Em projeto experimental, trem das Missões entra em operação

São quatro opções de roteiro, além de diversas atrações culturais durante viagem em Maria Fumaça

Foto: Carine Krominger de Sá

Turistas e moradores da região das Missões conheceram, nesse final de semana, uma nova atração turística: o passeio do Trem das Missões. A locomotiva Maria da Fumaça, com 10 vagões, levou o público para uma viagem ao tempo, contando a história da região Noroeste do Rio Grande do Sul. Em um trajeto de 55 km, os passageiros lembraram e conheceram um pouco mais sobre o passado dos imigrantes, dos municípios da região e da cultura gaúcha.

A atração oferece roteiros de Santo Ângelo a Catuípe e Catuípe a Ijuí, assim como há saídas de Santo Ângelo a Catuípe e Ijuí a Catuípe. Grupos de Centros de Tradições Gaúchas (CTG) e folclóricos realizam apresentações dentro do trem e nas estações ao longo da viagem.

A atração turística é experimental, com chances de se tornar permanente. A intenção do projeto é o fortalecer o desenvolvimento do turismo regional, segundo os organizadores. Os passeios ocorreram na sexta, sábado e domingo, e seguem na próxima semana, dias 28 e 29 de setembro.

Procurador do Ministério Público Federal (MPF) em Santo Ângelo, Osmar Veronese viajou na Maria Fumaça e diz que o acolhimento ao público foi excelente. “A iniciativa é muito boa para a região, que tem lindas paisagens. Esse pode e deve ser um roteiro turístico do Estado”. Ele ressalta que o trem é um símbolo que abraça o passado e também o futuro, fazendo o resgate da origem das cidades. “Aposto em um projeto cultural e econômico para a região”.

O valor do bilhete é R$ 70 para adultos e R$ 66,50 para crianças. Menores de cinco anos não pagam passagem. Os bilhetes podem ser adquiridos através do site da Maria Fumaça ou em pontos de venda nos municípios parceiros. O Trem das Missões é um projeto do Ministério Público Federal (MPF), Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) e prefeituras de Santo Ângelo, Catuípe e Ijuí.

Fonte: CP

Arrecadação de impostos no RS tem crescimento nominal de 3,1% em 2019

A arrecadação dos impostos estaduais no Rio Grande do Sul totalizou R$ 25,15 bilhões de janeiro a agosto de 2019. O montante, obtido por meio da soma das receitas do ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação), do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e do ITCD (Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação de Quaisquer Bens e Direitos), representa um crescimento nominal de 3,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em números atualizados pelo IPCA, no entanto, o valor é 0,9% inferior a 2018.

O ICMS, principal tributo a nível estadual, soma R$ 22,68 bilhões ao longo do ano, um crescimento nominal de 3,8% frente a 2018 (-0,2% em números atualizados). O mês de agosto registrou um desempenho relativamente fraco, com R$ 2,89 bilhões arrecadados e um crescimento nominal de apenas 0,5% (-2,7% em valores reais). Os números comparativos acumulados são impactados pela antecipação de receitas promovida no final de 2018, no total de R$ 347 milhões em ICMS que seriam arrecadados no início de 2019.

No âmbito do IPVA, cobrado sobre a propriedade de veículos automotores, a situação é parecida, com ainda maior reflexo na análise comparativa devido ao adiantamento de R$ 373 milhões para os últimos dias de dezembro do ano passado. Assim, o tributo totaliza R$ 2,06 bilhões arrecadados em 2019, com queda de 6,3% frente a 2018 (-10,3% em valores reais). Os números de agosto somaram R$ 63,51 milhões e também ficaram abaixo do verificado no ano anterior (-1,4% nominal e -4,6% em valores atualizados).

Já o ITCD, que incide sobre heranças e doações, apresenta o melhor desempenho, com R$ 407,21 milhões arrecadados e crescimento de 19,7% na comparação com o ano passado (+15,2% em valores atualizados pelo IPCA). Os números em agosto foram ainda mais positivos, totalizando R$ 72,4 milhões e um crescimento de 35,2% em relação a 2018 (30,8% em números atualizados).

A evolução da arrecadação diária pode ser acompanhada por meio do Portal Receita Dados (http://dados.receita.fazenda.rs.gov.br/), site de transparência da Instituição.

