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Ricardo Arndt – A Educação Ambiental na Escola

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Ao longo dos tempos a sociedade sofreu inúmeras transformações em vários setores, como econômico, material e social; mudanças estas com o propósito de melhorar a condição de vida das pessoas. Deste a revolução industrial muito mudou, os conceitos, valores sobre os bens mudaram e o que antes era irrelevante a vida das pessoas, passou a ser tornar comum ao dia a dia e até necessário. Muitos destes valores acarretaram grandes alterações que trouxeram uma melhoria na qualidade de vida, mas por outro lado o ambiente vem sofrendo os efeitos destas mudanças. Nunca antes na história se falou tanto em educação ambiental. Nunca antes a sociedade, os governos, as empresas, escolas se preocuparam com assuntos relacionados ao ambiente.

Mas se referindo ao nível escolar, cada vez mais vem sendo discutida a problemáticas referente ao ambiente. Deste a lei que institui a Política Nacional de Educação Ambiental em 1999, nunca se trabalhou tanto este tema em sala de aula. Mas fica a indagação. Será que o tema educação escolar está sendo abordado de forma eficiente em sala de aula? Será que a abrangência realmente atende a real importância que este tema possui?

É inevitável que temas com a separação correta de resíduos, ou seja, o lixo tem importância, mas até que ponto saber a correta separação do lixo é garantia de preservação ambiental, pois muitas vezes este tema é trabalhando sem ao menos sabermos se o mesmo, depois de retirados de nossos lares, recebe o correto destino. A problemática da educação ambiental vai muito além do entendimento da separação do lixo, ou simplesmente da reutilização de matérias para confecção de brinquedos e enfeites com os educandos. É imprescindível que o educando perceba que ele faz parte do contexto ambiente, e que suas ações atingem de alguma forma o ambiente e a si próprio. Não convém a nós separarmos corretamente o lixo, realizar o reaproveitamento de matérias, se não dou conta de relação pessoais, do cuidado com meu corpo e com meu próximo. Preocupamo-nos com a floresta amazônica e, por vezes esquecemos-nos de nosso corpo, nosso próximo, nossos quintais; não que a floresta amazônica não tenha sua importância, pois é de caráter indiscutível, mas o qual me refiro é que o problema ambiental deve partir de nós, do ambiente onde vivo, de meu entorno, para depois levar a um patamar maior.

Por esse motivo é que nossos educandos precisam ter um olhar crítico sobre suas vidas, observando sempre o que ocorre em seu entorno, em faces a busca de ações que mitiguem os danos ambientais. E isso com certeza cabe ao professor, tornar os educandos agentes capazes de opinar sobre o ambiente em que vivem. Mas não é só ao professor ciências esta responsabilidade, mas sim a todas as áreas do conhecimento, pois o ambiente não pertence somente ao professor de ciências.

Portanto, é de caráter irrefutável que a educação ambiental faz-se necessária na escola, em todos os seus níveis de aprendizagem, para que a formação dos indivíduos não seja singular, mas sim uma educação pluralizada, com vistas a formação do cidadão integro e crítico sobre suas ações.

Ricardo Arndt
Professor de Ciências na Rede Municipal de Ensino de Crissiumal e
aluno de Pós Graduação em Gestão e Sustentabilidade Ambiental – Uergs

*Rádio Metrópole/Emerson Gomes

Fies: programa ainda precisa ser aperfeiçoado, dizem instituições particulares

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Instituições particulares de ensino superior vão buscar mais aprimoramento no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Elevar a renda máxima para o estudante obter o benefício é uma medida positiva, no entanto, segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), o programa ainda precisa fazer adequações para ampliar o acesso ao ensino superior.

Ontem (16), o ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou que será elevado de 2,5 para 3 salários mínimos, ou seja, em valores atuais, de R$ 2,2 mil para R$ 2.640, por pessoa o limite para se obter financiamento pelo Fies. O pleito das escolas particulares era de que esse patamar fosse elevado para 3,5 salários mínimos por pessoa, R$ 3.080.

