Sem inspiração, Grêmio perde para o Caxias no Centenário

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Foto: Diogo Sallaberry /Agencia RBS

 

Um apagão defensivo no segundo tempo provocou, neste domingo, a primeira derrota do Grêmio no Gauchão, por 2 a 1 para o Caxias, no Centenário. Dois gols em um intervalo de apenas cinco minutos premiaram o valente time de Luis Carlos Winck, que marcou com uma inesperada energia e foi eficiente nas conclusões. Se vale de consolo, restou, para o Grêmio, o alerta de que precisará encontrar novas soluções para enfrentar adversários que passam agora a estudá-lo com atenção muito maior.
Diferentemente de outras partidas, o Grêmio, desta vez, não conseguiu controlar a partida. Com marcação atenta, o Caxias evitou que Luan e Douglas, os criadores da equipe, recebessem a bola para dar início às jogadas. Experiente, o time de Luis Carlos Winck não se furtou nem mesmo a cometer faltas e tentar desestabilizar os dois jogadores com provocações ao pé do ouvido. Em uma delas, Douglas, nervoso, recebeu cartão amarelo.
Os problemas ofensivos do Grêmio também aumentavam com a ineficiência de Leonardo, ainda pouco à vontade, e com a escassa participação de Marcelo Oliveira. Ainda desentrosada, a nova dupla de volantes, formada por Jailson e Maicon, não funcionou como a habitual compensação quando os armadores não criam. Restou, de positivo, a intensa movimentação de Ramiro.
Para piorar o quadro, as raras oportunidades do primeiro tempo foram desperdiçadas por Pedro Rocha. A oito minutos, Pedro Rocha, praticamente debaixo da trave, chutou por cima em cruzamento de Ramiro, depois de jogada iniciada por Luan. Lance mais claro ainda ocorreu aos 31 minutos. Em novo cruzamento de Ramiro, Pedro Rocha, tendo só Marcelo Pitol pela frente, cabeceou e permitiu a defesa do goleiro.
O Caxias, que não se intimidou frente a um adversário mais forte, quase marcou aos 12 minutos. Depois de cobrança de falta, a defesa fez uma rebatida parcial e Wagner, na frente de Grohe, bateu alto.
O que já era ruim ficou ainda pior para o Grêmio na segunda etapa. Foi quase a reedição dos piores momentos da equipe em 2016, quando a bola aérea gerou pânico e tornou-se decisiva para a queda de Roger Machado. A sete minutos, em escanteio da direita, Geromel chegou atrasado e Edson Borges quase marcou de cabeça. Aos 11, na tentativa de afastar um cruzamento, Kannemann cometeu pênalti. Na cobrança, com um chute rasteiro, Gilmar deslocou Grohe e colocou o Caxias em vantagem.
Como reação imediata, Renato trocou Pedro Rocha por Jael. Não houve tempo para nada. A 16 minutos, em nova bola erguida da direita, Gilmar ganhou no alto e ampliou para 2 a 0.
Everton, colocado por Renato no lugar do improdutivo Leonardo, quase marcou a 25 minutos, em chute que bateu na trave. Foi só o que o Grêmio esboçou em busca do empate. O que se viu a partir de então foi o predomínio da equipe local, com estocadas rápidas e chutes de longa distância, que assustaram Grohe.
Bolaños foi a última tentativa de Renato para reverter o quadro. No último minuto, ele invadiu a área, chutou no canto e descontou.

Fonte: Rádio Gaucha

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