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Estradas da Região Celeiro já somam 26 mortes em 2018

Levantamento do DETRAN/RS contabiliza os dados entre janeiro e setembro

O Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN/RS) atualizou os dados da acidentalidade no Rio Grande do Sul. Entre janeiro e setembro deste ano, foram 1.115 acidentes com vítimas fatais. Do total de 1.249 mortes, 38% são decorrentes de colisões frontais, 23% de atropelamentos e 11% de colisões laterais. Conforme os órgãos fiscalizadores, as colisões frontais estão relacionadas, frequentemente, a ultrapassagens mal sucedidas, feitas em locais indevidos e sem a necessária visibilidade e segurança.

No âmbito estadual, em quase 28% dos acidentes de trânsito dentro do período analisado, quem perdeu a vida foram os motoristas dos veículos. Em 24% das ocorrências, houve o óbito de motociclistas. Pedestres atropelados representam cerca de 20% e passageiros 18%. Quanto ao tipo de veículos envolvidos nos acidentes com vítimas fatais, 37% foram automóveis, 20% motos e 16% caminhões.

De acordo com as estatísticas do DETRAN/RS, entre janeiro e setembro de 2018, as estradas da Região Celeiro registraram 24 acidentes com vítimas fatais, o que ocasionou a morte de 26 pessoas. A maioria das ocorrências aconteceu em trechos estaduais (10), seguido por vias municipais (9) e rodovias federais (5).

Redentora, Tenente Portela e Três Passos tiveram o maior número de vítimas fatais no trânsito no período analisado, com quatro óbitos cada. Por outro lado, nove municípios da Região Celeiro não contabilizam nenhum acidente com morte entre janeiro e setembro. São eles: Braga, Campo Novo, Chiapetta, Crissiumal, Derrubadas, Esperança do Sul, Humaitá, Inhacorá, São Valério do Sul e Sede Nova.

Metodologia:

No caso específico da acidentalidade, o DETRAN/RS adotou a metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU), que sugere que os feridos em acidentes de trânsito devem ter sua evolução acompanhada por 30 dias a contar da data do fato e, caso venham a falecer, serão incluídos nas estatísticas de mortalidade no trânsito.

Fonte: Clic Portela

Mortes por gripe no RS já passam o total registrado em 2017

Félix Zucco / Agencia RBS

Secretaria da Saúde revela que 46 novos casos foram notificados na última semana

Subiu para 54 o número de mortes causadas pela gripe no Rio Grande do Sul neste ano. Segundo o último balanço divulgado pela Secretária Estadual da Saúde (SES), foram 10 novos óbitos relacionados aos variados tipos de vírus Influenza, até o último sábado (4). São 46 novos casos notificados. Por Influenza H1N1, a chamada gripe A, são 38 óbitos. Pelo Influenza H3N2, são sete.

 Até o momento, os casos confirmados de influenza ocorreram em 90 municípios. Porto Alegre, Canoas, Alvorada e Gravataí concentram 41% dos casos. Caxias do Sul tem 11,6%, e Passo Fundo, 4,9%.

 O número de mortes já é maior do que o registrado durante todo o ano de 2017, quando houve 48 casos de mortes por gripe (sendo que nenhuma foi por Influenza H1N1.

Segundo o boletim epidemiológico apresentado pela SES, a previsão para 2018 era de que se repetisse o predomínio do vírus Influenza H3N2, seguido do vírus Influenza B, como ocorreu na América do Norte. No entanto, no Brasil, a predominância atual é do vírus Influenza H1N1 e, atualmente, no RS, a frequência de H1N1 ultrapassou a da H3N2.

Fonte: Zero Hora

Boletim da Defesa Civil atualiza levantamento sobre danos pelo temporal

Comunidade pode ajudar com doações para a Defesa Civil – Foto: Defesa Civil

 