“É um pleito do setor e do alunado. Achamos que aumentando a renda e baixando um pouco a nota será possível atingir pessoas mais carentes, que dependem do recurso para acesso ao ensino superior”, diz o presidente da Abmes, Janguiê Diniz. Ele é fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, o maior em número de unidades nas regiões Norte e Nordeste.

Para Diniz, a elevação do patamar para três salários mínimos é positiva e sinaliza a atenção do governo para a questão. “Vamos trabalhar para aperfeiçoar ainda mais esse programa para o Brasil”, diz.

O Fies oferece financiamento de cursos em instituições privadas. Até 2014, o financiamento era concedido em qualquer época do ano a quem tivesse uma renda bruta de 20 salários mínimos por família. A partir de 2015, com o ajuste fiscal, o programa começou a ficar mais restrito, foi estabelecido o patamar de 2,5 salários mínimos e passou a ser exigida nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), pelo menos uma média de 450 pontos nas provas.

Houve também reajuste dos juros, que passaram de 3,4% para 6,8%, e a extinção do financiamento de 100%. Agora, o estudante deve pagar parte da mensalidade. Há também uma parcela das vagas reservadas aos cursos prioritários, das áreas de saúde, engenharias, licenciaturas e pedagogia. Têm prioridade as instituições com melhores notas nas avaliações do Ministério da Educação (MEC).

De acordo com Diniz, as novas regras não acompanharam a demanda dos estudantes. Prova disso é que no último processo seletivo, no início do ano, das 250 mil vagas ofertadas, mais de 100 mil não foram preenchidas. Para as instituições, o Fies representou queda na indimplência no pagamento das mensalidades. Atualmente, programas como o Fies e o Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, representam 40% das vagas nas particulares – de acordo com dados de 2014.

Em entrevista, Mendonça Filho disse que a pasta enfrenta dificuldades financeiras e que não há condições para elevar ainda mais o patamar da renda imediatamente. Segundo ele, as demais regras, entre elas a nota mínima no Enem e a reserva de vagas nos cursos prioritários, serão mantidas.

No segundo processo seletivo deste ano, o MEC oferecerá 75 mil vagas, número superior às 61,5 mil vagas ofertadas no segundo semestre do ano passado. No total, o investimento será de R$ 450 milhões. Atualmente, 2,1 milhões de estudantes participam do programa.

Fonte: Agência Brasil

O brincar na Educação infantil

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Paula Schneicker Kroetz

Na educação infantil educar não significa somente repassar informações ou apenas mostrar um caminho, mas sim ajudar a criança a conhecer a si mesma, a conhecer o outro e a sociedade respeitando as individualidades de cada um , e é por isso que o brincar é tão importante nessa etapa de vida, pois é através do  ato de brincar que a criança  reproduz o seu cotidiano.

O brincar possibilita o processo de aprendizagem da criança, facilitando a construção da reflexão, da autonomia ,da criatividade, a interpretação, a tomada de decisão, o levantamento de hipóteses, a obtenção e organização de dados e a aplicação dos fatos por meio do faz de conta, dos jogos com regras e da manipulação de brinquedos. Sendo assim,  o brincar faz parte de uma aprendizagem prazerosa não podendo ser vista somente como  lazer, e sim, como um ato de aprendizagem.

Na brincadeira a linguagem da criança é natural e espontânea  temos várias razões para brincar, pois sabemos que é extremamente importante para o desenvolvimento cognitivo, motor, afetivo e social da criança.  É brincando que ela  expressa vontades e desejos construídos ao longo de sua vida.

Brincar é explorar manipular diferenciados  objetos e espaços atribuindo-lhe diferentes significados , uma madeira hoje pode ser um carrinho amanhã pode uma boneca  por exemplo. Mas na atualidade com o uso indiscriminado dos recursos tecnológicos como celulares, tablets , tv etc. por parte das crianças , estas vem esquecendo o real sentido do brincar, não sabendo por vez o que é brincar. É então, de incumbência dos pais e professores  ajudarem  os filhos e alunos a saber lidar com a cultura digital, oportunizando a eles esses espaços e objetos que permitam a  exploração.

