Gasto médio mensal das famílias é 45,3% menor na área rural

A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017/2018 – divulgada hoje (4) pelo IBGE – confirma que a vida é mais cara na área urbana do que na rural. “Por isso, há um nível de despesas mais alto em áreas urbanas do que nas rurais. A despesa média da família na área urbana chega a ser quase o dobro da rural”, disse à Agência Brasil o gerente do estudo, André Martins.

A despesa total média mensal das famílias brasileiras atingiu R$ 4.649,03 no biênio. Na área urbana, o gasto total médio foi de R$ 4.985,39, com aumento de 7,2% em comparação ao valor nacional, enquanto na área rural o valor da despesa atingiu R$ 2.543,15, ou seja, 45,3% inferior ao gasto médio.

O IBGE classifica as despesas em três grupos:  correntes, aumento do ativo e diminuição do passivo. Os gastos correntes concentram o maior percentual de gastos (92,7%) e formam dois grupos: as despesas de consumo, que são os gastos feitos no dia a dia e que correspondem a 81% dos gastos totais; e outras obrigações correntes (impostos, contribuições trabalhistas, serviços bancários, pensões, mesadas e doações).
A sondagem mostra estabilidade nas despesas de consumo em relação à pesquisa 2002/2003, quando representaram 84,2% dos gastos totais.

Mais representativos

Dentro do grupo de despesas de consumo são mais representativos os segmentos de habitação (36,6%), transporte (18,1%) e alimentação (17,5%).

“O transporte, nessa pesquisa, ganhou o segundo lugar. Botou alimentação no terceiro plano”. Juntos, os três segmentos respondem por boa parte das despesas de consumo.

“Os outros setores dividem o que sobra”, afirmou. Assistência à saúde, por exemplo, tem participação de 8% e educação, 4,7%. A assistência à saúde tem participação crescente desde o Estudo Nacional da Despesa Familiar (Endef) 1974/1975, quando somava 4,1%.

Na área urbana, a distribuição das despesas de consumo mostra a mesma posição, com habitação na liderança (37,1%), transporte (17,9%) e alimentação (16,9%). Já na área rural, embora habitação se mantenha em primeiro lugar (30,9%), transporte perde a segunda posição (20%) para alimentação, que participa nas despesas de consumo com 23,8%.

O pesquisador lamentou que as despesas de consumo relativas a fumo ainda tenham ficado com participação de 0,5% no estudo 2017/2018. “Eu queria ver 0% de participação, mas não foi ainda desta vez”, disse. No que tange a outras despesas correntes, que “abrangem tudo que você tem que pagar efetivamente, mas não é consumo”, entre os quais impostos, o estudo indica aumento significativo entre o Endef 1974/1975 e o levantamento hoje divulgado, passando de 5,3% para 11,7%.

Alimentação fora de casa

A pesquisa 2002/2003 já havia observado uma participação relevante da alimentação fora do domicílio nos gastos das famílias brasileiras. Analisando as despesas com alimentação, a POF 2017/2018 aponta que um terço desses gastos é dedicado a pagamento de alimentação fora do domicílio.

São produtos que a família compra para consumir fora da moradia. “É um lanche, um jantar no restaurante, um sanduíche, é uma pipoca que adquire no ponto do ônibus”.

Esse fenômeno é mais marcante na área urbana. André Martins acrescentou que essa despesa com alimentação fora de casa veio aumentando ao longo do tempo. Em 2002/2003, tinha participação de 24,1% dos gastos com alimentação; em 2008/2009, 31,1%. Agora, 32,8%.

Na área urbana, esses gastos com alimentação fora de casa evoluíram de 25,7%, em 2002, para 33,9% no estudo divulgado hoje, e com estabilidade ante a pesquisa de 2008 (33,1%). Já na área rural, subiram de 13,1% para 24,%.

Embora a alimentação fora do domicílio tenha ficado estável no Brasil nos últimos anos, o IBGE informou que, em termos regionais, o Nordeste, o Centro-Oeste e o Sul tiveram expansão significativa nesse tipo de gasto, passando de 23,5%, 30,1% e 27,7% na pesquisa anterior para 32,3%, 38% e 31,1%, na atual, respectivamente.

No Sudeste, ao contrário, “deu uma pequena encolhida” (de 37,2% para 34,2%), que pode ser explicada pelo “aperto” provocado pela crise econômica. “Houve uma freada no tipo de alimentação fora de casa porque é mais cara um pouquinho”, disse o pesquisador.

No item alimentação no domicílio, o levantamento atual evidencia que o grupo de produtos compostos de carne, vísceras e pescados segue liderando a despesa média mensal das famílias, com 20,2% do total, com maior peso na Região Norte (27,1%) e menor no Sudeste (18,1%). Esse grupo de produtos indica queda em comparação ao estudo anterior, quando atingiu 21,9% dos gastos.

