IBGE: desemprego na pandemia atinge maior patamar em agosto

A taxa de desocupação atingiu 14,3%, na quarta semana do mês

A taxa de desocupação atingiu 14,3%, na quarta semana de agosto, um aumento de 1,1 ponto percentual frente à semana anterior (13,2%), alcançando o maior patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) covid-19, iniciada em maio.

Essa alta acompanha o aumento na população desocupada na semana, representando cerca de 1,1 milhão a mais de pessoas à procura de trabalho no país, totalizando 13,7 milhões de desempregados. Os dados foram divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A população fora da força de trabalho (que não estava trabalhando nem procurava por trabalho) era de 74,4 milhões de pessoas, mantendo-se estável em relação à semana anterior (75 milhões) e, também, frente à semana de 3 a 9 de maio (76,2 milhões). Nessa população, disseram que gostariam de trabalhar cerca de 26,7 milhões de pessoas (ou 35,8% da população fora da força de trabalho). Esse contingente ficou estável frente à semana anterior (26,9 milhões ou 35,9%) e à semana de 3 a 9 de maio (27,1 milhões ou 35,5%).

Cerca de 16,8 milhões de pessoas fora da força que gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho não o fizeram por causa da pandemia ou por não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam. Elas correspondiam a 22,6% das pessoas fora da força. Esse contingente permaneceu estável em relação à semana anterior (17,1 milhões ou 22,9%), mas diminuiu frente à semana de 3 a 9 de maio (19,1 milhões ou 25,1%).

A coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira, destaca o crescimento da taxa de desocupação, que era de 10,5% no início de maio, e explica que a alta se deve tanto às variações negativas da população ocupada quanto ao aumento de pessoas que passaram a buscar trabalho.

“No início de maio, todo mundo estava afastado, em distanciamento social, e não tinha uma forte procura [por emprego]. O mercado de trabalho estava em ritmo de espera para ver como as coisas iam se desenrolar. As empresas estavam fechadas e não tinha local onde essas pessoas pudessem trabalhar. Então, à medida que o distanciamento social vai sendo afrouxado, elas vão retornando ao mercado de trabalho em busca de atividades”, disse, em nota, a pesquisadora.

Isolamento social

A pesquisa também indica mudança no comportamento da população em relação às medidas de isolamento social. Segundo o IBGE, o número de pessoas que ficaram rigorosamente isoladas diminuiu pela segunda semana seguida. Entre 23 e 29 de agosto, 38,9 milhões de pessoas seguiram essa medida de isolamento, uma queda de 6,5% em relação aos 41,6 milhões que estavam nessa situação na semana anterior.

Segundo Maria Lucia Vieira, há relação entre o aumento das pessoas em busca de trabalho e a flexibilização do isolamento. “A gente está vendo uma maior flexibilidade das pessoas, uma maior locomoção em relação ao mercado de trabalho, pressionando o mercado de trabalho, buscando emprego. E esses indicadores ficam refletidos no modo como eles estão se comportando em relação ao distanciamento social”.

A parcela da população que ficou em casa e só saiu por necessidade permaneceu estável. São 88,6 milhões de pessoas nessa situação, representando 41,9% da população do país. Houve estabilidade também no contingente dos que não fizeram restrição, chegando a 5 milhões de pessoas, e dos que reduziram o contato, mas que continuaram saindo de casa ou recebendo visitas, situação de 77 milhões de pessoas.

O número de pessoas ocupadas que estavam afastadas do trabalho por causa das medidas de isolamento social foi reduzido em 363 mil e esse contingente passou a 3,6 milhões. As pessoas que estão nessa situação agora representam 4,4% de toda a população ocupada, estimada em 82,2 milhões. Dos 76,1 milhões de pessoas que estavam ocupadas e não foram afastadas do trabalho, 8,3 milhões trabalhavam remotamente.

Estudantes sem atividades escolares

A pesquisa estima em 45,6 milhões o número de estudantes matriculados em escolas ou universidades na quarta semana de agosto. Desse total, 7,2 milhões (15,8%) não realizaram atividades escolares em casa no período. O número permaneceu estável em relação à semana anterior. As férias foram apontadas como motivo para 970 mil alunos não realizarem atividades escolares.

Segundo o IBGE, o contingente de estudantes que tiveram atividades ficou em 37,4 milhões. “Ainda estamos no patamar de 82% de pessoas que referiram ter atividades escolares”, afirmou Maria Lucia.