Podemos então concluir que a brincadeira é uma prática fundamental para o desenvolvimento das crianças, momento em que ela vai se preparando para a vida adquirindo valores morais e culturais, além de estimular práticas saudáveis longe do sedentarismo.

Fonte: Paula Schneicker Kroetz-Professora de Educação Infantil –Graduada em Pedagogia

Crissiumal – Grupo de educação fiscal municipal realizou reunião de planejamento

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Grupo de Educação Fiscal

 

educação fiscalNo último dia seis de abril, o Grupo de Educação Fiscal de Crissiumal realizou reunião de planejamento das ações a serem realizadas no primeiro semestre de 2016 dentro do Programa de Educação Fiscal e Nota Fiscal Gaúcha.

Dentre os assuntos discutidos, foram expostos ao grupo os resultados das ações realizadas no ano de 2015, onde o município obteve 149 pontos durante o ano na pontuação do PIT (Programa de Integração Tributária), alcançando os objetivos desejados, mérito de cada um que se dedicou para a realização de todas as atividades que foram desenvolvidas no decorrer do ano.

Para o ano de 2016, o grupo decidiu em realizar “Concurso de Paródias” para os anosfinais e “Concurso do nome do  Mascote” para a educação infantil e anos iniciais, projeto este que estará voltado ao Programa de Educação Fiscal e também à Nota Fiscal Gaúcha e que nos próximos dias será repassado às direções das Escolas Municipaispara serem realizados. Fica o desafio a todas as escolas de realizar outros trabalhos de conscientização dos alunos e população em geral para continuar contribuindo para o desenvolvimento do município.

O grupo lembra a todos os munícipes que ainda não realizaram seu cadastramento junto ao Nota Fiscal Gaúcha, para que o façam no site: ttps://nfg.sefaz.rs.gov.br/site/index.aspx , com isso estarão concorrendo a prêmios mensais fornecidos pelo Estado e também 2 prêmios de R$100,00 oferecidos pelo município, contribuindo assim, cada vez mais para o desenvolvimento de nossa comunidade.

Fonte/ Foto: Prefeitura Municipal Crissiumal – SMEC

Quase 16 milhões de meninas entre 6 e 11 anos nunca irão à escola, diz Unesco

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Quase 16 milhões de meninas entre 6 e 11 anos nunca irão à escola, de acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O número é duas vezes maior que o de meninos. Entre eles, no mundo, 8 milhões nunca frequentarão as salas de aula.

Os números estão no Atlas de Desigualdade de Gênero na Educação, disponível na internet, divulgado pela Unesco em razão do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março.

De acordo com a Unesco, as meninas são as primeiras a ter negado o direito à educação. A desigualdade segue principalmente nos Estados Árabes, na África Subsaariana e na Ásia Meridional e Ocidental. Na África Subsaariana, 9,5 milhões de meninas nunca entrarão em uma sala de aula. No caso dos meninos, serão 5 milhões.

Na Ásia, 80% das meninas que estão atualmente fora da escola nunca receberão educação formal, o que equivale a 4 milhões. Entre os meninos, menos de 1 milhão nunca receberá educação formal, o que equivale a 16% daqueles que estão hoje fora da escola.

Em relação aos Estados Árabes, a Unesco diz que as meninas são a maioria das milhões de crianças fora da escola, mas não é possível precisar quantas, devido aos conflitos na região, que dificultam a elaboração de estatísticas exatas.

O Brasil aparece no Atlas como um país sem dados estatísticos específicos sobre gênero na educação básica.

As informações são do Instituto de Estatística da Unesco. Anualmente o instituto faz um levantamento do número de crianças fora da escola e calcula as probabilidades futuras de terem acesso às salas de aula, caso as circunstâncias atuais sejam mantidas. As projeções podem variar ano a ano.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Eliminar as desigualdades de gênero no acesso à escola é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que devem ser cumpridos até 2030. Atualmente, uma em cada oito crianças entre 6 e 15 anos está fora da escola e as meninas são as primeiras a serem excluídas. Mais de 63 milhões de meninas no mundo inteiro não recebem educação formal.