Produtos associados

Produtos associados ao preparo de refeições, como cereais, leguminosas e oleaginosas, reduziram as despesas de 10,4%, em 2002, para 8%, em 2008, e para 5%, na pesquisa mais recente. “Alguns alimentos básicos (arroz e feijão, por exemplo) têm diminuído participação na alimentação no domicílio, e tem sobrado espaço para produtos associados à alimentação rápida e lanches”.

Um exemplo são os legumes e verduras usados em saladas, que subiram de 3% (em 2002/2003) para 3,6% agora; e frutas, que passaram de 4,2% para 5,2% na mesma comparação. Do mesmo modo, as bebidas e infusões mostraram incremento: de 8,5%, em 2002, para 10,6% em 2017/2018.

“Aquilo que pode estar associado à alimentação rápida não cai; e aquilo que está associado à alimentação formal, no sentido de fazer a comida, tem dado uma diminuída. Você vê que óleo e gorduras diminuem (de 3,4% em 2002/2003 para 1,7% em 2017/2018”, salientou.

André Martins ressaltou, ainda, que 18% das despesas da família são gastos não monetários. Isso significa os produtos obtidos pela família sem que ela precisasse desembolsar dinheiro.

Um exemplo são remédios obtidos gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), citados na parte de assistência à saúde como doação. Considerando o total dos gastos, verifica-se que 15% deles são aquisições que as famílias fizeram sem precisar desembolsar dinheiro.

Agência Brasil

Plantio do milho avança no RS

O plantio do milho atingiu 52% da área estimada para a safra 2019/2020 no Rio Grande do Sul, um avanço de nove pontos percentuais em relação à semana anterior. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar da quinta-feira (03/10), a área prevista para esta safra é de 771.578 hectares, um aumento de 1% em relação à safra anterior e uma produção estimada de 5.948.712 toneladas. Isso resulta em produtividade de 7.710 quilos por hectare. Segundo o zoneamento agroclimático para o milho, definido pela Portaria nº 59, de 01/07/2019, o período de plantio ocorre entre o início de agosto e o final de janeiro. As regiões administrativas da Emater/RS-Ascar onde o plantio mais avançou na semana, de acordo com esse zoneamento, são Santa Rosa, Frederico Westphalen, Ijuí, Soledade, Passo Fundo e Erechim.

Na regional da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa (15,4% da área do Estado), que engloba os Coredes Missões e Fronteira Noroeste, a semeadura do milho avançou para 72% da área estimada. Já na regional de Frederico Westphalen (11,9% da área no Estado), que corresponde aos Coredes Rio da Várzea e Médio Alto Uruguai, o plantio está quase concluído, chegando a 98% da área plantada.

CULTURAS DE INVERNO

Enquanto o RS registra o avanço do plantio do milho, por enquanto única cultura de verão sendo implantada no Estado, as culturas de inverno aproximam-se do ponto de colheita. O trigo, por exemplo, apresenta 5% das lavouras nessa fase de maturação, característica que se configura entre a maturação fisiológica e o ponto de colheita. Outras 3% das lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo, 28% delas em fase de floração e 64% estão na fase de enchimento do grão. Nesta safra, a área estimada pela Emater/RS-Ascar para o cultivo do trigo é de 739,4 mil hectares. A área de cultivo de trigo no RS corresponde a 37% da área brasileira de plantio com o grão.

Canola – A área cultivada com canola no RS nesta safra é estimada em 32,7 mil hectares, com rendimento médio de 1.258 quilos por hectare. Entre as lavouras do Estado, 3% delas se encontram na fase de floração, 38% na fase de enchimento do grão, em 31% das lavouras a canola está em maturação, estando 28% da área colhida. As regiões da Emater/RS-Ascar principais produtoras dessa oleaginosa são Santa Rosa, Ijuí, Santa Maria, Bagé e Frederico Westphalen, que correspondem a 93% da área cultivada com a canola no Estado.

Cevada – Dos 42,4 mil hectares cultivados com cevada no Estado, 5% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 25% em fase de floração, 49% em enchimento de grãos e 21%, em maturação. De modo geral, o desenvolvimento das lavouras no Estado é considerado bom.

Aveia branca – A área estimada pela Emater/RS-Ascar com plantio de aveia branca para grão é de 299,9 mil hectares, com produtividade esperada de 2.006 quilos por hectare. Atualmente, 1% está na fase de desenvolvimento vegetativo, 12% em floração, 62% na fase de enchimento do grão, em 14% delas a aveia está em maturação e 11% das lavouras foram colhidas.

OLERÍCOLAS

Cebola – Na região Nordeste, as lavouras seguem em desenvolvimento vegetativo, sendo que as variedades superprecoces avançaram para a fase de formação de bulbos. Produtores realizam as atividades do período, como adubação e tratamentos preventivos; fazem também irrigação das lavouras, por não ter ocorrido chuvas na semana. Na região Sul, a cultura entrou em fase de bulbificação, com previsão de colheita em novembro. As lavouras de cebola destinadas à produção de semente em Herval estão em fase de desenvolvimento vegetativo.

