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Sementes de Milho troca-troca safra já estão disponíveis na Secretaria da Agricultura

 

Os agricultores do município que efetuaram os pedidos de sementes de milho do Programa Troca-Troca – Safra 2019/2020, já poderão realizar a retirada das mesmas.

A Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Meio Ambiente do Município informa que todas as variedades de sementes de milho já estão disponíveis.

Vale ressaltar, também, que o valor normal da saca de semente corresponde à R$ 160,00 reais, porém, se o produtor efetuar o pagamento até o dia 20 de junho de 2020, obterá um desconto de 28% e, com isso, o valor da saca fica R$ 115,20 reais.

Por: Andréia Cristina Queiroz

Rádio Metrópole

 

Conselho propõe criação de versão gaúcha do programa Médicos pelo Brasil

Iniciativa, que será anunciada nesta quarta-feira, consiste na possibilidade de contratação de médicos por meio de uma espécie de permuta

O Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS) anuncia nesta quarta-feira (21), durante o Seminário Estadual de Fortalecimento da Atenção Primária em Saúde, sua proposta de criação do programa Médicos pelo Rio Grande. A iniciativa surge com o objetivo de reverter os impactos negativos gerados pelo déficit que será causado com a implantação do Médicos pelo Brasil, iniciativa do governo federal — anunciada em agosto — que irá substituir o Mais Médicos. Das atuais 1.320 vagas, o Estado passaria a dispor de somente 634, segundo projeção do Cosems/RS.

A queda no número de profissionais da saúde deve-se a uma mudança de posicionamento do programa, que deve entrar em vigor somente em 2020. O foco do projeto passará a ser prestar atendimento nas regiões Norte e Nordeste, onde há maior vazio assistencial. Além disso, a União classificará as cidades em uma escala de maior ou menor vulnerabilidade para fazer a destinação dos médicos. Na avaliação de Diego de Ávila, diretor do Cosems/RS, a alteração nas diretrizes do programa é danosa ao Estado.

— O impacto é negativo, porque perdemos médicos, perdemos assistência em unidades de saúde. Nossa proposta (com o Médicos Pelo Rio Grande) é atender os municípios que não serão mais contemplados pelo programa do governo federal, e isso se aplica àqueles menores, mas também a grandes centros, que realizam um trabalho importante de atenção básica e que evitam a necessidade de internação hospitalar, por exemplo — diz Ávila.

A proposta, pensada pelo Cosems/RS e pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), consiste na possibilidade de contratação de médicos para  as localidades que, no momento, estão com falta destes profissionais, por meio de uma espécie de permuta. Ao invés de receber os repasses do governo do Estado a que têm direito, os municípios receberiam médicos para trabalhar nas Unidades Básicas de Saúde, por meio das Equipes de Saúde da Família. O salário destes profissionais seria pago pelo Estado. Atualmente,  o governo do Rio Grande do Sul deve R$ 480 milhões referentes ao setor da saúde a municípios, relacionadas ao período de 2014 a 2018.

Levantamento

Neste modelo, as cidades que perderam vagas do Mais Médicos teriam prioridade. Porém, outros municípios também poderiam ser atendidos. Deste modo, a dívida poderia ser quase sanada e ainda seria promovida oferta direta de serviço de saúde às pessoas, acredita Ávila. Dentro deste cenário, a Famurs e o Cosems/RS fariam o levantamento de quantos médicos seriam necessários para cada cidade e a compatibilidade com a dívida para oferta do profissional em questão.

A contratação dos profissionais médicos se daria por meio de bolsas de estudo para estimular a especialização em Medicina da Família e Comunidade que, por sua vez, auxiliam a fixação destes médicos nas áreas onde eles foram alocados, conforme necessário. A bolsa valeria até o momento em que a dívida fosse sanada, após esse período, fica a cargo da gestão municipal, no qual o prefeito e secretário de saúde têm a autonomia de decidir a permanência do médico, explica o presidente do Cosems/RS.

— Essa é a proposta que temos em mãos. Esperamos que o governador olhe para os termos apresentados e pense nesta estratégia de saúde que estamos propondo, porque a população gaúcha não pode ficar desassistida — afirma Ávila.

