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Santa Rosa tem a gasolina mais barata do RS

Diorgenes Pandini / Diario Catarinense

O preço da gasolina teve nova queda no Rio Grande do Sul. Na última semana, a redução chegou a R$ 0,10 no valor médio encontrado pela Agência Nacional do Petróleo, que pesquisou 360 postos de combustíveis no Estado.

A gasolina comum está custando em média R$ 4,35 contra R$ 4,45 da semana anterior. O preço mais baixo encontrado foi novamente em Santa Rosa, onde três postos cobravam R$ 3,77. Todos ficam no centro da cidade, com a razão social Auto Posto Expedicionário Ltda, Flavia P. Schneider e Posto de Combustíveis Vaccari Ltda.

Pela pesquisa, os postos repassaram praticamente toda a redução feita pela distribuidora. A ANP também divulga as médias cobradas pelas empresas que vendem o combustível e caiu de R$ 3,93 para R$ 3,82 o preço por litro, ou seja, R$ 0,11.

O preço de pauta da gasolina cairá novamente a partir de 1º de fevereiro. A redução será de 3,4%, passando de R$ 4,5561 para R$ 4,4016. Ficará, então, R$ 0,15 menor. Em janeiro, a redução já tinha sido de R$ 0,27. O valor de pauta é sobre o qual incide o ICMS para recolhimento na distribuidora. A Receita Estadual considera os preços cobrados pelos postos de combustível na primeira quinzena do mês.

Valor de pauta para o ICMS

O preço de pauta da gasolina cairá novamente a partir de 1º de fevereiro. A redução será de 3,4%, passando de R$ 4,5561 para R$ 4,4016. Ficará, então, R$ 0,15 menor. Em janeiro, a redução já tinha sido de R$ 0,27. O valor de pauta é sobre o qual incide o ICMS para recolhimento na distribuidora. A Receita Estadual considera os preços cobrados pelos postos de combustível na primeira quinzena do mês.

Refinaria

Já na refinaria, o preço da gasolina engatou uma sequência de três altas após meses de reduções. A Petrobras elevou neste sábado (19) o valor em 2,1%, a R$ 1,5308 o litro. Acompanha o aumento de preços do petróleo no cenário internacional.

 

 

Fonte: ZH

Alerta do INMET para todo o Rio Grande do Sul

Foto: Reprodução

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu à 1h da madrugada desta quinta-feira, 10 de janeiro, um alerta com grau de severidade classificado como Perigo para todo o estado do Rio Grande do Sul.

De acordo com a alerta as chuvas podem atingir os 100 mm/dia, ter ventos intensos  de até os 100 Km/h e ocorrer queda de granizo nas áreas em destaque no mapa. Existe o risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

O alerta do INMET se estende até à 1h de sexta-feira (11).

 

Fonte: Inmet

Casamentos caíram pela metade no RS de 2015 para 2018

Crise econômica e mudança cultural sustentam queda em registros de cartórios

Em acordo com tendência nacional, os gaúchos estão casando, morrendo e nascendo menos nos últimos quatro anos – e a maior queda é nos matrimônios. Em 2018, a taxa de uniões registradas em cartório a cada 1 mil habitantes no Rio Grande do Sul foi de 2,2, quase metade do índice registrado em 2015, de 4.

A análise de GaúchaZH é um cruzamento dos registros de 2015 a 2018 de todos os cartórios gaúchos, fornecidos pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), e da população estimada do país e de cada um dos 497 municípios gaúchos ano a ano, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Algumas cidades não constam na análise porque não têm cartório – nesses casos, a população se dirige a uma localidade vizinha.

Em 2015, cartórios espalhados pelo Rio Grande do Sul registraram 45,7 mil casamentos homo e heteroafetivos para uma população de 11,2 milhões (quatro a cada 1 mil habitantes). Ano após ano, as celebrações de amor perante o Estado diminuíram, apesar de a população aumentar. Em 2018, para 11,3 milhões habitantes, foram 25,1 mil uniões em cartório (2,2).

