Universitário é preso em Bagé com tipo de maconha 10 vezes mais forte que a normal

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Ação da Polícia Civil e da PRF prendeu traficante que tinha até laboratório e vendia a droga em faculdades

Maconha mais forte que a normal foi apreendida no carro e no apartamento do estudante – Polícia Civil

 

A Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgaram na manhã desta terça-feira (6) a prisão de um universitário em Bagé, na região da Campanha, que vendia um tipo de maconha 10 vezes mais forte que a droga vendida no Estado. O traficante montou até um pequeno laboratório em seu apartamento, com estufa climatizada e controle de iluminação. A maconha era vendida principalmente para estudantes de faculdades.
O preso é um estudante de fisioterapia de 23 anos e não teve o nome divulgado pela polícia porque a investigação continua. O delegado Cristiano Ritta, da Delegacia Especializada em Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas (Defrec) de Bagé, informou que a ação ocorreu na noite de segunda-feira (5), quando o jovem voltava de Dom Pedrito. Ele tinha ido ao município da região para fazer uma entrega do entorpecente.
Os policiais também apreenderam dezenas de porções da droga já embalada para uma nova venda. Segundo Ritta, este tipo de maconha é extremamente forte e tem uma variação conhecida como “grapegum”, que é uma combinação selecionada das sementes de cannabis sativa com um potencial de THC (princípio ativo da maconha) 10 vezes superior ao normal. Além disso, no apartamento do estudante, havia estufa, controle de iluminação e uma matriz da droga que era utilizada para novos plantios. Tudo isso era para elevar o potencial da maconha.
O delegado Ritta disse ainda que essas variações da droga são populares em meios acadêmicos pelo fato de que o elevado teor de THC produz efeitos potencializadosnos jovens.
— Para ter uma ideia do potencial ofensivo à saúde dos seres humanos, a concentração de THC média da maconha é de 2% a 4%, sendo que a “grapegum” tem entre 18% e 20% de THC, em razão da seleção de sementes de origem canadense e do ambiente controlado em que é produzida — destacou Ritta.
A investigação da polícia continua, principalmente para identificar os fornecedores de sementes do traficante preso.

Fonte: Gaúcha ZH

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