Outra proposta do programa gaúcho é o estímulo à capacitação do gestor municipal, por meio da Escola de Saúde, do Cosems/RS, no que tange a saúde básica. A ideia é que os recursos sejam melhor investidos. Além disso, o conselho prevê a ampliação no serviço de atendimento à família por meio da contratação de fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psiquiatras, entre outros profissionais, por meio do Médicos pelo Rio Grande.

Fonte: ZH

Saúde recomenda dose extra contra o sarampo em bebês menores de 1 ano

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

O Ministério da Saúde passou a recomendar a vacinação contra o sarampo em crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias para combater a disseminação do vírus no país. Nessa faixa etária, segundo a pasta, será ofertada uma dose complementar, chamada de dose zero, como já acontece em campanhas como a de combate à poliomielite. A orientação foi apresentada ontem (20) em entrevista coletiva na sede do órgão, em Brasília.

Entre 19 de maio e 10 de agosto deste ano, foram confirmados 1.680 casos de sarampo no Brasil, além de 7,5 mil casos em investigação. No período, de acordo com o ministério, não houve mortes confirmadas decorrentes da enfermidade.

Após um surto envolvendo estados da Região Norte no início do ano, um novo surto foi registrado no estado de São Paulo, que concentra, atualmente, 1.662 casos em 74 municípios – 98,5% do total de casos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com seis casos, e Pernambuco, com quatro. Com um caso estão Goiás, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e Piauí.

A recomendação da vacinação adicional de crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias se deve ao fato deste ser o público com maior potencial de contágio. O coeficiente de incidência em bebês de até 1 ano é de 38,28 casos para cada grupo de 100 mil, enquanto a média de todas as faixas etárias ficou em 4,12. Normalmente, a imunização acontece por meio de duas doses, aos 12 meses e aos 15 meses de vida.

“Temos observado uma incidência elevada em menores de 1 ano. É fundamental estabelecermos estratégia diferenciada para essa faixa etária, olhar para as crianças menores de 1 ano com especial atenção”, declarou o secretário de vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira.

Jovens adultos

Além dos bebês, outro público que preocupa o ministério é o de jovens adultos. A pasta destacou a necessidade de pessoas de 20 a 29 anos regularizarem a vacinação contra o sarampo – o grupo tem coeficiente de incidência de 9 casos para cada grupo de 100 mil, mais que o dobro da média nacional. A orientação vale especialmente para São Paulo, estado com muitos casos e alta densidade populacional.

De acordo com o ministério, pela rotina de imunização estabelecida, pessoas com até 29 anos devem já ter recebido duas doses contra o sarampo. Já quem tem entre 30 e 49 anos deve ter tomado pelo menos uma dose. O secretário ponderou, contudo, que não há necessidade de corrida aos postos de saúde e que a regularização pode ser feita tranquilamente.

Difícil controle

Questionado sobre as razões da propagação do sarampo no país, Oliveira argumentou que a natureza do vírus e de sua transmissão dificultam o controle, especialmente com um surto em uma região como o estado de São Paulo.

“O sarampo é doença de transmissão respiratória. É rastilho de pólvora. Para cada caso, podemos ter 18 pessoas infectadas. É extremamente complexa a contenção da situação viral, principalmente num estado com a densidade demográfica que São Paulo tem”, disse. Entre os principais obstáculos, segundo ele, estão a falta de imunização em adultos jovens e a dificuldade de conscientização desse público.

Estoque

O secretário relatou que já foram disponibilizadas 7,5 milhões de doses da vacina para o estado de São Paulo, além do apoio a campanhas de comunicação para sensibilizar os públicos mais afetados pelo vírus. Ele acrescentou que as vacinas adicionais para bebês devem totalizar cerca de 1,6 milhões de doses e que os estados estão abastecidos, mas que o governo está buscando um estoque complementar com fornecedores externos.

O representante do ministério apontou como problema a atuação de movimentos antivacina que, segundo ele, se alimentam de desinformação e notícias falsas para recusar a imunização necessária. O ministério disponibilizou uma seção em seu sitepara desmentir notícias falsas e oferecer outras informações.