Síndrome gripal

Na quarta semana de agosto, 11,3 milhões de pessoas apresentaram pelo menos um dos sintomas investigados pela pesquisa, como febre, tosse e dor de garganta. O número é inferior ao estimado na semana anterior, quando 12,4 milhões de pessoas relata ter algum dos sintomas. “Isso representa 5,3% da população. Em maio esse percentual chegou a 12,7%”, disse a pesquisadora.

Das pessoas que apresentaram algum sintoma, 2,6 milhões buscaram atendimento em estabelecimento de saúde como postos de saúde, pronto socorro, hospital do Sistema Único de Saúde ou privado. O número de pessoas que procurou atendimento em hospital público, particular ou ligado às forças armadas foi estimado em 799 mil. Desses, 15,2%, ou 121 mil, foram internados.

*Agência Brasil

PIB do RS cai 13,7% no 2º trimestre de 2020 em relação ao período anterior

Desaceleração da atividade econômica é consequência da estiagem e dos efeitos da pandemia sobre indústria e serviços

A economia do Rio Grande do Sul registrou queda de 13,7% no segundo trimestre de 2020 em relação ao trimestre anterior. Os números do Produto Interno Bruto (PIB) mostram um recuo ainda maior na comparação com o mesmo período de 2019 (-17,1%). As duas taxas trimestrais são as maiores quedas já registradas desde o início do cálculo do PIB Trimestral, em 2002, e ambas são mais severas do que as do Brasil (-9,7% e -11,4%, respectivamente).

No acumulado do ano, a queda no PIB do Rio Grande do Sul chega a 10,7%, contra -5,9% no país, o que fez a economia gaúcha recuar ao mesmo patamar do primeiro trimestre de 2009. Os resultados do segundo trimestre foram divulgados por meio de videoconferência na tarde desta sexta-feira (18/9) pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG).

“Esse resultado evidencia uma forte desaceleração da atividade econômica no Rio Grande do Sul provocada tanto pela estiagem, que afetou a agropecuária, quanto pelos efeitos negativos decorrentes do enfrentamento da pandemia sobre a indústria e as atividades de serviços”, destaca o pesquisador Martinho Lazzari, do DEE/SPGG.

Segundo trimestre em relação ao anterior

Consequência direta da estiagem do período e dos reflexos da pandemia do novo coronavírus, o PIB registrou queda de 13,7% na comparação com o trimestre anterior. Entre os segmentos que compõem o cálculo, a retração mais significativa foi da Agropecuária, com -20,2%, seguida da redução registrada na Indústria (-15,9%) e no setor de Serviços (-9,1).

Com exceção dos Serviços, todos tiveram queda mais acentuada quando comparada com o país no período, em especial a Agropecuária, que no Brasil teve variação positiva de 0,4%. No país, a indústria registrou queda de 12,3% e serviços de 9,7%, em relação ao primeiro trimestre de 2020.

Comparação com ano anterior

Em relação ao mesmo trimestre de 2019, os números deste ano registraram quedas ainda maiores, com destaque negativo novamente para a Agropecuária (-39,4%). No segmento, as reduções de produção nas culturas de soja (-39,3%) e milho (-27,7%) foram decisivas, enquanto o destaque positivo ficou com a produção de arroz, com crescimento de 8,3%. Na mesma base de comparação, a agropecuária registrou crescimento de 1,2% no país.

Na Indústria, a queda geral foi de 19,3%, com redução nas taxas em todas as atividades do segmento: Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (-28,1%), Indústria de transformação (-19,5%), Construção (-12,6%) e Indústria extrativa mineral (-1,5%). Na Indústria de transformação, todas as atividades tiveram queda, em especial a de Veículos, reboques e carrocerias (-70,2%), Couros e calçados (-50,0%) e Máquinas e equipamentos (-14,1%). As menores baixas foram registradas nas atividades de Produtos alimentícios (-0,2%), Bebidas (-0,2%) e Celulose e papel (-0,4%).

Serviços foi o único segmento a registrar queda menor do que a do país (-9,9% contra -11,2% do Brasil). No Rio Grande do Sul, os principais destaques negativos foram o Comércio (-11,6%) e Outros serviços (-23,7%). No Comércio, Hiper e supermercados foi o única das dez atividades a ter desempenho positivo no período (+5,4%), enquanto todos os demais tiveram queda, em especial os setores de Tecidos, vestuário e calçados (-49,3%), Veículos automotores (-41,8%) e Outros artigos pessoais e de higiene (-25,8%).