Aipim – Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, produtores intensificaram o plantio das ramas em novas áreas, tendo em vista a ocorrência de chuvas nesta semana, o que deve proporcionar boa emergência das plantas. As lavouras implantadas nas semanas anteriores já apresentam formação de bom estande de plantas; produtores estão satisfeitos com o desenvolvimento das lavouras. Segue a atividade de colheita, tanto para consumo como para produção de polvilho doce e azedo.

BOVINOCULTURA DE CORTE – Favorecidos pelas condições climáticas, os campos nativos rebrotam e crescem com mais intensidade. Com isso, mesmo não atingindo ainda seu pleno desenvolvimento, vêm melhorando as condições alimentares e nutricionais dos rebanhos. A utilização das pastagens cultivadas de inverno ainda tem no azevém a sua principal fonte, uma vez que a aveia chega ao final de ciclo mais precocemente. Os produtores que fazem a integração lavoura-pecuária estão desocupando as áreas destinadas ao plantio de soja. Em alguns municípios, os produtores já fazem o planejamento forrageiro para implantação das pastagens anuais de verão. Por sua vez, as pastagens perenes de verão, como as braquiárias, panicuns e tíftons, começam a rebrotar com mais intensidade.

O estado físico e sanitário do gado é bom, em todo o Estado. Estão em execução práticas de manejo, como mineralização, vacinação contra clostridioses, controle estratégico de verminoses e ectoparasitos. É importante destacar que a incidência de carrapato ainda é baixa, o que favorece o planejamento de banhos estratégicos para controle. Com o período de nascimento dos terneiros em andamento, o manejo está direcionado principalmente para os cuidados pré e pós-parto com as matrizes e com os terneiros recém-nascidos. O manejo nutricional dos ventres é estratégico nesta época, visando à repetição das crias.

Por: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

Trigo no RS está em floração

 

Foto: Adriane Bertoglio Rodrigues

Apresentando bom desenvolvimento, a cultura do trigo entra agora no que é conhecido como o período crítico, pois o plantio está na fase de espigamento, altamente vulnerável às variáveis climáticas. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19/09), 19% das lavouras encontram-se em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo), 50% em floração, 30% na fase de enchimento do grão e 1% encontra-se madura e pronta para a colheita. Nesta safra, a área estimada pela Emater/RS-Ascar para o cultivo do trigo é de 739,4 mil hectares. A área de cultivo de trigo no RS corresponde a 37% da área brasileira com o grão.

A área cultivada com canola no RS para esta safra é de 32,7 mil hectares, com rendimento médio de 1.258 quilos por hectare. Entre as lavouras do Estado, 17% estão em floração, 59% em enchimento de grãos, em 14% das lavouras a canola está madura por colher e 10%, colhida. As regiões da Emater/RS-Ascar principais produtoras são Santa Rosa, Ijuí, Santa Maria, Bagé e Frederico Westphalen, que correspondem a 93% da área cultivada no Estado. O RS corresponde a 92,9% da área estimada para o Brasil pela Conab em agosto de 2019.

O RS implantou, nesta safra, 42,4 mil hectares com cevada, com rendimento médio de 2.073 quilos por hectare. Em 28% das lavouras, a fase é de desenvolvimento vegetativo, 42% estão em floração, 29% em enchimento de grãos e 1% maduro por colher. De modo geral, o desenvolvimento das lavouras é considerado bom. A cevada corresponde a 36,6% da área estimada para o Brasil pela Conab.

A área estimada pela Emater/RS-Ascar com plantio de aveia branca para grão nesta safra é de 299,9 mil hectares, com produtividade esperada de 2.006 quilos por hectare. A área cultivada com aveia no RS corresponde a 78,8% da área estimada pela Conab para o Brasil. No Estado, 8% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 24% em floração, 49% na fase de enchimento do grão, em 11% delas a aveia está madura para colher e 8% das lavouras foram colhidas.

CULTURAS DE VERÃO

A estimativa da Emater/RS-Ascar para safra de milho 2019/2020 indica uma área de 771.578 hectares, um aumento de 1% em relação à safra anterior e uma produção estimada de 5.948.712 toneladas. Isso resulta em produtividade de 7.710 quilos por hectare. Segundo o zoneamento agroclimático (definido pela Portaria nº 59, de 01/07/2019), o período de plantio ocorre entre o início de agosto e o final de janeiro. A evolução da cultura do milho para a próxima safra começa a ser descrita a partir desta semana. As regiões administrativas da Emater/RS-Ascar onde o plantio mais avançou na semana, de acordo com o zoneamento, são Santa Rosa e Ijuí.

