Aniversário de Nova Candelária, 22 anos de desenvolvimento

O mês de dezembro é motivo para várias comemorações. Em Nova Candelária, especialmente, o dia 28 do mês 12 representa mais um ano de história, para um município que cresce constantemente. Comemoramos hoje 22 anos de emancipação político-administrativa de um pequeno município inserido na região do Vale do Alto Uruguai, pertencendo a Microrregião da Grande Santa Rosa, no Noroeste do Rio Grande do Sul.

Com uma área aproximada de 98 km², Nova Candelária teve sua população estimada em 2.710 habitantes, segundo o IBGE. A colonização do território iniciou por volta de 1935, quando chegaram os primeiros colonizadores oriundos das regiões das Colônias Velhas.

Em 13 de julho de 1962, por determinação de Dom João Hoffmann, bispo de Frederico Westphalen na época, foi instalada a Paróquia Nossa Senhora da Purificação de Candelária. Chamou-se Candelária por ser Orago da Capela Nossa Senhora da Purificação. Outra versão é de que a origem do nome foi inspirada nas bênçãos de Nossa Senhora da Candelária, da Alemanha.

Nova Candelária tem sua economia com base na produção primária, representada, principalmente pela suinocultura, seguida da produção de leite, milho e soja. O município destaca-se como um forte investidor na industrialização, com destaque para a produção gráfica, moveleira, de ração, metalúrgica e agroindustrialização. O feriado municipal será nesta sexta-feira 28 de dezembro, data em que se comemora mais um ano de belas histórias deste município.

Você, que vive, residiu ou nasceu em Nova Candelária, faz parte desta história. Parabéns ao município e parabéns a você!!

 

Por: Dalvane Rafael – Jornalista e Assessor de Comunicação da Pref. de Nova Candelária. MTB 19061/RS

ABEMEC recebe novamente a visita do Programa Mesa Brasil – SESC Ijuí

A Entidade ABEMEC recebeu na manhã de ontem (19/12), a visita do Mesa Brasil – Sesc Ijuí . Na oportunidade foi realizada a entrega de 250 kg de Batata e 100 Kg de Banana através do Programa.

Pontua-se a importância destes itens para a Alimentação das Crianças e Adolescentes que frequentam a Entidade ABEMEC Sede e Núcleos Bairro Mirim e Bairro Paraíso, qualificando o desenvolvimento das Atividades.

A ABEMEC agradece a parceria com o SESC de Ijuí, fazendo parte do Programa Mesa Brasil.

 

Por: Abemec

Schweinfest 2018 bateu novamente recorde de público

No domingo, 09 de dezembro, o município de Nova Candelária teve a honra de realizar a 22ª edição da Schweinfest, conhecida e registrada no calendário oficial de eventos do estado como a maior festa da suinocultura do Rio Grande do Sul.

Com as vendas de fichas para almoços encerradas em menos de um mês após o lançamento do primeiro lote, a 22ª Schweinfest alcançou novamente as expectativas da Comissão Central, da Administração Municipal e de todos os envolvidos que trabalham em prol deste evento.

Durante toda a programação, aproximadamente 4.200 pessoas passaram pelos Pavilhões da Schweinfest no domingo. Foram servidos em torno de 2.250 almoços e consumido 1.800 kg de carne suína, maior número registrado entre as 22 edições.

Dentre as novidades desta edição, o chopp da Brahma agradou a todos os presentes. Qualidade e bom atendimento fez com que o consumo da 22ª Schweinfest batesse o maior registro, que era de 8.300 litros em 2017, para 9.000 litros de chopp consumidos nesta edição, mais cerveja latão, água e refrigerante.

 

 

Por: Dalvane Rafael – Jornalista e Assessor de Comunicação da Pref. de Nova Candelária. MTB 19061/RS.

