Bombeiros controlam princípio de incêndio em indústria de Crissiumal

Imagem Ilustrativa

Um princípio de incêndio foi registrado na madrugada deste sábado , dia 14 de dezembro, em uma indústria moveleira de Crissiumal . O fato ocorreu por volta das 01h.

O princípio de incêndio, segundo o CRPO, ocorreu na Indústria de Móveis Piratini do município, onde um depósito de resíduos de madeira acabou incendiando.

O corpo de bombeiros de Três Passos foi acionado e acabou controlando as chamas. Apenas resíduos de madeiras acabaram queimando, sem maiores danos.

*CRPO

Após oito anos, Assembleia pode proibir cobrança por emissão de boleto no RS

Procon-RS apoia projeto de lei, por considerar abusiva a cobrança atualmente feita por empresas e instituições

Carlos Macedo

Depois de oito anos aguardando análise dos deputados estaduais, o projeto de lei que proíbe que empresas cobrem de consumidores o valor pela emissão de boletos está pronto para ser votado pelos deputados estaduais. O projeto de lei, que tramita há oito anos na Assembleia Legislativa, foi incluído como último item da pauta de votações desta terça-feira (1º). A tendência é de que, se não for votado nesta sessão, o texto seja apreciado nas próximas semanas.

O Procon-RS apoia o projeto. Repetindo entendimento dos últimos diretores do órgão de defesa do consumidor, o atual gestor do Procon-RS, Felipe Martini, diz que a cobrança por emissão de boleto é abusiva.

— Mantemos apoio a esse projeto. Precisamos ter relações de consumo equilibradas. Achamos abusivas as cobranças por emissão de boleto. Em outros Estados, já não existe essa cobrança — diz Martini.

Se for aprovado, o texto de autoria do deputado Pedro Pereira (PSDB) deve impactar milhares de gaúchos que pagam pela emissão de boletos e carnês de imobiliárias, bancos, escolas, universidades, academias, clubes, condomínios, entre outros.

Tramitação

Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia, o parecer do deputado Luciano Zucco (PSL), favorável ao projeto, foi aprovado por unanimidade. Já a Comissão de Economia da Assembleia se dividiu sobre a proposta. A favor, votaram Adolfo Brito (PP), Dalciso Oliveira (PSB), Eduardo Loureiro (PDT), Fernando Marroni (PT) e Pedro Pereira (PSDB). Contra, votaram Carlos Búrigo (MDB), Fábio Ostermann (NOVO) e Rodrigo Lorenzoni (DEM).

Defesa do Consumidor

Nos sites dos Procons de São Paulo e do Paraná, há informações indicando que a cobrança é considerada ilegal. O Procon do Paraná, em seu site , alerta que o custo do boleto “é de quem contrata o serviço da instituição financeira e não pode ser transferido ao consumidor”.

A Proteste, instituição de defesa dos direitos do consumidor, em seu site, também diz avaliar a cobrança como abusiva. “O consumidor não deve ser cobrado por nenhuma tarifa de emissão de boleto bancário ou por qualquer outro custo que faça parte da prestação do serviço. A Proteste tem sustentado que a prática é abusiva, pois ela faz parte do negócio feito entre o banco e o comerciante. Portanto, o ônus não pode ser repassado ao consumidor”, diz o texto.

Fonte: ZH

Comércio deve faturar R$ 5,6 bi com vendas no Dia dos Pais, projeta CNC

Entidade estima ainda a geração de quase 12 mil vagas temporárias de trabalho voltadas exclusivamente para a data

O setor de comércio deve faturar 5 bilhões e 600 milhões de reais com as vendas no Dia dos Pais, data celebrada neste domingo (11). O valor corresponde a uma alta de 2,1% em relação ao ano passado. A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, este será o terceiro ano consecutivo de crescimento, ainda que o desempenho dos últimos anos não tenha retomado o ritmo de antes da crise.

“A economia brasileira vem se recuperando muito lentamente desde que a recessão ficou para trás. A economia cresceu 1% em 2017, 1% em 2018 e, esse ano, a expectativa é que tenha um crescimento inclusive menor, um crescimento de 0,8% em 2019. Portanto, as datas comemorativas do varejo nada mais são do que um reflexo da própria lentidão no processo de recuperação econômica. O varejo ainda não vai conseguir retomar neste ano de 2019 o mesmo patamar de vendas do Dia dos Pais que ele tinha antes da recessão.”