Fonte: EBC

Apostador de Caxias do Sul acerta as quinze dezenas e ganha mais de R$ 1 milhão na Lotofácil

Sorteio desta segunda-feira (19) premiou, além da aposta gaúcha, um jogador de Goiânia, e cada um levou R$ 1.059.149,27

Uma aposta de Caxias do Sul, na serra gaúcha, levou R$ 1.059.149,27 no sorteio número 1.855 da Lotofácil, nesta segunda-feira (19). O jogador acertou as 15 dezenas, junto com outro apostador, de Goiânia (GO), que também levará o mesmo valor.

Os números sorteados foram: 01, 04, 05, 07, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 20, 23, 24 e 25.

A Caixa Econômica Federal não divulgou o nome do vencedor. Para o próximo sorteio, na quarta-feira (21), o prêmio é de R$ 2 milhões.

Em março deste ano, outro gaúcho levou o prêmio máximo da Mega-Sena. Acertando as seis dezenas, o apostador de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, ganhou R$ 78,9 milhões. Ele retirou o prêmio duas semanas depois do sorteio.

Fonte: G1 RS

Violência atinge mais mulheres que trabalham fora, mostra estudo

Marcos Santos/USP

Trabalhar fora e ter independência financeira não é garantia de proteção às mulheres contra a violência doméstica. É o que aponta um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta segunda-feira (19). De acordo com os dados levantados, o índice de violência contra mulheres que integram a população economicamente ativa (52,2%) é praticamente o dobro do registrado pelas que não compõem o mercado de trabalho (24,9%).

“Uma possível explicação é que, pelo menos para um conjunto de casais, o aumento da participação feminina na renda familiar eleva o poder de barganha das mulheres, reduzindo a probabilidade de sofrerem violência conjugal. Em muitos casos, porém, a presença feminina no mercado de trabalho – por contrariar o papel devido à mesma dentro de valores patriarcais – faz aumentar as tensões entre o casal, o que resulta em casos de agressões e no fim da união”, destacou o Ipea.

“Uma das conclusões é que o empoderamento econômico da mulher, a partir do trabalho fora de casa e da diminuição das discrepâncias salariais, não se mostra suficiente para superar a desigualdade de gênero geradora de violência no Brasil”.

De acordo com o estudo, outras políticas públicas se fazem necessárias “como o investimento em produção e consolidação de bases de dados qualificados sobre a questão, o aperfeiçoamento da Lei Maria da Penha e intervenções no campo educacional para maior conscientização e respeito às diferenças de gênero”.

Conforme o estudo do Ipea, o índice de violência doméstica com vítimas femininas é três vezes maior que o registrado com homens. Os dados avaliados na pesquisa mostram também que, em 43,1% dos casos, a violência ocorre tipicamente na residência da mulher, e em 36,7% dos casos a agressão se dá em vias públicas.

“Na relação entre a vítima e o perpetrador, 32,2% dos atos são realizados por pessoas conhecidas, 29,1% por pessoa desconhecida e 25,9% pelo cônjuge ou ex-cônjuge. Com relação à procura pela polícia após a agressão, muitas mulheres não fazem a denúncia por medo de retaliação ou impunidade: 22,1% delas recorrem à polícia, enquanto 20,8% não registram queixa”, apontou o trabalho do Ipea.

O conteúdo completo da pesquisa, elaborada por Daniel Cerqueira, Rodrigo Moura e Wânia Pasinato, pode ser acessado na página do Ipea na internet.

Fonte: EBC

MEC cogita novo critério para repasse de verba a universidades federais

Com mudança, seriam destinados mais recursos às instituições que mostram melhor desempenho em determinados indicadores e não às maiores, como é feito atualmente

O Ministério da Educação (MEC) cogita uma nova maneira de distribuir os recursos entre as 63 universidades federais. O objetivo da possível mudança é destinar mais dinheiro às instituições que mostrarem melhor desempenho em indicadores como governança, inovação e empregabilidade, entre outros, e não às maiores instituições, como é feito atualmente. As informações são do jornal Estado de S.Paulo.