O boletim distribuído na tarde desta quarta-feira (13) pela Defesa Civil do RS atualiza dados relativos ao levantamento de danos causados pelos ventos e forte chuva de domingo a terça-feira
Municípios atingidos
28
Residências atingidas
2.917
Óbito
02
Desabrigados
9
Desalojados
142
 Tabela de danos:
Município
Regional
Dano
01
Água Santa
Passo Fundo
Atingidos: 50
residências
14 desalojados/ 2 feridos
02
Araricá
Metropolitana
Atingidos: 75
residências /
1 escola/ 1 ginásio / 1 família desalojada
03
Bento Gonçalves
Caxias do Sul
Atingidos: 80 residências/2 escolas / queda de árvores / falta de energia elétrica/
04
Canela
Caxias do Sul
Atingidos: 12 residências
05
Caraá
Metropolitana
Atingidos: 1 ginásio
06
Caxias do Sul
Caxias do Sul
Queda de árvores
07
Ciríaco
Passo Fundo
1 óbito
Atingidos: 100
residências / 15 desalojados
08
Coxilha
Passo Fundo
Atingidos: 50 residências/ 30 desalojados
09
Dois irmãos
Metropolitana
Atingidos: estrutura da feira municipal
10
Dois Irmãos das Missões
 Frederico Westphalen
Atingidos: 80 residências / 05 famílias desalojadas/ queda de energia elétrica
11
Faxinalzinho
Frederico Westphalen
 02 feridos/ 10 aviários
12
Giruá
Santo Ângelo
Atingidos: 600 residências
13
Guaporé
Lajeado
Atingidos: 6 residências
14
Ibarama
Santa Maria
Atingidos: 12 residências
15
Igrejinha
Metropolitana
Atingidos: 09 residências / 1 escola
16
Itati
Metropolitana
Atingidos: 02 residências
17
Marau
Passo Fundo
Atingidos: 10 residências
18
Porto Xavier
Santo Angelo
Atingidos: em torno de 500 residências / 10 famílias desalojadas
19
Pontão
Passo Fundo
 Atingidos: 72 residências/ 40 desalojados
20
 Redentora
Frederico Westphalen
 Atingidos: 70 residências / 02 famílias desalojadas
21
Salvador do Sul
Caxias do Sul
Atingidos: 100 residências / 1 família desalojada / danos na prefeitura/ creche/ escola / ginásio
22
Sapiranga
Metropolitana
Atingidos: 6 residências
23
Santa Bárbara
Frederico Westphalen
Atingidos: 600 residências/ 11 famílias desalojadas/ 9 desabrigadas
24
Santa Rosa
Santo Ângelo
Atingidos: 48
Residências
25
São Francisco de Paula
 Caxias do Sul
Atingidos: 20 residências
26
Sarandi
Frederico Westphalen
1 óbito/ 05 feridos/ 100 postes caídos
27
Tupanciretã
Santa Maria
Atingidos: 400 residências
28
 Vila Langaro
Passo Fundo
Atingidos: 15 residências / 13 desalojados/ 10 Aviários
Municípios com decreto de situação de emergência
Pontão
Giruá

A Defesa Civil segue com o acompanhamento das Coordenadorias Regionais em conjunto com os municípios, oferecendo toda ajuda necessária às localidades atingidas. Qualquer informação ou pedido de auxilio pode ser encaminhado pelo telefone 199.

Fonte: Defesa Civil

Mortes no trânsito no RS caem 6,8% nos primeiros três meses de 2018

Registros oficiais entre janeiro e março deste ano indicam 29 óbitos a menos em acidentes na comparação com o mesmo período de 2017

Vias estaduais, como a ERS-122, na Serra, concentraram 31,4% dos 350 acidentes registrados entre janeiro e março de 2018 (Felipe Nyland)