OLERÍCOLAS E FRUTÍCOLAS

Batata-doce – Na Região Metropolitana, a maior parte das lavouras encontra-se em enchimento de tubérculos, avançando na colheita, que totaliza até o momento 92% da área na Costa Doce, região com 3 mil hectares da cultura. Na região Sul, com a colheita finalizada, reduziu a oferta e aumentou o preço para valores entre R$ 2,00 e R$ 2,20/kg. Segue a atividade de plantio em túneis baixos destinado à produção de mudas para, na sequência, iniciar o transplante.

Tomate – No Vale do Caí, o cultivo de tomate Cereja em ambiente protegido apresenta baixa incidência de pragas e doenças. Novas áreas implantadas estão com bom desenvolvimento, apresentando bom padrão de floração e pegamento de frutos, estimando-se início de colheita para a primeira quinzena de outubro. A produção é comercializada a preços que variam entre R$ 5,00 e R$ 8,50/kg, dependendo da qualidade e destino do produto.

Banana – Os pomares estão em produção no Litoral Norte, onde há aproximados 10.900 hectares da cultura, representando 98,5% da área cultivada no Estado. O preço para caixa de 20 quilos de banana sofreu forte aumento: para Prata de primeira, ficou em R$ 40,00/cx.; de segunda, a R$ 20,00/cx. O preço da Caturra de primeira ficou em R$ 34,00/cx.

Pêssego – Na região Sul, a cultura está no final de florescimento e a maioria das cultivares está em frutificação. Seguem intensas as atividades de raleio. Produtores seguem realizando tratamentos fitossanitários na floração e na frutificação, bem como adubação. No Nordeste do RS, segue o monitoramento de pragas e doenças, os tratamentos fitossanitários e a colocação de armadilhas caça-moscas.

Videira – Na regional da Emater/RS-Ascar de Porto Alegre, iniciou a brotação, com boa expectativa para esta safra. Na região há 270 hectares de uvas para indústria, a maioria de agroindústrias familiares de vinhos, sucos e demais produtos.

OUTRAS CULTURAS

Erva-mate – Na região do Alto da Serra do Botucaraí, agricultores realizam plantio e replantio. Segundo informações dos viveiristas, as vendas de mudas de erva-mate têm sido satisfatórias, indicando, portanto, que há plantios novos. Em Venâncio Aires, muitas áreas estão sendo eliminadas. No entanto, a administração municipal, em incentivo ao desenvolvimento da cultura, entregou 27 mil mudas de erva-mate aos produtores. Houve um crescente aumento na demanda, fazendo o preço pago ao produtor também aumentar, podendo chegar até a R$ 16,00/arroba.

PASTAGENS E CRIAÇÕES

Tanto as pastagens naturais (campo nativo) como as cultivadas estão no período final do ciclo. Com a aproximação da primavera, começam as novas brotações das naturais nas regiões de Bagé, Pelotas, Santa Maria e de Caxias do Sul, em especial nos Campos de Cima da Serra, e a finalização nas cultivadas de inverno. Observa-se a implantação das pastagens cultivadas de verão, principalmente entre os produtores de leite.

OVINOCULTURA – O período é de nascimento de cordeiros. Na Campanha e Fronteira Oeste, em algumas localidades o nascimento de cordeiros já está se encaminhando para o final, chegando a 95% das crias, com baixa mortalidade. O campo nativo continua apresentando redução de oferta de forragem, condição prejudicial aos animais que pastoreiam essas áreas. Esse quadro deve melhorar com a chegada da primavera e a partir do rebrote dos campos. Seguem os trabalhos de esquila pré-parto, assinalação, descola e castração dos cordeiros, que se desenvolvem bem.

Por: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

Rádio Metrópole

Crissiumal – Comunidade da Cabeceira do São Vicente comemora a implantação de Rede de Água

Dessa vez, o sonho da água potável é uma realidade para 40 famílias da localidade de Cabeceira do São Vicente.

O sonho da água potável jorrando pelas torneiras, aguardado há décadas, agora, é uma realidade para todos os moradores da localidade da Cabeceira do São Vicente.

Para efetuar a implantação da rede na comunidade, com aproximadamente 4 quilômetros de extensão, o Município investiu mais de R$ 200.000,00 reais, de recurso próprios. O poço já estava perfurado, no entanto, o Executivo Crissiumalense, efetuou a equipagem, com instalações elétricas, em parceria com a RGE, também realizou a instalação de rede adutora e de distribuição; e o fornecimento das caixas de água para as 40 famílias da localidade, beneficiadas com água potável.

A conquista da Implantação da Rede de Água na localidade de Cabeceira do São Vicente, considerada uma obra histórica, terá em breve um evento festivo de inauguração oficial.

Contribuir com a realização de melhorias na qualidade de vida dos crissiumalenses é objetivo da Administração Municipal.

