Aulas programadas acontecem com a ajuda dos pais em Tiradentes do Sul

Foto: Escola/Divulgação

Com a prorrogação das aulas programadas por mais 30 dias em toda a rede estadual de ensino, os estudantes das escolas estaduais da 21ª CRE – Coordenadoria Regional de Educação, de Três Passos, prosseguem com as aulas programadas em suas casas, e os professores monitorando as atividades e realizando o curso de formação, através do Portal da Educação do RS.

Conforme a diretora da Escola Estadual Almirante Tamandaré, de Alto Uruguai, em Tiradentes do Sul, professora Cleonice Godói, os professores da escola estão organizando apostilas para encaminhar aos alunos a partir de segunda-feira para que continuem com as aulas programadas em casa. “Com a ajuda dos pais o trabalho vem acontecendo”, disse a diretora.


Fonte: Comunicação Social – 21ª CRE

Inep cogita adiar as provas do Enem 2020 por conta do novo coronavírus no País

O exame seria aplicado nos dias 11 e 18 de outubro, no modelo digital, e nos dias 1 e 8 de novembro pelo modelo tradicional

Foto: Chinnapong Schutterstock

Na quarta-feira, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está avaliando a possibilidade de adiar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por conta do agravamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil e da suspensão das aulas da rede pública e privada de ensino em vários estados.

Inicialmente, o exame seria aplicado digitalmente nos dias 11 e 18 de outubro, e no modelo tradicional nos dias 1 e 8 de novembro para mais de 3,5 milhões de estudantes. O Presidente do Inep (Alexandre Lopes) iria enviar a proposta para o Ministro da Educação (Abraham Weintraub) para dar o posicionamento oficial.

A Assessoria de Comunicação Social do Portal Nacional da Educação procurou o Ministério da Educação (MEC) para dar o embasamento na recomendação. A pasta não enviou nenhum documento final.

 

*CP

Se Fundeb não for renovado, Educação Básica pode ficar prejudicada em 85% dos municípios gaúchos

No RS, o fundo foi responsável por repasse de R$ 1,6 bilhão em 2018

Principal fonte de financiamento da Educação Básica, o Fundeb tem de ser renovado até 31 de dezembro sob pena de afetar essa etapa da aprendizagem em pelo menos 85% dos municípios gaúchos. Conforme a União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado, aproximadamente 420 prefeituras dependem do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica para pagar a totalidade de seus professores.

Em algumas, o mecanismo representa fatia substancial das verbas que alimentam os cofres públicos, como em Parobé. Na cidade do Vale do Paranhana, os R$ 32,2 milhões líquidos recebidos em 2018 significaram 23% da receita corrente, conforme levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Em Viamão, na Região Metropolitana, município que mais se beneficiou em 2018, ao receber a cifra líquida de R$ 90 milhões, o Fundeb correspondeu a 18% das entradas de verbas naquele ano.

— Temos 27 mil alunos matriculados em 62 escolas, todas com cercamento eletrônico. Com o dinheiro, conseguimos investir em videomonitoramento para dar segurança às crianças e evitar furtos, na ampliação das escolas, pagamento dos professores, compra de uniforme e de material pedagógico. Isso reflete na qualidade do nosso ensino — conta o prefeito de Viamão, André Pacheco.

Debate

O Fundeb é uma reserva especial feita por todos os Estados e pelo Distrito Federal para subsidiar a educação básica. É formado por 20% de oito receitas (veja quadro) e distribuído proporcionalmente ao número de alunos. Também engordam o fundo 10% de verba federal calculado sobre o total arrecadado pelas 27 unidades da federação.

Os Estados que, com os 20% de suas receitas, não atingem o valor mínimo estipulado para ser gasto anualmente com cada estudante, fixado em R$ 3.643,16 para 2020, se apropriam desses 10% da União para atingir a cota mínima. É nesse percentual que reside a principal discussão para renovação do mecanismo, criado em 2006.

Por meio de três propostas de emenda à Constituição (PECs), o Congresso caminha para torná-lo permanente (sem data de validade, como prevê a lei atual) e aumentar a contribuição federal. Porém, as matérias apontam diferentes caminhos.

A mais ambiciosa vem sendo discutida no Congresso desde 2015 e propõe ampliar de 10% para 40% a participação da União em 10 anos. O governo federal defende 15% de aumento e “recomeçar a discussão do zero”, como já sinalizou o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Presidente do Comitê Técnico da Educação do Instituto Rui Barbosa, organismo que congrega tribunais de Contas do país, Cezar Miola se preocupa com a possibilidade de não haver tempo suficiente, até o fim do ano, para aprovação de nova PEC que nem sequer foi protocolada.