Texto: Vagner Benites/Ascom SPGG
Edição: Vitor Necchi/Secom

IGP-10 tem inflação de 4,34% em setembro, diz FGV

Indicador acumula taxas de inflação de 13,98% no ano

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 4,34% em setembro deste ano, taxa superior aos 2,53% de agosto. Segundo dados divulgados hoje (16) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-10 acumula taxas de inflação de 13,98% no ano e de 17,03% em 12 meses.

A alta da taxa de agosto para setembro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação passou de 3,38% em agosto para 5,99% em setembro.

Por outro lado, os outros dois subíndices que compõem o IGP-M tiveram queda em suas taxas de inflação. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, passou de 0,48% em agosto para 0,46% em setembro.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção teve inflação de 0,80% em setembro, inferior ao 1,01% de agosto. O IGP-10 é medido com base em preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

*Agência Brasil

Reforma Tributária vai reforçar o Nota Fiscal Gaúcha, com mais recursos para entidades sociais

A proposta de Reforma Tributária do Estado em tramitação na Assembleia Legislativa prevê medidas para reforçar a cidadania fiscal, envolvendo cada vez mais gaúchos no esforço de pedir a Nota Fiscal em suas compras, com reflexos positivos no combate à informalidade e aumento da arrecadação.

As iniciativas integram o eixo de Transparência e Cidadania, uma das oito macroestratégias estabelecidas no plano, buscando incrementar o Programa Nota Fiscal Gaúcha (NFG), que já conta com quase 1,9 milhão de cidadãos cadastrados. Uma das principais ações previstas é o aumento dos repasses de recursos para entidades sociais que atuam nas áreas de saúde, educação, assistência social e proteção animal.

“Com a aprovação da Reforma, os valores repassados às entidades participantes, que também são indicadas pelos cidadãos, irão crescer 50%, passando de R$ 20 milhões para R$ 30 milhões ao ano. Na prática, essa é mais uma ferramenta pela qual o cidadão decide sobre a aplicação dos recursos públicos, ajudando também a combater a sonegação e a informalidade”, explica Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual, destacando que o principal objetivo é estimular o cidadão a pedir Nota Fiscal, pois só assim os pontos que impactam os repasses são contabilizados.

Também estão previstas ações para ampliar o uso da Plataforma NFG, potencializando os módulos existentes por meio de parcerias com entidades e empresas, como os sorteios mensais e os sorteios instantâneos (Receita da Sorte), bem como criando novos mecanismos, como a Receita Certa. Por meio da medida, os cidadãos cadastrados no NFG que solicitarem a inclusão do CPF em documentos fiscais na hora da compra terão retorno de parte do incremento real na arrecadação de ICMS no setor varejista. A arrecadação do setor é de cerca de R$ 3,6 bilhões por ano e a expectativa é de um incremento mínimo de 10% na arrecadação do varejo, com parte sendo distribuído aos consumidores, de forma proporcional às compras.

O cidadão terá a opção ainda de doar o valor a que tem direito para entidades assistenciais cadastradas. “Essa medida viabiliza com que todos os cidadãos gaúchos, de todas as classes sociais, possam ter retorno de parte do tributo pago, além da devolução parcial do ICMS a famílias de baixa renda, por meio do Fundo Devolve-ICMS, que está previsto em outro eixo da proposta de Reforma Tributária”, destaca Ricardo Neves.

Principais objetivos das medidas:

• Estimular a emissão de documentos fiscais, especialmente no segmento varejista
• Combater a informalidade e a sonegação
• Fomentar a cidadania fiscal
• Ampliar as ações de solidariedade
• Retornar parte do imposto pago aos cidadãos
• Valorizar a aquisição de produtos gaúchos
• Incrementar a arrecadação

Nota Fiscal Gaúcha e Receita 2030

Criado em 2012, o NFG é um programa que busca a promoção da cidadania fiscal, o combate à sonegação e o aumento da arrecadação por meio da emissão de notas fiscais e do incentivo aos cidadãos solicitarem à inclusão do CPF no ato da compra. Seis Estados brasileiros já utilizaram a experiência gaúcha para criarem programas semelhantes.