Por: Andréia Cristina Queiroz

Rádio Metrópole

Trigo no RS está em floração

 

No Rio Grande do Sul, a maioria das lavouras de trigo está na fase de desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo) e 9% em floração. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (22/08), a área estimada para o cultivo do trigo no Estado é de 739,4 mil hectares, o que corresponde a 37% da área de plantio brasileira com o grão.

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí (30% da área do Estado), que engloba os Coredes Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, a cultura apresenta excelente desenvolvimento, com lavouras uniformes e bom perfilhamento. O trigo segue com bom desenvolvimento, potencial produtivo satisfatório e baixa incidência de doenças. Com período seco na semana, observou-se aumento do ataque de pulgões, o que requer monitoramento mais frequente. Em algumas lavouras surgiram doenças fúngicas, como oídio e manchas foliares, controladas mediante aplicação de fungicidas.

Na regional de Frederico Westphalen (14% da área no Estado), que corresponde aos Coredes Rio da Várzea e Médio Alto Uruguai, em 92% das lavouras o trigo está em desenvolvimento vegetativo, 7,5% em início da floração e 0,5% na fase de enchimento do grão. Surgem doenças como ferrugem e manchas foliares, mas sem expressão. De modo geral a cultura apresenta bom aspecto visual.

A área cultivada com canola no RS corresponde a 92,9% da área estimada para o Brasil pela Conab em agosto de 2019. A estimativa da Emater/RS-Ascar para o plantio de canola nesta safra é de 32,7 mil hectares, com rendimento médio de 1.258 quilos por hectare. Entre as lavouras do Estado, 18% delas se encontram na fase de desenvolvimento vegetativo, 44% em floração, 36% na fase de enchimento do grão e 2% maduro por colher. As regiões da Emater/RS-Ascar principais produtoras dessa oleaginosa são Santa Rosa, Ijuí, Santa Maria e Bagé.

A Emater/RS-Ascar estima para esta safra de cevada uma área de 42,4 mil hectares, com rendimento médio de 2.073 quilos por hectare. De acordo com a Conab, essa área corresponde a 36,6% da área com a cultura para o Brasil. Em 85% das lavouras plantadas com cevada no Estado, a fase é de desenvolvimento vegetativo e 15% delas estão em floração.

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí (22,4% da área do Estado), que engloba os Coredes Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, 85% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e 15% em floração. Em lavouras que ainda estão em desenvolvimento vegetativo foram realizados tratos culturais, especialmente adubação em cobertura.

A área estimada pela Emater/RS-Ascar com plantio de aveia branca para grão é de 299,86 mil hectares, com produtividade esperada de 2.006 quilos por hectare. A área cultivada com aveia no RS corresponde a 78,8% da área estimada pela Conab para o Brasil (agosto/2019). No Estado, 45,0% das lavouras encontram-se na fase de desenvolvimento vegetativo, 35% em floração, 19% na fase de enchimento do grão e em 1,0% delas o produto está maduro por colher.

OLERÍCOLAS

Pimenta – Na região Sul, os produtores começam a se organizar para a próxima safra, planejando as áreas e variedades a serem cultivadas. Também iniciam o manejo dos solos, com a coleta de amostras para análise de solo. As variedades mais cultivadas são a Dedo-de-moça e a Malagueta, que são desidratadas para comercialização na indústria, acondicionadas em pequenas embalagens para comercialização direta ao consumidor ou utilizadas para diferentes processamentos e como ingrediente pelas agroindústrias familiares. Cultivares menos expressivas são Bhut, Jolokia, Jalapenho, Bico-doce e Cayena, utilizadas nas agroindústrias familiares como base de molhos e conservas.

Aipim/Mandioca – Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, os produtores seguem a colheita e realizam o preparo do solo, tendo em vista que o período de plantio da cultura se aproxima. Alguns produtores relatam queima das ramas guardadas em decorrência das fortes geadas, havendo necessidade de comprar ou trocar mudas entre vizinhos.

Cebola – Na região Sul do RS, foram transplantados 75% da área. As lavouras apresentam bons desenvolvimento e estado sanitário. Os produtores seguem realizando o preparo das áreas para finalização do transplante e da limpeza dos canais de dreno. Devem ser plantados 2.450 hectares na região.

FRUTÍCOLAS

Pêssego – Na região da Serra, as variedades superprecoces cultivadas nos mesoclimas mais quentes, como os vales dos rios Carreiro, Antas e Caí, apresentam bastante desuniformidade, e numa mesma área de plantio há frutos em florescimento e em desenvolvimento. Sob tal circunstância, o produtor tem dificuldade em decidir sobre o tratamento a realizar. As geadas branca e negra da semana passada atingiram algumas áreas, causando queimadura de frutos. Tanto nos vales como nas maiores altitudes, tais condições travam o desenvolvimento das cultivares de meia estação e as tardias, com poucas flores em fase de abertura. As principais pragas, a grafolita e a mosca-das-frutas, não foram detectadas nos pomares em razão das frequentes temperaturas baixas. Ainda há áreas sendo implantadas, principalmente pelo atraso da entrega das mudas por viveiristas. O sistema de monitoramento e alerta da mosca-das-frutas inicia na próxima semana, e nessa terceira edição o número de estações de monitoramento passa de 20 para 40, abrangendo oito municípios produtores.