No Brasil, apesar do crescimento da população, os matrimônios também ficaram mais escassos a cada ano, ainda que de forma mais lenta. Em 2015, houve 1,1 milhão de casamentos para 205,4 milhões de habitantes (5,5 cada 1 mil habitantes). Em 2018, foram 781,4 mil celebrações para 208,4 milhões de pessoas (3,7).

— Em 2002, quando entrou o novo Código Civil, viu-se que a união estável vale tanto quanto o casamento. Elas então começaram a aumentar e os casamentos, a diminuir. Outra questão é cultural: há novos modelos de família e, para muitos, a união estável é o suficiente para montar uma família — analisa Arieste Schnorr, presidente da Arpen no Rio Grande do Sul.

Marcos Winck, ex-economista da Fundação de Economia e Estatística (FEE) e hoje professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), sugere que a queda nos matrimônios também ocorre como consequência da crise econômica:

— Em anos de crise, por mais que os casais se juntem, no fim não fazem festa de casamento, nem se inscrevem no cartório. Não é que haja um número menor de uniões, mas a crise econômica desincentivou as pessoas a formalizá-las.

As cidades mais casamenteiras do RS

  • Ibiaçá: 10,38 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • Jari: 8,81 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • São Valentim: 6,88 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • Cerro Branco: 6,63 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • Rodeio Bonito: 6,48 pessoas a cada 1 mil habitantes
As cidades menos casamenteiras do RS
  • Carazinho: 0,08 pessoas a cada 1 mil habitantes
  • Cacequi: 0,16 pessoa a cada 1 mil habitantes
  • Piratini: 0,24 pessoa a cada 1 mil habitantes
  • Uruguaiana: 0,29 pessoa a cada 1 mil habitantes
  • Chuí: 0,30 pessoa a cada 1 mil habitantes
A cidade com maior aumento de casamentos de 2017 para 2018: 
  • Cachoeira do Sul: +1.522%, passando de três registros para 47
  • Crissiumal :

1,92 casamentos para cada 1 mil habitantes.

Total de casamentos em 2018: 26

 

Fonte: Gaúcha Zh

Pistolas e submetralhadoras são apreendidas dentro de carro após perseguição na BR-285 no Noroeste do RS

Três homens estavam no veículo e fugiram a pé. Um deles já foi preso. Brigada Militar acredita que ação frustrou ataque a banco.

Foto: Brigada Militar/Divulgação

Policiais militares apreenderam três pistolas nove milímetros e duas submetralhadoras dentro de um carro após perseguição pela BR-285, em Santo Antônio das Missões, Noroeste do Rio Grande do Sul. Havia três ocupantes no veículo, que fugiram a pé com a aproximação dos PMs. Mais tarde, um deles foi preso.

Dentro do carro, que tinha placas clonadas, os policiais também encontraram um revólver calibre 38, sete coletes à prova de balas e miguelitos (ferros retorcidos, usados para furar pneus nas estradas).

A Brigada Militar acredita que, com a ação, frustrou um ataque a banco que o grupo planejava cometer.

Os outros dois suspeitos que conseguiram fugir são procurados. O homem detido tinha antecedentes criminais, entre eles subtração e roubo de carga, de acordo com a BM. A polícia pede que informações sejam repassadas para os telefones 190 ou 55 3352-4114.

Fotos: Brigada Militar/Divulgação

Fonte: G1 RS

Temporal afetou 26 cidades gaúchas, diz Defesa Civil

Subiu para 26 o número de municípios do Rio Grande do Sul atingidos pelo forte temporal que causou destruição e mortes no estado desde o último domingo (10). Apesar da trégua das chuvas, o número de residências afetadas também aumentou, passando de 2.630 para 2.780. Os dados foram atualizados hoje (13) pela Defesa Civil estadual que continua atendendo e contabilizando os prejuízos.

O subchefe do órgão, coronel Jarbas Ávila, explicou que os ventos e as chuvas de granizo, comuns nos invernos gaúchos, superaram em intensidade as previsões meteorológicas e, pela primeira vez, causaram duas mortes, registradas nos municípios de Sarandi e Ciríaco.