Se em 2018 foram contratados nove mil e 600 trabalhadores temporários, neste ano a entidade projeta a geração de quase 12 mil vagas de trabalho voltadas exclusivamente para a data. Quase metade delas serão demandadas pelos segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,1 mil postos), seguidos por vestuário e calçados (2,7 mil) e artigos de uso pessoal e doméstico, como os eletroeletrônicos (1,9 mil).

A pesquisa da CNC aponta ainda que os segmentos de hiper e supermercados devem representar 40,4% do total de vendas, o que equivale a dois bilhões e 100 milhões reais. Em seguida, aparecem os ramos de artigos de uso pessoal e doméstico, como utilidades para o lar e eletroeletrônicos (R$ 829,1 milhões), e o de vestuário e calçados (R$ 683,4 milhões).

Televisores (-6,9%), calçados esportivos (-3,0%) e bebidas alcoólicas (-0,8%) puxam a lista de produtos que deve ter preços menores. Na comparação com o mesmo período do ano passado, livros (+26,8%), entradas para cinema (+14,3%) e aparelhos telefônicos (+11,0%) estão mais caros.

Fonte: Agência do Rádio

Rádio Metrópole

Sony quer lançar ar-condicionado portátil que pode ser “vestido”

Aparelho fica encaixado no bolso de uma camiseta especial e a temperatura pode ser controlada por um aplicativo

Divulgação

A Sony está desenvolvendo um ar-condicionado e aquecedor portátil, que pode ser “vestido”. Por meio de uma plataforma de crowdfunding, a empresa japonesa First Flight busca financiamento coletivo para o aparelho chamado Reon Pocket.

Conforme informações do site Olhar Digital, a tecnologia se encaixa em um bolso na base do pescoço de uma camiseta especial e utiliza o efeito Peltier para baixar a temperatura corporal. Segundo o site Gizmodo, a Sony realizou centenas de simulações e, em dias frios,  ele pode supostamente aumentar  a temperatura em cerca de 8ºC. Já em dias quentes, o Reon Pocket pode supostamente esfriar a temperatura corporal de um usuário em 13ºC. Assim, é possível usar uma roupa formal de negócios, como terno por exemplo, em um dia abafado e continuar fresco e sem suar.

Inicialmente, o funcionamento será por meio de um aplicativo móvel, para controlar a temperatura. Mas a Sony planeja uma atualização que funcione automaticamente. A bateria deve durar até 24 horas após a carga, segundo a empresa. No entanto, informantes japoneses afirmaram que a bateria dura menos de duas horas. A previsão de lançamento do Reon Pocket é março de 2020, apenas no Japão. O custo do aparelho será de 12,760 ienes (cerca de R$ 440).

Fonte: ZH/Olhar Digital

Rádio Metrópole

Top Of Mind 2019 – 26 categorias serão premiadas em Crissiumal

A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE CRISSIUMAL, em parceria com SENAC, realizarão nesta quarta-feira (27/02) a divulgação dos resultados da pesquisa TOP OF MIND, as marcas mais lembradas de Crissiumal!

Serão premiadas 26 categorias: Empresa de material de construção, Empresa de móveis, Telefonia, Empresa de vestuário (roupas), Agência de turismo, Mercado, Agroindústria, Restaurante, Agropecuária, Salão de beleza, Escritório contábil, Empresa de calçados, Site de notícias, Imobiliária, Bazar de presentes, Ótica e joalheria, Revenda de veículos, Posto de combustíveis, Empresa de eletrodomésticos, Rádio, Estúdio fotográfico, Padaria e confeitaria, Instituição financeira, Eletrônica e Provedor de internet.

Uma marca é Top of Mind quando o consumidor, sem ajuda ou estímulo, recorda-se da marca espontaneamente em primeiro lugar. É um sensor de popularidade. Isto significa que o consumidor teve experiências, valoriza e criou vínculos com a marca. Nesta pesquisa, os entrevistados respondem à seguinte pergunta: Que nome lhe vem à cabeça quando falamos em: …? Na sequência, o entrevistador menciona uma série de categorias.

O Senac, em parceria com a ACI, realiza a pesquisa Top of Mind com o objetivo de fornecer a estes órgãos uma ferramenta para subsidiar as empresas locais e estimular o seu desenvolvimento.

A metodologia da pesquisa é através de amostragem por quotas, utilizando as variáveis demográficas de sexo, faixa etária, classe social e regiões. A amostra é calculada através de um modelo estatístico e, no caso de Crissiumal, conta com uma margem de erro prevista de 5%. Quem responde são os moradores locais, nos principais pontos de fluxos das regiões, em cada bairro.