— Não dá para discutir do zero. Sem esse fundo, alguns municípios entrarão em grave crise. É um instrumento que dá equidade à educação, diminuindo a desigualdade social — observa o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do RS, que defende a inclusão do fundo na Constituição.

— Seis em cada 10 reais gastos na educação básica vêm do Fundeb. O fundo arrecada R$ 160 bilhões por ano, uma receita significativa. Precisamos nos esforçar para aumentá-lo e para melhorar a qualidade da sua aplicação — diz João Marcelo Borges, diretor de Estratégia Política da ONG Todos Pela Educação, de Brasília.

Atualmente, o Fundeb subsidia mais de 40 milhões de matrículas no Brasil. No RS, o fundo foi responsável por repasse de R$ 1,6 bilhão aos municípios em 2018.

As propostas

DO SENADO

  • PEC 65/2019 – Sugere tornar o fundo permanente na Constituição e ampliar dos atuais 10% para 40% a complementação da União em 11 anos.
  • PEC 33/2019 – Propõe tornar o fundo permanente na Constituição com  complementação de 30% em três anos.

Ambas aguardam que a Mesa Diretora defina se tramitarão conjuntamente. Depois, serão encaminhadas à Comissão de Constituição e Justiça. Não há data para votação em plenário.

DA CÂMARA

  • PEC 15-A/2015 – Prevê elevação inicial da complementação para 15% e aumento gradual até 40% em 10 anos. Tramita em comissão especial sem data para ir a plenário.

DO GOVERNO

Deve sugerir que repasse da União ao Fundeb chegue a 15% em cinco anos, subindo progressivamente. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, declarou que um aumento superior a esse índice só pode ser discutido mais para frente, condicionando a hipótese à possível melhora fiscal do país. Projeto ainda não foi protocolado no Congresso.

A importância no orçamento

Municípios em que o Fundeb tem mais representação em comparação à própria receita corrente Representação do Município Líquido recebido Fundeb na receita

  • Parobé R$ 32.222.785,87 23%
  • Araricá R$ 5.420.222,71 19%
  • Sapiranga R$ 41.970.546,69 19%
  • Viamão R$ 90.073.709,33 18%
  • Alvorada R$ 64.638.088,31 18%
  • Capão do Leão R$ 11.747.655,00 17%
  • Três Coroas R$ 13.458.264,38 16%
  • Eldorado do Sul R$ 18.720.711,15 14%
  • Balneário Pinhal R$ 7.444.896,30 14%
  • Nova Hartz R$ 8.637.176,21 14%

Fonte: Tribunal de Contas do Estado

Oito receitas que formam o Fundeb

  1. Fundo de Participação dos Estados (FPE)
  2. Fundo de Participação dos Municípios (FPM)
  3. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
  4. Imposto sobre Produtos Industrializados, proporcional às exportações (IPIexp.)
  5. Desoneração das Exportações (LC nº 87/96)
  6. Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD)
  7. Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
  8. Cota de parte de 50% do Imposto Territorial Rural (ITR) devida aos municípios

Fonte: Ministério da Educação

 

*ZH

A Base Nacional Comum Curricular na Prática

Por: Claudia Cristina Schwendler Koch – Pedagoga

Graduada em Pedagogia – Licenciatura
Pós Graduada em Gestão e Organização Escolar

 

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), homologada pelo MEC em 2018, já está em fase de adaptação para os currículos escolares de todo o país. Por um lado, o documento traz uma proposta de educação com base em habilidades e competências que não se limitam ao ensino cognitivo, trazendo também a perspectiva socioemocional, que atinge de forma transversal todos os conteúdos e ajuda a desenvolver o estudante de forma multidimensional: emocional, cultural, física, social e intelectual. Por outro, a Base traz um desafio aos educadores do país: trazê-la para a sala de aula, desenvolver as competências gerais dos alunos e adaptar os métodos de ensino para que cumpram as atuais exigências.