Depois de crescer em 2017, o número de acidentes com morte nas vias do Rio Grande do Sul voltou a cair. No primeiro trimestre de 2018, dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) indicam redução de 7,2% nas ocorrências do tipo e de 6,8% na quantidade de óbitos em comparação com o mesmo período de 2017.
Na prática, isso significou 29 óbitos a menos. A queda foi puxada pelas estatísticas dos primeiros 30 dias de 2018, quando houve menos casos trágicos do que nos meses de janeiro dos anos anteriores (a série histórica começa em 2007). Foi a primeira vez que os registros letais ficaram abaixo de cem no Estado (foram 91 no mês).
É difícil, segundo especialistas, apontar com certeza as razões do decréscimo. Uma das possibilidades é a alta no preço da gasolina, que pode ter levado motoristas a limitarem viagens, expondo-se menos a riscos. Outro fator citado por pesquisadores é o efeito inibidor das ações de controle.
– Em 2017, depois de alguns anos em queda, as mortes nas estradas voltaram a crescer. Foi uma grande decepção. A reação das autoridades tem se traduzido em esforço na tentativa de redobrar a fiscalização. Isso é positivo – avalia João Fortini Albano, doutor em Transportes.
A chefe da Divisão de Educação para o Trânsito do Detran, Laís Silveira, lembra que, em janeiro, os motoristas sentiram o impacto do início da Operação Verão. Nesse período, as blitze da Balada Segura ganharam reforço: passaram a ocorrer, também, em dias úteis, no Litoral e em municípios do Interior.
– É possível que isso tenha contribuído para a redução da acidentalidade. Outro aspecto a destacar é a união de forças entre os órgãos de trânsito, em todas as esferas. Sem isso, é muito difícil mudar a cultura – ressalta Laís.
Incerteza quanto à continuidade da queda
Há dúvidas se a tendência se manterá, porque os números voltaram a crescer em fevereiro e em março – ainda que, na soma do trimestre, o resultado tenha sido melhor do que o registrado em 2017. As informações de abril ainda não estão disponíveis.
– É cedo para fazer projeções. Não dá para descartar nem mesmo que o bom resultado tenha sido obra do acaso. Ainda assim, se uma única pessoa deixa de morrer, já é uma vitória – pondera o professor do departamento de Engenharia de Produção e Transporte da UFRGS Luiz Afonso Senna, ex-secretário de Mobilidade Urbana de Porto Alegre.
Para conter o avanço dos indicadores, o Detran aposta em dois fatores. Um deles é o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, sancionado em janeiro, cuja meta é cortar pela metade, em 10 anos, o índice de óbitos em relação a 2018. No Estado, as audiências públicas para definir ações já começaram.
O outro fator que pode trazer benefícios é a inclusão de disciplina sobre trânsito na nova base curricular nacional. Em junho, o Detran distribuirá material aos colégios da rede estadual. A ideia é aprofundar o tema com estudantes na esperança de formar futuros motoristas mais conscientes.

Fonte: Gaúcha ZH

Pedra gigante invade residência e causa duas mortes em Esperança do Sul

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Onze pessoas estavam na casa; oito escaparam ilesas. Foto: Três Passos News

Um passeio terminou de forma trágica para moradores de Estrela que visitavam uma família na madrugada deste domingo, 12, em Esperança do Sul. A tragédia aconteceu, por volta das 4h, em uma residência, em Lajeado Paixão, no interior do município.

Onze pessoas dormiam na casa quando uma rocha de várias toneladas deslizou de um morro, invadiu a moradia de madeira, passando por cima de um casal de idosos que estava no quarto e parando em cima de um jovem que dormia na sala. Outras oito pessoas, que se encontravam em cômodos separados, escaparam ilesas.

Luan Cauê Pereira Conceição, de 22 anos, natural de Taquara e morador de Estrela, permaneceu sob a pedra por mais de 3 horas até que fosse removida por uma máquina da prefeitura. O jovem foi resgatado ainda consciente pelo Samu e Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos graves ferimentos, vindo a óbito no Hospital de Caridade de Três Passos.

Elídio Roatt Bairros, de 72 anos e Doracília Roatt Bairros, de 66, proprietários da casa, também foram levados feridos e conscientes ao hospital, onde o agricultor aposentado veio a falecer. A esposa sofreu escoriações nos pés, recebeu atendimento médico e foi liberada.

A residência onde aconteceu a tragédia está localizada em uma área de risco, no sopé de um morro, próximo ao rio Uruguai, na divisa com a Argentina. As chuvas contínuas do dia anterior teriam provocado o desmoronamento que, por pouco, não deixou mais vítimas fatais no local.

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Fonte/Fotos: Três Passos News

Mortes em acidentes no RS, teve queda nos últimos anos

Em 2016, ruas e rodovias gaúchas registraram 1.679 mortos. Dados preliminares do ano passado foram divulgados nesta quinta-feira pelo Detran-RS

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Foto: Arquivo Rádio Metrópole

Segundo dados preliminares divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS)  , em 2016 foram registrados 1.679 óbitos.

Do percentual de mortos em 2016, 30% eram motoristas de automóveis, caminhões e outros veículos. Outros 23% eram motociclistas. Os pedestres responderam por 20,4% do total de óbitos no trânsito gaúcho no ano passado.