Citros – Na região do Vale do Rio Pardo, segue a colheita de bergamota Montenegrina, Murcott e das laranjas de umbigo e Salustiana. Iniciou a fase de brotação e florescimento dos citros. Com a floração, produtores realizam tratamento para prevenção da antracnose, também conhecida como podridão floral, e da estrelinha, que causam queda prematura dos frutos.

PASTAGENS E CRIAÇÕES

No período de inverno, as baixas temperaturas e a pouca luminosidade provocam um reduzido desenvolvimento das pastagens naturais, influindo na oferta forrageira e no valor nutricional das mesmas. As espécies que compõem o campo nativo sofrem com as geadas, que provocam a queima das folhas e a paralisação no crescimento, passando a servir apenas como fonte de fibras para os animais. As pastagens de aveia, azevém, trevos e cornichão, com boa qualidade e quantidade neste período, estão em plena utilização. Alguns produtores realizam trabalhos de aplicação de fertilizantes para estimular o desenvolvimento e a produção de massa verde foliar. Realizam manejo do pastoreio com adequação de carga animal e subdivisão de áreas para melhor aproveitamento das forragens pelas diferentes categorias animais e melhor otimização das pastagens. A ausência de precipitações durante a semana melhorou as condições do pisoteio nas mesmas.

Observa-se baixa presença de massa verde nas áreas com bovinos, as quais deverão receber a cultura da soja, agravando as condições estruturais do solo; esta situação é ainda pior onde, além dos bovinos, ocorre o consórcio com ovinos. Com orientação da Emater/RS-Ascar, muitos produtores vêm aumentando os horários de pastejo e diminuindo o fornecimento de forragem concentrada, visando melhor aproveitar as pastagens e diminuir os custos de produção. A fase predominante é de nascimento dos terneiros. A Emater/RS-Ascar tem alertado os pecuaristas para o cuidado especial com as matrizes que recém pariram, para fornecimento de dieta energética adequada ao pós-parto, a fim de não comprometer a reprodução futura.

Por: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

Rádio Metrópole

Crissiumalense receberá premiação no Troféu Senar/O Sul

Crissiumalense Josué Carpes Marques é Sócio-fundador da Unitec – Foto: Divulgação

No próximo domingo, dia 25 de agosto, o crissiumalense e instrutor do Senar-RS, Josué Carpes Marques, receberá o prêmio de instrutor modelo na 17ª edição do Troféu Senar/O Sul, tradicional premiação da Rede Pampa e Senar-RS.

Marques é engenheiro agrônomo e sócio-fundador da Unitec e reside em Crissiumal desde os anos 90.

O prêmio homenageia os melhores do agronegócio no cenário nacional, que contribuíram ao longo do ano com suas atividades para fomentar o segmento.

O Troféu Senar/O Sul é uma peça em bronze, criada pela artista plástica Glorinha Corbetta.

A cerimônia de premiação será em Porto Alegre, na Associação Leopoldina Juvenil, abrindo o calendário social da Expointer, como ocorre anualmente. São esperadas autoridades e lideranças setoriais de todo o país.

*Com informações da Assessoria de comunicação Unitec

 

Anvisa aprova novo Marco Regulatório para avaliação e classificação de agrotóxicos

Rótulos e embalagens trarão informações mais claras para o consumidor

Anvisa / Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (23) o marco regulatório para agrotóxicos. Além de atualizar e dar maior clareza aos critérios adotados para avaliação e classificação toxicológica desse tipo de produto, o novo marco prevê alterações nos rótulos e na bula dos agrotóxicos para facilitar a identificação de riscos para a saúde humana. A mudança envolve regras de disposição de informações, palavras e imagens de alerta.

As empresas terão um ano para se adaptarem às novas regras. O prazo contará a partir da publicação do novo marco no Diário Oficial da União, prevista para os próximos dias. Em relação aos produtos que já estão em circulação, a reclassificação será feita pela Anvisa que publicou edital requerendo informações sobre os produtos. De acordo a agência, já foram enviados dados para reclassificação de aproximadamente 1.950 agrotóxicos registrados no Brasil, quase 85% do volume total (2.300) em circulação.

O marco regulatório dos agrotóxicos foi criado em harmonia com regras internacionais seguidas pelos países da União Europeia e da Ásia, o que, segundo a Anvisa,  fortalece as condições de comercialização de produtos nacionais no exterior, além de garantir mais clareza de informações.