Apesar de a Base estar em vigor há pouco tempo, seus fundamentos residem em documentos bem mais antigos e amplamente conhecidos: a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCNs) e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). A BNCC foi elaborada com base nas disposições já estabelecidas, mas de forma a ampliá-las e especificá-las, delimitando com mais clareza os objetivos de aprendizagem para cada ano e as habilidades que devem ser trabalhadas. O documento não impõe um currículo específico, mas estabelece orientações normativas para sua formulação. Assim, cada escola está livre para adaptar a Base de acordo com suas próprias particularidades e seus regionalismos. O professor não precisará mudar seu estilo ou sua personalidade para dar as aulas, mas sim considerar novas perspectivas ao planejá-las.

O primeiro passo para iniciar a implementação da BNCC nas escolas é estudá-la. A Base traz, de forma bastante específica, didática e detalhada, tudo que é necessário saber para conhecê-la a fundo. Essa atividade deve ser feita por todo o corpo pedagógico: diretores, coordenadores e professores. Após o estudo aprofundado da Base, a recomendação é reformular o Projeto Político Pedagógico (PPP), documento que delimita os objetivos da instituição, a fim de comparar suas disposições com as trazidas pela BNCC e verificar tanto as que já atendem, quanto as que devem ser adaptadas ou até mesmo substituídas.

Após a apropriação do conteúdo da Base por parte do corpo docente e a integração de seus fundamentos no Projeto Político Pedagógico da escola, é importante sintetizar e levar as mudanças para pais e responsáveis, nas reuniões com os familiares, explanando questões como a origem da BNCC, o que são as competências e as habilidades, como essa nova abordagem modificará o estudo individual e coletivo dos alunos, o que é a formação integral e de que forma poderá ocorrer a educação socioemocional dentro da instituição de ensino. Um bom diálogo com os responsáveis pode, inclusive, ajudar a construir essa nova educação de forma colaborativa, incluindo a família e promovendo uma extensão do que for trabalhado na escola também para dentro de casa.

Em paralelo, a formação continuada dos professores é vital para uma boa transição. Um bom estudo do documento não se refere apenas à compreensão das habilidades e dos conteúdos que devem ser trabalhados. A formação integral trazida pela BNCC propõe repensar a escola como um todo. Não se trata de adequar somente as aulas, mas também o ambiente, as rotinas, as relações e as práticas. Vale destacar que para trabalhar habilidades socioemocionais não basta ajustar o conteúdo: é preciso criar condições para seu desenvolvimento. Faz-se necessária uma maior mediação nas relações sociais entre os próprios alunos, entre os alunos e os professores e entre os alunos e os demais funcionários da escola. Para além das práticas, o professor também deve se considerar como um dos elementos-chave para uma boa transição. Não basta promover as mudanças com os alunos: é necessário repensar as próprias práticas pedagógicas e se dispor, acima de tudo, a se renovar e se transformar enquanto educador, com mente aberta para entender por que as mudanças previstas pela Base se fazem necessárias.

 Outro ponto importante a ser entendido na implementação da BNCC é que o conhecimento cognitivo puro deixa de ser o maior enfoque da formação. Sendo assim, as provas e avaliações deverão ser repensadas para abrangerem mais do que apenas o nível de informações absorvidas por cada estudante, tornando-se mais próximas da avaliação formativa e do acompanhamento a longo prazo dos alunos. A própria Base dá pistas sobre como isso deve ser trabalhado. Cada habilidade propõe que o conteúdo deve ter em si uma finalidade e uma intencionalidade pedagógica. Assim, saímos de uma formação conteudista para uma formação que considera o que é possível fazer com o conhecimento adquirido.

O conteúdo, então, passa a ter significado para além das provas e é sob esse fundamento que as avaliações curriculares devem ser reformuladas. A abundância de matérias dá lugar ao conteúdo realmente essencial à formação, que tenha aplicabilidade no dia a dia e cujo sentido possa ser percebido pelo estudante. Com menos conteúdo e mais foco no desenvolvimento de habilidades, espera-se a formação de um estudante que saiba se aprofundar em suas áreas de interesse, com autonomia para buscar conhecimento independentemente do conteúdo programático. Um ponto decorrente dessa nova estrutura de ensino, com base na intencionalidade pedagógica e na aprendizagem significativa, é o conteúdo contextualizado. Isso significa que tudo que é aprendido deve fazer parte de um contexto maior relacionado à vida do estudante e com algum nível de aplicação prática, tornando-se útil para a sua vida além da realização da prova. Para auxiliar os professores, o portal BNCC na Prática apresenta uma matriz curricular que traduz as disposições da Base para aplicações cotidianas na escola. Outra dica bacana é o guia BNCC NA SALA DE AULA, disponível no site: www.bit.ly/guiaprofessoresBNCC.