“Lançamos alertas e avisamos as pessoas. Não podemos dizer que não seguiram o recomendado. Nesses casos, a orientação básica é para que todos fiquem em casa ou em locais protegidos e as mortes foram por desabamento. A velocidade do vento foi superior às previsões”, disse, destacando que as casas destruídas, total ou parcialmente, eram de alvenaria.

Santa Bárbara e Giruá registraram a maior quantidade de casas afetadas, 600 em cada município. Santa Bárbara também concentra o maior número de desabrigados (9) e desalojados (11) do estado. No total, 29 famílias foram obrigadas a abandonar temporária ou definitivamente suas casas.

Frio

Com o fim das chuvas e a ausência de previsões de novos temporais, pelo menos, até a próxima semana, a Defesa Civil se prepara para outra situação de alerta: a queda abrupta da temperatura. Enquanto na última segunda-feira os termômetros marcavam 28ºC, hoje a marca atingiu os 5ºC.

“É uma queda muito severa de temperatura e estamos priorizando, neste momento, as doações de agasalhos para repassar para as famílias que perderam tudo ou quase tudo. São poucos os desalojados e os desabrigados, mas quem está nessa situação têm a necessidade dessa ajuda”, explicou o coronel.

Qualquer cidadão que queira contribuir pode procurar um centro da Defesa Civil no estado. Em Porto Alegre, as doações também estão sendo recebidas em mercados e quartéis da Polícia Militar e dos bombeiros. No interior do estado, as pessoas podem receber orientações pela central 199 (Defesa Civil), que funciona 24 horas.

Fonte: Agência Brasil

Temporal derruba postes, destelha casas e causa uma morte no RS

Em Coxilha, vendaval derrubou árvores e causou estragos Vanderlei Piva / Arquivo Pessoal

Um vendaval atingiu municípios do Interior do Rio Grande do Sul entre a noite de segunda-feira (11) e a madrugada desta terça-feira (12). Há relatos de casas destelhadas e postes caídos em cidades do Vale do Caí, da Serra, da Região Central e do Norte gaúcho — onde o temporalcausou uma morte no pequeno município de Ciríaco.

A morte do morador ocorreu na área rural de Ciríaco. De acordo com familiares, o vento forte derrubou a casa de madeira em que José de Arquiles morava. Ele foi levado por parentes até o Hospital São José, em David Canabarro, onde não resistiu aos ferimentos. De acordo com o laudo médico do hospital, a vítima sofreu politraumatismo no corpo e fratura no crânio. A idade dele não foi revelada.

Conforme o vice-prefeito de Ciríaco, Odacir Melo, o município está sem luz e teve postes e árvores derrubados.

— Nós mobilizamos nossas equipes agora no amanhecer para ter noção do ocorrido. A situação é horrível — resumiu.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil estadual no Norte do Estado, major Ricardo Mattei Santos, há também uma pessoa ferida no município de Água Santa — um dos mais atingidos da região. Também há informações sobre estragos pontuais em Coxilha, Mato Castelhano, Gentil, Vila Lângaro e Victor Graeff. Segundo a Defesa Civil, houve vento forte na tarde de segunda e novamente na madrugada desta terça.

Também há relatos de estragos em Sarandi, onde houve temporal com granizo na noite de segunda. Segundo a Defesa Civil, o fenômeno começou por volta das 20h e danificou o telhado de diversas casas. As vilas Santa Catarina, Santa Gema, Vicentina e Esperança estão entre as regiões mais afetadas pela chuva de pedra. Até o momento, o órgão não contabilizou o número de imóveis afetados.

Em Santa Rosa, no Noroeste gaúcho, o Corpo de Bombeiros contabiliza ao menos 50 casas destelhadas por causa do granizo. O fenômeno atingiu a região por volta das 4h. A região mais afetada na cidade fica na área rural, nas localidades conhecidas como Campo de Aviação, Lajeado Faxinal e Rincão Rolim. Cidades vizinhas, como Porto Lucena e Porto Xavier, também tiveram problemas com o granizo.