Os dados gerados são analisados pela Assessoria de Planejamento do Senac RS, em Porto Alegre, por um Estatístico. Para cada categoria investigada, além dos resultados gerais, são disponibilizados os resultados pelas estratificações de sexo, faixa etária, classe social e regiões, conforme quotas da amostragem.

O Senac utiliza como referencial de excelência na pesquisa Top of Mind o trabalho realizado pela Revista Amanhã que possui experiência na metodologia há 28 anos.

Lembrando que é convidada toda a sociedade, poder executivo e legislativo, além das empresas do quadro social e também não sócias, a prestigiarem o evento.

Valor do ingresso (junto à ACI): R$ 40,00 para não sócios; R$ 35,00 para associados.

Programação:

19h30 Abertura; Pronunciamento das autoridades; Metodologia TOP OF MIND;

20h Premiação;

21h20 Jantar;

21h50 Apresentação musical com Fábio Weber.

 

 

Fonte: ACI

Indústria cresce 5,3% em outubro, maior taxa desde abril de 2013

Os veículos automotores, reboques e carrocerias foram a atividade que mais influenciou a altaArquivo/Agência Brasil/EBC

A produção industrial brasileira fechou o mês de outubro deste ano com crescimento de 5,3% em relação a outubro do ano passado, registrando a sexta taxa consecutiva de crescimento nesta base de comparação. Foi a taxa mais elevada nesta base de comparação desde os 9,8% de abril de 2013. Os veículos automotores, reboques e carrocerias foram a atividade que mais influenciou a alta.

Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Brasil, divulgada hoje (5), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a setembro deste ano, o crescimento da indústria em outubro foi de 0,2%, o segundo resultado positivo consecutivo na série livre de influências sazonais. Nos últimos dois meses, a alta acumulada é de 0,6%.

Com o resultado de outubro, a indústria tem alta acumulada em 2017 de 1,9%, em comparação com primeiros dez meses do ano passado. Já o acumulado nos últimos doze meses avançou 1,5%. Foi o segundo resultado positivo consecutivo para o acumulado dos últimos doze meses e o mais elevado desde os 2,1% de março de 2014.

Apesar da relativa estabilidade entre setembro e outubro, o crescimento de 0,2% se deu de forma disseminada, com aumento da produção em 15 das 24 atividades pesquisadas. Em setembro, apesar do crescimento revisado de 0,3%, a expansão se deu em apenas oito das atividades pesquisadas.

Categorias econômicas

Em outubro, houve taxas positivas em duas das quatro grandes categorias econômicas. O grupo bens de consumo semi e não-duráveis cresceu 2% e registrou a expansão mais acentuada em outubro, interrompendo dois meses consecutivos de queda na produção – período em que acumulou redução de 2,8%. A categoria bens de capital teve crescimento de 1,1% e manteve o comportamento positivo iniciado em abril, período em que acumulou alta de 11,6%.

Já o setor de bens de consumo duráveis recuou 2% e o de bens intermediários  teve redução de 0,8%. No caso de bens de consumo duráveis, foi interrompida uma série de de três altas consecutivas, período em que acumulou ganho de 9,7%. Já o crescimento de bens intermediários eliminou o avanço de 0,7% verificado em setembro.

Ramos de atividades

O avanço de 15 dos 24 ramos de atividades pesquisados tem como destaque as influências positivas verificadas em farmoquímicos e farmacêuticos, que chegou a crescer 20,3%; e bebidas, com 4,8%. Ambos revertem os resultados negativos registrados no mês anterior: -19,7% e -0,7% respectivamente.

De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, é preciso, no entanto, relativizar o crescimento dos farmoquímicos e farmacêuticos, que têm apresentado um comportamento oscilante: “A produção farmacêutica está entre as atividades que mais influenciaram negativamente a indústria. No acumulado do ano, ela caiu 7,4% e, em setembro, a queda foi de 19,7%”, ressaltou.

Também contribuíram positivamente a confecção de artigos de vestuário e acessórios (4,3%), a metalurgia (1,6%), as máquinas e equipamentos (1,3%) e os artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (3,8%).

Entre os nove ramos que reduziram a produção nesse mês, o ramo produtos alimentícios (-5,7%) obteve o desempenho de maior relevância para a média global, eliminando a expansão de 3,7% verificada em setembro.

