”Operação Fundo Falso ” da Polícia Civil resulta em 20 pessoas presas nas 3 fases, em Santo Ângelo

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Polícia Civil/Divulgação

A “Operação Fundo Falso 3ª Fase”, foi desencadeada pela Polícia Civil na manhã deste terça-feira (22) na cidade de Santo Ângelo, e resultou nas prisões de três pessoas, uma em flagrante e outras duas em prisão preventiva.

Após as três operações, resultaram na prisão de 20 pessoas no combate ao tráfico de drogas, homicídios e roubo de veículos comandado por uma organização criminosa que está na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC).

O Delegado Regional Fernando Sodré, enviou um release com todos os dados das três operações:

OBJETIVOS:

•         DESARTICULAR UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA COMANDADA POR UM APENADO DA PENITENCIÁRIA DE ALTA SEGURANÇA DE CHARQUEADAS – PASC.

•         ENFRAQUECIMENTO DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA MATERIAL E FINANCEIRAMENTE;

•         COMBATER O TRÁFICO DE DROGAS, OS HOMICÍDIOS E OS ROUBOS DE VEÍCULOS EM NÍVEL MACRORREGIONAL.

HISTÓRICO:

A investigação teve início no mês de julho/2018 inicialmente para apurar o delito de Tráfico de Drogas em um estabelecimento comercial (lancheria) na cidade de Santo Ângelo.

De pronto foram identificadas algumas pessoas que já haviam sido presas por tráfico de drogas e identificados vários veículos clonados, os quais eram utilizados pela OrCrim para o transporte e distribuição de drogas.

Durante a investigação, que conta com aproximadamente 7 meses, em vários locais utilizados pela organização criminosa foram descobertos grandes esconderijos para armazenamento de drogas.

Tais esconderijos ficavam em fundos falsos de tomadas, dentro de portas e paredes, dando razão ao nome da operação.

No transcorrer das investigações, contatou-se que a organização criminosa combatida tinha ramificação macrorregional (Santo Ângelo, Santa Rosa, Três de Maio, Giruá) e era liderada por SANDRO ALIXANDRO DE PAULA, vulgo ZOREIA, apenado da PASC, o qual utiliza aparelhos telefônicos com internet para o controle de sua organização.

Apurou-se que a OrCrim utilizava de violência extrema, tais como torturas, lesões corporais, ameaças e execuções de rivais e devedores.

Fonte: Polícia Civil

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