Nesse aspecto, o livro didático terá o papel fundamental de ajudar a escola e o professor não só a replanejar as aulas, mas também a facilitar esse processo de adaptação. As editoras já estão ajustando as obras para dar suporte às mudanças previstas pela Base, como a formação com base nas competências, nas habilidades e na dimensão socioemocional. Além disso, o material deve estar mais contextualizado ao cotidiano do aluno, levando em conta a aprendizagem significativa. Nesse sentido, um papel importante será desempenhado pelo manual do professor, com direcionamentos e sugestões de abordagem que orientem o docente a criar planos de aula mais dinâmicos, que consideram as competências socioemocionais e que contextualizam os temas de forma a atender o que é esperado pela BNCC.

Os Objetos Educacionais Digitais (OEDs) também desempenham papel importante na implementação da Base. A própria BNCC já estabelece um grande enfoque no uso da tecnologia e na cultura digital. Os Objetos Educacionais Digitais aparecem como aliados nesse contexto. Eles poderão englobar jogos eletrônicos, videoaulas, apresentações interativas ou quaisquer outros conteúdos que tenham como finalidade facilitar a aprendizagem.

A implementação da BNCC envolve todas essas mudanças que podem parecer trabalhosas, entretanto, é possível reaproveitar as estruturas já oferecidas pela escola. O que realmente é indispensável para trazer a BNCC para a prática é o desejo de renovação por parte de coordenadores e do corpo docente. A Base prevê justamente uma renovação, não apenas do conteúdo e das habilidades, mas também da atuação do professor em prol de uma educação direcionada para o hoje e para o futuro: sai de cena o detentor único do saber e entra o mediador, o tutor, que mostra caminhos, orienta e auxilia, mas deixa o aluno trilhar a sua via na construção do conhecimento.

Reajuste do Piso do Magistério foi tema principal da primeira assembleia da Amuceleiro de 2020

A Associação dos Municípios da Região Celeiro – Amuceleiro, realizou no dia 17 de janeiro, a primeira assembleia do ano, com a presença de prefeitos, vice-prefeitos e secretários dos municípios que compõem a região.

Dentre diversos assuntos de interesse regional, o tema mais discutido foi o reajuste do piso do magistério, pois os gestores municipais reconhecem a necessidade de valorizar estes profissionais que possuem uma função de suma importância para a sociedade, mas ao mesmo tempo se preocupam com os impactos financeiros que podem agravar a situação dos cofres públicos.

O Piso Nacional do Magistério deve passar de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,15 em janeiro de 2020 para atuação de 40h, um reajuste de 12,84%. A lei federal 11.738/2008 estabelece o piso como uma referência inicial para as carreiras do magistério e, portanto, estipula esse valor para aqueles profissionais com nível médio, magistério.

O piso atualmente varia de um município para outro, mas a maioria dos Municípios da região Celeiro já pagaram acima do Piso no ano de 2019. O Presidente da Associação, Prefeito Nei de Braga, falou sobre os preparativos para a comemoração dos 50 anos da Amuceleiro e recebeu na Assembleia o Deputado Federal Nereu Crispim que deixou sua mensagem de apoio aos Municípios da região.

 

*Amuceleiro

Seduc prorroga inscrições para ano letivo de 2020 até a próxima quarta-feira, 22/1

A Secretaria da Educação (Seduc) prorrogou o período de inscrições e transferências dos estudantes da rede estadual para o ano letivo de 2020. O novo prazo vai até quarta-feira, 22 de janeiro, e irá beneficiar os alunos que não se matricularam no site da Seduc em tempo hábil. Depois, os pais ou responsáveis devem comparecer à escola designada pelo sistema entre os dias 30 de janeiro e 7 de fevereiro para efetivar a vaga.

A regra vale para a inscrição dos educandos dos primeiros anos do Ensino Fundamental e Médio e para transferências dos adolescentes do 2º e 3º anos do Médio.

EJA

No caso da modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), o período de inscrição no site da Seduc também vai até 22 de janeiro, e a confirmação na escola designada deve ocorrer entre os dias 3 a 14 de fevereiro

Documentos

As inscrições e transferências online somente serão efetivadas com a matrícula presencial nas escolas e mediante a entrega dos seguintes documentos:

* Certidão de nascimento do aluno ou RG e comprovante de escolaridade
* Comprovante de residência do responsável e RG do responsável
* Para alunos do 1º Ano do Ensino Fundamental – CNS (Cartão Nacional de Saúde), do NIS (Número de Identificação Social) e atestado de vacinação.