Veja comparativos dos últimos anos

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Fonte: Detran-RS

Brasil tem mais de 1,9 mil mortes por H1N1 em 2016, diz ministério

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O vírus H1N1, que iniciou uma pandemia de gripe em 2009 (Foto: Reprodução)

O Mnistério da Saúde divulgou o número total de casos de influenza em 2016. O H1N1 matou 1.982 pessoas e foram feitas 10.625 notificações. O conjunto dos vírus influenza vitimou 2.220 pacientes. O balanço quase alcançou os números de 2009, quando o H1N1 se tornou uma pandemia* e matou 2.060 brasileiros. Naquele ano, a vacina ainda estava em desenvolvimento.

Os dados foram contabilizados da semana epidemiológica 01 até a 52 – de 3 de janeiro até 31 de dezembro. Ao todo, foram 54.224 notificações da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), uma complicação da gripe. Tais números são um registro dos diferentes tipos de influenza (12.174 casos) – incluindo H1N1 – e de outros vírus respiratórios (4.871 casos).

Além das mais de 10 mil notificações do vírus H1N1, 858 registros eram influenza A não subtipado, 642 eram influenza B e 49 eram influenza A. Os casos de SRAG atingiram, em média, brasileiros de 39 anos. A região sudeste foi a mais afetada, com 56,5% dos casos. O estado com mais mortes por influenza foi São Paulo, com 38,3% dos registros.

Óbitos de H1N1 por estado do Brasil em 2016

Rondônia – 3
Acre – 5
Amazonas – 4
Roraima – 1
Pará – 27
Amapá- 4
Tocantins – 0
Maranhão – 1
Piauí – 1
Ceará – 14
Rio Grande do Norte – 7
Paraíba – 13
Pernambuco – 16
Alagoas – 12
Sergipe – 0
Bahia – 30
Minas Gerais – 193
Espírito Santo – 45
Rio de Janeiro – 80
São Paulo – 779
Paraná – 216
Santa Catarina- 112
Rio Grande do Sul – 205
Mato Grosso do Sul – 95
Mato Grosso – 17
Goiás – 88
Distrito Federal – 18

*Informações Ministério da Saúde

Mortes de trânsito no Rio Grande do Sul caem 23% em seis anos

Entre janeiro e novembro de 2016, 455 vidas foram preservadas em comparação ao mesmo período de 2010, ano mais violento

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Foto: Tadeu Vilani /Agencia RBS

Seis anos depois de chegar ao mais alto patamar de letalidade de que se tem notícia, o trânsito  gaúcho registra em 2016 o menor número de mortes em acidentes da sua história recente. Entre janeiro e novembro deste ano, salvaram-se 455 vidas em estradas e avenidas do Estado em comparação ao mesmo período de 2010 – queda de 23%. As informações são de Zero Hora.

Caso mantenha-se a média dos demais meses em dezembro, 2016 será o ano menos violento no tráfego desde que o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) começou a série histórica, em 2007. O resultado positivo ocorre mesmo diante do comportamento inverso da frota. Em seis anos, o número de veículos disparou 26%.

Há uma série de explicações para a queda na mortalidade, concordam autoridades e especialistas no tema. Isso porque se trata de um fenômeno influenciado pela combinação de fatores interligados, como a implementação de políticas de prevenção e o reforço na fiscalização. O fato é que o Rio Grande do Sul caminha na direção de cumprir a meta estipulada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2010: diminuir para metade, até 2020, os casos de acidentes viários.

Uma das causas da redução estaria na intensificação da Operação Balada Segura, acredita o diretor-geral do Detran, Ildo Mário Szinvelski.

Não por acaso, as blitze deram início à aplicação irrestrita do teste do bafômetro em 2011.

Alta nos preços de multas contribuiu

“Sem dúvida alguma, a intensificação da fiscalização e a punição de infratores contribuiu muito para o refreamento de condutas inadequadas. Isso muda comportamentos e pressupõe a consciência de que, para dirigir um veículo, o condutor precisa estar sóbrio e em condições para que não coloque em risco a sua vida e a dos demais”, analisa o dirigente.

Para Szinvelski, a mudança na legislação e o aumento nos valores de multas para quem dirige embriagado contribui para essa modificação de hábito entre motoristas. Hoje, mesmo quem se recusa a soprar o etilômetro paga multa de R$ 2,9 mil, tem a habilitação suspensa e o veículo recolhido. Desse modo, cada vez mais gente estaria escolhendo um transporte alternativo quando rende-se a um caneco de chope, por exemplo.

