Sony quer lançar ar-condicionado portátil que pode ser “vestido”

Aparelho fica encaixado no bolso de uma camiseta especial e a temperatura pode ser controlada por um aplicativo

Divulgação

A Sony está desenvolvendo um ar-condicionado e aquecedor portátil, que pode ser “vestido”. Por meio de uma plataforma de crowdfunding, a empresa japonesa First Flight busca financiamento coletivo para o aparelho chamado Reon Pocket.

Conforme informações do site Olhar Digital, a tecnologia se encaixa em um bolso na base do pescoço de uma camiseta especial e utiliza o efeito Peltier para baixar a temperatura corporal. Segundo o site Gizmodo, a Sony realizou centenas de simulações e, em dias frios,  ele pode supostamente aumentar  a temperatura em cerca de 8ºC. Já em dias quentes, o Reon Pocket pode supostamente esfriar a temperatura corporal de um usuário em 13ºC. Assim, é possível usar uma roupa formal de negócios, como terno por exemplo, em um dia abafado e continuar fresco e sem suar.

Inicialmente, o funcionamento será por meio de um aplicativo móvel, para controlar a temperatura. Mas a Sony planeja uma atualização que funcione automaticamente. A bateria deve durar até 24 horas após a carga, segundo a empresa. No entanto, informantes japoneses afirmaram que a bateria dura menos de duas horas. A previsão de lançamento do Reon Pocket é março de 2020, apenas no Japão. O custo do aparelho será de 12,760 ienes (cerca de R$ 440).

Fonte: ZH/Olhar Digital

Rádio Metrópole

Eclipse parcial da Lua pôde ser visto também em Crissiumal

 

Fotos: Emerson Gomes

Na noite desta terça-feira, 16 de julho de 2019, quando o mundo celebra 50 anos desde que a missão Apollo 11 decolou da Terra rumo à Lua, o Brasil pôde ver um eclipse lunar parcial.

O fenômeno ocorre quando Sol, Terra e Lua se alinham, e nosso planeta faz sombra sobre o satélite.

O eclipse pôde ser visto a partir das 17h01 (horário de Brasília) e, no total, teve duração de mais de cinco horas, parecido com o que ocorreu em janeiro deste ano.

“O eclipse lunar, em geral, dura bastante tempo. Desta vez será em um horário bom, porque vai ser próximo do pôr do sol, e a Lua vai estar em uma posição relativamente alta no céu”, disse ao G1 Thiago Signorini Gonçalves, astrônomo da UFRJ e membro da Sociedade Astronômica Brasileira.

Rádio Metrópole com informações do G1

Mundo viveu em 2019 o junho mais quente dos tempos modernos

Aumento da temperatura se dá principalmente pela onde de calor que assola a Europa

Junho de 2019 foi o mês de junho mais quente já registrado no mundo, principalmente em razão de uma onda de calor na Europa, que deve voltar a acontecer com o aquecimento do planeta. Segundo os dados do serviço europeu Copernicus sobre a mudança climática, o termômetro subiu no mês de junho 0,1°C que o recorde precedente para um mês de junho (2016), mas é sobretudo na Europa que fez calor, com uma temperatura cerca de 2°C superior à normal.

Vários recordes foram batidos na semana passada em vários países europeus que sofrem a onda de calor com ar quente vindo do Saara. As temperaturas foram 10°C superiores na Alemanha, no norte da Espanha, na Itália e na França, que marcou o recorde absoluto de 45,9°C na sexta-feira.

Fonte/Foto: AFP

Facebook lança “Libra” e entra no mundo das criptomoedas

Empresa divulgou protótipo que deverá ser lançado no próximo ano

Foto: Justin Sullivan / AFP

O Facebook entrou no mundo das criptomoedas com sua própria moeda digital, concebida para economizar, transferir ou gastar dinheiro com a mesma simplicidade do envio de uma mensagem de texto. “Libra”, que é descrita como “uma nova moeda global”, foi apresentada nesta terça-feira (18) pela maior rede social do mundo como um meio de pagamento com o potencial para tirar as criptomoedas das sombras.

Facebook e vários sócios divulgaram um protótipo da “Libra” como um código aberto que pode ser usado por desenvolvedores interessados em incluí-la em aplicativos, serviços e negócios antes de seu lançamento como uma moeda digital no próximo ano.

Uma organização sem fins lucrativos com sede em Genebra supervisionará a tecnologia blockchain da Libra para manter a estabilidade da moeda. A organização é integrada, entre outras entidades, por operadoras de cartão de crédito como Mastercard e Visa, empresas de transporte como Uber e Lyft e até a organização Women’s World Banking, que ajuda mulheres desfavorecidas.