A iniciativa envolve consumidores, entidades sociais, empresas e Estado. Além de concorrerem a prêmios mensais e instantâneos em dinheiro, os cidadãos podem garantir benefícios como desconto no IPVA e repasses de recursos a entidades sociais que atuam nas áreas da saúde, educação, assistência social e proteção animal.

O fortalecimento do NFG faz parte da ação Programa de Cidadania, que integra a agenda Receita 2030 (30 iniciativas propostas pela Receita Estadual para modernização da administração tributária gaúcha) e depende da aprovação da Reforma Tributária para sua completa implementação.

• Quase 1,9 milhão de cidadãos cadastrados
• 300 mil estabelecimentos credenciados
• Mais de 3,5 mil entidades indicadas
• Mais de 3,4 bilhões de notas fiscais processadas

Texto: Ascom Sefaz
Edição: Secom 

Caixa paga nesta terça abono salarial para nascidos em setembro

Cerca de 734 mil trabalhadores da iniciativa privada podem sacar

Os trabalhadores nascidos em setembro têm direito ao saque do benefício, totalizando R$ 567 milhões em recursos disponibilizados neste lote.

Já para os funcionários públicos, vale o dígito final do número de inscrição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A partir desta terça-feira, fica disponível o crédito para inscritos com final 2.

Os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro recebem o abono salarial do PIS ainda neste ano. Os nascidos entre janeiro e junho terão o recurso disponível para saque em 2021.

Os servidores públicos com o final de inscrição do Pasep entre 0 e 4 também recebem em 2020. Já as inscrições com final entre 5 e 9, recebem no ano que vem. O fechamento do calendário de pagamento do exercício 2020/2021 será no dia 30 de junho de 2021.

Quem tem direito

Tem direito ao abono salarial 2020/2021 o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou eSocial, conforme categoria da empresa.

Recebem o benefício pela Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. Em todo o calendário 2020/2021, a Caixa deve disponibilizar R$ 15,8 bilhões para 20,5 milhões de trabalhadores.

As pessoas que trabalham no setor público tem inscrição no Pasep e recebem o benefício pelo Banco do Brasil (BB). Neste caso, o beneficiário pode optar por realizar transferência (TED) para conta de mesma titularidade em outras instituições financeiras nos terminais de autoatendimento do BB ou no portal do banco, ou ainda efetuar o saque nos caixas das agências.

Para o exercício atual, o BB identificou abono salarial para 2,7 milhões trabalhadores vinculados ao Pasep, totalizando R$ 2,57 bilhões. Desse total, aproximadamente 1,2 milhão são correntistas ou poupadores do BB e aqueles com final de inscrição de 0 a 4 receberam seus créditos em conta antecipadamente no dia 30 de junho, no montante de R$ 580 milhões, segundo a instituição financeira.

Abono Salarial anterior

Cerca de dois milhões de trabalhadores que não realizaram o saque do abono salarial do calendário anterior (2019/2020), finalizado em 29 de maio deste ano, ainda podem sacar os valores. O prazo vai até 30 de junho de 2021. O saque pode ser realizado nos canais de atendimento com Cartão e Senha Cidadão, ou nas agências da Caixa.

A consulta do direito ao benefício, bem como do valor disponibilizado, pode ser realizada por meio do aplicativo Caixa Trabalhador, pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800 726 0207) e no site do banco.

No caso do Pasep, cerca de 360 mil trabalhadores não sacaram o abono referente ao exercício 2019/2020, pago até 29 de maio de 2020. De acordo com a Resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), esses recursos ficam disponíveis para saque por cinco anos, contados do encerramento do exercício. Os abonos não sacados são disponibilizados automaticamente para o próximo exercício, sem necessidade de solicitação do trabalhador.

*Agência Brasil

Em live nas redes sociais, Cotricampo lança Expoagro 2021

Considerada a terceira maior feira, do âmbito das cooperativas gaúchas, a Expoagro Cotricampo será realizada entre os dias 11 e 13 de fevereiro de 2021, em Campo Novo, na região Celeiro do Estado.
O presidente da Cotricampo, Gelson Bridi e o diretor secretário, Ricardo Chassot, aproveitaram a live de lançamento da Feira, na noite desta segunda-feira (14/09), para festejaram o aniversário de 53 anos da cooperativa, que atua em 17 municípios do Noroeste gaúcho.
O presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, participou do bate papo virtual e parabenizou a Cotricampo, associados e diretoria. “Certamente estaremos presentes e apoiando o evento, em 2021”, disse Sandri.
Para a edição do ano que vem, será mantido o espaço da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). A participação da Emater/RS-Ascar e da Seapdr na Feira tem o objetivo de atender os anseios dos agricultores familiares, público majoritário dentre os associados da Cotricampo.
A coordenadora da Emater/RS-Ascar na Expoagro Cotricampo, Rejane Gollo Fornari, antecipou dois novos focos de trabalho, dentro do eixo Segurança e Soberania Alimentar: saneamento básico, preservação do meio ambiente e da água e
, programa de fomento à cultura do milho, lançado no começo do ano, pelo Governador Eduardo Leite.
*Cotricampo