Fatores de impacto e iniciativas para melhorar a arrecadação

A antecipação das receitas promovidas no final de 2018, com o objetivo de incrementar o fluxo de caixa e possibilitar o pagamento dos servidores e o atendimento das necessidades básicas da população, totalizou R$ 720 milhões entre ICMS e IPVA. Ajustando os números, caso o valor tivesse sido arrecadado em 2019, a variação real acumulada da arrecadação dos impostos estaduais seria 2,0% superior ao ano passado, e não -0,9%, como registrado.

Outro fator relevante apontado é a continuidade da crise econômica no Brasil. Segundo o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, os números vêm apresentando oscilações que acompanham a tendência da economia nacional, estando 1,2% abaixo da meta institucional estabelecida pelo fisco gaúcho.

Para superar esse cenário, a Receita Estadual aposta em uma agenda propositiva chamada “Receita 2030”, composta por 30 iniciativas para modernizar a administração tributária no Rio Grande do Sul. Lançada em junho pelo Governo do Estado, o conjunto de medidas já está em implementação, com bons resultados sendo verificados.

Um dos exemplos é o ITCD Virtual, com a estruturação da Delegacia do ITCD e diversas ações para modernização da gestão, dos processos e dos serviços relacionados ao tributo. Os resultados apareceram de forma rápida, com crescimento de quase 20% na arrecadação e redução substancial dos prazos de atendimento aos contribuintes. Além disso, áreas como a fiscalização, o julgamento de processos e a cobrança de devedores também estão passando por uma reestruturação, com foco na especialização e na centralização de atividades, na inovação, na produtividade e na eficiência.

Confira a baixo o link:

Resumo – Arrecadação Impostos RS – Janeiro a Agosto – IPCA

Fonte: Receita Estadual RS

Mercado reduz estimativa de inflação pela sétima vez seguida

 

Instituições financeiras reduziram, pela sétima vez seguida, a estimativa para a inflação neste ano. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC) ao mercado financeiro, a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deste vez, passou de 3,45% para 3,44%, em 2019.

Para 2020, foi mantida em 3,80%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

As estimativas para 2019 e o próximo ano estão abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Comitê de Política Monetária aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o mercado financeiro, a Selic deve terminar 2019 em 5% ao ano. Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic de 6% para 5,5% ao ano.

A expectativa do mercado é que Selic voltará a ser reduzida em 0,5 ponto percentual em outubro e permanecerá em 5% ao ano na última reunião do ano marcada para dezembro.

O mercado não espera por alteração na Selic em 2020, com a taxa permanecendo em 5% ao ano. Para 2021, a expectativa é que a Selic termine o período em 6,75% ao ano. Na semana passada, a previsão era 7% ao ano. Para o fim de 2022, a expectativa é que a taxa chegue a 7% ao ano.

Crescimento da economia

A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi mantida em 0,87% em 2019.

As estimativas para os anos seguintes também não foram alteradas: 2%, em 2020; e 2,50%, em 2021 e 2022.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,90 para R$ 3,95 e, para 2020, foi mantida em R$ 3,90.

Fonte: Agência Brasil

Homem morre após ser atropelado por dois veículos na BR-386, em Tio Hugo

Foto: Lucas Cidade/Rádio Uirapuru

Por volta das 21h20 de domingo (22), no km 216,3 da BR-386, em Tio Hugo, ocorreu um acidente do tipo atropelamento de pedestre.

Os veículos envolvidos foram a Ford/F250 de Palmeira das Missões, e o Hyundai/HB20 de Erechim.

Os veículos transitavam na rodovia quando um pedestre atravessou a pista de forma repentina, ocasionando seu atropelamento, primeiro pela Ford/F250 e na sequência pelo HB20 que vinha logo atras. Os condutores dos veículos restaram ilesos.

O pedestre de 53 anos, morador do Tio Hugo, que restou morto, foi encaminhado para o IML de Carazinho.

Houve bloqueio parcial do momento do acidente até a 00h00 desta segunda-feira(23).

Fonte: PRF

Ave considerada extinta no RS é descoberta no Parque Estadual do Turvo

 

Foto: Dante Andres Meller

Considerada extinta há mais de 90 anos no Rio Grande do Sul, o Uiraçu, uma das águias mais raras da América do Sul, foi fotografada pelo pesquisador Dante Andres Meller, numa incursão com sua equipe no interior do Parque Estadual do Turvo, em Derrubadas.

A descoberta foi divulgada neste fim de semana, no II Avistchê, em São Miguel das Missões.