Facilitar a transferência 

A iniciativa pretende fazer com que mais de um bilhão de pessoas de todo o mundo que não têm acesso a bancos possam contar com serviços comerciais e financeiros online, afirmou Dante Disparte, diretor de política e comunicação da Libra Association. “Acreditamos que se você dá às pessoas a possibilidade de acesso a dinheiro e oportunidades com um custo menor, o que em parte a internet faz com a informação, é possível obter muito mais estabilidade do que a que temos até agora”, disse.

“Transferir dinheiro a um amigo não deveria ser mais difícil que viajar de Uber até sua casa”, afirmou Peter Hazlehurst, diretor de pagamentos e riscos da Uber. “Libra tem potencial para ser uma ponte entre as tradicionais redes de financiamento e as novas moedas tecnológicas, ao mesmo tempo que reduz custos para todos”, completou.

Facebook será apenas um dos integrantes da associação, mas separadamente está preparando sua própria carteira digital chamada Calibra. “Vemos isto como parte do cumprimento da missão do Facebook de conectar as pessoas em qualquer lugar e isto inclui permitir a troca de valores”, declarou à AFP o vice-presidente da Calibra, Tomer Barel.

“Muitos usuários do Facebook estão em países onde existem barreiras de acesso aos bancos ou ao crédito”, disse. Calibra está sendo desenvolvida para ser incluída no Messenger e WhatsApp com o objetivo de permitir aos usuários enviar a moeda Libra com a mesma facilidade de uma mensagem de texto.

Respaldo em dinheiro real

O projeto Libra aprendeu com as lições das outras criptomoedas, como o bitcoin, e foi pensado para evitar as variações abruptas de valor que afetam as moedas virtuais e que são fonte de especulação e de ruínas. O dinheiro real utilizado para comprar a Libra será a reserva e garantia do dinheiro virtual, cujo valor refletirá o de moedas estáveis como o dólar e o euro, segundo os credores. “Estará respaldada por uma reserva de ativos que assegura utilidades e baixa volatilidade”, disse Barel.

Para que a moeda digital opere em escala global, a Libra tem como base uma plataforma de tecnologia blockchain que usa quase 100 “nós” de computador confiáveis para validar e registrar transações. Blockchain é uma espécie de registro público que não pode ser falsificado e permite transferir moedas virtuais de forma rápida e segura.

A associação Libra será a única entidade capaz de “cunhar ou queimar” a moeda digital mantendo a oferta em sintonia com a demanda e ativos de reserva”, garante Barel. “Não se trata de confiar no Facebook e sim em acreditar nas organizações que fundaram a associação de que isto é independente e democrático”, afirmou Disparte.

Novas direções

O lançamento acontece no momento em que o Facebook tenta recuperar a credibilidade e confiança perdidas após uma série de escândalos pelo vazamento de dados privados. O CEO da empresa, Mark Zuckerberg, prometeu levar o Facebook a uma nova direção, com destaque para as mensagens privadas e os pagamentos eletrônicos. A nova carteira digital Calibra promete dar ao Facebook a possibilidade de incluir serviços financeiros, comércio online e que empresas menores comprem espaço publicitário. “Certamente vemos benefícios a longo prazo para o Facebook”, disse Tomer.

A informação financeira dos usuários da Calibra está estritamente separada dos dados do Facebook e não será utilizada com fins publicitários, afirmou à AFP Kevin Weil, vice-presidente da Calibra. A Libra será uma moeda regulamentada, submetida às leis locais sobre fraudes ou lavagem de dinheiro, de acordo com Weil, que apontou que, em sua visão, a maioria dos negócios ilegais “são feitos com dinheiro em espécie”.

Para as pessoas que não têm acesso aos bancos, a moeda local poderá ser convertida em Libra nas casas de câmbio ou empresas que oferecem o serviço. E a onipresença dos celulares abre a possibilidade de levar serviços bancários, cartões de crédito e comércio online a regiões em que tais serviços não existem.

Fonte: AFP/CP

Facebook pretende lançar criptomoeda em 2020

Projeto de moeda virtual será testado internamente até o fim do ano

Foto: Loic Venance / AFP

O Facebook planeja lançar sua própria criptomoeda no primeiro trimestre de 2020 – informa a rede BBC nesta sexta-feira. Por enquanto com o nome de GlobalCoin, este projeto de moeda virtual foi revelado primeiro pela Bloomberg em dezembro. De acordo com a empresa, a moeda será testada em nível interno até o fim do ano. Depois, será lançada para alguns países, afirma a BBC, acrescentando que o Facebook dará mais detalhes em breve.