Esta nova medida faria com que a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por exemplo, que hoje recebe o maior orçamento por conta da quantidade de alunos e de seu tamanho, passe a receber uma verba menor, devido ao baixo desempenho que apresenta nos indicadores que serão levados em consideração.

— Queremos tratar os diferentes de forma diferente. Vamos começar a olhar desempenho, não só o tamanho das universidades. Hoje, a matriz do orçamento (para verbas discricionárias) é 90% tamanho e 10% qualidade — afirmou ao Estado de S.Paulo o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima Junior.

O governo ainda pretende discutir a nova metodologia com os reitores das universidades. De acordo com o secretário, a mudança não exige nenhuma alteração na lei, apenas um ajuste nas regras atuais.

— Não queremos fazer nenhuma ruptura, mas sim uma transição que aponte numa direção. Uma discussão de daqui cinco, 10 anos, como queremos esses parâmetros lá na frente. Qual será a matriz orçamentária que balizará daqui 10 anos? Até para as universidades maiores também terem incentivos para captar recursos — afirmou.

A previsão é de que o novo modelo de distribuição de verba comece a ser utilizado a partir de 2020. Entretanto, os técnicos estudam começar a utilizar um dos indicadores – o ranking de governança do Tribunal de Contas da União (TCU) – ainda neste ano, na hora de determinar quais das instituições terão prioridade no desbloqueio de recursos.

Dos R$ 6,9 bilhões repassados às universidades para o custeio de despesas como contas de luz e serviços de limpeza, R$ 3,2 bilhões estão bloqueados.

No último ranking do TCU, realizado em 2018, a universidade de Lavras (UFLA) e de Mato Grosso do Sul (UFMS) aparecem no topo da lista e, portanto, poderiam ser beneficiadas pela liberação dos recursos. Já a UFRJ  e a Federal de Roraima (UFRR) apresentam o pior desempenho no indicador que mede  aspectos como governança, estratégia, gestão e transparência.

Fonte: ZH

Acidente com vítima fatal na BR 285 entre São Luiz Gonzaga e Santo Antônio das Missões

Fotos:Rádio São Luiz

Um acidente de trânsito na BR 285 no fim da tarde deste domingo (18), próximo ao Loteamento Primavera, deixou pelo menos uma pessoa morta.

 

Conforme informações preliminares obtidas com a Brigada Militar de Santo Antônio das Missões, o veículo envolvido fugiu de uma abordagem em São Luiz Gonzaga e, ao tentar ultrapassar uma carreta no referido trecho perdeu o controle e capotou.

 

Ele teria batido em outro veículo em São Luiz, o que teria motivado a fuga. Não há mais informações sobre o ocupante e se eles estaria sozinho no veículo. Em breve mais detalhes.

 

Fotos:Rádio São Luiz

Fonte: Rádio São Luiz

 

Falecimento de Camila Sturmer

A filha Marli Sturmer Vogt e esposo Ari; filhos: Gabriele e Diego, juntamente com netos, bisnetos e demais familiares, comunicam o falecimento de Camila Sturmer, 83 anos de idade, ocorrido às 17h30min deste sábado (17-08), em sua residência em Crissiumal.

Seu corpo está sendo velado na capela funerária Zillmer.

O culto será realizado às 15h deste domingo (18), na capela, seguindo logo após para sepultamento no cemitério municipal.

Falecimento de Alfonso Armando Sausen

 

Os irmãos: Pedrolina Krenz, Vaní Rodrigues, Danilo Sausen e familiares; comunicam o falecimento de Alfonso Armando Sausen, aos 61 anos, ocorrido  às 22h desta sexta-feira(16), no HCC em Crissiumal.

Seu corpo está sendo velado no Salão Comunitário de São Sebastião.

Missa de corpo presente será realizada às 15hs deste sábado (17-08), seguindo logo após para sepultamento no cemitério local.

Santa Rosa – Brigada Militar prende homem com notas de dinheiro falsas

A Brigada Militar abordou um homem que estava em um bar, em Santa Rosa, oferecendo notas falsas de real.

Foi apreendido um envelope com as notas falsas e o preso apresentado na Polícia Federal em Santo Ângelo.

Fonte: BM