“A rotulagem é o que publiciza a avaliação do risco dos produtos. Por isso, a sociedade precisa conhecer o rótulo”, disse o diretor da agência Renato Porto, após participar da reunião que aprovou o documento. “Será possível comunicar melhor os perigos ao agricultor, que é mais vulnerável às substâncias por ser quem manipula tais produtos”, acrescentou.

A classificação da toxidade dos produtos prevista no marco poderá ser determinada a partir dos componentes presentes nos produtos, impurezas ou na comparação com produtos similares. Para cada categoria, haverá a indicação de danos possível em caso de contato com a boca (oral), pele (dérmico) e nariz (inalatória).

Produtos “Extremamente Tóxicos” e “Altamente Tóxicos” – categorias 1 e 2, respectivamente – terão uma faixa de advertência vermelha.

Produtos “Moderadamente Tóxicos” (categoria 3) terão uma faixa de advertência amarela.

Já os produtos “Pouco Tóxico” e “Improvável de Causar Dano Agudo” – categorias 4 e 5 – terão uma faixa azul.

De acordo com a autoridade sanitária, nos processos de registro e monitoramento de agrotóxicos cabe à Anvisa avaliar questões relacionadas à saúde humana. Ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) cabem responsabilidades relacionadas às questões ambientais. Já as questões agronômicas e o registro de uso agrícola ficam a cargo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Fonte: Agência Brasil

Rádio Metrópole

 

Mais de cem unidades de conservação na Amazônia estão ameaçadas, diz estudo

 

Foto: Reprodução

Na Amazônia, 110 Unidades de Conservação (UCs) estão ameaçadas por projetos de infraestrutura, 219 têm processos ativos relacionados à mineração e 14 podem ser afetadas por projetos de geração de energia. A lista de ameaças fica completa com desmatamento e crescimento de propriedades privadas

Quem diz isso é um estudo da WWF-Brasil que analisou todos os processos de recategorização, redução ou extinção de unidades de conservação na Amazônia, eventos conhecidos pela sigla, em inglês, PADDD (Protected Areas downgrading, downsizing, and degazettement). A pesquisa levou em conta as 316 UCs federais e estaduais da Amazônia que protegem aproximadamente 1,4 milhão de km². Em alguns casos, a mesma UC se encaixa em mais de uma ameaça.

Os projetos de infraestrutura são os que representam a maior ameaça por área, com cerca de 30 mil km² em UCs ameaçados.

Mesmo assim, a mineração é uma preocupação maior para Mariana Napolitano, coordenadora do programa de ciência da WWF e autora do estudo, por conta do grande número de processos minerários em andamento —quase 13 mil— e pela dificuldade de mapeamento das ações.

Em maio, reportagem do jornal Folha de S.Paulo mostrou que a Agência Nacional de Mineração (ANM) vinha liberando projetos de mineração em UCs no Pará. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há focos de garimpo nas Florestas Nacionais (Flona) de Itaituba 1 e 2, e de Trairão, o que causa danos ambientais aos locais. O MPF pediu a paralisação urgente das atividades de garimpo.

“Se não sentarmos e planejarmos juntos vamos ficar em conflito para sempre. É uma ameaça a um patrimônio estabelecido [UCs] e que demorou anos e investimento público para se formar. E também não é interessante para os setores, porque com sobreposições de UCs começam processos demorados, além de ser um ponto de atenção para investidores”, afirma Napolitano.

Já Roberto Palmieri, gestor do programa florestas de valor do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), considera a infraestrutura um fator crítico de ameaça às UCs. Segundo o pesquisador, muitas vezes há um discurso que a infraestrutura consegue, por conta própria, resolver problemas.

“Essa visão pode levar a conflitos, degradação e não necessariamente trazer benefícios para as populações locais”, afirma Palmieri. O pesquisador, que não participou do estudo da WWF-Brasil, diz que é comum a ideia de uma falsa dicotomia entre proteção e produção.

Para o desmatamento em UCs —que costuma ser usado como justificativa para tentativas de redução das áreas—, os pesquisadores da WWF analisaram os dados do Prodes, que são as informações oficiais usadas pelo governo. Segundo a pesquisa, 18 UCs apresentam desmatamento em mais de 50% de sua extensão.

Segundo Palmieri, a falta de ação do governo em políticas e incentivos para atividades compatíveis com as unidades de conservação também favorecem ameaças, por meio de atividades ilegais, nas áreas protegidas.

Outro ponto levantado pelo estudo e que chama a atenção é a elevada presença de propriedades privadas dentro de terras protegidas. Em 29 unidades de conservação —entre elas uma de proteção integral e as outras de uso sustentável, áreas em que coexistem conservação e uso de recursos naturais— em 100% da área há sobreposição com registros de imóveis rurais privados. Outras 22 têm mais de 90% de suas áreas com sobreposição de propriedades —duas delas de proteção integral.