A GlobalCoin usará a tecnología “blockchain”, uma espécie de imenso registro público e infalsificável que permite uma transferência rápida, anônima e segura das moedas virtuais. Esta tecnologia é usada pela grande maioria das criptomoedas, entre elas o bitcoin.

Diferentemente desta última, a cotação da GlobalCoin poderá estar indexada a uma cesta de moedas reais para limitar sua volatilidade – uma característica das criptomoedas que costuma receber críticas. Ao mesmo tempo, o jornal Financial Times revelou nesta sexta-feira, com base em duas fontes, que o Facebook entrou em contato com “pelo menos duas plataformas de intercâmbio de criptomoedas, Coinbase e Gemini, por meio das quais os usuários poderão conservar sua “moeda Facebook” de forma segura, ou convertê-la em outras divisas” – virtuais, ou reais.

Fonte: CP/AFP

Novo padrão para definição universal do quilograma entra hoje em vigor

O padrão internacional do quilograma e outras grandezas muda hoje (20), passando a usar-se uma fórmula da física teórica em vez dos cilindros metálicos usados em vários países, cujo peso efetivo mudou ao longo de décadas.

Em novembro passado, representantes de 60 países no Comité Internacional de Pesos e Medidas aprovaram que se passe a usar a Constante de Planck, uma fórmula do físico alemão Max Planck que permitirá de forma universal determinar quanto deve pesar um quilograma.

Desde 1889, o padrão do familiar quilo foi o Protótipo Internacional do Quilograma, um cilindro feito de uma liga metálica de platina e irídio que é guardado na cave da sede do Comité Internacional de Pesos e Medidas, em Saint-Cloud, perto de Paris, e foi adotado como o padrão pelo qual se medem todos os quilos.

No entanto, ao longo dos anos, o cilindro, que tem apenas 39 milímetros de altura e diâmetro, aumentou a sua massa em alguns microgramas devido a partículas que absorveu da atmosfera.

Por isso, as cerca de 40 réplicas espalhadas pelo mundo para calibrar quanto pesa um quilo são na verdade todas mais leves que o quilograma original, incluindo a que existe em Portugal, no Instituto Português da Qualidade.

Isso pode implicar erros em experiências científicas que precisam de medidas exatas de materiais altamente controlados, como substâncias radioativas.

A partir de hoje entram em vigor também novas fórmulas para calcular unidades fundamentais de medidas como o ampere, que mede a corrente elétrica, o kelvin, uma medida científica de temperatura, e o mole, uma medida de substância.

Medidas que derivam das fundamentais, como o volt, ohm e o joule, passam a ter novos padrões definidos a partir de constantes físicas que se verificam na natureza.

Além dos profissionais dos laboratórios nacionais de metrologia, poucas pessoas sentirão a mudança, afiançou o Comité.

Google suspende parte de acesso da Huawei ao Android

A empresa norte-americana Google anunciou a retirada da licença da empresa chinesa Huawei para usar o sistema operacional Android do gigante de tecnologia americano para telefones móveis – a medida segue uma diretriz emitida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e força a companhia chinesa de telecomunicações a depender de uma versão de código aberto do software.

Com a suspensão dos negócios, os novos smartphones da Huawei não terão mais acesso a serviços como Gmail, Google Maps e YouTube, além de atualizações de segurança. Usuários que já possuem aparelhos da companhia chinesa poderão seguir com o uso e a atualização de aplicativos baixados.

“Estamos cumprindo a ordem [presidencial] e analisando as implicações”, informou a Google.

Na semana passada, Trump assinou uma ordem executiva sobre o assunto ao justificar que a medida decorria de uma “emergência tecnológica”. A ordem visa impedir que empresas americanas usem equipamentos de telecomunicações feitos por “adversários estrangeiros” considerados de risco à segurança nacional.

Os principais fabricantes de processadores, como a Intel, Qualcomm, Xilinx Inc e Broadcom, informaram os seus funcionários que deixarão de fornecer equipamentos à Huawei até nova ordem.

A Huawei vem sofrido uma imensa pressão dos Estados Unidos depois de alegações de que seus produtos permitem que agências de inteligência chinesas usem supostos backdoors (porta dos fundos – método de escapar de uma autenticação ou criptografia num sistema computacional) nos softwares, que poderiam ser usadas para espionagem cibernética.