 

Caixas de leite são usadas para proteger casas de madeira da chuva e do frio em SC

Material faz isolamento térmico tanto para o frio quanto para o calor. Trabalho é feito por voluntário em Chapecó, no Oeste do Estado

Foto: Reprodução/NSC TV

Caixas de leite estão sendo usadas para realizar o isolamento térmico de casas de madeira, em Chapecó, no Oeste catarinense. A medida é uma proteção contra a chuva e, principalmente, o inverno rigoroso da região, além de reutilizar um material que iria para o lixo. O trabalho é feito por voluntários do projeto Brasil Sem Frestas.

A casa de Eva Maria dos Santos, na zona rural da cidade, é um exemplo. Foi construída pela família com restos de tábuas de madeira. A renda deles vem de trabalhos na agricultura em propriedades da vizinhança, e não sobra dinheiro para nenhum tipo de reforma.

Segundo a dona da casa, a estrutura é cheia de frestas que deixam passar o vento, o frio, e quando chove a situação é ainda pior. “De lá para cá, quando chove, entra água nas paredes”, afirma Eva.

O problema foi amenizado com o uso de 2 mil caixas de leite. “Minimiza o frio e o calor também. Internamente a casa vai ficar bem melhor. Também não vai entrar bicho”, garante a coordenadora do Brasil Sem Frestas em Chapecó, Márcia Adriana Lago.

As embalagens doadas são cortadas e costuradas formando placas, que depois são grampeadas nas paredes internas da casa, como um isolamento térmico. O projeto é realizado em todo país. A casa de Eva foi a segunda feita em Chapecó. Doze pessoas participaram do trabalho, que duram em média cinco horas de trabalho intenso.

As residências são selecionadas pela indicação da comunidade. “Precisamos de doação de máquina industrial, de mais pessoas para nos ajudar a costurar as caixas, que as pessoas se preocupem em nos entregar as caixas limpas. Basta abri-las, passar água e deixar de cabeça para baixo”, pede o voluntário Jhonny Camargo.

Na casa da Eva não há mais frestas. “Estou feliz, muito obrigada”, diz a moradora.

Os interessados em ajudar podem entrar em contato pelo telefone (49) 99163-6783.

Fonte: G1 SC

Dinossauro de pescoço longo mais antigo do mundo é descoberto no RS, diz estudo

Esqueletos dos animais são os mais completos encontrados no Brasil

Animais tinham hábito de andar em grupos. Foto Ilustração: Márcio L. Castro / Divulgação

Três esqueletos encontrados no fim de 2012, em Agudo, na Região Central, são os registros dos dinossauros de pescoço longo mais antigos do mundo. O achado, publicado nesta quarta-feira (21) no periódico científico britânico Biology Letters, é de 225 milhões de anos atrás (período Triássico) e traz informações importantes sobre esse grupo de animais. Os fósseis, bastante preservados nas rochas, também se destacam por serem os primeiros esqueletos completos de dinossauros encontrados no Brasil.

Batizado de Macrocollum itaquii, o dinossauro media cerca de 3,5 metros e trazia como principal característica o pescoço alongado, que, conforme o paleontólogo e um dos autores do estudo Rodrigo Temp Müller, do Centro de Apoio a Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria, facilitou a disseminação desses animais pela Terra:

— A partir dessa descoberta, começamos a entender características-chave: primeiro, o pescoço alongado, que ajudou na alimentação, depois a adaptação na dentição para se alimentar de plantas. É provável que, como se alimentavam de vegetação, se espalharam pelo planeta todo, pois não tinham que competir com outros animais.

Achados juntos, os esqueletos também trazem pistas sobre o comportamento desses animais, chamado de gregarismo:

— Indica que eles morreram juntos. Se morreram juntos, possivelmente, viveram juntos, sinalizando que viviam em grupos — completa Müller.

A escolha do nome tem relação ao pescoço comprido (Macrocollum) e também faz uma homenagem a José Jerundino Machado Itaqui, um dos principais responsáveis pela criação do Centro de Apoio a Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia, onde os fósseis do dinossauro estão preservados.