“Nunca alcançaremos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável se não conseguirmos vencer a discriminação e a pobreza que paralisam  a vida das meninas e das mulheres de geração a geração”, diz a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, em nota divulgada nessa quarta-feira (2). “Devemos trabalhar em todos os níveis, desde a base social até os dirigentes mundiais, para fazer da equidade e integração os eixos de toda política, de forma que todas as meninas, sejam quais forem as suas circunstâncias, vão à escola, prossigam os estudos e cheguem a ser cidadãs emancipadas”.

Os ODS são uma agenda global que tem a finalidade de promover o desenvolvimento social, a proteção ambiental e a prosperidade econômica em todo o mundo. Os objetivos começaram a valer este ano. Ao todo, são 17 objetivos e 169 metas que foram acordados pelos países-membros em setembro de 2015, em Nova York, na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.

Fonte: Agência Brasil

‘Nunca se investiu tanto’, diz secretário após greve de professores no RS

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Vieira da Cunha comentou sobre paralisação dos professores (Foto: Reprodução/RBS TV)

A Secretaria Educação do Rio Grande do Sul ainda não tem um balanço oficial de escolas que aderiram à paralisação organizada pelo sindicato dos professores (Cpers) nesta segunda-feira (29), data de início do ano letivo. Os números devem ser divulgados até o final do dia pela pasta. Questionado sobre a paralisação, o secretário da pasta, Vieira da Cunha, garante que nunca se investiu tanto em educação no estado.

Em Porto Alegre, ao menos três grandes instituição de ensino médio aderiram à paralisação, deixando cerca de 4,5 mil estudantes sem aula. No Colégio Júlio de Castilhos, na região central da capital, os quase dois mil alunos encontraram os portões fechados.

O secretário da pasta, Vieira da Cunha, avalia como tranquilo o início do calendário escolar no estado. Ele reconhece as dificuldades enfrentadas pelos servidores estaduais, após o governo anunciar novo parcelamentos de salários. Ainda assim, Vieira da Cunha afirma que é possível que os professorem retomem as aulas com ‘brilho no olhos’.

“O governo não gostaria de estar vivendo um momento como esse, mas a realidade da situação financeira do estado nos impôs isso. Dá sim para voltar com brilho nos olhos. Eu testemunhei hoje [segunda-feira] pessoalmente o reencontro dos colegas, os abraços dos alunos nos seus professores. Nós temos que tocar nossa vida. Estamos trabalhando em uma área essencial, que é a educação e estamos voltando com brilho nos olhos”, disse em entrevista ao Jornal do Almoço.

O Cpers/Sindicato organizou a paralisação para protestar contra o atraso salarial, para chamar atenção para a precariedade de algumas das escolas e da situação de insegurança. Questionado sobre a situação em algumas instituições de ensino, Vieira da Cunha apontou R$ 91,5 milhões investidos em obras escolares em 2015. Ele afirma ainda que a pasta pretende dobrar este valor para 2016.

“Neste ano de 2016 nós estamos projetando o dobro de investimento. A Secretaria de Educação está fazendo a sua parte. Aliás, nunca se investiu tanto em educação. Dos R$ 26 bilhões de impostos líquidos do ano passado, R$ 8,8 bilhões foram na educação, 33,7% da nossa receita líquida foi para a educação. Maior investimento da última década”, relata o secretário.

A orientação da Secretaria de Educação é de que os alunos compareçam às aulas nos turnos da tarde e da noite nesta segunda-feira. Já o Cpers/Sindicato pediu que os pais não levassem os filhos para a escola.

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Professores da escola Padre Reus aderiram à paralisação (Foto: Zete Padilha/RBS TV)

Volta às aulas com novidades na educação infantil em Nova Candelária

Na segunda-feira, 22, os alunos da rede municipal de ensino de Nova Candelária voltaram às aulas.