A resposta da China
O Ministério das Relações Exteriores da China classificou as alegações norte-americanas como “histeria do Ocidente”. O fundador e presidente-executivo da Huawei, Ren Zhengfei, disse que se recusaria a ceder à pressão americana.

“Não fizemos nada que viole a lei”, disse Ren ao jornal japonês The Nikkei. “Espera-se que o crescimento da Huawei possa diminuir, mas apenas ligeiramente”, afirmou

A Huawei é pioneira na tecnologia 5G, mas depende bastante de fornecedores estrangeiros. A empresa compra cerca de US$ 67 bilhões em componentes a cada ano, incluindo cerca de US$ 11 bilhões de fornecedores americanos.

Fonte: Agência Brasil

Rádio Metrópole

Nave espacial da Nasa irá colidir com pequena lua em 2022

Agência espacial tem por objetivo demonstrar pela primeira vez técnica de defesa planetáriaA agência espacial norte-americana (Nasa) revelou ontem (06), detalhes sobre seu plano de atingir, com uma nave espacial, em 2022, um pequeno alvo lunar em um sistema de duplo asteroide – sua primeira missão de demonstrar uma técnica de defesa planetária. O Didymoon, ou Didymos B, é um asteroide lunar com cerca de 150 metros de altura orbitando um corpo maior, o Didymos A, o asteroide mais acessível de seu tamanho. Uma campanha internacional está agora fazendo observações, usando telescópios poderosos em todo o mundo para entender o estado do sistema de asteroide.

“O sistema Didymos é muito pequeno e está muito longe para ser visto como algo maior que um ponto de luz, mas podemos obter os dados que precisamos, medindo o brilho desse ponto de luz, que muda conforme Didymos A gira e Didymos B em órbita”, disse Andy Rivkin, um dos coordenadores da equipe de investigação.

Os pesquisadores ainda não têm certeza sobre a composição do alvo: se é composto de rocha sólida, entulho solto ou areia “mais macia”. Uma superfície mais macia absorveria grande parte da força de impacto e não pode ser empurrada tão drasticamente como uma nave espacial que atingisse uma superfície mais dura.

A equipe da Nasa verá de perto o sistema de asteróides graças a um gerador de imagens italiano. O satélite cubo, do tamanho de uma caixa de sapatos, registrará o impacto da nave espacial e suas consequências.

A nave, chamada Teste de Redirecionamento de Asteroide Duplo (Dart, na sigla em inglês) levará um sistema de navegação ótica para capturar imagens que ajudarão a nave espacial a atingir seu alvo.

Em seu projeto mais recente, a Dart poderá se mover com o auxílio de pequenos propulsores de hidrazina, enquanto utiliza o sistema de propulsão elétrica, que empurrará o início da janela de lançamento principal para julho de 2021, encurtando o tempo de voo da missão. A previsão anterior de lançamento era dezembro de 2020.

A nave espacial Dart se chocará contra o asteroide a uma velocidade de aproximadamente seis quilômetros por segundo. A colisão mudará a velocidade da lua em sua órbita ao redor do corpo principal em uma fração de 1%, o suficiente para ser medida usando telescópios na Terra.

 

Fonte: AG. Brasil

Sobe para quatro o número de mortos em razão dos protestos na Venezuela

Maduro pediu às Forças Armadas que lutem contra o que classificou de golpistas

Foto: Federico Parra / AFP

Subiu para quatro o número de mortos em razão dos protestos de terça e quarta contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Segundo familiares e líderes da oposição,  Yosner Graterol, 16 anos, ferido na última terça-feira na cidade de La Victoria (norte), e Yoifre Hernández, 14 anos, atingido na quarta-feira em Caracas, morreram nesta quinta-feira.

Na terça-feira houve manifestações em várias regiões do país em apoio à rebelião contra Maduro protagonizada por um reduzido grupo de militares liderado pelo opositor Juan Guaidó. Sem apoio das Forças Armadas, a rebelião em frente à base militar de La Carlota, em Caracas, fracassou. A ONG Fórum Penal relata pelo menos 205 detenções, no âmbito dos protestos desta semana.

Hoje o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro pediu às Forças Armadas que lutem contra “qualquer golpista”, após uma insurreição militar fracassada liderada pelo líder da oposição Juan Guaidó. “Sim, estamos em combate para desarmar qualquer traidor, qualquer golpista”, disse Maduro em ato com milhares de soldados, transmitidos pela televisão, em que o alto-comando militar reiterou sua lealdade.