O Uiraçu possui porte um tanto menos robusto, com patas mais finas e bico menor do que a Harpia, outra águia rara encontrada no Parque do Turvo, segundo o pesquisador.

Possui ainda uma pequena máscara negra muito característica, seu penacho não é bipartido, como na Harpia, e as coberteiras inferiores das asas são brancas.

Com informações do Ave Missões Blog

 

Motorista embriagado e sem habilitação foge e é preso em São Martinho

Foto: PRE

Por volta das 18h30min do último domingo (22) em patrulhamento pela ERS 210, a guarnição da Polícia Rodoviária Estadual de Santo Augusto visualizou um veículo Gol, de cor Branca, emplacado em Cerro Largo, trafegando em “zig-zag” no km 74, sentido Trevo da BR-468 a São Martinho.

Quando abordado, o mesmo entrou em fuga, colocando ainda mais em risco os usuários da rodovia, sendo que a 11 km de distância foi possível a abordagem no km 65, quando o veículo caiu em um bueiro.

Os policiais constataram que o condutor não era habilitado, sendo que o mesmo realizou o teste do etilômetro e como resultado deu 0,52 mgl e na contra prova 0,51 mgl.

Foi dado voz de prisão ao condutor e o mesmo foi conduzido a DP de São Martinho.

Observador Regional

Trigo no RS está em floração

 

Foto: Adriane Bertoglio Rodrigues

Apresentando bom desenvolvimento, a cultura do trigo entra agora no que é conhecido como o período crítico, pois o plantio está na fase de espigamento, altamente vulnerável às variáveis climáticas. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19/09), 19% das lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo), 50% em floração, 30% na fase de enchimento do grão e 1% encontra-se madura e pronta para a colheita. Nesta safra, a área estimada pela Emater/RS-Ascar para o cultivo do trigo é de 739,4 mil hectares. A área de cultivo de trigo no RS corresponde a 37% da área brasileira com o grão.

A área cultivada com canola no RS para esta safra é de 32,7 mil hectares, com rendimento médio de 1.258 quilos por hectare. Entre as lavouras do Estado, 17% estão em floração, 59% em enchimento de grãos, em 14% das lavouras a canola está madura por colher e 10%, colhida. As regiões da Emater/RS-Ascar principais produtoras são Santa Rosa, Ijuí, Santa Maria, Bagé e Frederico Westphalen, que correspondem a 93% da área cultivada no Estado. O RS corresponde a 92,9% da área estimada para o Brasil pela Conab em agosto de 2019.

O RS implantou, nesta safra, 42,4 mil hectares com cevada, com rendimento médio de 2.073 quilos por hectare. Em 28% das lavouras, a fase é de desenvolvimento vegetativo, 42% estão em floração, 29% em enchimento de grãos e 1% maduro por colher. De modo geral, o desenvolvimento das lavouras é considerado bom. A cevada corresponde a 36,6% da área estimada para o Brasil pela Conab.

A área estimada pela Emater/RS-Ascar com plantio de aveia branca para grão nesta safra é de 299,9 mil hectares, com produtividade esperada de 2.006 quilos por hectare. A área cultivada com aveia no RS corresponde a 78,8% da área estimada pela Conab para o Brasil. No Estado, 8% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 24% em floração, 49% na fase de enchimento do grão, em 11% delas a aveia está madura para colher e 8% das lavouras foram colhidas.

CULTURAS DE VERÃO

A estimativa da Emater/RS-Ascar para safra de milho 2019/2020 indica uma área de 771.578 hectares, um aumento de 1% em relação à safra anterior e uma produção estimada de 5.948.712 toneladas. Isso resulta em produtividade de 7.710 quilos por hectare. Segundo o zoneamento agroclimático (definido pela Portaria nº 59, de 01/07/2019), o período de plantio ocorre entre o início de agosto e o final de janeiro. A evolução da cultura do milho para a próxima safra começa a ser descrita a partir desta semana. As regiões administrativas da Emater/RS-Ascar onde o plantio mais avançou na semana, de acordo com o zoneamento, são Santa Rosa e Ijuí.

OLERÍCOLAS E FRUTÍCOLAS

Batata-doce – Na Região Metropolitana, a maior parte das lavouras encontra-se em enchimento de tubérculos, avançando na colheita, que totaliza até o momento 92% da área na Costa Doce, região com 3 mil hectares da cultura. Na região Sul, com a colheita finalizada, reduziu a oferta e aumentou o preço para valores entre R$ 2,00 e R$ 2,20/kg. Segue a atividade de plantio em túneis baixos destinado à produção de mudas para, na sequência, iniciar o transplante.