Outros impactos negativos foram registrados nos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,6%) e de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-3,2%).

Comparação com outubro de 2016

Na comparação com outubro do ano passado, em que se verificou crescimento de 5,3%, houve resultados positivos em todas as quatro grandes categorias econômicas, em 22 dos 26 ramos, em 61 dos 79 grupos e em 61,9% dos 805 produtos pesquisados.

Entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias, cujo crescimento chegou a 27,4%, exerceu a maior influência positiva sobre a média da indústria, “impulsionada, em grande parte, pela maior fabricação dos itens automóveis, caminhão-trator para reboques e semirreboques, caminhões, veículos para transporte de mercadorias e autopeças”, segundo a publicação.

Outras contribuições positivas relevantes vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos(crescimento de 22%), de indústrias extrativas (3,1%), de máquinas e equipamentos (8,3%), de metalurgia (6,5%), de produtos de borracha e de material plástico (9,9%), de bebidas (8,3%) e de artigos do vestuário e acessórios (11,8%), entre outros.

Por outro lado, entre as quatro atividades que apontaram redução na produção no período, a principal influência no total da indústria foi registrada por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,5%).

Entre as categorias econômicas, bens de consumo duráveis (17,6%) e bens de capital (14,9%) assinalaram os avanços mais acentuados entre as grandes categorias econômicas em outubro de 2017, em comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Os segmentos de bens de consumo semi e não-duráveis (4,9%) e de bens intermediários (3,1%) também mostraram taxas positivas nesse mês, mas ambos com crescimento abaixo da média nacional (5,3%).

Os bens de comsumo duráveis tiveram em outubro de 2017 a 12ª taxa positiva consecutiva nesta base de comparação. Os 17,6% registrados foram 0,6 pontos percentuais acima do mês anterior.

Nesse mês, o setor foi particularmente impulsionado pelo crescimento na fabricação de automóveis (23,7%) e de eletrodomésticos da linha marrom (televisores e aparelhos de som e vídeo, com 19,7%). Vale citar também as expansões assinaladas por eletrodomésticos da linha branca (de maior porte, como geladeiras, fogões e lavadoras, com 5,9%), móveis (11,5%), outros eletrodomésticos (6,6%) e motocicletas (10,2%).

Já o setor de bens de capital mostrou crescimento de 14,9% no índice mensal de outubro de 2017, sexto resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação e o mais intenso desde dezembro de 2016 (16,3%).

Recuperação gradual 

Segundo o gerente da Pesquisa Industrial Mensal, “o que se observa ao longo do ano é uma predominância de resultados positivos, mas sempre com a ressalva de que a recuperação se dá de forma gradual. Até porque as perdas do passado recente são muito intensas. É claro que há uma melhora do ritmo em relação a este passado, mas ainda está longe de zerar as perdas todas verificadas nos anos de 2014, 2015 e 2016”, disse Macedo. Neste ano, foram oito altas em dez meses – as exceções foram março e agosto, que tiveram taxas negativas.

André Macedo ressaltou também que, apesar do resultado positivo, a produção brasileira ainda permanece no nível do início de 2009. “Sem contar que estamos mais de 17% abaixo do ponto mais alto da série, que foi em junho de 2013”.

Agência Brasil

Índice Nacional de Custo da Construção registra inflação de 1,36% em junho

Inflação medida pelo INCC-M foi puxada principalmente pelo custo da mão de obra – Arquivo/Agência Brasil

O Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M) registrou taxa de inflação de 1,36%, em junho. A variação de preços ficou acima do 0,13% registrado em maio. O INCC-M acumula taxas de 2,61% no ano e de 5,12% em 12 meses. O dado foi divulgado hoje (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A inflação foi puxada principalmente pelo custo da mão de obra, que ficou 2,48% mais cara em junho. Entre os profissionais que ficaram mais caros, o destaque são os técnicos (2,65%), seguidos pelos especializados (2,39%) e auxiliares (2,35%). Em 12 meses, a mão de obra acumula inflação de 8,13%.

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços teve variação de preços de apenas 0,02%. Os materiais e equipamentos ficaram 0,08% mais baratos, enquanto os serviços ficaram 0,39% mais caros. Os materiais, equipamentos e serviços acumulam alta de 1,66% em 12 meses.