 

Texto: Ascom Seduc

Ministério da Educação confirma reajuste de 12,84% do piso do magistério para 2020

Conforme o MEC, valor de R$ 2.886,24 é 12,84% maior do que o estipulado para 2019

O Ministério da Educação (MEC) divulgou comunicado, na noite desta quinta-feira (16), em que confirmou o reajuste de 12,84% do piso nacional do magistério para 2020. O MEC destacou que o anúncio foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, em transmissão ao vivo pela internet (assista abaixo).

Com a revisão, o valor do piso para os professores da rede pública da Educação Básica passou de R$ 2.557,74 para R$ 2.888,24. Conforme o MEC, esse é o maior aumento em reais desde 2009.

O piso salarial dos professores é revisado anualmente, no mês de janeiro, conforme determina a Lei 11.738, de 2008, a chamada Lei do Piso. A norma está em vigor desde 2009, quando o valor de R$ 950 foi o ponto de partida para o reajuste anual.

Cálculo do piso nacional

Para calcular o reajuste do piso dos professores, o MEC considera o crescimento do valor anual mínimo por aluno como base. É utilizada a variação observada nos dois exercícios imediatamente anteriores à data em que a atualização deve ocorrer.

Segundo o MEC, o valor mínimo por aluno é estipulado com base em estimativas anuais das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Para 2019, o valor chegou a R$ 3.440,29, contra R$ 3.048,73 em 2018.

 

Enem libera notas nesta sexta-feira

Quase 4 milhões de participantes terão acesso aos resultados

Amanhã (17), os quase 4 milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 terão acesso às notas que obtiveram na avaliação. Para acessar os resultados é preciso informar, na Página do Participante o CPF e a senha cadastrados na hora da inscrição no exame.

Desde já, os estudantes podem se preparar para conferir as notas. Aqueles que não lembram a senha, podem recuperá-la no próprio sistema. É possível acessar o resultado também pelo aplicativo do Enem.

Para acessar as notas na Página do Participante, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do exame, divulgou um passo a passo:

Ao entrar na página, logo aparece a Nanda, uma personagem digital com uma pergunta. Para avançar, é preciso responder ao desafio. Isso é feito para evitar o acesso de robôs.

Em seguida, os estudantes devem informar o CPF e inserir a senha. Caso não se lembrem da senha, basta clicar no link “Esqueci minha senha”, que está logo abaixo do campo de preenchimento.

O sistema vai, então, pedir para o usuário escolher se a senha cadastrada será enviada para o e-mail registrado durante a inscrição ou se quer alterar o e-mail. O sistema dá uma pista para que o participante se lembre de qual e-mail foi cadastrado durante a inscrição.

Caso a opção seja por receber a senha no e-mail cadastrado, basta procurar na caixa de entrada. Se não encontrar, o Inep orienta a verificar a caixa de spam.

Quem não tem mais acesso ao e-mail informado na inscrição ou quiser trocar o endereço do correio eletrônico deverá responder às perguntas solicitadas a respeito dos dados informados na inscrição. Acertando todas as respostas, é só informar o novo e-mail.

O Inep irá, então, enviar a senha para o novo e-mail, e o participante poderá acessar as notas no exame. É possível, inclusive, consultar os resultados de edições passadas, caso o usuário tenha feito o Enem em outros anos.

A senha deve ser guardada em local seguro e de fácil acesso. Ela ainda será usada para a inscrição nos programas federais de acesso ao ensino superior. Na Página do Participante, os candidatos têm acesso ao número de inscrição, também usado para concorrer a vagas no ensino superior.

Nesta sexta-feira (17), os estudantes terão acesso à nota da redação e à pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática.

Ensino Superior

Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e participar do Fundo de Financiapróximo ›mento Estudantil (Fies).

O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 21 a 24 de janeiro. As inscrições para o ProUni poderão ser feitas de 28 a 31 de janeiro e, para o Fies, de 5 a 12 de fevereiro.

Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com mais de 40 instituições portuguesas.

 

*Agência Brasil

Jovem boavistense ilustra capa de livro

 

A Editora Café Pequeno assina a edição e organização do terceiro livro do professor, escritor e multiprofissional Angelo Elocir Zeni. A obra foi apresentada aos leitores na segunda-feira, 16, na Câmara de Vereadores de Santa Rosa, na presença do prefeito Alcides Vicini, vereadores, assessores e autoridades.