Em Tupanciretã, na Região Central, a Defesa Civil confirmou 40 casas destelhadas por causa do vento. Os outros municípios com relatos de estragos são Bom Princípio e São José do Hortêncio, no Vale do Caí, Tupandi, na Serra e Salvador do Sul, no Vale do Taquari.

Fonte: Gaucha ZH

Mortes no trânsito no RS caem 6,8% nos primeiros três meses de 2018

Registros oficiais entre janeiro e março deste ano indicam 29 óbitos a menos em acidentes na comparação com o mesmo período de 2017

Vias estaduais, como a ERS-122, na Serra, concentraram 31,4% dos 350 acidentes registrados entre janeiro e março de 2018 (Felipe Nyland)

Depois de crescer em 2017, o número de acidentes com morte nas vias do Rio Grande do Sul voltou a cair. No primeiro trimestre de 2018, dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) indicam redução de 7,2% nas ocorrências do tipo e de 6,8% na quantidade de óbitos em comparação com o mesmo período de 2017.
Na prática, isso significou 29 óbitos a menos. A queda foi puxada pelas estatísticas dos primeiros 30 dias de 2018, quando houve menos casos trágicos do que nos meses de janeiro dos anos anteriores (a série histórica começa em 2007). Foi a primeira vez que os registros letais ficaram abaixo de cem no Estado (foram 91 no mês).
É difícil, segundo especialistas, apontar com certeza as razões do decréscimo. Uma das possibilidades é a alta no preço da gasolina, que pode ter levado motoristas a limitarem viagens, expondo-se menos a riscos. Outro fator citado por pesquisadores é o efeito inibidor das ações de controle.
– Em 2017, depois de alguns anos em queda, as mortes nas estradas voltaram a crescer. Foi uma grande decepção. A reação das autoridades tem se traduzido em esforço na tentativa de redobrar a fiscalização. Isso é positivo – avalia João Fortini Albano, doutor em Transportes.
A chefe da Divisão de Educação para o Trânsito do Detran, Laís Silveira, lembra que, em janeiro, os motoristas sentiram o impacto do início da Operação Verão. Nesse período, as blitze da Balada Segura ganharam reforço: passaram a ocorrer, também, em dias úteis, no Litoral e em municípios do Interior.
– É possível que isso tenha contribuído para a redução da acidentalidade. Outro aspecto a destacar é a união de forças entre os órgãos de trânsito, em todas as esferas. Sem isso, é muito difícil mudar a cultura – ressalta Laís.
Incerteza quanto à continuidade da queda
Há dúvidas se a tendência se manterá, porque os números voltaram a crescer em fevereiro e em março – ainda que, na soma do trimestre, o resultado tenha sido melhor do que o registrado em 2017. As informações de abril ainda não estão disponíveis.
– É cedo para fazer projeções. Não dá para descartar nem mesmo que o bom resultado tenha sido obra do acaso. Ainda assim, se uma única pessoa deixa de morrer, já é uma vitória – pondera o professor do departamento de Engenharia de Produção e Transporte da UFRGS Luiz Afonso Senna, ex-secretário de Mobilidade Urbana de Porto Alegre.
Para conter o avanço dos indicadores, o Detran aposta em dois fatores. Um deles é o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, sancionado em janeiro, cuja meta é cortar pela metade, em 10 anos, o índice de óbitos em relação a 2018. No Estado, as audiências públicas para definir ações já começaram.
O outro fator que pode trazer benefícios é a inclusão de disciplina sobre trânsito na nova base curricular nacional. Em junho, o Detran distribuirá material aos colégios da rede estadual. A ideia é aprofundar o tema com estudantes na esperança de formar futuros motoristas mais conscientes.

Fonte: Gaúcha ZH

Feriadão de carnaval tem mais de 20 mil multas em rodovias no RS

Foram mais de 10,7 mil em estradas federais e 10 mil em estaduais.
Na Região Sul, 959 veículos foram flagrados em alta velocidade.