Repetindo o slogan “sempre leal, traidores nunca”, o presidente assinalou que não deve haver medo frente a obrigação de desarmar as conspirações da oposição e os Estados Unidos. “Ninguém pode ter medo, é hora de defender o direito à paz”, disse ele na cerimônia em que – segundo o governo – 4,5 mil soldados estavam presentes a chamado de Maduro vem após o levante na terça-feira por um pequeno grupo de soldados sob a liderança de Juan Guaidó.

Crise
A Venezuela vive enorme tensão política desde janeiro deste ano, quando Maduro tomou posse de um novo mandato que não é reconhecido pela oposição e por parte da comunidade internacional. Guaidó se autoproclamou presidente de um governo interino, que conta com o apoio de mais de 50 países. Paralelamente, o país sul-americano vive a pior crise econômica de sua história, o que gera protestos diários para denunciar a escassez severa de alimentos e remédios e a péssima prestação de serviços públicos.

Fronteira com o Brasil

O fluxo de venezuelanos que chegam a Roraima pela fronteira entre Pacaraima e Santa Elena de Uairén caiu na quarta-feira, 1º de maio, para 570 pessoas, de 848 no dia anterior – o primeiro de protestos convocados pelo autoproclamado presidente interino Juan Guaidó contra o regime de Nicolás Maduro.

Segundo a assessoria da Operação Acolhida, que ressalta que esses números variam muito diariamente, apesar de a média da última semana estar em torno das 400 pessoas, 616 entraram no Brasil na quarta-feira e 46 voltaram para a Venezuela. A fronteira está fechada do lado venezuelano desde fevereiro, o que provocou a queda do fluxo de refugiados que chegam ao Brasil de mil pessoas por dia para cerca de 200.

Nas últimas semanas, segundo o Exército, no entanto, essa média voltou a subir. “Cabe ressaltar, ainda, que 278 pessoas se dirigiram ao Posto de Triagem da Operação, sendo 76 para solicitação de refúgio e 202 para residência temporária”, acrescentou por meio de nota a assessoria de comunicação da Operação Acolhida. “No que se refere ao atendimento na área de saúde, 423 pessoas foram vacinadas e um total de 1096 doses foram administradas.” A Operação Acolhida informou que não houve reforço na fronteira por causa da confusão ocorrida na Venezuela.

Segundo os militares, a movimentação foi tranquila durante todo o dia em Pacaraima. Na quarta-feira, o governador de Roraima, Antônio Denarium (PSL), disse ao jornal O Estado de S. Paulo que teme que a população de seu Estado se volte contra os venezuelanos. “Temo que a população se revolte. Temo que se volte contra os venezuelanos porque não tem nenhum benefício para brasileiro, só tem benefício para venezuelanos”, afirmou ele. “O que vem é só pro venezuelano. Não dá cesta básica pro brasileiro que está passando fome. Mas, pro venezuelano, dá tudo, almoço, jantar, aluguel. Dá tudo que o brasileiro não tem.”

 

Fonte: AFP e Correio do Povo

Setrem recebe intercambista alemã

Cecíle Telliez vem ao Brasil pela iniciativa de voluntariado internacional da Comissão Alemã da Unesco, chamada “kulturweit”

A Setrem recebeu na segunda-feira, 18, a intercambista alemã Cecíle Telliez. Ela foi recepcionada pela coordenação e professores da Educação Básica, bem como alunos do 3º ano e do 9º ano, com um café da manhã e jogos de integração.

Cecíle chega ao Brasil pela iniciativa de voluntariado internacional da Comissão Alemã da Unesco, chamada “kulturweit”. “É um programa que envia pessoas em todo o mundo para fazer trabalho voluntário. A maioria das pessoas vão a escolas. O objetivo é criar uma troca cultural onde tudo mundo pode aprender uns com os outros”, comenta. Aqui a jovem vai desenvolver várias atividades, entre elas, ajudar nas aulas de alemão, auxiliar em projetos e eventos da escola e desenvolver oficinas com os alunos.

A Setrem foi uma das sete escolas brasileiras, parceiras do Goethe-Institut, na iniciativa PASCH, escolhidas para receber os voluntários. “Alunos, professores e colaboradores podem interagir e treinar a língua alemã com um nativo, como também têm a chance de entrar em contato com um representante de uma Alemanha jovem e contemporânea”, afirma Daniele Schuster, professora de alemão no Centro de Idiomas Setrem.

Esta é a primeira vez que Cecíle vem ao Brasil. E pouco tempo em solo gaúcho, já provou uma das nossas maiores tradições, o chimarrão. Ela permanecerá no país até agosto, hospedada em duas famílias de alunos da Setrem, uma em Três de Maio e outra em Horizontina.

 

*Setrem