Segundo a pesquisa, somente 28 das 316 unidades de conservação não têm nenhum imóvel registrado em sua área.

A análise levou em conta os dados do CAR (Cadastro Ambiental Rural), registro que proprietários rurais precisam fazer para ter suas terras regularizadas e em consonância com o Código Florestal.

“Precisamos tomar cuidado ao analisar o CAR, porque ele pode ser legítimo ou não. Como ele é autodeclaratório, é possível ter proprietários declarando CAR dentro de uma UC porque ele não foi regularizado e compensado, mas também há casos de registros de CAR de posseiros e grileiros. A dificuldade é separar o joio do trigo”, diz a especialista da WWF-Brasil.

Os estados do Amazonas e do Pará são os que concentram a maior parte das unidades de conservação em risco, com respectivamente 25 e 22 terras protegidas.

O estudo da WWF-Brasil levou em conta o Plano Nacional de Logística (PNL), o Plano Decenal de Energia 2026, dados da Agência Nacional de Mineração (ANM), informações do TerraClass e do Prodes.

As ameaças apontadas não necessariamente irão se concretizar, mas a ideia do estudo é alertar para os processos em andamento.

Recentemente,o Ministério da Infraestrutura encaminhou para o ICMBio um parecer com o levantamento de todas as áreas protegidas que supostamente interferem na malha de transportes brasileira. A ideia do governo Bolsonaro, segundo matéria do jornal O Estado de S.Paulo, seria reduzir essa UCs.

Uma matéria recente da Folha de S.Paulo também mostra que o Brasil concentra retrocessos em unidades de conservação, com 146 áreas protegidas reduzidas, removidas ou com status de proteção rebaixado desde 1961.

Napolitano afirma que o Parque Nacional do Jamanxim, a Reserva Extrativista (Resex) Jaci Paraná e o Parque Nacional dos Campos Amazônicos estão entre as unidades de conservação mais ameaçadas.

“Se sempre que tivermos um conflito a única resolução for a redução de terras protegidas, temos uma área enorme a ser perdida na Amazônia”, diz a pesquisadora.

Fonte: FolhaPress

Semana Acadêmica evidencia força do cooperativismo regional

A primeira noite da Semana Acadêmica da Unijuí de Santa Rosa vai destacar a força do cooperativismo regional.

O evento que acontece no auditório central da instituição, na segunda-feira, 13, contará com a presença do Superintendente da OCERGS/SESCOOP Gerson José Lauermann, do Diretor Executivo da Fecoagro Sérgio Feltraco e Guilherme Sturm CEO da Essent Jus, que falarão sobre “A Inovação e Gestão na Era das Tecnologias”. O painel que inicia as 19 horas terá a mediação do Professor Pedro Büttenbender.

A noite do cooperativismo é organizada pelos acadêmicos do curso de Gestão de Cooperativas, com o apoio do Sistema OCERGS/SESCOOP, FECOAGRO, ESSENT JUS e Núcleo de Cooperativismo da EMATER. Aberto a todos os interessados o evento trará destaques no que se refere a gestão e também temas abordados no Congresso da OCB- Organização das Cooperativas Brasileiras, que encerra na sexta,10, em Brasília.

 

 

Crissiumal: Prefeitura distribui mudas de árvores nativas para plantio em Área de Preservação Permanente

Objetivo é de proteger principalmente as nascentes de água, margens de rios e açudes

A Prefeitura de Crissiumal, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, Pesca e Meio Ambiente, está efetuando a distribuição de mudas de árvores nativas aos agricultores, para o plantio em áreas de APP’s (Área de Preservação Permanente), com o objetivo de proteger principalmente as nascentes de água, margens de rios e açudes, nas diversas localidades do interior do município.

Os recursos usados para aquisição das mudas são do Fundo Municipal do Meio Ambiente, destinado pela empresa distribuidora de energia elétrica RGE, para suplementação da mata nativa nas regiões em que atua.

Esta é a segunda etapa de distribuição de mudas, neste ano, na qual estão sendo disponibilizadas 2.000 unidades aos interessados. Ainda, em sua primeira etapa, realizada em fevereiro, a Secretaria distribuiu 2.100 mudas.

As espécies de árvores são de fácil plantio e adaptação ao solo e clima, são elas: jaboticaba, pitanga, guabiroba, cereja, ingá, goiaba e araçá, as quais estão entre as frutíferas, e, ainda, louro, guajuvira, canelinha, cedro, ipê, entre outras.

A Secretaria está realizando visitas nas propriedades, para acompanhar o plantio e o desenvolvimento das mudas. Nas imagens abaixo, poderão ser conferidas a visita à propriedade de Elói de Campos, na localidade de Três ilhas e, também, em outras localidades visitadas.

 

 

 

Por: Andréia Cristina Queiroz – com informações da SDRPMA