A arte final é da Editora Café Pequeno, mas a ilustração de capa é da jovem boa-vistense Rúbia Follmann. A estudante integrou os projetos Primavera de Novos Autores, em Boa Vista do Buricá, e após apresentar desenhos para dois livros organizados pela Prefeitura, foi convidada a ilustrar outras obras. Rúbia já fez outra capa para a Editora e também assinou todos os desenhos que foram usados em um livro infantil do autor Roque Weschenfelder.

Angelo Elocir Zeni, nascido em Três Passos, é formado em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas, bacharel em Direito, pós-graduado em Direito Público e Mestre em Educação nas Ciências pela UNIJUI. Atualmente é doutorando na área de Direito Constitucional na Universidade de Valladolid – UVA, Espanha. Atuou como professor de Filosofia na UNIJUI. Foi secretário de Cultura e Turismo de Santa Rosa, diretor geral da SEMA, trabalhou para os deputados estaduais Raul Carrion e Juliano Roso. É professor e advogado.

“Coisas da Vida…” é um olhar lúcido às fases da vida e aquilo que interfere em nossas escolhas, no trabalho, escola, família, fé e finanças, dentre outros tópicos, recheado com algumas pitadas bem críticas, a exemplo desta: “Existe um pacto de mediocridade, onde os pais fingem conversar e explicar sobre a orientação sexual e demais questões comportamentais da ordem do dia. E os filhos, por sua vez, fingem com papo reto como se conhecessem e dominassem o tema referente à sexualidade”.

 

Por: Assessoria de Imprensa- Prefeitura de B.V.B

Setrem é a melhor faculdade da Região Fronteira Noroeste pelo 7º ano consecutivo

Avaliação é conferida pelo MEC com base na média ponderada do conceito de cada um dos cursos da Instituição

O Ensino Superior da Setrem novamente é destaque na principal avaliação do Ministério da Educação (MEC), que a cada ano avalia os cursos e as Instituições de Ensino Superior (IES) de todo o Brasil. Pelo sétimo ano consecutivo, a Faculdade Três de Maio – Setrem se mantém como a melhor faculdade da Região Fronteira Noroeste do Rio Grande do Sul, conforme o Índice Geral de Cursos (IGC).

Este indicador é gerado pela média ponderada do conceito de cada um dos cursos, considerando o desempenho dos concluintes na prova do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), a infraestrutura, a organização didático-pedagógica e a qualificação do corpo docente.

“Essa conquista só reafirma a qualidade do trabalho realizado por toda a comunidade acadêmica, o qual é reconhecido pelas empresas e instituições parceiras, as quais oportunizam práticas, estágios e o desenvolvimento de projetos conjuntos”, destaca o vice-diretor de Ensino Superior da Setrem, Mauro Nüske.

Neste sentido, o propósito da Setrem é oferecer um mundo de oportunidades com uma base consistente de formação, por meio de um modelo pedagógico inovador. “Por isso, justifica-se a importância dos ambientes de inovação e da utilização de metodologias ativas, para que os conhecimentos sejam colocados em prática no dia a dia, atendendo às expectativas e demandas do mercado”, completa Nüske.

COMO ESTUDAR NA SETREM

Para ingressar em um dos nove cursos superiores oferecidos pela Setrem – Administração, Agronomia, Direito, Enfermagem, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Pedagogia, Psicologia e Sistemas de Informação – é preciso participar de um dos processos seletivos da instituição.

O Vestibular Suplementar Setrem – 1ª edição será no dia 04 de janeiro de 2020, às 14h, com prova somente redação. A inscrição é gratuita e pode ser realizada no endereço setrem.com.br/vestibular.

Também é possível optar pelo Vestibular Agendado, para o qual o candidato escolhe o dia e o horário para realizar a prova, igualmente apenas redação. Quem fez o Enem em qualquer ano está dispensado do Vestibular e pode ingressar através da nota da redação, bastando enviar o comprovante para o e-mail [email protected]br ou para o WhatsApp (55) 3535-4600.

Há, ainda, a possibilidade de Ingresso Extravestibular, voltada para graduados e para acadêmicos de outras instituições que desejam transferência para a Setrem. Saiba mais sobre estas oportunidades em setrem.com.br/extravestibular.

Fonte: Assessoria SETREM