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Na Escola Municipal Papa Pio XII os alunos da educação infantil e do ensino fundamental retornaram em um clima acolhedor. A Diretora Prof. Andrea Giehl e o Secretário da Educação Cloves Kuhn deram as boas vindas à todos estudantes.

Para animar ainda mais o ambiente, o Professor de música Jomar Kaczmarek interpretou algumas canções juntamente com os alunos.

O Secretário da Educação também esteve visitando a Escola Municipal de Educação Infantil Mundo Encantado, que retomou no dia de ontem as atividades com o Pré A e Pré B.

Já as crianças de 0 a 3 anos frequentavam a Escola desde o dia 10 de fevereiro. O ano de 2016 marca uma nova etapa para a educação infantil do município: extinguiu-se a Escola Municipal de Educação Infantil Sonho de Criança e os alunos foram integrados à Escola Mundo Encantado, que no ano de 2015 recebeu ampliação de sete salas para bem atender toda a demanda de alunos do município. A Escola de Educação Infantil Mundo Encantado conta atualmente com 94 alunos, divididos entre Berçário I (3 turmas), Berçário II, Maternal, Pré A e Pré B. A direção foi assumida pela Professora Aline Erthal que irá trabalhar conjuntamente com uma equipe de 35 profissionais da educação.

Para o Secretário de Educação, Cloves Kuhn, o novo ano letivo será de muito trabalho e comprometimento, para valorizar as atividades que já vem sendo desenvolvidos pelas escolas e melhorar ainda mais os índices de ensino.

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Fonte/Fotos: Maira Dill-Assessoria de Imprensa P. M Nova Candelária

Brasil está entre os piores no ranking de conhecimentos básicos da OCDE

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Mais de 25% dos estudantes têm notas ruins em matemática, interpretação de texto e/ou ciências, afirma um relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgado nesta quarta-feira (10), que incentiva os países a investir na educação para um retorno favorável a longo prazo.

Segundo o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que realizou a pequisa para a OCDE, a luta contra os maus resultados escolares, que dizem respeito a 28% dos alunos de 15 anos, é onerosa, mas uma medida rentável a longo prazo.

Os dados reunidos este ano serviram de base para o novo relatório chamado “Estudantes com baixo desempenho: por que eles ficam para trás e como ajudá-los?”. O estudo diz respeito a 13 milhões de alunos com resultados ruins em uma lista de 64 países. O Brasil ficou em 58º lugar, apesar de apresentar uma melhoria na taxa de escolarização e acesso à educação.

Os benefícios da luta contra esse fenômeno “superam de longe os custos da melhoria”, afirma a organização.

Programas para alunos imigrantes

Se de hoje até 2030 cada aluno de 15 anos conseguir “adquirir uma bagagem mínima de competências fundamentais” em literatura e matemática nos países de alta renda da OCDE, os benefícios a longo prazo para a economia destes países poderão alcançar “aproximadamente 1,5 vezes seus PIB atuais”.

Entre 2003 e 2012, a OCDE fez o censo de nove países que conseguiram reduzir sua proporção de alunos com resultados ruins em matemática: Brasil, Alemanha, Rússia, Itália, México, Polônia, Portugal, Tunísia e Turquia.

Como entre eles não há muita coisa em comum, a organização chega à conclusão de que “todos os países podem melhorar os resultados de seus alunos” se decidirem que é uma “prioridade de sua política educacional” e fornecerem os recursos suplementares.

A OCDE também defende “programas específicos para os alunos imigrantes, que falam uma língua minoritária ou que vivam na zona rural, a luta contra os estereótipos de gênero e a redução das desigualdades de acesso à educação”.

Fatores de risco

Vários fatores podem contribuir para que os alunos tenham resultados ruins: a probabilidade de estar nessa situação é 2,5 vezes maior para os jovens procedentes da migração e que não falam em casa a mesma íngua que na escola. O risco é também maior quando se vive no campo ou em uma família monoparental.