Diesel e GNV permanecerão com carga efetiva de 12%

Entre as medidas de simplificação dos impostos previstas na proposta de Reforma Tributária RS, está a adoção de apenas duas alíquotas nominais, a de 25% e a de 17%. Mesmo assim, o diesel e o GNV (gás natural veicular) permanecerão com a carga efetiva de 12%, praticada atualmente. Para isso, o governo do Estado implementará uma redução do valor sobre o qual é calculado o imposto (redução de base de cálculo) de forma a manter a carga em 12%, mudança já autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) por meio do Convênio ICMS 54, de 30/7/2020.

Essa é uma ação necessária do ponto de vista do fisco gaúcho pela importância do diesel e do GNV nos custos de produção e de transporte. Os combustíveis, de forma geral, representam cerca de 17% da arrecadação de ICMS no Estado.

Além disso, no final do ano a alíquota majorada de gasolina e álcool (30%) será substituída pela alíquota de 25%, gerando uma grande economia no bolso dos cidadãos. Considerando, por exemplo, que o preço do litro da gasolina comum seja de R$ 4,36 (preço de referência em 1° de setembro), o ICMS pago atualmente (30%) é de R$ 1,31. A partir de 2021, o ICMS (25%) passará a ser de R$ 1,02. Ou seja, uma diferença de R$ 0,29 em tributação por litro, o que equivale a R$ 14 para encher um  tanque de 50 litros.

Manutenção da carga tributária

As alíquotas de energia e telecomunicações também passam, no final do ano, de 30% para 25%. Se nenhuma reforma for feita, o RS perderá R$ 2,85 bilhões de arrecadação. Com o intuito de modernizar o sistema tributário e manter a receita nos patamares atuais, o governo do Estado está propondo o conjunto de medidas da Reforma Tributária RS.

Com a aprovação de todos os projetos, a carga de ICMS do Estado cairá em cerca de R$ 1 bilhão e o efeito de todas as alterações nas alíquotas significará que todas as faixas de renda pagarão menos ICMS do que pagam hoje, considerando os produtos consumidos em conjunto. A arrecadação será compensada com medidas que envolvem o IPVA e o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD).

Texto: Ascom Sefaz
Edição: Secom 

Agências do INSS retomam atendimento presencial a partir desta segunda

Segurados devem agendar atendimento pela internet ou telefone

As agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) retomam as atividades presenciais a partir de hoje (14) em todo o país. Nesta primeira fase de reabertura, somente os atendimentos agendados previamente serão realizados nas agências, incluindo, em alguns casos, a retomada da perícia médica previdenciária, que ocorrerá apenas em unidades específicas.

De acordo com o INSS, cerca de 600 agências estarão reabertas. O número representa menos da metade das unidades do INSS, mas corresponde às maiores agências, as que tem maior capacidade de atendimento. O governo deve divulgar ao longo da semana a lista completa das agências abertas, mas o segurado já pode consultar a informação no aplicativo Meu INSS ou no telefone 135.

“As pessoas só devem ir às agências estando com agendamento prévio feito pelo telefone 135 ou pelo aplicativo Meu INSS. Qualquer dúvida pode ser tirada pelo 135 ou pelo chat Helô. dentro do aplicativo”, afirmou o presidente do INSS, Leonardo Rolim Guimarães, na última sexta-feira (11), ao anunciar a reabertura. O horário de funcionamento das agências será de 7h às 13h, de segunda a sexta.

“Um outro ponto importante que a gente precisa lembrar as pessoas é que não devem procurar agendamento para aqueles serviços que podem ser feitos de forma remota, por exemplo, uma aposentadoria, pensão, salário-maternidade. Esses serviços continuam sendo feitos remotamente”, acrescentou Rolim.