Fonte: Agência Brasil

Boleto vencido poderá ser pago em qualquer banco a partir de julho

 

Um novo sistema para pagamentos de boletos começa a funcionar em julho. Com o novo sistema, o boleto, mesmo vencido, poderá ser pago em qualquer banco. Além disso, o cálculo de juros e multa do boleto atrasado será feito automaticamente, o que reduzirá a necessidade de ir a um guichê de caixa e eliminará a possibilidade de erros no cálculo.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) está apresentando o novo sistema para empresas e jornalistas em várias cidades. Hoje, foi a vez de Brasília. Na apresentação, o diretor adjunto de Operações da Febraban, Walter Tadeu, lembrou que a nova plataforma vem sendo desenvolvida desde o ano passado, devido ao elevado número de fraudes em boletos. “A Nova Plataforma vai trazer mais segurança”, disse Tadeu. Ele acrescentou que o sistema atual tem mais de 20 anos de existência.

Tadeu explicou que as informações de todos os boletos emitidos pelos bancos estarão na nova plataforma única, criada pela federação em parceria com a rede bancária. Na hora de pagar o boleto, os dados serão checados na plataforma. Se houver divergência de informações, o pagamento não será autorizado, e o consumidor só poderá pagar o boleto no banco que emitiu a cobrança, uma vez que somente essa instituição terá condições de conferir o que for necessário.

De acordo com a  Febraban, a nova plataforma vai reduzir fraudes na emissão de boletos de condomínios, escolas e seguradoras, por exemplo. A federação lembra que quadrilhas enviam boletos falsos às casas, que acabam sendo pagos como se fossem verdadeiros, gerando prejuízos. Há também casos de sites maliciosos que emitem “segundas vias” com informações fraudulentas, além de vírus instalados em computadores.

Walter Tadeu não soube dizer se os boletos emitidos com o novo sistema custarão mais caro para as empresas que contratam tal serviço dos bancos. Ele disse que, como se trata de uma polícia de cada banco, a Febraban não pode comentar sobre o assunto.

Cronograma

A implantação da nova plataforma seguirá um cronograma: a partir de 10 de julho, para boletos acima de R$ 50 mil; 11 de setembro, acima de R$ 2 mil; 13 de novembro, acima de R$ 200; e em 11 de dezembro, todos os boletos. Segundo Tadeu, esse cronograma é necessário para evitar falhas no sistema.

EBC

Preço recebido pelo produtor registra queda de 10,5% em 2017

 

A perspectiva de safra cheia não repercute diretamente no bolso do produtor. O acumulado dos três primeiros meses do ano registra queda de 10,5% no Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR). Em 12 meses, o resultado é uma retração de 7,03% conforme o Relatório dos Índices de Inflação, divulgado pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul. A taxa de câmbio é a principal responsável pelo resultado.

Somente no mês de março o indicador fechou em -5,13%. Arroz (-9%), milho (-14%) e soja (-4%) foram os principais influenciadores do índice. O resultado segue caminho oposto ao do IPCA Alimentos que registra 0,96% no acumulado do ano e 4,04% nos últimos 12 meses. Os números confirmam, mais uma vez, não haver relação entre o preço do campo e das prateleiras em curto prazo.

A variação cambial impacta também nos custos de produção. Este é o segundo mês que o Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) apresenta deflação. Março fechou com -1,60%. Embora os agroquímicos não tenham acompanhado a queda da taxa de câmbio, os fertilizantes acumulam, em média, -14% em 12 meses.O IICP do ano e dos últimos 12 meses também apresentam queda de 1,3% e 0,88% respectivamente.

 

Farsul

Apesar de operação da PF, faturamento de exportações de carne bovina sobe 22%

Apesar da Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal em março, o faturamento das exportações de carne bovina no mês aumentou 22% e o volume vendido, 20%, na comparação com fevereiro.

Os dados foram divulgados hoje (11) pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Na comparação com março do passado, no entanto, houve queda de 3% no faturamento.

“Os resultados positivos registrados em março demonstram a força da indústria brasileira de carne bovina e seu potencial como exportadora. Os dados confirmam que a operação policial, desencadeada em 17 de março, não foi capaz de afetar substancialmente a média das exportações, até porque muitos mercados que interromperam as negociações após as notícias veiculadas, reabriram rapidamente, demonstrando confiança na carne bovina brasileira”, disse o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

O faturamento das exportações do setor no mês de março somou US$ 501 milhões, com o embarque de mais de 125 mil toneladas. Os maiores compradores de carne bovina brasileira no período foram Hong Kong, China e Rússia.

A categoria mais exportada em março foi a de carne in natura, seguida pela de carne industrializada e miúdos.

 

Fonte: EBC