Entre os próprios amigos e familiares, especialistas têm constatado essa saudável conscientização. É o caso do professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) João Fortini Albano, engenheiro de transporte. Na sua opinião, a Lei Seca influenciou, mas a redução de vítimas reflete a adoção de outras medidas, principalmente, de penalidades financeiras mais pesadas:

“As multas foram majoradas fortemente nos últimos meses. Essa, para mim, é a maior causa da redução de acidentes, porque as pessoas só atendem ao apelo do bolso”.

Um segundo item é a ampliação de ações de fiscalização, como o aumento de pardais e blitze, principalmente nos grandes centros, o que também produz algum resultado.

Desde o início de novembro, os valores cobrados de quem comete infrações sofreram reajustes superiores a 50% no país. O motorista flagrado manuseando o celular agora desembolsa multa de R$ 293,47 (antes era R$ 85,13), e o condutor que se desloca em velocidade 50% acima da permitida tem de pagar R$ 880,41 (saía por R$ 574,62).

Mas há quem seja menos otimista. Especialista em acidentes de trânsito, o perito Clóvis Santos Xerxenevsky considera a fiscalização escassa e as condições das vias ruins. Ele aponta outros coeficientes para o recuo do número de vítimas:

“A frota de veículos aumentou, mas, com a crise financeira que afeta a população há bastante tempo, será que as pessoas estão usando menos o carro? Na minha avaliação, a circulação reduziu”.

Foto: Arte ZH

Maior redução ocorreu em ruas e avenidas municipais
No cenário de redução de mortes no trânsito gaúcho, a queda mais expressiva deu-se em acidentes dentro dos municípios. Em 2010, 796 das fatalidades ocorreram em ruas e avenidas municipais. Neste ano, foram 533.

Diante do fenômeno, o destaque está em Porto Alegre – metrópole que, sozinha, concentra 13% da frota de veículos de todo o Estado. Há seis anos, a Capital registrava média de 12 mortes no trânsito a cada mês. Hoje, são oito.

O segundo maior município do Estado, Caxias do Sul, na Serra, também teve redução significativa no número de mortes no trânsito no intervalo dos últimos seis anos. Enquanto em todo o ano de 2010 o município havia registrado 67 vítimas fatais, entre janeiro e novembro de 2016 a quantidade de pessoas que perderam a vida em acidentes caiu para 33.

Diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari atribui a diminuição à formação de uma equipe interna que investiga as possíveis causas de acidentes graves na cidade. Desde 2011, o grupo trabalha para solucionar possíveis falhas estruturais.

“A equipe analisa o acidente e, através de entrevistas e outros protocolos, aponta a provável causa, não para um processo judicial, mas para o consumo interno. A partir daí, os técnicos disparam uma informação para o setor responsável da EPTC, seja engenharia de trânsito, fiscalização ou educação, para que se incida diretamente na causa geradora do acidente”, explica Cappellari.

Exemplos estão espalhados pela cidade. Recentemente, na Avenida Plínio Brasil Milano, foi instalada uma lombada eletrônica que limita a velocidade a 40 km/h nas proximidades com a Rua Carlos Trein Filho. Isso porque a EPTC vinha atendendo a uma série de acidentes no trecho, e o motivo seria justamente a pressa dos motoristas.

Fonte: Zero Hora

Mortes por raios ficam abaixo da média histórica em 2016

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O número de mortes por raio deve ficar abaixo dos 70 casos neste ano -Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O ano de 2016 teve menos mortes por raios do que a média dos últimos 20 anos. Segundo as projeções do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Elat), o número de vítimas desse tipo de acidente deve ficar abaixo dos 70 casos neste ano.

Entre 2000 a 2014 morreram, em média, 111 pessoas por ano devido a queda de raios, totalizando 1.792 casos. Em 2015 foram registrados 104 mortes. O estudo anual é feito a partir de dados do próprio instituto, dos atestados de óbito contabilizados pelo Ministério da Saúde e de informações divulgadas pela imprensa.

A redução de fatalidades em 2016 ocorreu, na avaliação do grupo, devido a um aumento da conscientização sobre os perigos dos raios.