Quando se acumulam vários fatores de risco, a possibilidade de ter maus resultados em matemática é de 76% para uma menina procedente da imigração, que fala em casa outro idioma, que vive numa família monoparental e na zona rural.

Não apenas os fatores de risco são maiores para os alunos de setores sociais desfavorecidos, como também “têm uma incidência mais forte em seus resultados”. Na média, mais de um terço da diferença dos resultados em matemática entre alunos é atribuível à diferença entre os estabelecimentos de ensino.

Por fim, os alunos com más classificações faltam mais as aulas do que os demais, têm menos perseverança e menos confiança em si mesmo, o que não é surpreendente.

Em compensação, o que surpreende é que geralmente esses alunos “dedicam um tempo equivalente a certas atividades” vinculadas com a matemática, como a informática e jogos como xadrez.

Fonte: EBC

 

II Jornada Internacional de Educação na Região de Fronteira será no mês de fevereiro

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Foto: Maira Dill/Assessoria de Imprensa.

Na tarde de terça-feira (12) foi realizada uma reunião no município de Horizontina para definir a programação da V Jornada Pedagógica e II Jornada Internacional de educação na região de fronteira.

Estiveram presentes os Secretários de educação dos municípios organizadores do evento: Nova Candelária, Horizontina, Dr. Maurício Cardoso, Novo Machado, Tuparendi, Tucunduva e São José do Inhacorá.

O município de Horizontina novamente será sede da Jornada que acontece nos dias 16, 17 e 18 de fevereiro.

Serão três dias de atividades direcionadas à formação continuada dos professores das escolas municipais e estaduais da região.

Em sua primeira edição, realizada em julho de 2015, a Jornada Internacional reuniu mais de 650 docentes e trouxe profissionais renomados na área da educação para palestrar na nossa região.

As inscrições e programação completa estarão disponíveis em breve.

Fonte: Assessoria de Imprensa – P. M. Nova Candelária

Celebração da alfabetização da rede municipal de ensino

Encontro aconteceu na última quarta-feira, no auditório do Seminário São Miguel

No dia 09 de dezembro de 2015, a Secretaria Municipal de Educação e Cultura realizou a Celebração da Alfabetização, onde as turmas dos 1º anos da rede municipal de ensino reuniram-se no auditório do Seminário São Miguel para comemorar a alfabetização. Este momento que é realizado todos anos, tem o objetivo de evidenciar a alfabetização dos alunos, além de proporcionar a integração entre alunos das escolas da rede.

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Na oportunidade, o prefeito Roberto Bergmann parabenizou os alunos pela alfabetização e as professoras pelo trabalho realizado com  comprometimento e dedicação. Também incentivou os alunos a continuarem a caminhada escolar estudando e praticando a leitura sempre.

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A tarde também foi abrilhantada por belas apresentações culturais realizadas pelas turmas e pelo grupo de crianças e adolescentes coordenados pela professora Kátia Volpatto, dirigente da cultura.

Professora Glades Stefler – 1º ano da EMEF Riachuelo

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Professora Samara Janke – 1º ano manhã EMEF Rotermund

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Professora Marilei dos Santos – 1º ano manhã EMEF Madre Paulina

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Professora Adriane Jahn – 1º ano tarde EMEF Madre Paulina

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Professora Samara Janke – 1º ano trade  Emef Rotermund

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Além de um livro para a prática da leitura nas férias, os alunos receberam um DVD com filmagem da sua leitura e leitura dos colegas da turma como registro deste ano que foi marcado pela alfabetização.

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura parabeniza os alunos pelo êxito alcançado, às professoras pelo empenho na busca dos objetivos, às coordenações e direções pelo apoio na realização da prática pedagógica. Agradece as funcionárias pela organização do lanche, as visitadoras e a coordenadora do PIM pela disposição na realização das oficinas de pintura de rosto e salão de beleza, ao grupo de teatro e à professora Kátia Volpatto pela belíssima apresentação.

*Guia Crissiumal