entre março a junho foi de 16%, e ao reajuste de 22,9% do preço do GLP no mercado internacional no mesmo período.

Fonte: Agência Brasil