RS e Argentina guardam relíquias de milhões de anos 

Com frequência, o Rio Grande do Sul e a Argentina são citados em descobertas de dinossauros e animais que habitaram a Terra há milhões de anos. Não faz muito tempo, pesquisadores divulgaram o Bagualosaurus agudoensis e o Siriusgnathus niemeyerorum, animais cujos fósseis foram achados em Agudo. Em julho, no país vizinho, também foi anunciada a descoberta de um fóssil gigante, com mais de 200 milhões de anos. Mas o por que essas regiões são uma mina para esses achados?

Müller acredita que, possivelmente, os dinossauros surgiram nessa área do mundo, segundo indicativos das rochas dessas regiões.

— A partir daí (de 225 milhões de anos), começaram a ir para a região leste da pangeia, onde hoje fica a Índia — supõe.

Fonte: Gaúcha Zh

Rua dos Arcos receberá melhorias em Frederico Westphalen

O projeto de revitalização do Centro Histórico está orçado em R$ 700 mil

Foto: Agostinho Piovesan

Ainda nesta semana devem ser retirados os arcos instalados numa das quadras da rua Maurício Cardoso, no centro de Frederico Westphalen, segundo a administração municipal. As estruturas, no trecho denominado Rua dos Arcos, serão restauradas e recolocadas no início do próximo ano, como parte do projeto de revitalização do local, que está sendo elaborado por professores e alunos de Arquitetura e Urbanismo da URI, em parceria com a equipe de arquitetos e engenheiros da prefeitura. A iniciativa insere-se em um projeto mais amplo de revitalização do Centro Histórico.

O secretário de Planejamento, Alexandre Martinazzo, disse que aguarda a entrega da versão final do projeto pela URI para dar prosseguimento às ações, como a recuperação do asfalto. Ele informou que, logo após a retirada dos arcos, a RGE vai instalar nova iluminação pública, em um domingo ou feriado.

Conforme a prefeitura, estão previstos espaços para pedestres, com a ampliação das calçadas e mão única para veículos. O projeto deve ainda contemplar a instalação de bares e restaurantes, além de totens em cada arco com informações sobre a história de Frederico Westphalen e iluminação de LED. O projeto está orçado em R$ 700 mil.

Fonte: CP

Brasileiro é o 2º no mundo com mais medo de andar sozinho na rua à noite, aponta estudo

Uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que sete em cada 10 brasileiros (68%) se sentem inseguros em andar à noite na sua vizinhança. Segundo o diretor do FGV Social, Marcelo Neri, a pesquisa compara a evolução da percepção dos brasileiros em relação a outros países.

“É uma pesquisa que cobre 124 países. O Brasil é o segundo pior do ranking. Ele só perde para o Afeganistão. Até quando a gente pergunta para a população se alguém na família sofreu algum assalto nos últimos 12 meses, a situação do Brasil é ruim, mas não é tão ruim. Mas a situação vamos dizer do medo da violência, acaba sendo maior do que a própria violência.”

O levantamento aponta também que, no Brasil, as mulheres (76%) sentem mais medo de andarem sozinhas à noite na rua do que os homens (60%).

Além disso, o estudo mostra que este tipo de fenômeno é típico das grandes cidades. Por exemplo, nos municípios maiores, 75% dos moradores sentem temor de andar sozinhos na rua escura. Já nas cidades menores, incluindo o campo, 61% têm essa percepção.

Reportagem, Cintia Moreira

Fonte: Agência do Rádio

Grupo de canto e coral Rosa Branca realiza atividade no Lar do Idoso de Crissiumal

O Grupo de Canto e Coral Rosa Branca do SCFV da Terceira Idade de Crissiumal, esteve na manhã desta quarta-feira, dia 12 de setembro, animando mais uma vez os moradores do Lar do Idoso do município.

O Grupo apresentou um repertório com músicas de época, relembrando antigas canções e proporcionando um momento prazeroso aos idosos.