Mais de 20 mil multas foram aplicadas nos quatros dias do feriadão de carnaval no Rio Grande do Sul. Foram mais de 10,7 mil autuações em rodovias federais e cerca de 10 mil em estaduais, como mostra reportagem do RBS Notícias.

“Mesmo com o apelo e com todas as campanhas educativas ainda há pessoas que insistem em conduzir veículos alcoolizados”, lamenta o chefe de policiamento da PRF, Fabiano Goia.

No Litoral Sul, destino de muitos turistas no feriadão, o movimento de veículos foi acentuado na ERS-734, que dá acesso à praia do Cassino. No local, mais de 400 motoristas fizeram o teste do bafômetro e o resultado foi positivo em nove. O motorista Flávio Ferreira  tomou cuidado antes de pegar a direção. “Muito importante devido ao jeito que está acidente por causa da bebida alcoólica e tudo mais.”

Somente no Sul do estado, foram flagrados 959 veículos em alta velocidade pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Nas estradas da região, 44 motoristas foram flagrados embriagados – no mesmo período do ano passado, foram só seis registros. Foram registrados na região oito acidentes com uma morte, quase o dobro na comparação com o carnaval de 2016.

No Noroeste gaúcho, mais de 200 infrações foram aplicadas, a maioria por ultrapassagem em local proibido e embriaguez. “O que a gente nota ainda, apesar do reforço da fiscalização e tudo mais, o número de autuações aumentou. No ano passado tivemos 170 autuações e neste ano, tivemos mais de 240”, explica o policial rodoviário federal Marcio Mathias.

Fonte: G1

RS fecha 2016 com mais de 500 mil desempregados, diz IBGE

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O Rio Grande do Sul fechou 2016 com 502 mil pessoas desempregadas, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de variação em relação a 2015 é de 27,2%, o que significa que o Estado ganhou 107 mil novos desempregados no ano passado.

A taxa de desocupação em solo gaúcho chegou a 8,3% no último trimestre de 2016 (outubro, novembro, dezembro), com um aumento de 1,7% em relação a 2015. IBGE informou ainda que o índice em Porto Alegre no último trimestre chegou a 9%, marca superior a do Rio Grande do Sul.

Mais de 24 milhões desempregadas no Brasil

taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 22,2% no quarto trimestre de 2016, resultado superior ao do terceiro trimestre (21,2%) e ao do quarto trimestre de 2015 (17,3%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado equivale a dizer que faltava trabalho para 24,3 milhões de pessoas no País no quarto trimestre, um aumento de 6,0% em relação ao terceiro trimestre, com 1,4 milhão de pessoas a mais nessa situação. Em relação ao quarto trimestre de 2015, eram 18,5 milhões nessa condição, o equivalente a um salto de 31,4% ou 5,8 milhões de pessoas a mais nessa situação.

Fonte: Correio do Povo

Bombeiros localizam corpos de mais três pessoas que se afogaram no RS

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Bombeiros localizaram corpo de Florentino Antunes Goulart que se afogou no Rio Uruguai (Foto: Eduardo Belmonte/Divulgação)

 

Os bombeiros localizaram nesta segunda-feira (23) os corpos de três pessoas que se afogaram em duas situações distintas em São Borja, na Fronteira Oeste, e em Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul.
Na manhã desta segunda, foi encontrado o corpo de Florentino Antunes Goulart, de 48 anos. Ele desapareceu na tarde de domingo (22) após entrar no Rio Uruguai, em São Borja, com dois filhos, de 13 e 16 anos. O mais velho conseguiu ser salvo por pessoas que estavam próximas, enquanto que o mais novo segue desaparecido.
Em Caxias do Sul, foram localizados os corpos de dois jovens que se afogaram no domingo no Rio Caí, na localidade de Vila Cristina, interior da cidade. As vítimas foram identificadas como Rodrigo da Silva Machado, de 27 anos, e Pablo Garcia Pereira, de 23 anos. Mergulhadores do Grupo de Busca e Salvamento (GBS) de Porto Alegre participaram das buscas.

Fonte: G1