Tomate – No Vale do Caí, o cultivo de tomate Cereja em ambiente protegido apresenta baixa incidência de pragas e doenças. Novas áreas implantadas estão com bom desenvolvimento, apresentando bom padrão de floração e pegamento de frutos, estimando-se início de colheita para a primeira quinzena de outubro. A produção é comercializada a preços que variam entre R$ 5,00 e R$ 8,50/kg, dependendo da qualidade e destino do produto.

Banana – Os pomares estão em produção no Litoral Norte, onde há aproximados 10.900 hectares da cultura, representando 98,5% da área cultivada no Estado. O preço para caixa de 20 quilos de banana sofreu forte aumento: para Prata de primeira, ficou em R$ 40,00/cx.; de segunda, a R$ 20,00/cx. O preço da Caturra de primeira ficou em R$ 34,00/cx.

Pêssego – Na região Sul, a cultura está no final de florescimento e a maioria das cultivares está em frutificação. Seguem intensas as atividades de raleio. Produtores seguem realizando tratamentos fitossanitários na floração e na frutificação, bem como adubação. No Nordeste do RS, segue o monitoramento de pragas e doenças, os tratamentos fitossanitários e a colocação de armadilhas caça-moscas.

Videira – Na regional da Emater/RS-Ascar de Porto Alegre, iniciou a brotação, com boa expectativa para esta safra. Na região há 270 hectares de uvas para indústria, a maioria de agroindústrias familiares de vinhos, sucos e demais produtos.

OUTRAS CULTURAS

Erva-mate – Na região do Alto da Serra do Botucaraí, agricultores realizam plantio e replantio. Segundo informações dos viveiristas, as vendas de mudas de erva-mate têm sido satisfatórias, indicando, portanto, que há plantios novos. Em Venâncio Aires, muitas áreas estão sendo eliminadas. No entanto, a administração municipal, em incentivo ao desenvolvimento da cultura, entregou 27 mil mudas de erva-mate aos produtores. Houve um crescente aumento na demanda, fazendo o preço pago ao produtor também aumentar, podendo chegar até a R$ 16,00/arroba.

PASTAGENS E CRIAÇÕES

Tanto as pastagens naturais (campo nativo) como as cultivadas estão no período final do ciclo. Com a aproximação da primavera, começam as novas brotações das naturais nas regiões de Bagé, Pelotas, Santa Maria e de Caxias do Sul, em especial nos Campos de Cima da Serra, e a finalização nas cultivadas de inverno. Observa-se a implantação das pastagens cultivadas de verão, principalmente entre os produtores de leite.

OVINOCULTURA – O período é de nascimento de cordeiros. Na Campanha e Fronteira Oeste, em algumas localidades o nascimento de cordeiros já está se encaminhando para o final, chegando a 95% das crias, com baixa mortalidade. O campo nativo continua apresentando redução de oferta de forragem, condição prejudicial aos animais que pastoreiam essas áreas. Esse quadro deve melhorar com a chegada da primavera e a partir do rebrote dos campos. Seguem os trabalhos de esquila pré-parto, assinalação, descola e castração dos cordeiros, que se desenvolvem bem.

Por: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

Rádio Metrópole

Está tudo pronto para a realização do Desfile Cívico em Crissiumal

Avenida central recebeu melhorias com pinturas

Os preparativos para o Desfile Cívico e Farroupilha em Crissiumal, que ocorrerá nesta sexta-feira dia 20, estão em fase final. A Comissão Organizadora do evento reuniu-se na tarde desta quinta (19), para acertar os últimos detalhes do desfile, que tradicionalmente atrai um grande público à Avenida Presidente Castelo Branco.

Durante as últimas semanas os trabalhos dos organizadores foram intensificados para que o desfile ocorra com êxito. Além da intensificação dos ensaios da Banda Marcial do Município, a avenida central, pela qual passará o desfile, recebeu melhorias com a pintura das guias e corte de grama nos canteiros.

Toda a população está convidada a prestigiar este ato de civismo, que ocorre bienalmente. No entanto, este ano, será abrilhantado pela estreia da Banda Marcial do Município e com a participação de 30 grupos, entre instituições de ensino, bandas marciais, associações, entidades, clubes e outros.

DESFILE ESTÁ CONFIRMADO!