Procedimentos de reabertura

Além do número limitado de atendimentos, as pessoas que forem às agências devem usar máscaras e ter a temperatura corporal aferida por meio de termômetro infravermelho. Se for constatada temperatura acima de 37,5 graus, o segurado não poderá nem sequer entrar na agência, e ainda será orientado a procurar um serviço médico.

As orientações incluem chegar pouco antes do horário marcado, para evitar a formação de filas, e manter o distanciamento mínimo de um metro das outras pessoas. Servidores do INSS usarão equipamentos de proteção individual durante os atendimentos. No caso das agências que contarão com o serviço de perícia médica previdenciária, houve um reforço ainda maior nos protocolos de higiene.

Entre os serviços que poderão ser realizados presencialmente estão o cumprimento de exigência, avaliação social, justificação administrativa ou social (caso em que a pessoa precisa levar um documento para comprovar tempo de serviço que não não está no cadastro oficial), reabilitação profissional e perícia médica (apenas em algumas agências).

Antecipação de benefícios

Desde março, quando o atendimento presencial foi suspenso, o INSS informou que foram concedidas antecipações de 186 mil benefícios de Prestação Continuada (BPCs), pago a pessoas com deficiência, e 876 mil antecipações de auxílios-doença. Ainda segundo a autarquia, o governo reduziu a quantidade de requerimentos que estavam sob análise do INSS desde o início da pandemia.

Em junho do ano passado, quando a fila de requerimentos que dependiam de um parecer da autarquia chegou ao ápice, havia um total de 2,32 milhões de pedidos em análise. Em janeiro desse ano, a fila tinha caído 1,635 milhão. No início da pandemia, em março, quando o INSS fechou o atendimento ao público, houve uma nova redução, para 1,30 milhão. Hoje, essa fila está em 758 mil.

Apesar da redução do número de requerimentos sob análise do INSS, aumentou a quantidade de requerimentos em exigência, que são aqueles que dependem de uma informação complementar ou documento por parte do segurado. Atualmente, esses requerimentos somam 906 mil na fila.

*Agência Brasil

Caixa deposita FGTS emergencial para nascidos em novembro

Dinheiro poderá ser usado pelo aplicativo Caixa Tem para o pagamento de contas, boletos ou compras

A Caixa Econômica vai depositar o FGTS emergencial para os nascidos em novembro nesta segunda-feira (14). O dinheiro poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem para o pagamento de contas, boletos e compras.

O valor máximo de recebimento é de R$ 1.045. Quem preferir sacar o dinheiro em espécie ou fazer transferência para outra conta precisa esperar até dia 14 de novembro.

Caixa optou por deixar datas diferentes para a liberação do dinheiro e o saque para evitar aglomerações nas agências.

 

 consultar valor do saque

O valor máximo do saque é de R$ 1.045, mas varia de acordo com o saldo total que a pessoa tem no fundo. A consulta ao benefício está disponível pelo app FGTS (Android e iOS), pelo internet banking da Caixa, pelo site oficial e pelo telefone 111. É possível checar o valor disponível e qual a data de disponibilização do FGTS.

Quem não quiser realizar o saque deve informar pelo aplicativo do FGTS com pelo menos 10 dias de antecedência da data prevista do crédito. Também é possível solicitar o desfazimento do crédito depois do depósito. Neste caso, o valor volta para a conta do FGTS do beneficiário.

Além disso, se a poupança social digital não sofrer movimentação até o dia 30 de novembro, os valores retornarão à conta FGTS do trabalhador, devidamente corrigidos.

*Agência Brasil

Mensagem de 2 anos de falecimento de Beatriz Sulzbach Schonwald

Nascida no dia 27 de agosto de 1965, Beatriz viveu 53 anos sendo filha de Werno e Lori Sulzbach, casou com Nilson Schonwald e tiveram 3 filhos: Dionara, Daniela e Dimas. Em setembro de 2018, no dia 13 Deus chamou Beatriz para viver ao seu lado eternamente.

Querida e amada Beatriz, nesses 2 anos que já se passaram sentimentos saudades todos os dias, gostaríamos tanto de novamente te abraçar, ouvir tua voz, teus conselhos, porém sabemos que hoje você está em um lugar onde não sente dor nem sofrimento e que certamente observa os seus queridos com orgulho e nos guia e protege do mal.

Te amaremos eternamente , você sempre vai estar em nossos corações pois é assim que pessoas boas como você foi permanecem. Um até logo dos teus familiares e amigos Beatriz.