As ocorrências entre trabalhadores agropecuários lideram o número de vítimas, com 25% dos casos. Em seguida vem as mortes ocorridas dentro de casa, que representam 17% dos registros, chegando a 21% no Nordeste e ficando em 7% no Sudeste. De acordo com o Elat, são casos em que os raios atingem as redes elétricas próximas e levam o excesso de energia para dentro das residências.

O Sudeste é, no entanto, a região com maior número de mortes, responsável por 28% do total. As outras quatro regiões têm o mesmo percentual de vítimas, 18%.

Para 2017, o Elat prevê uma incidência de raios dentro da média histórica. A estimativa é feita a partir das temperaturas dos oceanos Atlântico e Pacífico – Sul, Equatorial e Norte.

Fonte: Agência Brasil

Secretaria de Saúde divulga lista de mortos em acidente com ônibus

Batida ocorreu na PR-323, em Cafezal do Sul, nesta segunda-feira (31)

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Ônibus e caminhão ficaram destruídos após incêndio (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

 

A Secretaria Municipal de Saúde de Altônia, no noroeste do Paraná, divulgou os nomes das pessoas que morreram no acidente entre um ônibus e um caminhão na PR-323, em Cafezal do Sul, na manhã desta segunda-feira (31). Vinte pessoas morreram e dez ficaram feridas.
Veja os nomes das pessoas que morreram no acidente:
– Alcides Rosa
– Alzira Domingues Boiani Clementino
– Antonio Camilo Trentin
– Antônio Itikawa
– Aparecida de Alexandre Silva
– Arlindo Carraro
– Cezina Lorenconi Rossi
– Ernesto Pingoello
– Florinda Ramos dos Santos
– Leonor Sanches Gazola
– Maria Fernandes de Paula
– Norival Rosa
– Virgílina Tenório Martins
– Iolanda Clementino
– Geni dos Santos
– Elza Alencar Bezerra
– Maurício Alencar Bezerra
– Amabile da Silva Lima
– Audina Carraro
– Sérgio Scravanato (motorista do caminhão)
Conforme a Secretaria Municipal, no ônibus estavam pacientes que passariam por tratamento de catarata em um hospital de Umuarama. “Foi fechado um dia no hospital para levar esses pacientes. O ônibus saiu de Altônia por volta das 5h30, e no meio do caminho ocorreu o acidente”, detalhou o secretário de Saúde Edson dos Santos Souza.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o ônibus e o caminhão bateram de frente. Após a colisão, o ônibus foi arrastado pelo caminhão e pegou fogo, sendo destruído pelas chamas.
O prefeito de Altônia Amarildo Ribeiro Novato decretou luto oficial por três dias em decorrência do acidente.Por isso, não haverá expediente nos órgãos municipais nesse período. A prefeitura disponibilizou o Ginásio de Esportes às famílias das vítimas para o velório.
No entanto, a liberação dos corpos deve demorar. Segundo o Instituto Médico-Legal(IML) de Umuarama, apenas dois corpos devem ser liberados ainda nesta segunda-feira.  O corpo do motorista do caminhão e de uma passageira que estava no ônibus.
Os outros 18 precisam passar por exames de DNA antes de ser liberados. O IML esta coletando sangue de parentes das vítimas para análise genética. O exame será feito no no Instituto de Criminalística em Curitiba. Os exames são em caráter emergencial  e devem demorar entre 30 e 40 dias. Só após o resultado os corpos serão liberados para os familiares.
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Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Feridos
Os feridos foram levados ao hospital Cemil em Umuarama. De acordo com a instituição, os pacientes estão estáveis, com queimaduras extensas, respirando bem e conscientes.  O hospital informou que os feridos possuem queimaduras dos mais diferentes graus, alguns estão com fraturas de face e em outros locais do corpo. Todos os feridos já foram atendidos pela equipe médica e, os que precisarem de atendimento especializado serão encaminhados para outros hospitais.
Veja a lista das vítimas que ficaram feridas: 
– Laudecir de Paula
– Bruno Teixeira Ferrarini (motorista)
– Itamar Maraston de Mattos
– Rosa Aparecida Arques
– Rosilene Geralda dos Santos
– Antonio Garcia de Mattos
– José Maria Freitas Soares
– Claudete Brasilino Tenório Martins
– Maria Moura Barbosa Arques
– Laisa Maura dos Santos

Fonte: G1