A apresentação contou com a presença do músico Ori Machado da Silva, integrante da Banda Visão Musical, o qual disponibilizou-se a acompanhar o Grupo. O Grupo Rosa Branca estende a Ori o agradecimento pela colaboração.

Por: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Crissiumal

Setrem oferece oficinas para produção de queijos

Serão cinco oficinas, nas quais o público vai aprender a elaborar dez tipos de queijo de maneira prática

 

A Setrem, por meio dos Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), em parceria com o curso superior de Tecnologia em Laticínios, está com inscrições abertas para oficinas de produção de queijos. Serão cinco oficinas, nas quais o público vai aprender a elaborar dez tipos de queijo de maneira prática, associando conhecimento teórico e métodos de produção com padrão de qualidade físico-químico, microbiológico e sensorial.

Cada oficina tem a duração de quatro horas. As aulas acontecem aos sábados de manhã, das 8h às 11h40min, na Agroindústria do Campus Setrem. A ministrante será a docente do curso de Laticínios, Vanessa Gass da Silveira. O investimento é de R$ 125,19 à vista, por oficina. A inscrição deve ser realizada separadamente para cada oficina, no site setrem.com.br/cursosfic.

Confira abaixo a lista das oficinas e as datas:

Queijo Minas Frescal, Ricota e Petit Suisse

Data: 15/09/2018

Queijo Tipo Colonial e Maturado no Vinho

Data: 27/10/2018

Queijo Prato (Variedade Lanche)

Data: 03/11/2018

Queijo Tipo Morbier e Queijo Maturado na Cerveja

Data: 10/11/2018

Queijo Quark e Queijo Tipo Boursin

Data: 24/11/2018

IBGE reduz em 5,7% previsão de safra para este ano

Apenas a soja deverá fechar o ano com alta em relação a 2017

Foto: Guilherme Testa / CP Memória

A suposição para a soja teve leve aumento em relação a junho (0,1%). A melhora da estimativa do algodão, de 1,3%, também contribuiu para evitar queda maior da previsão da safra de cereais, leguminosas e oleaginosas. Na comparação com 2017, das três principais lavouras de grãos do país, apenas a soja deverá fechar o ano com alta em relação a 2017 (1,2%). As outras duas deverão ter queda: milho (-16,7%) e arroz (-7,3%).

Outros produtos

Produtos que não entram no cálculo da safra de cereais, leguminosas e oleaginosas mas que têm peso importante na agricultura brasileira também são analisados pela pesquisa do IBGE. A cana-de-açúcar é o principal deles, já que é o maior produto agrícola do país em volume. Para a cana, é esperada uma safra 0,4% maior do que a de 2017. A projeção é, no entanto, 0,1% menor do que a feita em junho. O café também deverá ter alta em relação a 2017, de 23,6%, um resultado também 0,1% menor do que o previsto na pesquisa de junho.

A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas do país deve fechar o ano com 226,8 milhões de toneladas, 5,7% abaixo da produção de 2017, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de julho deste ano, divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A previsão da pesquisa de julho é 0,5% (1,1 milhão de toneladas) a menos do que estimativa a anterior, feita em junho pelo IBGE.

Outro produto com esse comportamento é o tomate, cuja produção prevista em de julho é 2,1% do que a de junho e que, portanto, deverá ter aumento de apenas 1,4% em relação a 2017. Os demais produtos com produção maior do que 1 milhão de toneladas deverão ter queda em relação a 2017. A uva manteve a mesma projeção de junho, com queda estimada de 17,5% em relação ao ano passado.

Os outros com estimativa de queda em relação a 2017 também tiveram recuo na previsão de junho para julho: laranja (-0,3% em relação a junho e -8,7% na comparação com 2017), banana (-1,2% em relação a junho e -6,2% na comparação com 2017), mandioca (-3,6% em relação a junho e -3,2% na comparação com 2017) e batata-inglesa (-0,2% em relação a junho e -11,2% na comparação com 2017).

Fonte: CP