Apesar do clima instável e da chuva que ocorre na tarde desta quinta-feira, a Secretaria de Educação e Cultura, que coordena o evento, mantém confirmada a programação do Desfile para a manhã de sexta-feira (20), considerando as previsões climáticas que indicam baixa probabilidade de chuva.

Ressalta-se, portanto, para que todos os grupos que participarão do Desfile, compareçam no ponto de concentração, a partir das 7h30min, conforme o combinado.

Por: Andréia Cristina Queiroz

Rádio Metrópole

Veículo sai da pista e capota na ERS-218, entre Santo Ângelo/Catuípe

Caçadores de Notícias

Um acidente de trânsito foi registrado nesta quinta-feira (19), na ERS 218, trecho que liga Santo Ângelo a cidade de Catuípe, proximidades da Fazenda Mimosa.

De acordo com a área de segutrança pública, na oportunidade o condutor um veículo Prisma com placas do municipio de Mato Queimado perdeu o controle, saiu da pista e acabou capotando.

Ninguém ficou ferido,somente danos materiais.

Fonte: Rádio Cidade SA

Número de mortes em rodovias federais do RS cai quase 20% em 2018

Com 313 óbitos, Rio Grande do Sul tem o menor índice em 12 anos, mas figura como o quinto Estado com mais vítimas no ano passado, segundo levantamento da CNT

O Rio Grande do Sul é o quinto Estado com maior número de mortes em rodovias federais em 2018. Com 313 óbitos, o RS fica atrás apenas de Minas Gerais (693), Paraná (494), Bahia (456) e Santa Catarina (386), segundo dados do Painel CNT de Acidentes Rodoviários, divulgados pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) na manhã desta quinta-feira (19). Mesmo com o número elevado, o RS apresentou queda de 19,94% no total de mortes nas vias federais em comparação ao mesmo período de 2017 (391).

A série histórica da pesquisa aponta 2018 como o ano com menos mortes nas rodovias federais gaúchas desde 2007. A colisão figura no topo dos tipos de acidente causadores de morte, com 199 ocorrências (63,5%). No ano passado, o Estado registrou 3.297 acidentes com vítimas (mortos ou feridos).

O professor da Escola de Engenharia da UFRGS Luiz Afonso Senna, PhD em transportes, avalia que a melhor atuação da fiscalização pode explicar a redução, mas cita fatores externos que também ajudam a entender o fenômeno:

— Essa diminuição talvez possa ser explicada por questões externas, como a diminuição da atividade econômica, que a gente vem experimentando nos últimos anos. Isso pode ter algum impacto. Não necessariamente associado ao motorista, à via ou ao veículo. Muito embora as questões da via são muito importantes.

Chefe da comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio Grande do Sul, Cássio Garcez cita o investimento em tecnologia, a análise de estatísticas de acidentalidade e o direcionamento de ações de fiscalização como fatores que influenciam nessa queda no número de mortes em rodovias federais:

— Basicamente, a gente monitora os trechos que são críticos para acidentes, especialmente os graves. Nesses locais e em datas específicas, como feriados ou festas locais, a Polícia Rodoviária Federal direciona um efetivo maior para esses pontos.

Garcez reforça cuidados básicos — como evitar dirigir com sinais de sonolência e o respeito à sinalização e às demais regras da pista — para evitar acidentes, principalmente em feriados, que registram maior número de veículos nas estradas.

Maioria dos mortos tem idade superior a 45 anos

Pessoas acima dos 45 anos correspondem a 38,6% do total de mortes em rodovias federais no Rio Grande do Sul em 2018. Dos 313 mortos nas estradas da União em solo gaúcho, 121 estavam nessa faixa etária. Pessoas com idade entre 26 e 35 anos aparecem na segunda colocação do ranking por faixa etária no Estado, com 65 óbitos.

Rodovias mais mortais no RS

No levantamento da CNT, a BR-386 — que cruza boa parte do Estado — foi a rodovia mais mortal em 2018, com 57 óbitos. Na sequência, figuram as BRs 290 (55) e 116 (49). Em relação ao número de acidentes com vítimas, a BR-116 aparece na frente, com 866 casos. A BR-290 (516) e a BR-386 (364) aparecem logo abaixo.

Região Sul lidera no número de acidentes a cada 100 km

Levando em conta a extensão das rodovias federais, o Brasil registra 82 acidentes com vítimas a cada 100 km. O Sul lidera esse ranking com 135,6 ocorrências a cada 100 km.

Fonte: Gaúcha ZH